[Vídeo] Denúnciam Transfobia Manifesta das ponentes e assistentes numas Jornadas sobre Feminismo.

Reproduz (traduzido) do Colectivo de Prostitutas de Sevilla, seu texto de denúncia ao respeito das opinions verquidas por várias ponentes durante as jornadas celebradas em Xixom em 3, 4 e 5 de julho na XVI Escuela Feminista Rosario Acuña: Política feminista, libertades e identidades. Ponentes ás que, algumas outras mulheres, nom duvidam em enquadrar dentre do que se chamam as “TERF” ( acrónimo em inglês de Feminismo Radical Trans Excluinte)

Se bem eu quero incluir a curiosa coincidência (já no meu programa Comochoconto da Kalimera tinha como nota: “Tudo parecido coa coincidência é pura realidade”) de que uma das ponentes (ás que nom fam referência em particular as compas sevilhanas) é Anna Prats (essa que ri até escachar da risa no vídeo adjunto no seu minuto 1), que foi a primeira mulher em dar pulo (e traduzir ao castelám) á Declaraçom de Guerra das “Aturuxas” e tamém seu posterior Comunicado “Justiça pola mão”. Agora entendo porque algumas das mulheres implicadas nos altercados do Aturuxo colaram um seu vídeo (que já retiraram das redes) no que amossavam seus dedos meios erguidos quando publicaram seu Comunicado. (ver foto)

Colo acá o texto das compas sevillanas:

“Levamos tempo assistindo a uma normalizaçom do discurso de ódio cara as pessoas trans, cara seu legítimo (e reconhecido) direito à identidade, e o pior é que há um sector dentro do feminismo que já nom agocha sua rejeiçom às pessoas trans. E já é hora de terminar com esta espiral de silêncio que só leva a que se continue inoculando este discurso de ódio a maior velocidade.

Tudo isto nom é nem mais nem menos que transfobia financiada com o dinheiro público de todos os xixoneses e xixonesas. Transfobia revestida de debate, de livre pensamento, mas transfobia afinal de contas.

A mesma transfobia, o mesmo discurso que já se passeara polas ruas aquele autocarro da infâmia dos ultracatólicos de “Hazte Oir”. Neste caso, Valcárcel falou-nos de sexadores de polos e de menarquias, e Álvarez cita-nos a Adichie para dizer-nos exactamente o mesmo que “Hazte Oir”, que os meninos têm pene e que as meninas têm vulva“.
Por suposto as pilhadas num renúncio estám agora indignadíssimas de que se lhes tache detransfobas e tiram luz no seu blogue a integridade da sua ponéncia ou publicam chios numa rede para tratar de justificar o injustificável: “Que alguien me avise cuando termine el chantaje emocional, insultos, falacias y falta total de argumentos racionales. Ayer publiqué mi discurso y he recibido 0 (CERO) argumentos desmontándolo. ¡Ah! Pero qué fácil es decir “es ofensivo” y no decir nada más”.

Eu nom tenho que lêr teu discurso (que sim lim) para denunciar a ofensiva do que se plasma num vídeo que nom está manipulado, se bem sim recurtado, pero que tamém está disponível na rede na sua íntegra por se alguém duvida de que o que se ensina nestes extratos sejam uma montagem. Suas risas escándalosas tipo Arrimadas, dam boa fe da sua transfobia.

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