Arquivo mensal: maio 2019

Dos caritativos donativos dos Ortega e da sua hipocrasia. E de como os “mass merda” loam e ensalçam a “humanidade” desta família de “escravistas infantis”

Nom é a candidata dee Podemos Madrid, nem muitíssimo menos, a primeira em saltar diante das tropelias benéficas da familia Ortega. Neste meu blogue, sem pretender ir de precursor destas denúncias, já por duas vezes (1) “Do suposto altruismo de Amancio Ortega” e 2) “Do cancro, do altruismo da familia Ortega, Inditex e das suas suculentas consequências) tratei este tema em 2017 (apenas um ano depois da sua criaçom) e nom era a primeira vez, dado que já num breve artigo do velho blogue de Abordaxe (outubro de 2014) tamém já falara desta peculiar bonomia do Amancio, quando este donara um milhom de euros para “os negrinhos do Évola”; se bem tampouco esta era a 1ª vez que lhe adicava um panegírico a este home com respeito a sua generosidade caritativa, dado que, no nº 4 da revista em papel de Abordaxe, já lhe adiquei a este explorador de infantes e mulheres no mundo da moda, um artigo feito em 2013 com o cabeçalho de “Amancio Ortega, um ejemplo a seguir por todas?”; que vos colo agora acá:

“El ilustre senhor Don Vicedo Sánchez-Valle ha hecho una donación para la Cruz Roja
de 20.000 litros de sangre a consecuencia de lo cual mueren varios de sus criados”

(Coll en “Tip y Coll leen la prensa”).

É de caixom: Quando coincide que estou num bar e a televisom pom-se a falar de Amancio Ortega e as suas “fazanhas financieiras”, saem vozes intermitentes de “aprovaçom” entre tertu-lianos siareiros: “saiu da nada e ai está”, “começou de recadeiro” ou outras deste tipo que fam referência o seu humilde berçe, e digo siareiros porque, seguindo o tom entusiasta das notícias televisivas, Amancio é um ejemplo de como da nada pode-se chegar a ser um “topten”, o “sonho americano” feito realidade em Arteixo.

Amancio é campichano: moi amigo dos seus vizinhos de sempre, familiar: acudiu o primeiro ao enterro da sua ex-mulher, caritativo: donou 20 milhons a Cáritas, e nada amigo de intervius nem postureos para a imprensa; estes e outros qualificativos soem salpicar as páginas de diários e revistas quando falam do “alma mater” do impêrio Inditex.

Umha lenda impóluta é transmitida polos meios aos que tenhem doado acesso a maioria da povoaçom, que é totalmente alheia, ou opta por fazer ouvidos surdos, aos ilhotes de denúncias nos meios alternativos das prácticas escravistas de D. Amancio que se produzem a cotio no entorno laboral das milheiras de pessoas atrapadas nas suas fábricas e nos seus talheres (muitos clandestinos) ou mesmo nos próprios fogares e que figerom e fam possível esse império.
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[Teixeiro] Morte do preso Pedro Escudero em moi estranhas circunstâncias. Denunciara TORTURAS pendentes de juízo

Hoje o jornalucho La Voz relata que, passadas as 8 e meia da tarde, o preso Pedro Escudero provocou um incêncio na sua cela do módulo de ilhamento e que os “funcionários” do cárcere de Teixeiro atoparam ao Pedro morto coa cabeça dentro da taça do retrete. Aporta o falsimédio o seu para dar lustre aos “funcionários” e culpabilizar da sua morte ao próprio Escudero, de quem nom duvida em assinalar que (sic): “el fallecido, según se cree, prendió fuego con la intención de agredir a los funcionarios que acudiesen alertados por el fuego, pero el recluso no aguantó el tiempo suficiente y cuando los funcionarios llegaron lo encontraron ya muerto por inhalación de humo” e num aparte fai mençom de que os funcionários som os mesmos dois heróis que já a semana passada salvaram a vida de outros dois reclusos em ilhamento; notícia que lhe valera este cabeçalho no mesmo jornalucho: “Dos funcionarios salvan la vida de los presos más peligrosos de Teixeiro”.

E por se fossem poucas as culpas, La Voz nom duvida em amossar a perigosidade deste tipo de pessoas encirradas de por vida nas prisons: “clasificados como de categoría 91.3 entre los de primer grado, que son los más peligrosos y conflictivos. Los hechos ocurrieron en el módulo de aislamiento, donde se encuentran los reclusos que se consideran que pueden representar un mayor riesgo para los trabajadores de la prisión o para los demás internos”.

Por suposto nada contam da situaçom de delicada saude do Pedro Escudero Gallardo, considerado em fase terminal, preso em Puerto III e derivado a Teixeiro para assistir ao juízo pola sua denúncia de torturas sofridas neste cárcere galego; sofria um câncer de laringe em estado moi avançado, com metástase e sem receber tratamento nem operaçons, e ainda assim seguia em ilhamento e sendo submetido a múltiples malheiras por parte dos carcereiros de Teixeiro. Tampouco conta nada de que no último juízo originado a partir das contradenúncias de seus carcereiros nom só se inhoraram as gravaçons em vídeo da brutal malheira que lhe deram em novembre passado, senom que mesmo incrementaram sua pena com 3 anos mais de prisom e os carcereiros demandaram por injurias ao seu advogado.
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[Madrid] Anarquistas detidas saem em Liberdade sem fiança nem medidas cautelares pero com cargos de Terrorismo!!. Novo caso de abuso jurídico-político-policial??

A causa segue aberta na sala do Tribunal da Ordem Pública franquista, digo -foi um lapsus histórico- na Audiência Nazional -isto… outro erro, Nacional-, e fica baixo secreto de sumário sumaríssimo polo que nem seu advogado sabe de que se lhes acusa.

Segundo contou a El Salto o advogado Dani Amelang, no mediodia de ontem sairam em liberdade as duas pessoas detidas antontem por agentes da Brigada de Informaçom e do Corpo de Antidistúrbios. A sua posta em liberdade, sem medidas cautelares nem fiança, aconteceu depois de que passaram a disposiçom da Audiencia Nacional: “Sabemos que tienen cargos de terrorismo, pero no sabemos más porque la causa está bajo secreto de sumario”, explica Dani. “Podemos intuir que muy grave no debe ser, ya que no les han impuesto medidas cautelares, y que los cargos de terrorismo se puedan combatir, aunque tampoco queremos especular”, continua o advogado, que ressalta que, ao estar baixo secreto de sumário nom contam com nenhuma informaçom: “Hacemos la defensa a ciegas, sin saber qué están investigando”.
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[Madrid] Duas pessoas detidas numa nova Operaçom Antiterrorista contra do Anarquismo. A validez do VOTO (in)ÚTIL

Estaredes contentas todas as que vos decides libertárias -ou mesmo anarquistas- e que figestedes campanha chamando ao VOTO (in)ÚTIL polo temor á ULTRADIREITA e mesmo figestedes apologia do voto e focalizastedes em nós, abstencionistas declaradas e conscentes, a culpa de tudo quanto poidera passar tras duma presumível vitória do “trifachito” nas eleiçons espanholas.

BRAVO!! Já tendes o que queriades: DOIS COMPAS DETIDAS !!

Recolho (e traduzo) do Indymédia Barcelona o Comunicado de denúncia desta nova operaçom política-judicial-policial contra o Anarquismo:
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EU-horROr-VISOM em Israel!! “La Venda” nos olhos de Ocidente.

Esta imagem que, as “mal chamadas” Redes Sociais, insistem em apagar por causa de que “poida amossar contido gráfico ou violento” (sic no FB) passará desapercebida pola imensa quantidade de gilipolhas (nom me merecem outro nome) que vam olhar, sem nenhuma atitude crítica, a retransmissom pola TVE (ou qualquer outra cadeia) da final do autodenominado Festival de Eurovisom 2019 que se celebrará este vindouro sábado em Tel Aviv .

España, estará representada por um “triunfito” catalám, um tal Miki, que vai cantar uma cançom que leva por título “La Venda” e que di entroutras coisas sem sentido que “la venda ya cayó y solo quedó la alegría. La venda ya cayó y empezarán nuevos días”

Se estivera escrita em chave denúncia, seria a hóstia puta!! mas crio que nom vam por ai os trinos deste paxaro televisivo. O resto da letra, autoria de Adrià Salas, cantante de La Pegatina, dim que vai sobre crecimento persoal, de quitar-se os prejuízos de enriba: “A medida que pasan las estrofas nos vamos liberando de la presión social, de ese momento en el que uno está muy encerrado y va haciendo lo que la corriente le dicta. Ahí es donde empieza la canción. Poco a poco se nos cae esa venda que hace que sigamos la corriente, lo preestablecido.

Se fossem coerentes, letrista e cantante, já se teriam quitado a venda do que acontece na Palestina ocupada polas tropas israelitas e, em consequência, teriam-se negado a participar deste espetáculo atroz que trata de ocultar as barbáries que se cometem todos os dias contra a povoaçom civil palestiniana e em particular contra meninhos e meninhas de curta idade coma a que aparece na foto de arriba que monstra suas feridas lacerantes produzidas polos misis carregados de fósforo branco que o exército israelita lança a discreçom mesmo contra escolas.
Treze escolas palestinas de Gaza (amais da Biblioteca Nacional, a Biblioteca de Azhar e o Centro Cultural Nacional Said al-Mishal, que suponhem a desapariçom de miles de livros e documentos de enorme valor histórico) resultaram seriamente danadas tras os recéns bombardeios israelitas que causaram a morte de 27 palestinianas e feridas a quanto menos outras 156. E que venhem a sumar-se ás cinco escolas demolidas em 2018 em Cisjordánia.

Mas, se por se isto fosse pouco, que nom o é, as infantes palestinianas nom só som assassinadas ou queimadas a consequência dos ataques indiscriminados com misis do exército israelita; senom que tamém som objeto de abusos ilegais por parte destes militares fascistas sem escrúpulos. E assim, recém souvemos do rapto e detençom dum meninho de curta idade numa escola pública ao ser acusado de lançar pedras contra esses militontos que invadem com chularia e impunidade seus territórios.
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(Vídeos) Manuel Valls em campanha fai apologia da violência contra as migrantes

Ontem estava amodorrado no sofá (vaia caloraço!!) e parei-me a olhar o programa Està Passant da TV3 quando, no seu intermédio, pugeram os típicos tópicos “espais electorals” e fiquei pampo mirando a propaganda do candidato de C’s por Barcelona, o insigne ex primeiro ministro francés MANUEL VALLS, quem tamém fora Ministro do Interior e por tanto seja máximo (ir)responsável dos corpos e forzas de (in)seguridade na França.
E digo que fiquei parvo porque no vídeo (os dois que acá colo, juntos um tras outro e nessa mesma ordem) ao meu entender, MANUEL VALLS fai uma clara APOLOGIA do RACISMO INSTITUIÇONAL ao focalizar seu contido contra da delinquência e relaciona-la, sem miramento algum, nem cortar-se o mais mínimo em seguir os “falsos canones do pautado como politicamente correto”, contra das pessoas migrantes que se buscam a vida polas ruas de Barcelona coma “manteros” e entronca essa, para ele, “grave problemática” coa sua promesa de criar 1.500 novos agentes da “Guardia Urbana” e resgatar sua unidade de antidistúrbios (desmantelada há bem pouco, em março deste ano e por decretaço pola COLAU ao ser esta uma das suas promesas eleitorais de 2015, se bem tirou delas e se aplicou em dar-lhe bo uso contra os “manteros” durante todo seu mandato).
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Minha Saúde Mental nom precisa ser gerida por ninguém. Reivindicando o meu Direito á Tolémia.

Surpreendeu-me em demasia o cabeçalho duma das palestras que anunciaram no Encontro Anarquista do Livro em Compostela:

Como nom acodim nem a esta nem a nenhuma das atividades desta Feira, nom sei bem como tratarom esta suposta problemática, ao parecer inserida no Anarquismo militante que conhecem as organizadoras do evento, nem tamém nom tenho dados de quem impartiram tal palestra que, de início, ia encaminhada a atopar possíveis soluçons a situaçons supostamente erradas na gestom (nom sei bem por parte de quem) dos problemas de saúde mental que padecemos algumas companheiras. Problemas que, polo que se entende do título, nom parece que sofram as convocantes.

Quero entender (mas igual erro) que a motivaçom que impulsou ás organizadoras a tratar esta temática como “Fisura no Anarquismo”, é a de fechar essas fisuras e tratar de afazer-nos milhores compas. Suponho tamém que a ideia de tratar isto parte dum ato de boa fé encaminhado para que as ativistas sãs e com a cabeça bem aquelada poideram apreender técnicas e táticas para enfrontar situaçons incómodas com quem estamos levadas da cabeça.
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