Do dito ao feito há um gram treito!!. De cuidados descuidados e de “feministos” violentos.

Brais Borrajo, comunista e “feminista”. agressor e acosador

 Tempo há, mas nom tanto, jurdera uma polémica mediática e social porque um home colhera do braço a uma moça para quita-la a bailar num pub da noite compostelã. Este home conhecido nos ambientes da protesta lúdica, no desenho artístico e no ativismo pola língua, entroutras várias fazetas, foi assinalado como objectivo duma campanha orquestrada co galho de eliminar toda expressom ou ato machista dos espaços noturnos que, algum grupo de mulheres, entende como seus. Para quem isto escreve foi uma “caça de brujo” com resonância ampliada e amplificada nas mal chamadas redes sociais polo feito de que esta pessoa se sinificara e participara da cantidatura eleitoral de esquerda nacionalista que ganhara a alcaldia de Compostela. Nom vou entrar no manido debate de se sua atuaçom (ao colher do braço uma moça para convida-la a dançar num local de copas noturno) meresce ser tratada de machismo ou de micromachismo, mas insistirei em que, ao meu entender, tal ato nom é constitutivo de nenhuma agressom; e que tal atitude nom dista nadinha de outras que eu tenho presenciado em vários dos “feministos” que assinaram o tal Comunicado denúncia contra a atuaçom do “susodito”.

Dito isto, já no seu dia estranhou-me muitíssimo que uma violaçom admitida e cometida por um home militante duma organizaçom nacionalista, Saul Santím Da Branca, quem fora responsável da comarca de Compostela de Compromiso por Galicia; se passara desapercebida polas impulsoras da outra campanha; fosse polo que fosse nem sequer quando saiu a sentência condenatória contra o violador e seu amigo, quem se aproveitaram de que a moça estava bébeda e drogada e privada totalmente do seu poder de decisom para viola-la, apareceu nada parecido nas redes á campanha orquestrada, que ainda estava no seu apogeu.

Agora volta a saltar á luz um outro caso de agressor nacionalista, neste caso mais virado á esquerda e aos princípios feministas dos que fai gala e presume sua organizaçom “Xeira – Mocidade Comunista Galega” vinculada á FPG, Anova e Marea. Os feitos estám claros, várias moças militantes desta organizaçom foram objeto de abusos sexuais por quem fora durante anos seu secretário geral, Brais Borrajo, e na atualidade integrante da direçom de Anova. As moças violentadas denunciam que há uma campanha de silenciamento ao respeito e que desde Xeira e CIA seguem tendo ao tal Brais como uma icona que merece um trato especial e que tudo se vai solucionar despois de que Borrajo seja reeducado porque, ao entender das rapaças que seguem militando lá, o feminismo medra a base de ensaios e erros (??).

Mas tampouco é que os espaços anarquistas estejamos limpas de culpa. Nom há muito vivirom-se cenas violentas entre uma parelha na cidade de A Corunha e deu-se uma situaçom que a mim me segue fervendo o sangue dado que a maioria da gente ou bem viraram seus olhares a outro lado negando assim o evidente ou, ainda pior, posicionarom-se a prol de quem ejercia a violência desatada cada vez que bebia de mais e buscarom cuida-la e protege-la de si mesma, entanto a vítima ficava fora de todo círculo de cuidados. Isso sim, neste caso a pessoa violenta era uma mulher e o violentado um home.

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