Sobre o 155: “Tudo parecido coa coincidência é pura realidade”

Sob esta lenda girou muitas vezes o meu programa na rádio Kalimera “Comochoconto”. Uma transmutaçom do conhecido dito usado nos filmes de ficçom para evitar que certas cenas -ou bem tudo o filme- fossem tomadas como reais ou que nomes inventados poideram coincidir com nomes reais e alguém se vira reflectida.

Dito isto, nestes dias de folgança estivem voltando olhar as tiras cómicas de Mafalda, publicadas originalmente entre 1964 e 1973 e autoria do genial artista argentino, Quino. Dito autor de banda desenhada, como outras muitas, têm por costume numerar as tiras segundo foram saindo publicadas nos médios; ele chanta um nº pequeninho no primeiro quadrinho da tira para tal seguimento; e para minha surpresa, quando cheguei ao nº 155 atopei-me com esta: Para descreidas e augafestas, devo dizer que se bem Quino amossou em várias tiras a sua falha de apego aos militares argentinos, nom foi um tema recorrente desde que em 1966 começara o periodo de ditaduras cívico-militares que tiveram continuidade até justo 1973 (quando Quini deixou de desenhar Mafalda por “esgotarse-lhe as ideias”).

Agora que cada quem tire suas conclusons. Se bem eu pergúnto-me: possuirá Quino um talento vissionário como Julio Verne capaz de adiantar-se ao seu tempo??

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