Poema “QUE SOLO QUEDAN LOS PRESOS” x José María Carrillo.

Hoje souvem da prisom de 4 independentistas galegas no marco duma operaçom da que participam a Garda Civil e a Audiência Nacional (AN). As pessoas detidas encontrariam-se incomunicadas segundo distintas informaçons. Eu ainda desconheço de que estám acusadas; porque se bem os falsimédios falam da sua pertenência a uma suposta banda terrorista de nome “Resistência Galega”, nom está de mais lembrar que, em diferentes sentências da mesma AN, o magistrado Saéz Valcárcel sentenciou que “nom está provada a existência duma organizaçom terrorista de nome Resistência Galega”.

Dito isto, nom cabe mais que assinalar, a estas pessoas detidas, como outras mais dentre as PRESAS POLÍTICAS do regime UNIONISTA español da LEI MORDAÇA e de advogados de VOX ao seu carom exercendo de acusaçom pessoal. Tal qual se passa com Fran Molero, sindicalista do SAT, condenado a 5 anos de cárcere e 16.000€ de multa acusado de “atentado contra a autoridade e lesons” durante a protesta de “Rodea el Congreso” de 2013; onde foi o único condenado duma protesta na que participaram miles de pessoas. A sentência do seu juízo farsa com irregularidades determinou que ele «sin margen de duda alguna ni de error» fora o autor das tres pedradas que provocaram lesons a tres polícias da Unidade de Intervençom Policial de Vigo deslocalizados a Madrid, quem foram quem lhe identificaram porque «vestía de oscuro» e subia-se e baixava-se do seu rostro um pano palestino entanto tirava as pedras, que dantes recolhera, troceara e apilara. (nesta ligaçom tedes boa informaçom sobre seu caso).

Colo agora acá este poema autoria de José María Carrillo em homenagem a Fran, porque recolhe um sentir que compartilho sobre os cárceres e esta justiça que nom é cega, senom cúmplice necessária do Sistema:

QUE SOLO QUEDAN LOS PRESOS.

Tras los muros de esa cárcel
Apenas si existe el aire
La pena que te atormenta
sientes que puede ahogarte

Por mu fuerte que tu seas
Cuando echan los cerrojos
nacerán dos manantiales
en silencio de tus ojos

Y cuando cae la noche
El mundo vuelve a pararse
Que lejano está el regreso
Cuando echan los cerrojos
Que solo quean los presos.

Yo he visto cruzá esa puerta
A una persona inocente
Manteniendo la esperanza
De está pronto con sus gente.

Cuando se cruza esa puerta
Cuando cierran las cancelas
Se pierden las libertades
No hay cosas que mas te duela

Maldita sea esa gente
Que impone la ley “mordaza”
Que encarcela a un inocente
Por luchá por sus derechos
Y el derecho de su gente.

Un corazón que latiendo
Arrastra sangre caliente
Que galopa por las venas
Juventú noble y valiente

Que hace frente a la injusticia
cuerpo a cuerpo en su trinchera
Sin darle tregua a la lucha
con la razón por bandera

Una bandera en el aire
proclamando su esperanza
una estrella en solitario
pidiendo paz y justicia
por un mundo solidario.

El enemigo no duerme
Queriendo robá tus sueños.
Habitan por las cloacas
pa lo que ordenen sus dueños

Van marcando los destinos
Pisando la yerbagüena
Con sus botas de maldades
De cárceles y cadenas

Entre las sombras oscuras
las leyes de don dinero
que los derechos nos niega
un sentimiento me grita
que la justicia no es ciega.

José María Carrillo
Junio del 2019

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s