Promesas eleitorais que se cumprem do revés: PSOE modifica a Lei MORDAÇA via Real DECRETAÇO para poder FECHAR Webs e RRSS sem ordem judicial

Estamos em plena Campanha Eleitoral e voltam a soare ouveios de votantes das supostas esquerdas clamando na contra de abstencionistas convencidas e consequentes; acusándo-nos de entregar o poder a temida direitona senom imos introduzir um voto nas urnas no vindouro domingo em apoio duma candidatura da excelsa esquerda espanholista ou galega.

Advogam por dita opçom quem batem a língua ao orvalho alegando que as partidárias da direita e direitona nom soem abster-se e, se anarquistas e outras seguemos empenhadas em nom votar, corremos perigo de que governe o TriFachito.

E nessas estavamos, ouvendo ou lendo de novo as reiteradas queixas lamentosas de supostas esquerdistas, véndo-las passar como acostumamos as anarquistas cada vez que essas submissas som convocadas as urnas: fazendo, uma vez mais, ouvidos surdos aos seus patéticos lamentos, convencidas de que nom há diferências algumas entre partidistas ubicadas num ou noutro lado da cámara de representontos e representontas (motivo real e histórico da única diferenciaçom entre esquerdas e direitas)… E o tempo volta dar-nos a razom

Lembremos a promesa do PSOE de Sánchez, conforme de que quando governara ia derogar a Lei Mordaça. Pois bem, a realidade é que em ano e meio no Governo, Sánchez nom só nom derogou dita norma, nem sequer modificou um só ponto da mesma, até agora, mas nom para minimizar seus fatais efeitos e consequências, senom para faze-la muito mais dura.

Assim, em 31 de outubro, sob a escusa de impedir a transcendência social da plataforma virtual Tsunami Democratico, que nom sabem como controlar, o presidente das españas em funçons e sua equipa de governo esquerdista, vem de assinar e publicar no BOE, seu Real Decretaço-Lei 14/2019 de 31 de outubro, justo horas após do debate eleitoral da TVE onde Sánchez advogou por modificar o código penal para declarar como delito fazer um referéndum em nenhures e por nehuma causa, se nom conta com os requerimentos e o visto bo do governo centralista de Madrid.

Este novo documento estabelece, entroutras misérias, que “o Governo, com caráter excepcional e transitório, poderá acordar a assunçom pola Administraçom General do Estado da gestom direita ou a intervençom das redes e serviços de comunicaçons eletrónicas em determinados supostos excepcionais que poidam afetar á ordem pública, a seguridade pública e a seguridade nacional”.

Aviso a possibilistas ilusas: Quando desde Madrid falam de “nacional”, é claro que falam de “españa” e quando escrevem “caráter excepcional e transitório” ou “supostos excepcionais” em verdade estám dizendo: “quando nos convenha, quando nos pete e polo tempo que nos pareça”.

Dito isto, votar á uma suposta opçom de esquerdas nunca vai impedir que governe a direita !!

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