“O Mecanismo” já está aqui!! Sobre praticas autoritárias nos espaços libertários.

Nom acabo de entender que motiva a um grupo de elite feminista a tomar atitudes autoritárias para supostamente fazer limpeza de atitudes machistas no que elas consideram “nossos espaços”. Para mim perderam toda a razom. Preocupado polos acontecementos continuo na minha busca de informaçom que me permita entender seu posiçonamento e dia a dia atopo outras situaçons similares que já tiveram lugar em outras ubicaçons territorias e assim foiu que cheguei a este escrito que, com o título de “El Mecanismo”, foi feito público na rede polo coletivo anarquista catalám “La Noia Negra” a finais do ano passado num seu blogue criado para a ocasiom tras os feitos acaecidos na Catalunya nos últimos anos para denunciar o funcionamento de certos grupos de poder com atitudes autoritárias e para-policiais dentro dos espaços libertários co galho de impôr vetos e outras decisons, atuando sem nenhuma transparência e buscando ocultar suas pegadas. Vê-se que de fora chegam tanto as coisas boas como as mais perversas e espero e desejo que as promotoras destas atitudes acá nom academ um resultado tam penoso e hipócrita como na Catalunya, com o resultado dum moço que decidiu quitar-se a vida depois de ser assinalado e acusado por algumas supostas colegas de ter abusado de outra que tinha ido consensuadamente com ele à cama. Colo acá o artigo depois de traduzido do blogue das compas de “La Noia Negra”:

O Mecanismo

Um fio condutor para nada invisível une desde fai mais de três anos Can Kolmo e Can Rusk (as duas okupas mais antigas de Girona, com espaço para atividades sociais) com A Cinétika e Carrer Gordi 1 no bairro de Sant Andreu do Palomar de Barcelona (o primeiro okupado só como Centro Social e o segundo um lugar com dois espaços diferenciados: vivenda e Centro Social, centro social que tem sido recém privatizado por algumas).

É “O Mecanismo” que une estes lugares o que nos preocupa, além dos aberrantes feitos dos quais falaremos a seguir.

…O Mecanismo…

O fio condutor, para nada invisível, sai do buraco do cu da aranha fai três anos: um colega de Girona converte-se no objetivo de algumas pessoas pertencentes a uma turma feminista de Barcelona, em conjunto estavam a organizar o evento “Luta por ser livre”.

O colega em questom tem a grande culpa de atrever-se a questionar o modus operandi destas feministas e do trato especial que recebiam nas Assembleias de Organizaçom de dito evento.

Disse publicamente que tinha a horrível sensaçom de que uma fraçom dentro do grupo que organizava o evento participou com o objetivo de reventa-lo, rompendo a confiança existente no grupo e recebendo um trato especial. Estas colegas nom tiveram a coragem de lhe responder direitamente na assembleia mas ao dia seguinte foram a procura-lo a sua casa sem pré-aviso

-O poder nom admite dissidência-

Um ano depois alguns colectivos feministas de Barcelona pressionam para vetar ao mesmo colega de Can Kolmo. Através de listas de correios que nom som públicas (1) (listas de correios nas quais normalmente se organiza esta turma feminista específica) e mediante um Comunicado interno, exigem que Can Kolmo se posicione e se vete a dito colega tanto da participaçom como da entrada no Espaço. Acusam-no de “antifeminista e de gilipolhas”(1), alguns lêem o Comunicado mas como nom é público, por suposto, nom podem obter cópia deste.

As mesmas pessoas que têm organizado a trama esperam confirmaçom executiva desde Barcelona, todo o que está a suceder está claro e é comum nas realidades antagonistas em media Europa, só faltam os nomes destas merdas!

O mais cómico disto é que a pressom de vetar a este colega chega desde Barcelona, a 100 km. de Can Kolmo que está em Girona.

-O Mecanismo é aberrante e nojento, o mesmo que utiliza o Poder-

O veto de Can Kolmo para com este colega tenta-se justificar com o feito de que ele é o autor, baixo o pseudónimo de Emma Goldman, do blogue feminismo2030 no qual ele se declara como “anarquista, antiautoritário” e diz “apoiar o anarcofeminismo como o de Emma Goldman”. O blogue em questom (em fase de criaçom e que só conheciam umas poucas pessoas afins) oferecia uns vídeos de mulheres falando sobre diferentes temáticas feministas ( Christina Hoffsummers, Camile Plagia, Erin Pizzey, María Prado Esteban, Emma Goldman,…) com a intençom de debater a partir destes vídeos. (2)

Isto era um problema para alguns, de modo que foi tachado de antifeminista e forçado a fechar o blogue -os poderes fortes nunca se podem questionar-

O veto finalmente fai-se efetivo depois de quatro meses de assembleias em Can Kolmo, durante estes meses param-se todas as atividades do Centro Social e se impedem que outros as realizem.

-Com que objectivo? quiçá como médio de pressom para conseguir dito veto?-

Este veto nom chega só para este moço, amplia-se a outras quatro pessoas que nom estám dispostas a aceitar a sentença e a seguir as instruçons que chegavam desde Barcelona. E, por criticar o método utilizado para nada assambleário.

A dinâmica foi a seguinte: como a Assembleia de Can Kolmo nom chegava a uma decisom unânime, parte desta (o grupo de “os justos”) mudou as fechaduras do Centro Social e a seguir vetou publicamente desde o site do C.S.O.(3) a estes cinco colegas.

-Queredes um conselho? Nunca contradigades aos superiores!-

Por se fosse pouco este veto estendem-no (como dim eles) (4) a outra ocupaçom: Can Rusk, onde dois destes vetados viviam e trabalhavam a horta.(5) Estes dois foram ameaçados a “ater-se às consequências” se nom se iam de Can Rusk: “.coletivamente temos decidido que aqui nom podedes viver mais. .tendes um dia para ir-vos, amanhã”. (6)

-Nem os pasmas dam tamo pouco tempo de pré-aviso para um despejo-

Aclaramos que Can Rusk atopa-se a 3-4 km. de Can Kolmo, lugar que este coletivo autoritário define no site como de seu. (4)

-Direitamente tomam propriedade dum lugar ocupado fisicamente por outras pessoas-.

Ao dia seguinte, como esta parelha nom tinha intençom alguma de ir-se, para levar a cabo sua ameaça este coletivo fai uma convocatória por whatsapp adiante de Can Rusk à que vam quarenta pessoas. A resposta é imediata: anarquistas acostumadas à açom de outros quatro espaços ocupados vam até Girona onde Can Kolmo tem preparado um verdadeiro despejo, assistem com a intençom de impedi-lo.

Provam a despeja-los também polo feito de nom ser muito simpáticos com o autodenominado proprietário de Can Rusk, o qual nom tinha a mínima intençom de que se realizassem atividades como queriam fazer os dois colegas que viviam aí a temporadas desde fazia três anos, neste momento levavam dez meses e pensavam ficar. Este autodenominado proprietário queria seguir utilizando o C.S.O. (recordamos que Can Rusk contava com dois espaços, um para vivenda e outro para atividades sociais) como sua residência particular, fechando-lo para as atividades: um lugar já preparado, construído e usado com este fim no passado.

-Alguém tem uma atitude muito pouco okupa mas os amigos justos-

Devido ao apoio das compas anarquistas chegadas de fora o despejo nom tivo lugar, e os quarenta madeiros foram-se a casa cobertos das duras críticas das mais de dez pessoas que davam suporte aos despejados. Posteriormente este apoio será declarado um ato violento.(7)

-Que te despejem quarenta pessoas nom é violento???-

Os dois colegas quase despejados foram-se após poucos dias, demonstrando assim nom querer responder com violência, foram-se porque pessoas que nom frequentavam Can Rusk desde fazia mais de dois anos lhes faziam a vida impossível.

…O Mecanismo continua…

Após o aviso transmitido por whatsapp de uma suposta colega de Girona, o Centro Social autónomo feminista e anticapitalista La Cinétika de Barcelona (Centro Social que nom quer amossar o A circulado no exterior do espaço, até agora, por decisom assembleária) publicou um Comunicado na Internet (7) em apoio a Can Kolmo e contra de quem impediram o despejo dos colegas de Can Rusk. O comunicado foi retirado da internet aos poucos dias por parte de La Cinétika.

Coisa igualmente grave e que aparece nas comunicaçons internas de La Cinétika (8): uma parelha de colegas que participavam nas atividades do mesmo Centro Social em Barcelona foram convocados à assembleia do Domingo 30 de Abril de 2017 pelo feito de ter defendido a dois amigos no despejo de Can Rusk (ou como eles chamam: Can Rust, demonstrando que nom sabem do que falam). Tem toda a pinta de um julgamento político, do qual nom todas as participantes da assembleia som conscientes, mas outras demonstram estar demasiado organizadas. Nom foi um julgamento como tivessem gostado alguns, à assembleia se apresentaram muitas das participantes da resistência no acontecimento de Girona e cada quem levou comunicados antiautoritarios e antisexistas de seus lugares okupados ou pessoais. Simultaneamente outras colegas estavam a 50 Km de Barcelona, no Centro Social La Bruna em Calella, foram chamadas à assembleia pelo mesmo motivo.

-Que nojo-

Som poucos os membros de La Cinétika os que admitiram de maneira convencida o erro de ter publicado uma notícia passada por whatsapp de uma amiga, -exatamente como os autónomos leninistas: por relaçons de força estám na verdade e nunca pedirám escusas- mas alguns estiveram de acordo em retirar o Comunicado da internet já que nom figeram parte dos feitos. Notar que como em Girona (em Can Kolmo) todo funciona numa rede interior da qual fam parte só “os justos, os que têm a razom” e seus parceiros.

-Exatamente como nos melhores autoritarismos-

Nesta assembleia usaram-se palavras pesadas, alguma feminista tomou o papel de polícia e dixo: “identificaram-na” (66’ 41’’) (9) e outros nom sabiam o que estava a suceder. Parece que o verdadeiro motivo desta assembleia era saber se as colegas que participaram na resistência se declaravam ou nom feministas. Nenhuma destas que assistiram com os comunicados se declarou feminista, todas se definiram anarquistas, antiautoritárias e antisexistas.

-Como com a igreja católica e com os nazistas há que se submeter a seus dogmas e a suas definiçons-

A este julgamento mau saído segue-lhe outro, na assembleia do domingo seguinte, foi chamada a comparecer uma colega que por motivos  laborables nom pudo assistir à anterior.

-Desta maneira fica claro que ninguém escapa do Mecanismo comprovado e do grupo que manda-

Nesta segunda assembleia alguns assistentes e participantes do Centro Social criticaram a duas colegas que afirmaram que “o fim justifica os meios”.

-Demonstraçom inegável de Stalinismo-

Por que ninguém chamou a comparecer assembleariamente à suposta colega que avisou via whatsapp de que dois participantes de La Cinetika faziam parte da resistência em Can Rusk?

-Vê-se que há pessoas intocáveis, superiores e inquestonáveis-

A parelha julgada, como consequência, recolheu suas ferramentas que usavam nas atividades e nom têm voltado a participar nas iniciativas e nas atividades desportivas, provavelmente anojados do tudo.

…O Mecanismo repete-se…

Numa reokupaçom próxima a La Cinétika, Carrer Gordi 1 (conhecida em dois ocupaçons anteriores como La Gordíssima) em menos de um ano de libertaçom do espaço voltam a aparecer as mesmas dinâmicas mencionadas. Após ter feito habitável o espaço da vivenda (recordamos que este lugar conta com um espaço para vivenda e outro para atividades sociais) parte das pessoas que participavam do projeto formam um efetivo grupo de elite (“manada” como alguns ignorantes reivindicam abertamente) com a intençom de botar a uma ou duas pessoas acusadas de nom ter a mesma opiniom que dita elite. Sendo a acusaçom irrisória acrescentam nos meses sucessivos as piores difamaçons e provocaçons.

Como argumento principal, utilizado a cada vez mais no movimento na Catalunya, alguém nom se sente cómodo com a presença da pessoa que o grupo tem decidido expulsar e/ou vetar, muitas vezes a que nom se sente cómoda é uma colega: como médio para tentar chamar a atençom do grupo em defesa da mulher e pôr em marcha protocolos de abuso ou violência machista.

Da maneira mais covarde, em Carrer Gordi 1, alguns participantes desta elite atuam com o propósito de receber respostas violentas por parte das pessoas às que pretendem botar: recorrendo a intimidaçons (médias ameaças) e arruinando mediante sabotagens e difamaçons atividades preparadas e trabalhos realizados.

Observamos que alguns componentes deste grupo som participantes ativos do Centro Social La Cinétika e que atuam com a mesma metodologia.

Citamos algumas das açons indignas realizadas por estes. Retirar cartazes da maTAZ ( Temporary Anarchist Zone de Mataró realizada em 25 e 26 de Maio de 2018 em Nabat, espaço ocupado para este evento que na atualidade segue libertado). Subtrair material necessário para as atividades programadas para financiar a maTAZ. Privatizar um espaço coletivo (a cafeta de La Gordíssima) para uso pessoal, um espaço que justo acabava de ser limpado e arranjado por muitas outras colegas. A cafeta de La Gordíssima estava numa das principais ruas do bairro de Sant Andreu, era um lugar que já contava com um mostrador de bar (primeira coisa que derrubaram) e um espaço muito grande para apresentaçons, concertos, projeçons,… Espaço que nas duas okupas anteriores, ao todo mais de dez anos, sempre foi de uso coletivo.

A parelha de colegas que vivem no primeiro andar e tem ocupado desde o princípio esta casa declaram estar a aguentar provocaçons contínuas de um grupo de pessoas que lhes difamam nos lugares políticos e aos amigos e colegas do bairro, afirmam ter respondido já com ameaças direitas às diferentes provocaçons e que estas têm como objetivo uma resposta violenta física por sua vez, provavelmente para justificar outro despejo autoritário a mãos de supostos colegas.

Também nesta situaçom se repetem as mesmas dinâmicas, elites de indivíduos preparam previamente assembleias e tomam decisons sem as comunicar a outras confiadas, as quais som chamadas a participar em “assembleia”, ou melhor dito montagem judicial já que todo está previamente decidido.

…O Mecanismo também causa danos irreparáveis…

No caso de um colega suicidado este Agosto 2018 na zona de Barcelona, a difamaçom encarniçada resulta ser um arma nojenta destes autoritários e neste específico caso de algumas feministas.

Esta arma causa medo a muitos, o ser tachado de antifeminismo, o ser boicotado ou atacado deste tipo de Soviet Supremo preocupa a muitos organizadores e participantes de muitos coletivos.

O medo ao Mecanismo aparece tanto em Can Kolmo (.senom o Kolmo vai-se à merda. A gente nom quererá subir aqui. Nom tocarám os grupos para o aniversário. Vai-se a tachar ao Kolmo de…(1)) como na Feira do Livro Anarquista do Maresme do 28, 29 e 30 de Setembro 2018, esta feira acolheu uma palestra que preocupou tanto alguns participantes como a alguns organizadores: “Novas fronteiras dos autoritarismos”.

-Nom se pode falar na contramám dos autoritarismos dentro do movimento, é demasiado forte o medo de ser excluídos ou atacados por quem nom se sente cómodo-

Em outra Feira do Livro Anarquista, a de Barcelona deste ano (do 25 ao 27 de Maio do 2018) que tivo lugar em La Cinétika, um colega é convidado a nom entrar e nom presenciar os atos.

Era um colega que tinha okupado e gerido La Cinétika até este momento, foi acusado por algumas supostas colegas de ter abusado de outra que tinha ido consensuadamente com ele à cama.

Este colega que depois decidiu quitar-se a vida parece, no entanto, que tinha uma vida plena, gratificante e sexualmente ativa, um perfil para nada de  busador, trabalhava no que gostava como de médico chinês titulado, nom se drogava, fazia desporto, era ator porno,…

Um espesso nevoeiro que La Cinétika nom quer esclarecer, como mostra também em seus comunicados sobre sua morte, envolve todos estes feitos. Sabemos que posteriormente às acusaçons este colega deixou de fazer parte da assembleia e da gestom deste Centro Social, que muitas pessoas o difamaram e que muitas no meio lhe figeram o vazio. Sabemos também que na homenagem -literalmente- atroz em comemoraçom a sua morte (do 28 ao 30 de Setembro 2018 em La Cinetika) houvera fortes tensons internas: tanto que alguém rompeu os cristais da entrada e justo depois o Centro Social foi enchido de pintadas.

Este colega foi convidado a nom entrar em La Cinétika para a Mostra do Livro Anarquista por umas pessoas que diziam nom se sentir cómodas com sua presença, algumas destas pertencentes ao espaço okupado La Llamborda.

Estas pessoas som promotoras do Mecanismo desde muito dantes que este evento. As supostas colegas que tentaram obstaculizar o evento “Luta por ser livre” do que falamos ao princípio vinham também de La Llamborda e algumas delas fazem parte do grupo de pessoas que exigiam à assembleia de Can Kolmo o veto do colega. E seguramente som parte da lista de correio dos “justos” que estám acima do resto, o resto som só miseráveis imitadores, que justos som os justos!!!

Saudos ao colega suicidado por quitar-se duma vida tam nojenta com suas próprias mans, coragem que poucos de nós teremos.

Regurgito e nojo por estes Mecanismos autoritários de raízes fascistas e estalinistas, que algumas gostam de reproduzir em todas partes para subjugar a seus iguais: ainda mais nojo dam seus lacaios!!!

-O Mecanismo aqui descrito é usado por estes grupos de poder separados com o fim de impor suas decisons. atuam sem nenhuma transparência e procuram de maneira evidente cobrir suas pegadas-

Próspero 2019!!!

col.lectiu La Noia Negra

———————

Notas (clicar nas notas para abrí-las):

1 – A Purga de Girona ep. 1

2 – Blog Feminismo 2030: 3 comentários sobre “¿Porqué me cuestiono el feminismo institucional?”

3 – Comunicado Can Kolmo 19 Abril 2017 després de tres mesos de conflicte

4 – Comunicado Can Kolmo 21 Junho 2017, também publicado em Info Usurpa nº 970 (obviamente sem averiguar os feitos e escutar à outra parte)

Se quer olha também no arquivo do nº.970 de Info Usurpa

5 – Comunicado sobre o despejo do Wage  Platz de Pont Major (Girona)

Se quer pode descarregar o PDF

6 – Ameaça de despejo Can Rusk 19 Abril 2017 22.14 horas

7 – Comunicado desaparecido enviado por correio desde Can Kolmo a La Cinétika o 21 Abril 2017 “.. Us demanem màxima difusió però no per xarxes socials ni llistes de correu.”

Se quer pode descarregar o PDF

8 –  Estracto assembleia La Cinetika 23 Abril 2017

Se quer pode descarregar o PDF

9 – Gravaçom assembleia La Cinétika 30 Abril 2017

 

Uma ideia sobre ““O Mecanismo” já está aqui!! Sobre praticas autoritárias nos espaços libertários.

  1. Pingback: MOÇAS, EU SIM ENTENDO VOSSA RAIVA | ogajeironagavea

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