Arquivo mensal: outubro 2019

Se ès uma pessoa “mobilizada” e resides no estado español poderás ser uma das afortunadas em ser vigiada e ter todos teus movimentos monitorizados polo INE

Um falsimédio madrilenho publica hoje mesmo que o Instituto Nacional de Estadística español pautou com as tres principais operadoras de companhias de telefonia móvel que tenhem presência no estado español — Movistar, Vodafone e Orange— para realizar um estudo sobre a movilidade das suas residentes empregando a informaçom que facilitam estes aparelhos.

Durante quatro días laboráveis consecutivos de novembro, do 18 ao 21, o INE analisará os movimentos de teléfones móveis e obterá das empresas telefónicas recontos posicionais dos aparatos:

– Entre as doze da noite e as seis da manhã, o primeiro que farám, será estabelecer o lugar de residência de cada uma das pessoas a vigiar.

– Entre as nove da manhã e as seis da tarde examinarám os fluxos dessas pessoas, desde onde e até onde move-se cada qual para trabalhar ou estudar.

– Além, nissos quatro días, examinarám se o aparato (e sua dona ou portadora) move-se em 6 momentos distintos de cada día (ás 6.00, 10.00, 14.00, 18.00, 22.00 e ás 2.00) para dilucidar se a atividade dessa pessoa vigiada é nouturna ou diurna.

Advirtem no falsimédio, que no futuro, o INE aspira a poder empregar ditas informaçons para conhecer os movimentos em feiras e mesmo das turistas.

Avissadas ficades!!

Das vossas dependências materiais, dependem vossas liberdades de movimentos.

Anarquistas: O Inimigo x José Luis Carretero

José Luis Carretero, profissor de Formaçom e Orientaçom Laboral, filiado do sindicato Solidaridad Obrera e membro do Instituto de Ciencias Económicas y de la Autogestión (ICEA), publicava na semana passada no jornal “El Salto” este seu artigo de opiniom, que agora reflito acá (traduzido ao meu galego):

Podemo-lo ler em todos os meios de comunicaçom de massas: Anarquistas figeram todas as maldades sucedidas no último mês em toda España.

A utilizaçom do monopólio da força por parte do Estado sempre foi um tema delicado. Mais ainda o é a narrativa legitimadora do sistema penal num Estado que se autodefine como democrático. Entendamos-nos: abrir cabeças e encerrar gente nom sempre está bem visto por todas as partes implicadas. E menos numa sociedade de classes.

O sistema penal que temos supom-se que foi estruturado em torno duma série de ideias centrais dos reformadores ilustrados da Europa que se queria libertar do poder absolutista do Antigo Regime. Isso implicava, no político, um sistema de divisom de poderes e de eleiçom democrática de representantes; e no penal, toda uma caixa de ferramentas de garantias cidadãs, criadas para limitar o poder do Estado e seus agentes, bem como a ideia central de que o próprio sistema penal tinha como finalidade a reinserçom e humanizaçom das infratoras, nom sua pura aniquilaçom nem o seu suplício (a tortura pública, a execuçom mediante meios especialmente impressionantes) que, na sociedade anterior, convertia o castigo dos delitos na manifestaçom pública dum poder que podia gerar, como exemplo para toda a populaçom, um sofrimento inaudito.

Assim, o Direito Penal da sociedade capitalista que se autodefinia como democrática, estava baseado numa ideia principal: só ia atuar, dada sua enorme capacidade para danificar os direitos fundamentais das implicadas, ante as agressons mais graves em frente aos bens jurídicos mais importantes da sociedade. Quais eram essas agressons e esses bens, era algo que se determinava de maneira rigorosa e limitada no correspondente Código Penal. E ali deviam-se qualificar, exclusivamente, atividades concretas. Nom linhas de pensamento (se tinha a gala uma verdadeira liberdade de expressom) nem o pertence a colectivos sociais (se falava da igualdade das cidadãs como um valor).

Por suposto, estamos a falar de tempos passados. Duma narrativa jurídica que está passada de moda. Ainda que tamém nom temos muito claro quando esteve realmente de moda nesta Península nossa que tem passado de ditaduras a ditabrandas, e de reformas da ditadura a ditaduras reformadas, tantas e tantas vezes nos últimos séculos.

A tendência brutal do novo Direito Penal neoliberal é, no entanto, o que se denominou por conhecidos juristas como Raúl Zaffaroni, o “Direito Penal do Inimigo”. Isto é, que longe de castigar condutas concretas, previamente qualificadas, e já consumadas; o que fai o sistema penal atual é identificar grupos sociais possivelmente infratores e, já que estamos, em nome da prevençom das condutas desviadas e da defesa adiantada da ordem social, ir qualificando como delito o que estas pessoas fam.

Nom se trata, pois, de que a cidadã Mengana tenha feito tal coisa que estava previamente definida no Código Penal como delito, senom de que há um grupo de gente suspeita que, um dia destes, fará algo que ainda nom temos identificado e que será muito, muito mau. Por isso, dantes de que esse dia chegue, temos que lhes estudar, lhes vigiar e ir qualificando já o que estas gentes fam como delito. Nom perseguimos, pois, uma conduta concreta. Perseguimos a um inimigo.

E aqui chegam as anarquistas. Anarquistas: o inimigo de hoje.
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ESTA É, A SUA DEMOCRACIA!! O GOLPISTA TEJERO recebe TRATO de FAVOR da POLÍCIA ESPAÑOLA nos FUNERAIS de ESTADO do DITADOR FRANCO

Ao final ontem acendim a tele e nom me quedou uma outra que olhar os acontecementos que se produziram durante o ESPETÁCULO TELEVISIVO do TRANSLADO dos RESTOS de FRANCO .

De tudo quanto olhei, o que mais me chamou a atençom, nom foram os trajes pretos de luto e a atitude respeituosa e/ou submissa da ministra de (in)Justiça e demais representantes do Governo postfranquista atual español diante dos berros de VIVA ao ditador proferidos polas bocachas da família de vividores do morto; nem sequer que os militares do helicóptero das forças armadas se quadraram diante destes (como denuncia Izquierda Diário) ; nem foi que o funeral privado católico recebera uma cobertura mediática sem críticas algumas; nem sequer os quantiosos quartos que nos gastamos entre todas no seu translado em helicóptero ou na reparaçom e preparaçom do Mausoleu familiar da Família do Ditador (39.000 euracos só em acondiciona-lo!!) e nem tanto que as assistentes figeram disto um ato de exaltaçom do fascismo sem problema algum e sem cárregas policiais nem retirada de simbologia proibida.

O que me chamou muito a atençom e até agora nom escutei nada ao respeito em nenhum mass merda; foi o feito de que o Teniente Coronel TEJERO, o golpista de 1981, conte com GARDACOSTAS da POLÍCIA ESPAÑOLA para sua custódia.

Se olhares os seguintes vídeos, TEJERO salta-se o cordom policial tras a conversa entre um seu gardacostas e o jefe do dispositivo policial sem ter convite expresso ao ato e ao tempo escuta-se coma os polícias obrigam a todos os jornalistas a retirar-se a distância pese a que estavam acreditados. Eiqui o momento em 2 vídeos. Escutade como o pasma jefe fala de dispersar a imprensa para depois Tejero poida aceder a um lugar de privilégio no que ninguém mais pode estar:

Anarquistas vindas do Espácio Exterior pretendem colonizar as mentes de moços e moças madrilenhas x Carlos Hidalgo (jornalisto do ABC)

Anarquistas vindas do Espácio Exterior pretendem colonizar as mentes de moços e moças madrilenhas e introduzir-se em manifas e reivindicaçons que lhes som alheias coma as dos pensionistas, a crise climática e o feminismo, por exemplo. Isto é o quanto se pode despreender da fantasiosa crónica publicada antontem dia 22, polo jornalisto, de nome Carlos Hidalgo, no ABC, sobre os sucessos acaecidos durante os dois protestos organizados em Madrid em solidariedade coas repressialadas de Catalunya. Por suposto nom vou oferecer a ligaçom a tal engendro (quem queira comprova-lo que faga uma busca).

O tal jornalisto, pretende convencer as suas leitoras (ainda que quem compram e/ou lêm o ABC, já levam tempo abduzidas e nom precisam de que as convençam de nada) de que Anarquistas nunca chegamos a velhas e tampouco nom temos relaçons nem familiares nem de amizade com nenhuma pessoa maior e jubilada (e de ai que nom nos incumbam as pensions, porque só se pode ser anarquista quando moça, que com a idade se te quitam essas tontarias da cabeça); e por suposto que, se nom nos importa o Clima terrestre, nem nos incumbe, é sinal clara que vimos do Espácio Exterior; e em quanto ao do feminismo, nom vou dizer nada mais óbvio que asinalar que todos os anarquistas somos machistas até os colhons e nom há mulher alguma entre nossas fileiras; ou isso ou, ao seres do Espácio Exterior, presuporá o artistilha da pluma monárquica, que só temos um único sexo e de ai que o feminismo nom seja da nossa incumbência.

Isso sim, das suas palavras, destacam as que, segundo conta o Hidalgo, som as palavras dum experto policial, que dam a entender que todas as anarquistas somos, só polo feito de se-lo, objetivo de perseguiçom e vigilância policial: «Estamos observando a gente muy joven, sobre todo en los graves disturbios del pasado sábado por la noche, chavales de 16, 17 y 18 años» que, além, aponta o gacetilheiro, «ni siquiera figuraban en sus bases de datos. Completos desconocidos sin antecedentes ni filiaciones previas, lo que lleva a pensar a que se trata de “savia nueva”». E uns párrafos mais abaixo engade (sic): «Los identificados están ahora en estudio, porque –insisten– muchos no eran conocidos por nosotros. Eso sí, se notaba que no estaban especialmente organizados, lo que algunas veces puede resultar más peligroso. Aunque han recuperado, dentro de esa falta de preparación, técnicas estudiadas como la del “black block”».

E para assinalar nossa perigosidade como espécie invasora destaca que «los servicios de Seguridad Ciudadana y de inteligencia policiales (permitam o oxímoro) ponen en el centro de la diana a los anarquistas: Son, sin duda, los más violentos de los antisistema».

Isso sim, admite o jornalisto da Coroa Real, que temos presência nas universidades públicas, deve ser que estamos acá por um Erasmus Interestelar, pois remata sua crónica incongruente com estas suas palavras, que segundo ele obedecem a fontes policiais: «Otro movimiento que intentan capitalizar estos extremistas y en el que desde hace años tienen implantación es el de los estudiantes; no en vano, se han producido altercados e incluso barricadas incendiarias en algunas de las huelgas convocadas en universidades madrileñas, como la Complutense o la Autónoma».

 

Devemos as anarquistas apoiar a insurreçom catalã? x Grupo Higinio Carrocera

Colo (traduzido) este artigo publicado no site deste Grupo de Afinidade Anarquista de Asturies por coincidir muito com quanto aqui se di:

Surgem nestes dias em médios anarquistas debates sobre a conveniência ou nom de apoiar e alentar a insurreçom catalã, originada pola dura e injusta sentença contra vários políticos independentistas por parte do Tribunal Supremo.

Escutamos opinions de diferente signo, algo que nom nos deve alarmar. Sempre na nossa história temos debatido ante problemáticas muito diversas. Por citar algumas: militarizaçom ou nom; revoluçom ou guerra; apoio aos aliados da I Guerra Mundial ou pacifismo. Violência ou nom violência, comunismo ou coletivismo…

Isso é como o pensamento anarquista, ainda que parte de umas bases ideológicas e estratégicas básicas (antiestatismo, anticapitalismo, federalismo, apoio mútuo, antiautoritarismo, autogestom…), nom é um programa fechado, e enriquece-se na confronta de posturas. Achamos que é necessário contribuir à reflexom sobre este conflito e entendemos que, tanto quem defendem a nom participaçom nas açons na rua como quem acham que há que apoiar ao povo catalão na sua luita, têm suas legítimas razons.

Há uma postura que defende a necessidade de que anarquistas alentemos e colaboremos em qualquer tipo de insurreçom. Neste caso, ainda que o detonante tem relaçom com as aspiraçons duma parte da populaçom catalã a criar um Estado independente, seus defensores afirmam que neste caso a luita está na rua e o povo está a enfrentar-se a um Estado, o espanhol e inclusive ao catalám, ao defender da violência dos corpos repressivos, mossos e polícias. Ademais consideram que a luita é justa, dado que a sentença do Supremo aplica umas penas desproporcionadas de cárcere contra várias independentistas que, nalguns casos, tam só se expressaram publicamente pola desobediência civil e a criaçom duma república catalã.
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TU QUE VÁS OPINAR, PUTA x Maitena Usabiaga Sarasua

Recolho (e traduzo mantendo as negrinhas do original) da web da Revista de divulgaçom sexológica “SOMOS PECULIARES”, onde Maitena é articulista habitual:

17 de outubro de 2019

Vou putear um momento. Refiro-me a que vou um momento a foder, mas nom entendido como fazer dano a alguém, senom à foda. A sacar minha puta a passear. E por que me apetece saca-la? Pois porque ontem estivem numa palestra dum sindicato de trabalhadoras sexuais chamado Otras e inspiraram-me. O de vou “a putear um momento” dí-lo uma mulher de 90 e pico anos que segue adicada à prostituiçom. Fijo-me tanta graça e gostei tanto, que queria fazer-lhe um chisco e menta-la. Porque o que nom se menciona nom existe e ao que parece existem mulheres que se dedicam à prostituiçom e tam contentes. Sim, tam contentes, ainda que nos curtocircuite o cérebro.

Este sindicato criou-se para luitar a favor dos direitos laborais das trabalhadoras sexuais; actrizes porno, strippers, prostitutas, bailarinas de pole dance… Um grupo de trabalhadoras que está a dar muito de que falar, porque ao que parece todo mundo se sente com a licença de falar delas e demasiadas vezes por elas. Era a primeira vez que me encontrava em frente de uma puta, mas nom é a primeira vez que falo delas. E isto fai que me pergunte: Quantas de nós conhece a alguém que trabalha como trabalhadora sexual? Por que parece que todo mundo sabe disso e resulta que ninguém fala com elas?

É a pergunta que lhe figem à palestrante, Concha. E contestou-me que era porque todo mundo folha, e como folha todo mundo, podemos falar disso. Falamos delas como se fossem umas pobrinhas, mulheres enganadas e desesperadas que nom têm outra que se adicar a abrir-se de pernas e vender seu corpo. Porque sabemos que o corpo é um templo sagrado que nom se deve compartilhar com qualquer, nom, si? Falamos delas como se todas fossem parte do tráfico de mulheres, como se todas estivessem aí porque um proxeneta enganou-nas e manipulou-nas. Ao fim e acabo, achamos que som gilipolhas, mulheres sem critério e explodidas. A mulher que tinha em frente nom era gilipolhas, nem tinha uma pitada de tonta. Falava desde uma posiçom empoderada, falava de decidir trabalhar disso. Ela e muitas de suas compas decidem adicar-se a isso e o que querem é que o estado lhes dea quanto lhes corresponde; proteçom laboral e social, um contrato que garanta seus direitos laborais já que têm uma relaçom laboral com seus clientes e, em muitos casos, com o empresário que leva os clubes. É tanto pedir? Ao que parece sim.
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Vou-vos contar um Segredo: Contentores NOM tenhem Sistema Nervoso x Mani Martínez

Recolhido e traduzido duma RRSS:

Contentores som de plástico. Flutuam.
Por isso nom se afogam no Mediterráneo.

Nom se suicidam desde um quarto andar quando lhes quitam a casa, a eles e suas famílias, deixando um feio cadáver na calçada.

Nom sentem friagem quando lhes cortam a luz e o gás em inverno, ainda que comtem com só dois anos de idade, nem sofrem desnutriçom infantil, nem nada de todo isso.

Imagem captada de “Que Está Passant” da TV3

Nom os vês vendendo roupa em mantas com cordas, criminalizados e perseguidos dum lado para outro.

Contentores nom procuram comida em outros contentores.

Nem têm saudades da sua família desde o cárcere.

Aos contentores nunca lhes faltam camas nos hospitais nem sofrem estresse por nom saber como sacarám adiante a suas famílias.

Os contentores nom tenhem que foger a outros países porque lhes acusaram de terrorismo.

Tamém nom lhes dói se lhes rebentam um olho ou um testículo

Por isso, quando se fala de violência no resto do mundo, por raro que vos poida parecer, nom se fala de contentores. Fala-se de pessoas:
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Isto sim é VIOLÊNCIA: CAPITALISMO é TERRORISMO !!

Segundo o informe «El estado de la pobreza. Seguimiento del indicador europeo (a tasa Arope) de pobreza y exclusión social en España 2008-2018» – apresentado no Senado español esta quarta feira passada, dia 16 de outubro, na víspera do Dia Internacional para a Erradicaçom da Pobreza”:

España cronifica sua POBREZA com 12’2 MILHONS de PESSOAS que a SOFREM !!

– Um 26,1% da povoaçom española está em situaçom de RISCO de EXCLUSOM.

– Um 14% das pessoas EMPREGADAS som POBRES.

– Entre os minores de 29 anos a tasa de POBREZA é dum 33,8% !! Mais de 1 de cada 3.

20% MAIS RICO dispom duma renda anual 6,6 vezes SUPERIOR á do 20% MAIS POBRE sendo o 3º país com MAIOR DESIGULADADE de toda a UE, só por baixo de Bulgaria e Lituania.

A vida dá muitas voltas. Paradoxos do destino: O caso Josep Turull, de “apresador” a “preso”

JOSEP TURULL, quem estivera a piques de ser nomeado PRESIDENT da Generalitat (antes que Torra); quem fora proposto e mesmo chegara a submeter-se á primeira volta duma sua investidura falhida em março de 2018; quem foi detido e tivera que entrar em prisom provisória por decisom do magistrado do Tribunal SUPREMO español Pablo Llarena, polos presuntos delitos de “DESOBEDIÊNCIA ao Tribunal CONSTITUCIONAL e MALVERSAÇOM de caudais públicos, tras convocar o REFERENDUM de autodeterminación; e quem foi julgado polo Tribunal SUPREMO de España e agora CONDENADO a 12 anos de PRISOM por SEDIÇOM e MALVERSAÇOM:
Acaso LEMBRA, Sr. TURULL, de quando foram denunciadas e acusadas 20 pessoas de ASSEDIAR o PARLAMENT catalám no 2011 durante os protestos do ‘ATUREM EL PARLAMENT’ convocados para protestar contra da aprovaçom na cámara catalã, «dos presupostos antisociais mais graves da história» ??

RECORDA assim mesmo, Sr TURULL quando tras ser absolvidas pola AUDIÊNCIA Nacional española essas 20 pessoas, VOSTEDE, que na altura era PORTA-VOZ e presidente do grupo parlamentário de CiU, apresentara um RECURSO em contra da sua absoluçom diante o Tribunal SUPREMO español ??

REMEMORA vostede, Sr. JORDI TURULL, que graças a esse seu recurso, finalmente, o SUPREMO desdixera à AUDIÊNCIA Nacional e CONDENARA a 8 das 20 procesadas a TRES ANOS de PRISOM ??

TRAZE de NOVO a sua MEMÔRIA, Sr TURULL, que vostede fora uma das TESTEMUNHAS CHAVE durante aquele juízo no SUPREMO ??

LEMBRA, em definitiva, Sr TURULL quando tras a sentência condenatória declarara nos falsimédios que: “INDIGNADOS TENTARAM UM GOLPE DE ESTADO ENCUBERTO” e que dita jornada de protestos fora um “FESTIM DOS VIOLENTOS CONTRA TUDO O QUE VIAM COM GRAVATA” ??

FODIDAS VOLTAS DÁ O DESTINO, NOM, SI; Sr TURULL??​


Notas

As hemerotecas nom perdoam:

https://encausadesparlament.wordpress.com

https://www.elindependiente.com/politica/2018/03/22/cup-investidura-jordi-turull-candidato-queria-encarcelar-aturem-parlament-15m/