[Caso Altsasu] Vídeo que desminte a versom da Garda Civil e da fiscalia

Colo acá este vídeo que foi admitido coma prova depois de começado o juízo, dado que o tribunal se opusera a elo até agora, um vídeo que ETB difundiu ontem mesmo:

No vídeo gravado polo procesado Iñaki Abad com seu telemóvel na madrugada do 15 de outubro de 2016 no exterior do bar Koxka fica demonstrado sem dúvida alguma que a Garda Civil planificou uma montagem para que uma simple lea de bar passara a ter consideraçom de ataque terrorista. Co vissionado deste vídeo -julgade vos mesmas- fica patente que houvo um claro interés por parte de quem na altura era Director deste corpo, Cuco Fdez de Mesa, em convencer aos gardas implicados na lea entre borrachos para que mentiram e construir uma montagem nas que se figeram passar por vítimas do entorno da ETA (??).

O sargento da Garda Civil declarou que foi malhado “brutalmente” no chão por numerosas pessoas. Com tudo, nas imagens gravadas o sargento aparece com uma camisa branca impóluta, sem rabunhadas nem manchas de sangue; e mesmo ve-se como este indivíduo pega um lapote ao moço Iñaki Abad quando este está a gravar entanto ele, o “macho garda”, sérve-se de estar protegido polas forças da polícia foral par atacar a traiçom. De feito som as presuntas agressoras as que nesse momento acusam de violência ao sargento: “A ese que ha hecho de todo, a ese sí le dejáis”.

Doutra banda, na sessom de ontem tamém declararom duas médicas citadas pola defessa. Ambas coincidirom em sinalar que as testemunhos oferecidos polos gardas civis e as suas parelhas nom se correspondem coas lesons recolhidas nos diferentes partes médicos. Os quatro declararam durante o juízo que na agressom participaram “entre 20 e 25 pessoas”, que foram golpeados “brutalmente”, ocasionándo-lhes feridas de gravidade e a ruptura dum nozelho ao tenente.

Assim tudo, ambas médicas consideram que nom puido tratar-se duma agresom múltiple, dado que, de ser tal, “as lesons seriam mais graves”. Em quanto á rotura de nozelho que sofreu o tenente, as médicas crêm que se deveu a um “mecanismo indireto” e que puido ser provocado por uma “típica torcedura com caida, onde som os ligamentos que tiram e logo fraturam o osso”. Sobre o hematoma que apresentava o sargento ás tres semanas dos incidentes, explicarom que “adoitam durar uns 10 dias” e que é “estranho” que apareceram tres semanas depois.

A perguntas da defessa, as médicas tamém opinarom sobre as lesons que apresentavam as noivas dos dous agentes. Sinalarom que a tendinite que sofria María José Naranjo, companheira do tenente, foi “uma sobrecárrega no ombreiro” que estivo produzida seguramente “por um sobre-esforço”. Sobre a cervicálgia de Pilar Pérez, parelha do sargento, assegurarom que puido ser ocasionada por “nerviosismo” ou “tamém por tentar levantar a alguém do chão”.

Além colo acá (traduzido) o Comunicado emitido polas Nais e Pais de Altsasu a raiz da publicaçom do vídeo:

Neste vídeo obsérvam-se imagens que reforçam a versom das defessas e desmontam afirmaçons craves da fiscalia e das acusaçons. Em concreto, obsérva-se que o ambiente existente nos instantes posteriores nom incluem manifestaçons de fustrigaçom ás forças de seguridade, nem berros de Alde Hemendik (Que se vaiam), nem nada semelhante a tumultos agressivos; e escúitam-se frases que reforçariam a versom dum altercado a altas horas da madrugada. Obsérva-se como o sargento dá um lapote e arroja ao chão o telemóvel dum dos processados. Resulta altamente sinificativo que o sargento se cruza ou se move entre a gente, entre eles vários procesados, mantendo contato visual com eles, sem reconhecer a ningum como suposto agressor, e em posteriores instantes, obsérva-se como se dirige coa polícia foral a um bar na procura de supostos participantes nos feitos. Por último, no juízo oral as testemunhas da acusaçom e o próprio denunciante declararam que vestia uma camisa rota com múltiples pegadas de botas e pisadas. Esta evidência contradi estas declaraçons porque nas imagens aparece uma camisa branca em estado normal. Em definitiva, as imagens amossam uns acontecementos mais compatíveis com um contexto festivo com pessoas ébrias.

Nais e pais de Altsasu
www.altsasugurasoak.com

Agora fica esperar pola sentência, segundo apontam alguns médios este juízo já está a ser vigiado pola Comissom Europeia; esperemos que serva de algo num juízo no que leva tricórnio até o apuntador (incluida a juíz, Concepción Espejel, “Concha para os amigos”, que nom só está casada com um coronel do Corpo, senom que foi homenageada e distinguida com a “Orden del Mérito de la Guardia Civil”). Se bem como apontam em “Iniciativa Debate” o resultado, incluso com a insospeitada absoluçom das acusadas, já nunca poderá ser justo. Nom esquezamos que 3 dos encausados estám ainda em prisom preventiva desde os feitos que se lhes julgam, levando já ano e meio nesta injusta situaçom.

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