[A Corunha] Vídeo.- VOTA MALHEIRA ATLÂNTICA !! Um ano sem “A Insumisa”. Nem esquecemos, nem perdoamos! …

Fágo-me eco acá nesta bitácora deste vídeo que subirom ontem, numa RRSS, compas que estiveram envolvidas no projeto autogerido CSO “A INSUMISA”. Okupa que, nestes eleitorais dias, cumpre o 1º aniversário do brutal despejo polas forças policiais da Marea Atlântica e suas forças amigas da polícia nacional; despejo organizado exclusivamente polas forças do governo local da Marea -nom havia ordem judicial- polo que podemos assegurar que o operativo foi desenhado e ejecutado desde María Pita. Colo acá a apresentaçom deste vídeo das compas da Insumisa nas RRSS:

Hoje estamos de triste aniversário, vai um ano do despeje mais brutal que se lembra na cidade.
Um ano do começo dum processo repressivo que nos fixo passar pola cadeia ou polo hospital.
Um ano no que por fim, ao governo do câmbio, caiu-lhe a carouta.
Um ano sem a Insumisa.
Nom esquecemos, nem perdoamos!
Porque se tocam a uma, tocam-nos a todas!

Olhade este vídeo de recém criaçom e depois atrever-vos a pedir-nos que VOTEMOS !!

Colo acá uma pequena crítica construtiva que aportam nas RRSS desde o muro do Ateneu Libertário “Xosé Tarrío” dessa cidade ao texto editado no vídeo: “Num momento di que um subvençom milhonária do PP pugera contra as cordas ao Concelho. Nada mais longe da realidade. Dita subvençom era para o desenvolvimento dum projeto de merda denominado CIDEA que fora elabourado polo antérior governo municipal em mãos do PP de Carlos Negreira e ao que “as mareantes” nom mudaram nem uma coma; um projeto tam banal que o mesmo Negreira já lhe dera arquivo. O Xiao Lapela falara com desprezo do mesmo e dizia dele que era (sic): “uma Cidade da Cultura em miniatura”. O único motivo polo que despejaram A Insumisa e traiçoaram seus “princípios”, é porque pensavam que se ficavam como brandos com as okupas poderiam perder votos. Realmente nojento”.

Tamém aporto  o parte de responsabilidades das ex-okupas que participam do goveno da Marea Atlántica e que tiveram uma participaçom espetacular no dia do brutal despejo. Dados aportados (mudei algo seu contido) por compas do Ateneu Libertário “Xosé Tarrío”:

Por se alguma despistada crê que o problema é simplemente que as concelheiras da Marea Atlántica pensam distinto, que nom som má gente, etc. Uns quantos recordatórios:

– José Manuel Sande: Okupou direitamente o CSO As Atochas, foi o principal imputado no juíço tras seu despejo e, a metade do 2016 (já estava como concelheiro  de Culturas, Desporte e Conhecemento), deram-se-lhe 900€ para que pagara ao seu advogado, dinheiro que se negou a devolver. Para que depois digam que temos algo pessoal contra deles, quando o problema é que nom gostamon dos cobardes e traidores.

– Rocío Fraga, Rocicop (concelheira de Igualdade e Diversidade): É a (ir)responsável de Seguridade Cidadá, fazeta que lhe deu sona e alcume: tamém foi uma das pessoas que okupou direitamente o CSO As Atochas, uma das suas principais promotoras.

– Xiao Varela, Lapela (edil de regeneraçom urbana e direito á vivenda): tamém participara direitamente da okupaçom do CSO As Atochas.

Estas 3 personagens, junto a alguma colega delas, foram as que elegeram o imóvel para okupar.

Claudia Delso (concelheira de Participaçom e Inovaçom democrática): Estudou em Barcelona graças a que vivia lá de okupa, se nom fosse polo movemento okupa nom teria podido estudar nessa cidade dado que os alugueres em Barcelona som abusivos.

María García (primeira tenente de alcaide e edila de Meio ambiente e mobilidade sostível): alardea de ter participado ativamente na okupa UFA Fabrik de Berlim.

No mesmo grupo podem-se incluir assessores super “ativistas” como Dani Cao o Xoan Mosquera.

So existe uma palavra para definir toda esta gentuça:  TRAIDORAS!!!!!

Amais caberia assinalar que as obras que se estám acometendo no espaço que okupava “A Insumisa” por interés da Corporaçom municipal em mãos da Marea, já forom paralisadas por duas vezes por ordem e mandato da Direçom Geral de Património Cultural ao nom contar, o governo local, com o seu permiso precetivo e prévio; ou seja que a Marea atuou a sua bola á hora de acometer as obras de acondicionamento e atopou-se, por via dupla, como os restos duma muralha defensiva da cidade.

Assim fam as coisas na Maré: “Chafalhada tras chafalhada até a derrota final”.


pdt.- as imagens adjuntas som de cartazes colados nestes dias polas ruas da cidade herculina

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