Medio Rural: “Pôr caçadores a vigiar os lumes no monte é como chamar a raposa para tomar conta do galinheiro”

Já dim conta em várias entradas desta minha bitácora das minhas suspeitas de que os disparos dos caçadores tiveram algo a ver com a vaga de lumes desatada na data aciaga do domingo 15 de outubre passado que sinificara a queima de 50.000 hectares da massa arvórea da Galiza e na que morreram quatro pessoas.
Fora justo nesse domingo quando começara o periodo hábil de caça aprovado pola Direçom Geral de Património Natural da Junta de Galiza; a tal efeito várias colegas certificaram-me que nessa jornada, desde bem cedo na manhã, já andavam os caçadores a tiros polos montes. Ou seja que, pese ás previsons meteorológicas que auguravam moi fortes ventos furacanados; o começo da tempada de caça 2017-2018 nom foi suspensa.

Como já contei, os Cabildos insulares de La Palma e Tenerife, em 22 de agosto desse ano, e numhas situaçons similares (pero sem furacám algum á vista) sim suspenderam a tempada de caça diante do panorama climático que se previa e mesmo proibiram o uso de qualquer veículo ou ferramenta que solte faiscas e que poidera provocar grandes lumes.

Pois na Galiza nom tal, ve-se que os cartuchos que empregam por acá nom soltam faiscas por muito que diga o fiscal de Médio Ambiente, Álvaro García Ortiz, sobre a intencionalidade que poidera estar detrás da vaga de lumes daquele 15 de outubro, quem recém declarou que: deve-se a queima de matagal para usos agrícolas ou comportamentos próximos á piromania, além de por conflitos vizinhais ou relacionados com a caça“ . e índa mais pois desde a Federaçom de caça galega

Na Galiza os caçadores som votantes (entanto as pessoas mortas nas vagas de lumes deixam de se-lo) e por entom tiraram um seu comunicado no que se lamentaram de que nom poideram estar a tiros cos animais por culpa da vaga de lumes (maldita seja!!) e por isso cumpre te-los da mão de governos e governinhos dado que som as únicas paisanas com direito a posse de armas de fogo susceptíveis de matar pola via legal e poida que por ai vaiam os tiros desta proposta absurda da consalharia de Medio Rural da Junta da Galiza. Poida que pretendam que disparem a quem vejam vagando polo monte sem ir armado; na consequência lógica de que seguro que se trata dum terrorista incendiário e nom dum vulgar passeante.

Em tudo caso a de ser a mesma lógica que lhes leva a usar militares da Unidade Militar de Emergências (UME) -se bem quanto menos os caçadores conhecem o terreno que pisam- que quando saltam do camiom que os transporta nom sabem onde estám, nom conhecem o terreo no que se movem e em consequência nom apagam lumes, polo que som só um estorbo nas tarefas de combate ao lume.

 

 

 

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