De democracias e democratas. Sobre Venezuela e outras ervas

Venham as catervas de democratas de toda a orbe a seguir demonizando umas opçons e legitimando outras, a continuar determinando quais ideologias tenhem direito a exercer o governo tras ganhar um processo eleitoral e quais som destinadas a ser apresentadas nos seus mass merdas como irregulares ou nom merecedoras de ser respeitadas como ganhadoras.

Nisto semelha consistir a democracia representativa, aquilo que suas apologistas -ou milhor chamar-lhes “apologhetas” (assim com gheada)- consideram o milhor Sistema de Governo de todos os possíveis.

Por suposto estas “apologhetas” nom dam possibilidade alguma a prantejar-se viver sem Governos e em perfeita Anarquia e negam pola tremenda essa opçom em base a que, segundo elas, a Anarquia é só uma Utopia e como tal resulta irreal e irrealizável.

De nada vale argumentar diante destas teóricas da política em vertical que, segundo indicam estudos antropológicos e geneticos recentes, é mais que provável que as culturas preindoeuropeias viviram em sociedades onde se tendia cara a equidade social, dado que nom se atopam monstras de jerarquizaçom social nas construçons, e a forma e ornato dos enterramentos leva a concluir que tinham igual importância os dos homes que os das mulheres. Este estudos tamém sinalam que só quando apareceram na cena europeia os primeiros povos militarizados -lá polo 4.400 adeC- foi quando chegou a divissom da sociedade em castas ou classes. Se temos em conta que as Neardenthais já pissavam Europa e viviam em sociedade há coisa de 230.000 anos, podem as apologhetas da democracia asseverar com contundência que Anarquia é Utopia??

Entre tanto seguemos olhando com surpresa como quem nos vendem Democracia como o milhor Sistema de Governo porque recolhe o sentir do povo expressado em liberdade, coa mesma numa reviravolta de tres pares de narizes e dando um pincha-carneiro do revés, acordam e desacordam sobre que resultados eleitorais som inapeláveis e vam a misa e tamém sobre quais candidatos podem ver posta em dúvida suas vitórias e em consequência podem ser revocados por forças externas do Pais em questom e sob o aplauso da caterva democrática e o desgosto ou prace de partidistas externos duma ou outra opçom.

Assim levam anos fazendo e desfazendo supostos governos democráticos as Grandes Potências ao seu antolho; mesmo agora coa introduçom das novas tecnologias na elaboraçom dos resultados eleitorais já é notória a intervençom de gênios informáticos na manipulaçom de dados e na inflaçom de votos que mesmo poidam mudar a vitória ao gosto do milhor pagador.

Injerências externas de governos, servizos de inteligência e milícias armadas para ajudar a dar um Golpe de Estado interno e mudar o governo já nom está de moda. Agora já som os chamados Governos democratas mais desenvolvidos e mais armados quem tenhem a potestade de obrigar a abandonar o governo o presidente eleito polo seu povo em base á legalidade vigente nesse território e, se nom quere, obrigar-lhe em nome da Democracia a deixar seu lugar baixo ameaças de intervençom armada contra seu povo, tildándo-lhe de Tirano e Déspota; como se quem lhes sinalaram coa mão fossem o exemplo a seguir.

E isso sim contando cos mentideiros tudos para que a gente da orbe mundial se posicione a prol dos bos (esses governos que se dim democratas) e contra dos maus malíssimos (neste caso Maduro e chavistas), tal qual como sempre figeram e fam os ianquies cos seus mentideiros westerns, nos que manipulavam a história para que apreenderamos a odiar ás indígenas do Abya Yala e a querer aos invasores assassinos brancos.

E assim se escreve a História…

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