Arquivo mensal: março 2018

“Ni un solo rasguño” – Mi respuesta a los fanzines «Puñaladas al nacionalismo» (*)

(*) Qualquer que conheça minimamente este blogue, assombrara-se de ver esta entrada em castelám num blogue que presume de galego. E nom é para menos!! A explicaçom para tal excepçom fica ao final para quem lhe interese. Dizer que minha resposta originária e em galego (tal como já deitei aqui no seu momento) está acá na web de Abordaxe (projeto editorial anarquista em galego, do que este gajeiro volta formar parte).

«Ni un solo rasguño» .- Mi respuesta a los fanzines «Puñaladas al nacionalismo»

“El Estado no es la patria, es la abstración, la ficción metafísica, mística, política, jurídica de la patria. Las masas populares de todos los países aman profundamente su patria, pero es este un amar real, natural. No se trata de una idea: se trata de un hecho. Por eso me siento franca y constantemente el patriota de todas las patrias oprimidas” Mijail Bakunin (1)

Un site contrainformativo anarquista de la capital “de las españas todas” viene de hacer público el 2º fanzine recopilatorio de textos anarquistas contra el nacionalismo, con el subjetivo título de II Puñalada al nacionalismo. Tiempo atrás ya habían publicado el 1º que, según dicen, recibieron por correo (la autoría supongo que será del autodenominado “grupo tensión”, dado que es el contacto que facilitan para su distribución) y ya había llamado mi atención al ver que su objetivo, manifestado en su introducción, es presentar algo “muy chungo” contra de lo que hay que lanzar puñaladas a diestro y siniestro dado que posee poderes extraordinarios de camuflaje hasta el punto de hacerse tan “atractivo”  que “veamos anarquistas llamando a votar en un referéndum, o defendiendo la democracia”. Para ellas el independentismo es un invitado incómodo, una invención artificial que solo se puede explicar a partir de la irresistible capacidad hipnótica de la derecha catalana. Una percepción asentada en ciertos tópicos historiográficos que vinculan al catalanismo exclusivamente con la burguesía. De ahí su reacción, entre paternalista e irritada.
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[A Corunha] Sábado 24 ás 19hs Palestra sobre a situaçom no Curdistám no “Ateneo Libertario Xosé Tarrío”

Recolho a informaçom das minhas compas da Irmandade da Costa:
Este vindoiro sábado, 24 de março, ás 19 h, poderedes desfrutar no Ateneo Libertario Xosé Tarrío (rua La Paz 16 baixo, no bairro corunhês de Os Malhos) duma palestra-debate sobre a situaçom do Curdistám, a sua atualidade na guerra de Síria e a Revoluçom Social implementada em Rojava baixo o paradigma do Confederalismo Democrático.

Correrá a carrego dum compa de Rojava Azadí, colectivo pola Revoluçom Social em Rojava.
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Nom á Mina de Touro-O Pino: Vídeos e Contaminaçom

Começo esta entrada com o vídeo documentário realizado por Xosé Bocixa de Tingalaranga Audiovisual para Nos-Tv e que esta disponibiliçou recém na sua plataforma de youtube:

De seguinte vos convido á leitura do informwe cos resultados das análises encarregadas por ADEGA das augas dos rios Portapego e Pucheiras que drenam a antiga mina de Touro. Como era de esperar, existe contaminación por “uma importante carga de metais lixiviados”, como cobre, cinc e níquel que sobardam todos os límites e que pola sua natureza “som bioacumulativos e tendem a concentrar-se nos tecidos vivos ao longo de toda a cadeia trófica, polo que antes ou despois acabarám provocando alteraçons fisiológicas e genéticas”. E tudo isto se passa coa Mina parada…
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“Toma todas tuas trolas” x Gabriela Wiener . Excelente artigo sobre racismo policial e institucional

Recolho (e traduzo) de ElDiario.es este artigo de Gabriela Wiener, escritora, poeta e jornalista de origem peruano e que forma parte do coletivo autogerido “Vaciador 34”

Vim um home negro perseguido numa praça, tombado, algemado, baixo uma bota, que levava uma manta como leva a vida, aferrada.

Fixei-me tantas vezes na cordas das mantas que fam que seja possível envolver e levantar os perfumes, as sapatilhas fúcsias e verde fosforejante, em poucos segundos e sair fugindo coa vida ao ombro. A tecnologia para a supervivência, a estratégia para a fugida permanente, o aroma a falso lujo, a vida falsificada, a imitaçom barata da existência, que deixa atrás, ao passar perto de ti, a pobreça e o medo.

Andei de Sol a Lavapiés e sonhei que via a Rajoy perseguido pola polícia municipal. Corriam ao meu carom case roçándo-me e nem sequer alegráva-me, éra-me completamente indiferente, mera rotina, como uma mosca voando. Nesse sonho todos os dias havia redadas pero só no edifício de Génova.
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“Top Manta · Ropa legal feita por gente ilegal”.- Um “gotejo” de solidariedade e compromiso

Uma boa maneira de apoiar ás migrantes sem papeis! a que esperades??

Em julho de 2017 desde o Sindicato Popular de Vendedores Ambulantes de Barcelona lançarom a marca de prendas “Top Manta” co galho de milhorar as suas condiçons de vida como coletivo e assim poder “sacar das ruas a todos os coletivos marginados”.

Para poder levar esta empresa adiante, há dias iniciarom uma sua Campanha na Plataforma Goteo na que convidam a apoiar-lhes coa quantidade que queiras e escolher em base ás recompensas ofertadas, que vam desde camisolas, sacas, audioconto, jantares, rutas,… Mas milhor que vos assomedes vos mesmas a esta ligaçom onde tendes a vossa disposiçom quanta informaçom precisades para colaborar economicamente com este projeto solidário: https://www.goteo.org/project/top-manta-bcn
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Declaraçom da administraçom autónoma do cantom de Efrîn sobre os ataques das forças invasoras turcas e a resistência heroica do povo curdo

“Nom nos retiramos de Efrîn. Tomamos precauçons para salvar as vidas das civis. As YPG e YPJ estám presentes em todos os distritos de Efrîn e continua a luita”. Brusk Haseke, vozeiro das YPG.
O presidente de Turquia, o fascista Erdogan, assegurou ontem domingo 18 que seu Exército (o 2º mais numeroso da OTAN) e mercenários turcomanos e árabes (lea-se jihadistas do ISIS e Jabhat Al-Nusra agrupadas no ELS) tomaram a capital de Efrîn: “Efrîn está totalmente baixo nosso control” e precisou: “Unidades do Exército Livre Sírio (ELS), apoiadas polo Exército turco, tomaram hoje cedo, ás 08.30 (06.30 horas GMT) o control total sobre o centro de Efrîn”.

Pola sua banda a Administraçom Autónoma Democrática de Efrîn declarou que a guerra se passara a uma outra etapa e que decidiram evacuar á povoaçom civil para evitar massacres: “O exército turco invasor atacou de jeito contínuo a civis e durante os últimos dois dias, muitas crianças foram massacradas, e os edifícios, casas, panadarias, escolas, hospitais de Efrîn forom demolidas e atacadas de maneira planificada. Para evitar um gram desastre humanitário, decidimos evacuar a povoaçom civil da cidade”.
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Comunicado do Sindicato de Manteros y Lateros de Madrid sobre a morte de Ousseynou Mbaye, 2º senegalês falecido em Lavapiés, e sobre a violência estrutural

Colo acá o vídeo da leitura do Comunicado e mais a traduçom da sua transcripçom. Nele denunciam os sucesos racistas e violentos vividos nestes dias e desde sempre; agradecem as mostras de solidariedade recebedas e denunciam o papel do “intolerante” Esteban Ibarra nos falsimédios negando o racismo institucional e que a Mbaye nom o perseguia ninguém e que esborralhou le sozinho; além de pôr o foco dos protestos de Lavapiés em radicales antisistema ao desvincular á comunidade negra dos mesmos, umhas opinions que nom compartilham as associaçons que assinam este Comunicado e no que acusam a Ibarra de prejudicar á comunidade migrante; e por último, fam uma série de exigências e reclamos:


“Tras a dolorosa morte de Mmame Mbaye Ndiaye tras uma persecuçom policial, confírma-se o recém falecemento dum outro irmão, Ousseynou MBAYE, no Hospital Clínica San Carlos de Madrid em venres 16 de março de 2018.
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Um outro insubmisso a justiça!! Willy Toledo néga-se a ir declarar a juízo

O ator Willy Toledo vem a sumar-se a corrente insubmissa de negar-se a apressentar-se de maneira voluntária diante da justiça espanhola na vista fijada para o vindouro 18 de abril no que pretendem julga-lo polas suas declaraçons nas redes sobre Deus e a Virgem Maria em julho passado. Com fina ironia e humor, Willy convida a que venham por ele a horas decentes. Que se espalhe o ejemplo!!
Recolho (e traduzo) suas palavras publicadas nas redes sociais:
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Racismo institucional e mediático no assassinato de Mame Mbaye

“Lo que va a decir la Policía ya lo sabemos, pero sí que había una persecución. Le siguieron desde la Puerta del Sol con motos y cuando llegó a la calle Oso, a varios kilómetros, se cae. Estaba un amigo con él y cuando intenta ayudarle, para meter los dedos en la boca para no morderse la lengua, la Policía lo empujó y le apartó. Los mismos policías se bajaron de la moto y lo empujaron y ahí se murió” Malick Gueye vozeiro do Sindicato de Manteros y Lateros de Madrid.

Foto de Byron Maher para o Sindicato de manteros y lateros de Madrid.

As palavras de Malick -que recolhem a versom dos compas que iam junto a Mame quando caeu na rua Oso de Lavapiés- danam a imagem duma alcaldesa que se di da nova política, deixam ver a verdadeira face da sua polícia e ferem a imagem hipócrita dum Estado que se di democrático, pero que obriga ás pessoas migrantes a viver sem direitos e na clandestinidade e a ser penalizadas e perseguidas por querer sobreviver; além de nom deixar em bo lugar a todas quantas seguimos permitindo que isto suceda e olhamos cara outro lado.
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[Lavapiés] A polícia local de Carmena assassina Mame Mbaye Ndiaye, um vizinho do bairro

Mame Mbaye Ndiaye, varom de 34 anos e de origem senegalesa, quem levava 14 anos residindo em território hispano e buscándo-se seu pão diário coa venda ambulante de colónias, membro ativo do sindicato de @manteroslateros de Madrid, morreu ontem assassinado vítima da violência da polícia municipal madrilenha.

Uma polícia que, desde a chegada ao poder municipal madrilenho da velha juiza da nova política Manuela Carmena, segue na mesma linha repressiva que quando governava este concelho o PP. E assim tras a exitosa operaçom na que detiveram a dois titereteiros por representar uma obra contratada polo próprio concelho, chega-nos agora o resultado lógico da continuidade na política repressiva de acoso e derrubo das pessoas que se buscam seu sustento diário nas ruas da capital das espanhastodas: Mame Mbaye Ndiaye morre dum infarto ao coraçom tras correr deseperado fugindo duma nova redada da polícia local de Carmena. E nom foi algo pontoal com fatais consequências dado que já no dia anterior vários coletivos polos diretos das pessoas migrantes denunciaram redadas racistas em Lavapiés; uma atividade, ou mas bem uma atitude cotidiá porque é a diário que se repitem os atos de pressom da polícia de Carmena sobre este coletivo.
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