Arquivo mensal: fevereiro 2019

Raízes cristãs de Europa? x Franco Celotto

O autor fai um permonizado percorrido polas múltiples barbaridades acometidas pelos primeiros cristãos, aterrorizando, torturando, assassinando e provocando a perda de inumeráveis avanços científicos e debates fiolsóficos recolhidos em livros e bibliotecas que foram queimadas e destruidas por estes fanáticos ao igual que se passou com muitíssimas obras de arte, esculturas e arquiteturas paganas, além de inaugurar uma violenta intolerância religiosa, nunca vista antes, quando multitude de fanáticas cristãs incitadas por personagens barbudos que em sua maioria depois serám declarados santos ou Pais da Igreja, assassinaram ou obrigaram a mudar das suas convinções a milhares de pessoas. Traduzo, cópio e colo:

A propósito das raízes cristãs de Europa ouvimos demasiado com frequência dizer que as instâncias políticas que hoje declaram compartilhar os países europeus, o “pluralismo”, a “paixão pela liberdade”, tenhem suas raízes no cristianismo, no se sentir parte duma história comum que tem feito do cristianismo o foco em torno do que se definiu Europa, e que Europa é devedora do cristianismo porque, se queira ou não, lhe deu forma, significado e valores.
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A mentira eleitoral perde crentes!! Medra o descontente com o Sistema. Nom caias na trampa do VOTO (in)ÚTIL

Co galho dos resultados das eleiçons “autoanémicas” andaluzas, publiquei na rede um meu artigo em reflexo do que eu analisei sobre ditos resultado e que intitulei: NORABOA ANDALUCiA!! e que vos colo acá agora em vista da nova campanha orquestrada em demanda do VOTO (in)ÚTIL para a falsa esquerda representada polos sucessores de MR X dos GAL e pelos PODEMITOS do casoplom na serra madrilenha. Em breves publicarei um outro artigo ao respeito mas agora colo este que publiquei em 4 de dezembro passado quando este blogue estava fechado:

Resultado das Eleiçons ao Par-Lamento Andaluz, consignando o nº de apoios aos 6 partidos mais votados e tamém ás abstençons, em branco e nulos, coa porcentagem calculada em base ao censo eleitoral das pessoas com direito a voto. Continuar lendo

ELEIÇONS E ABSTENÇONS. Paradoxos da vida ou quando quem nom joga têm a culpa da vitória dos maus

Ontem passeando-me polas ruas duma cidade qualquer vim que um grupo de cidadás fazia vulto em redor dum trapaceiro que andava a enganar ao gentio com uma versom do clássico jogo de em qual dos copos fica a pelotinha. Em troques de ter 3 copos, ele dispunha 6 e admitia apostas a só 5 deles reservándo-se o outro para ele; de seguido pedia á concurrência que deitara sua aposta por um desses 5 se quiger participar e ganhar.

Fiquei um anaco lá olhando como a maioria da gente caia na trampa de segui-la corrente maioritária e apostar por as opçons que mais gente apostava: Invariavelmente o trapaceiro ganhava uma tras outra todas as apostas. Mas pese a que era palpável e evidente que o trapaceiro afazia trampas para ganhar sempre, a gente seguia apostando por alguma das opçons coma se lhe fosse a vida nisso.

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Peter Gelderloos: Fascistas som instrumentos do Estado

Recupero este artigo, autoria de Peter Gelderloos que, se bem foi escrito e publicado em 2007, é de raivosa atualidade por estes lares, agora tras a irrupçom mediática de VOX, que se passou de ser uma candidatura moi minoritária e case desconhecida a ser uma das candidaturas que mais interesa promocionar desde os falsimédios eleitoralistas em mãos dos grandes empresários das multinacionais expertas na manipulaçom de massas. Mas quero aclarar que, ao meu entender, o fascismo que desprendem por todos seus poros as cabeças vissíveis desta plataforma eleitoraleira que é VOX, nom difere no mais mínimo do fascismo que atufa, nas filas da direitona espanhola (patente e presente entre as filas do PP e mais do C’s e mesmo entre alguns destacados elementos do PSOE) desde que Franquito vestira por primeira vez pantalons longos polas ruas de Ferrol.

Nosso compa anarquista Peter, ao meu humilde entender, neste seu artigo, dá as chaves para compreender ás siareiras do fascismo e as suas impulsoras e defensoras como milhor jeito para poder combati-las e nom vai ser a base de urnas senom dirigindo a raiva das pessoas insultadas a diário pola exploraçom e a autoridade cara aos objectivos que em verdade o merecem: o Capitalismo e o Estado. Traduzo e colo:

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[Videos] ANARQUIA NÃO É O QUE VOCÊ PENSA

Recolho da plataforma youtube estes dois videos publicados por L’école du chat noir (A Escola da Gata Preta), um primeiro de Bem-vinda à escola que não é como as outras, pois está é a escola da revolta e da liberdade e um segundo mais longo onde, Gata Preta, responde à pergunta “O que é a Anarquia?” e quanto longe está do que você se pensa de antemão se nom conhece: “Você verá que a Anarquia pode não ser aquilo que você crê, você corre o risco de se surpreender” di os autores do texto Lorenzo Papace , Nicole Mersey Ortega e Jonathan Peronny coa música composta por Lorenzo Papace com Sylvain Kaalau e Mélodie Carecchio:


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Dos lobbies mineiros, das universidades públicas cúmplices e da morte.

Venho de saber que, na minha terra de nascemento (que nom de apascetamento), o geólogo e edafólogo José Matías Peñas -graças á investigaçom que desde 2015 leva em solitário este doutorando da Universidad Politécnica de Cartagena (UPTC)- destapou um escândalo de proporçons gigantescas quando detectou, entre a vizinhança dos povos mineiros do Campo de Cartagena e em particular nas crianças da escola infantil da pedania mineira de El Beal, uma contaminaçom maciça de metais pesados moi perigosos para a saude humana como chumbo, arsénico, cádmio, níquel, manganésio ou zinco.

Co galho deste fatal descubrimento, José Matías apresentara em abril de 2017 uma denúncia nos julgados em base ás investigaçons que levara a termo durante seu doutorando e que exporia na sua tese com o sinificativo título de Informe preliminar relativo a la presencia de eflorescencias salinas en el patio del Colegio Público de El Llano del Beal: Riesgo para la salud de población escolar” onde já monstrava resultados moi preocupantes ao atopar altos niveis de concentraçom de chumbo no parque infantil da escola.

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[Vídeo] Inés Arrimadas e C’s nom som únicas. Todas sorriem e depois enganam.

Anda rulando este vídeo polas redes onde Arrimadas e um seu assessor conversam de como atuar para conseguir cair bem e atrair votantes á sua causa.

Quem colam e compartilham soem fáze-lo para assim denunciar que em C’s se rim das suas eleitoras e mesmo que as consideram idiotas e nom se enteram de nada. Tamém pedem que rule para que assim se saiba que C’s nom é de boa laia.

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Matemáticas para ativistas. Diferência entre “muita” e “pouca”

Atendendo ao cabeçalho poidera ser que alguém, ao lê-lo, fique pensando que errei ao escreve-lo; dado que, se bem os conceitos de “muito” e “pouco” indicam quantidades, suas categorizaçons pertecem ao âmbito da “Gramática” mas que ao da “Matemática”. E certo é que sua quatificaçom nom é um termo exato dado que ninguém pode assegurar de antemão se uma quantidade qualquer é representativa de muita ou de pouca quantidade sem ter como referência a quantidade total possível, o “tudo” com respeito ao que se determina essa adjetivaçom.

Para aclarar milhor os conceitos, Matemáticos gostam de tirar de exemplos práticos para sua milhor compreensom e assim: Ponhamos que ao observar as vestimentas da gente que há numa praça duma vila qualquer, vemos a simples vista que há 15 pessoas que vestem saia, e nesse momento poderemos dizer se essas 15 som muitas ou poucas em relaçom com o número total de pessoas que vemos nessa praza e, em base a esse cálculo e a tua própria escala de medir (cada qual tem a sua), poderemos depois contar a qualquer pessoa que nom estavira lá se havia muitas ou poucas pessoas com saia nesse lugar e nesse momento. É dizer 15 como número nom é representativo de muitas ou poucas, nom sendo que saibamos com respeito a que; de tal jeito que 15 serám muitas (mesmo muitíssimas) se o total de pessoas que vês na praça é de 18; mas serám poucas (ou pouquíssimas) se vês a 130.

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REDES DE CORDIALIDADE – “APROXIMAÇOM A: QUE É SER ANARQUISTA E FEMINISTA?”

Fágo-me eco desta Bitácora Anarco_Feminista do grupo REDES nascido lá polo mês de novembro do ano passado como grupo de debate e reflexom anarco feminista e recolho (e traduzo) de Portal Libertário Oaca, esta sua apresentaçom na que dim:

“Cremos que desde este posiçonamento temos muito que aportar, como aconteceu no passado, ao feminismo atual. Somos mulheres do Estado espanhol e doutros países de fala castelana, por tanto, é um grupo virtual sem descartar algum encontro presencial. O nome do nosso grupo procede da proposta de Lucía Sánchez Saornil de formar “redes de cordialidade” em torno á revista “Mujeres Libres” aparecida em 1936. Entendemos nosso nome como uma rede composta de muitos fios, tecidos e amarrados para apoiar-nos mutuamente. Essa rede se desprega e nos acolhe com mais ou menos intensidade, vai e vem segundo nossas circunstâncias personais, pero está. E se está é porque estamos construíndo-la”.

Além dam conta de que “o primeiro debate realizá-mo-lo (dezembro 2018 – janeiro 2019) arredor do filme: “Millennium: o que nom te mata fai-te mais forte”. Deste debate elabourarom seu primeiro texto, necessariamente parcial e incompleto, que titularam “APROXIMAÇOM A: QUE É SER ANARQUISTA E FEMINISTA?”. Tamém aprofundaram a debater entre “VIOLÊNCIA, NOM VIOLÊNCIA, AUTODEFESA” mas reconhecem que houvo discrepâncias no Grupo, mas recolhem o Debate gerido ao respeito. Cópio e colo:

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Programa Comochoconto -A ablaçom ou mutilaçom genital feminina (MGF)

Hoje 6 de fevereiro é um desses dias nos que, organismos internacionais, decidem adicar-lho a algum tema polémico mundial do que falar só nesse concreto dia nos falsimédios para depois volver garda-lo no baul dos maus recordos até o seguinte ano na mesma data. Eu nom acostumo fazer seguimento de tais comemoraçons por entender que, estes lavados de cara, som um gesto mais da hipocrisia geralizada no mundo do Capital e do Consumismo dos paises que se autodenominam “civilizados” ou “desenvolvidos”. Assim hoje nos informativos matinais da TVE davam conta desta “efemeride”, cuja denúncia, por estes lares, tem certo pouso “xenófobo” ao assinalar esta bárbarie contra o corpo das meninhas como próprio de certas religions e culturas alheias a estes lares e coa mesma negam que no estado espanhol se poidam estar realizando estas brutais práticas sob o rotundo argumento de que é delito!! Como se isso bastara!… Tamém é delito roubar e nom há político com alto cárrego que nom enchira seus petos durante seu mandato co dinheiro de todas. Além indicam que nestes lares a preocupaçom é impedir que as meninhas sejam levadas aos paises de origem de seus progenitores para que se lhes practique lá tal “barbárie” e denunciam que é dificil de evitar porque há familias que deixam lá suas filhas uma vez que lhes praticam a mutilaçom… É dizer culpabilizam as famílias e seus paises de origem e assim seguem criminalizando as emigrantes e permíte-lhes, uma vez cumprido o trámite de falar um dia sobre elo e depois seguir olhando de esguelha esta problemática até o vindouro ano.

ablacion

Quando publiquei uma entrada nesta bitácora na que expressava a minha confussom e surpresa diante dalgumas das aportaçons que estava a receber a campanha #PrimAcoso, recebim um comentário no que se me respostava com estas palavras: “Tamén nalgunhas culturas cortan o clítoris por tradición e estética. O problema é cando a persoa chora de dolor e non quere”. Nom sei que lhe motivou a esta pessoa a enviar-me esse comentário; mas retrotraeu-me a quando no ano 2007 emitira um programa na Kalimera sobre este tema da MGF (depois remitido em outras ocasions) e mantivera um debate com um home que pretendia que a MGF era comparável e basicamente igual que a circuncisom masculina, á que este home tildava de mutilaçom.

Colo acá agora este programa para quem queira ouvir a minha opiniom ao respeito:


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