A sentência do juíço a “La Manada” conhecera-se esta 5ª feira, 26 de abril.

Hoje soubem que um enquerito realizado polo organismo “FACUA-Consumidores en Acción” entre suas filiadas vêm de outorgar seu PRÉMIO ao PIOR (e MAIS MACHISTA) anúncio publicitário do ano 2017 ao cartaz do Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad que figura ao carom.

Este galardom que FACUA-Consumidores en Acción organiza desde 2010 foi ganhado por este Ministério -que, atendendo a sua razom de existência, deveria velar por tudo o contrário- por méritos próprios e por uma gram diferência de votos com o 2º classificado, dado que acaparou o 50% dos mais de 6.000 consumidores que participaram. A razom para tal vitória contundente salta á vista em quanto olhas o polémico cartaz que o próprio  Ministério de Igualdade (?) acabara retirando polas fortes críticas recebidas por usuárias das redes sociais e a postérior pressom mediática e fontes desse minsitério hipócrita asseguraram que o publicaram por “error”. Desculpa vana e incrível que só evidência o  mal que se trabalha e se gasta num ministério com os quartos de todas, dado que o cartaz foi editado, publicado e colado dentro duma campanha.

E vos perguntaredes que terám a ver estes prolegómenos com o cabeçalho? Pois da-se a circunstância casual ou causal de que dito cartaz foi publicitado justo uns dias antes do começo do juízo a “La Manada”, e já na altura este Gajeiro já dava conta delo e alertava de que alguém deveria avissar á Dolors Montserrat Montserrat (titular desse Ministério) de que nom existem relaçons sexuais nom consentidas, e que isso com o que quere preocupar ás nais das moças e a estas (e nom aos pais nem aos moços) tem um outro nome: VIOLAÇOM!!

Entre ontem e hoje diversos meios dam a conhecer que o presidente do Tribunal que os julgou lá polo passado  28 de novembro lerá a sentência em audiência pública sem presência dos acusados.

Todos os falsimédios tratam de justificar o retraso em dar a conhecer o veredito quando é evidente que se estivo a jogar com seu silenciamento cûmplice  para provocar o esquecemento do feito julgado. Nilo de seguro que pesou o feito de  que entre os violadores figurem um Garda Civil que nom duvidou em declarar que “ella disfrutó más que yo” e mais um Militar profisional, que junto aos outros 3 violadores assinalaram á moça violadora como culpável dado que “ellos no tenían necesidad”, “ellos eran gente guapa que tenían mucho éxito con las chicas”, porque já se sabe queson las mujeres las que incitan, las que provocan, las que sacian su lujúria, las que se excitan cuando son violadas” ou como se desprende do cartaz do Ministério de Igualdade bebem quando som moças com permiso das suas despreocupadas nais e depois passa o que se passa e tenhem relaçons sexuais nom consentidas.
Estarei ao tanto da sentência, mas da-me que cheira moi mal este retrasso.

 

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