Brigadas Deseucaliptadoras do Povo uma boa iniciativa para combater a Trama-Máfia do Eucalipto na Galiza

Nestes dias estám saindo á luz diversas informaçons sobre o eucalipto -espécia invasora e pirófita em mãos de desalmados- que afetam de maneira direta á situaçom desta árvore na nossa terra:

A primeira a ter moi em conta é a publicaçom dum ditame, adoptado por unanimidade, do Comité Científico de Flora e Fauna Silvestres do Ministerio de Agricultura, Pesca e Medio Ambiente espanhol que recomenda a inclusom do Eucalipto no Catálogo Estatal de Espécies Exóticas e Invasoras. O ditame inclue nas suas recomendaçons a todas as variedades de eucalipto, desde a globulus á nitens, e sugire “extremar a precauçom com novas introduçons e plantaçons” e realizar “medidas de erradicaçom denantes de que se produza a invasom”. Além resalta que estas árvores alteram a biodiversidade e implicam um elevado risco de incêndios.

Este Comité Científico é só um organo consultivo e seus ditames som tomados em consideraçom segundo convengam aos intereses do mercado (os únicos que na realidade preocupam a nossos governantes). Assim figeram quando em 2011 e 2012 este Comité declarara 3 espécies de eucalipto como espécies invasoras; feito que vinha a dificultar a expansom desta árvore em Asturies como pretendia ENCE, razom pola que em 2013 a golpe de Decreto, o Governo espanhol anulou ditas disposiçons e na atualidade nenhuma espécie de eucalipto aparece no tal Catálogo e vistas tais atuaçons e o plano de florestaçom da Junta, semelha que o atual ditame seguirá o mesmo caminho.

A segunda é o informe elaborado polo fiscal de Medio Ambiente, Álvaro García Ortiz, a raiz da praga de lumes do outubre passado que em poucos dias queimara 50.000 hectares da massa arvórea da Galiza e que sinificara a morte de quatro pessoas; que foi apresentado recém polo fiscal superior da Galiza, Fernando Suanzes, que determina que nom houvo trama incendiária, nem grupo terrorista, nem organizaçom delitiva algum detrás dela, como denunciara o presi M. Rajoy; nem por nenhuma “atividade delitiva incendiária para alterar a paz social”, como assegurara nosso presidentinho da Junta, Alberto Núñez Feijóo. Suanzes mesmo quijo aclarar que “desde um poto de vista estritamente jurídico, é óbvio que nom é terrorismo dado que para isso, mais alá de que fossem intencionados, requiririam condiçons que nom se deram como buscar “subverter a ordem constitucional, alterar gravemente a paz pública ou provocar estado de terror na povoaçom, e isso nom foi assim”, e sinala que a intencionalidade que poidera estar detrás deve-se “a queima de matagal para usos agrícolas ou comportamentos próximos á piromania, além de por conflitos vizinhais ou relacionados com a caça“. De tal jeito a Fiscalia emitiu recém um seu decreto de arquivo das diligências de investigaçom penal abertas tras aquela vaga de lumes.

Tras essas palavras, tanto Feijóo como seu segundom na Junta, Alfonso Rueda, sairom á palestra mediática para defender que desde o Ejecutivo autonómico galego “nunca se falara de trama incendiária”; se bem Feijóo esquece as suas palavras em rolda de imprensa quando a vaga de lumes, quando acussou da situaçom ao “terrorismo incendiário” e o próprio M. Rajoy unia-se a essa hipótese duma cadena de fogos “provocados”. Agora ve-se que para evitar que lhe volvam a contradizer seus próprios organos de fiscalizaçom, Feijóo vêm de pedir que se mude o Código Penal “para que os incêndios intencionados tenham cabida no delito de terrorismo” (!!).

A terceira é o próprio plano de florestaçom da Junta que, pese a ter superado já com creces as próprias estimaçons da Conselharia de Medio Rural até 2032 que situavam sua extensom em 245.000 hectares (na atualidade há 425.000 hectares com eucalipto das que 288.000 som exclusivas desta espécie e o resto mixutura com pino e fondosas), ainda pretende incrementar num 8% a superfície de só eucalipto em 20 anos, com o que passaria a ocupar um total de case 333.000 hectares. Ficando assim bem clarinho que nosso governinho nom têm intençom alguma em fazer caso do que di o Comité Científico formado por expertos.

Diante de tudo isto vêm de fazer-se realidade a Campanha levada polo grupo ecologista Verdegaia para formar Brigadas Deseucaliptizadoras para luitar contra a praga das espécies desta árvore invasora e doutras como as acácias e combater desde o povo contra os intereses de madedeiras, pasteiras e do desleixo de nossos governantes para atalhar tam grave problema ecológico que pom em sério risco cada vrâo as nossas vidas. Sua funçom será a erradicaçom destas espécies e a sua substituiçom por outras autótones de alto valor ecosistémico, co galho de que as zonas intervidas nom volten a ser pasto do lume e que servam como zonas protetoras, servindo como cortalumes verdes e corredores de biodiversidade. Além fam um chamado ás proprietárias das fincas com eucaliptos para que incorporem suas parcelas para que estas Brigadas de voluntárias atuem sobre elas. Tal iniciativa será apresentada e lançada no vindouro 21 de abril com uma jornada de trabalho na Área Conservada pola Comunidade Vizinhal de Froxán, em Lousame.  Toda a informaçom para anotar-se como brigadista ou para apontar tua finca e muito mais téde-la disponível na sua web: http://verdegaia.org/brigadas/

Agora de ti tamém depende!!

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