Mais sobre a morte do Pedro Escudero. Assassinato de Estado dum preso enfermo?

“La Voz de Malícia” segue assinalando ao Pedro coma um preso moi perigoso, numa sua reportagem tendenciosa publicada a raíz da sua morte intitulada “Los otros presos peligrosos de Teixeiro”, assinada por J. ROMERO e A. MAHÍA na que, já no seu subtítulo, qualificam a Escudero como “una bomba de relojería” que, ao igual que outros reos conflituosos, “destrozan todo a su paso, tragan cristales, extorsionan o agreden”. E começa o corpo da mentira publicada por este falsimedio assinalando ao Pedro coma um preso qualificado “siempre entre los más peligrosos, casi siempre en primer grado y, habitualmente, en aislamiento” e que seu historial “habla por sí solo, delitos de robo, hurto o contra la salud pública, algunos repetidos”. E nom meio de tais qualificaçons que só podem vir de fontes penitenciárias, estes falabaratos nom duvidam em apresentar os feitos (ainda sem aclarar por IIPP) como eles quiger que fossem, que coincide com como apontam os carcereiros que aconteceram os feitos: “El miércoles, en el penal de Teixeiro, murió tras quemar el colchón de su celda e inhalar demasiado humo. Los funcionarios, dados sus antecedentes, creen que pretendía agredirlos camuflándose entre la humareda. E seguem dando só voz aos funcionários: “Tiene antecedentes por más incendios en otras cárceles de España, y no solo era hostil con la institución, también con sus compañeros; Hay que valorar que conviviendo con otros presos de primer grado, que son los más complicados, él los extorsionaba con amenazas. Incluso pegó a uno hace poco. E já no colmo da manipulaçom informativa estes jornalistas sumam-se estupendos a considerar aos carcereiros implicados como heróis com sentimentos que merecem o aplauso de todas: “Aún así, los compañeros se fueron muy afectados a sus casas aquella noche, lo intentaron todo para llegar y sacarlo, hasta su celda estaba más cerca que la del otro reo que sí rescataron, pero no aguantó y murió. Ellos actuaron correctamente, y están muy fastidiados”.

O resto da reportagem tamém da nojo!! Dam conta da apertura duma investigaçom sobre o sucesso pero deixam claro que é pura rutina burocrática, que nom há motivo algum para investigar aos funcionários implicados nessa morte e que mesmo Instituciones Penitenciarias apoiam plenamente seu comportamento e até Interior respaldara sua profissionalidade e a sua atuaçom na sua conta duma RRSS: «Ya sabemos que comportamientos así se presuponen entre ciertos reclusos poniendo en peligro al funcionariado y alterando el ritmo de vida en los centros, pero las estadísticas demuestran que no hay tantas agresiones». E é este final do chio de Interior o que dá pé aos jornalistos a dar voz aos funcionários replicantes das suas próprias denuncias contra Interior: «Las cifras se manipulan para maquillar esa realidad». O resto do artigo destes redatores de “La Voz de la Tortura” adicam-no a assinalar, co seu nome, a outros “presos moi perigosos” que estiverom ou estám em Teixeiro.

Pola contra, nestes días e desde páginas que se preocupam pola situaçom das pessoas privadas de liberdade, saiu á luz um resumo de duas Cartas que o Pedro remitira em 25 de março passado ao Coletivo “Suport Presxs Lleida” onde dava conta da sua situaçom tras ser condenado em 25 de fevereiro a 3 anos mais de prisom por uma supuesta agressom a um carcereiro tras uma contradenúncia dos mesmos “funcionários” a quem Pedro denunciara por maus tratos.

Além um compa que estava em comunicaçom persoal com o Pedro remitiu uma série de detalhes sospeitosos, como que o Pedro estaba moi bem de ánimo e tranquilo apenas umas horas antes da sua morte e pondo em questonamento esta e as circunstâncias que arrodeam este túrbio assunto apontando a que “algo nom encaixa, está claro” e pergunta-se: . «¿Cómo alguien que te llama contento por estar cerca de la gente que le quiere, 5 o 6 horas después se prende fuego en la celda? ¿Cómo le ha matado la cárcel? ¿Le han asesinado los carceleros? ¿Le prendió fuego a la celda por desesperación y le dejaron morir por cobardía los “funcionarios” responsables de su seguridad?» e sentência: «Su muerte es, en todo caso, el resultado de su sometimiento sistemático a un tratamiento cruel, inhumano y degradante».

Dizer tamém que o advogado de Escudero,  Fernando Blanco,  vicepresidente de Esculca,  qualificou de “anómalo” o sucesso e deduce que a comparecência que tinha pendente Pedro – pola que foi transladado desde Cádiz a Teixeiro- tinha relaçom com uma denúncia por maus tratos que interpugera no passado novembre contra funcionários deste penal corunhês e anúncia que, tras falar com a família da vítima, personará-se no procedimento judicial para que se aclarem as circunstâncias do incêndio que acabou com a vida de Pedro Escudero Gallardo.

Colo acá num par de imagens a traduçom do texto publicado em Boletín Tokata, e que recolhim duma RRSS:

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