Aprovada a nova MORDAÇA DIGITAL cos votos de PSOE, PP e C’s e coa aquiescência de PODEMOS

Ai de aquelas que no periodo de campanha eleitoral chamavam ao voto progresista para frear um governo de direitas !!
Ai daquelas que nos fusilavam ás anarquistas, abstencionistas convencidas e consequentes, coas suas miradas de ódio cúmplices, acusándo-nos de que, por nom votar, iamos permitir um governo de direitas regressivo e censor !!.
Que dirám agora ??
Que novas mentiras farám suas para justificar tanta ignomínia por parte desses supostos partidos progresistas (PSOE, IU, Podemos,…) para quem reclamavam o voto ?? Que culpas seguirám botando enriba doutras, com tal de nom asumir as suas ??

Decretaço Digital aprovado pola medida de urgência no Congresso.

No passado 5 de novembro, o Governo do PSOE em funçons publicara no BOE seu Real Decreto-lei 14/2019 de 31 de outubro que estabelecia que o «Governo, com caráter excepcional e transitório, poderá acordar a assunçom pola Administraçom Geral do Estado da gestom direita ou a intervençom das redes e serviços de comunicaçons eletrónicas em determinados supostos excepcionais que poidam afetar à ordem pública, a seguridade pública e a segurança nacional».

Ontem, 27 de novembro, vem de ser refrendado e aprovado definitivamente pola Diputaçom Permanente do Congresso de Diputados español por 50 votos a favor, 10 em contra e 8 abstençons pola medida de urgência (e isso pese a que, segundo o artigo 86 da sua Imaculada Constituçom, nom se dam as condiçons necessárias para elo) cos votos favoráveis de PSOE, PP e C’S e a abstençom de Podemos (pola sua banda, ERC, PNV, EH Bildu, Compromis e Vox votaram em contra).

E assim é como, o que já fora baptizado como «Decretaço Digital», vai permitir desde já ao governo español fechar um site, bloquear aplicaçons ou intervir uma rede quando queira; basta para isso que determine que pode ponher em perigo a ordem pública; algo bem simples e moi comum nesta falsa (ou farsa) democracia española.

Graças a este “Decretaço”  -que vai contra da suposta Separaçom de Poderes da que se vanagloriam as defensoras desta “Ditacracia ou Demodura” á española- agora poderám intervir domínios, webs, blogues, servidores ou qualquer elemento associado. E se bem agora afirmam que só aplicarám este decretaço «de maneira excepcional», nom resulta doado de crêr, dado que nasce coa intencionalidade clara de rachar com o até agora imprescindível requerimento duma ordem judicial; uma medida que agora só era possível tras uma declaraçom de Estado de Excepçom.

Diversas organizaçons de defensa dos direitos das internautas já se manifestarom em contra, entre elas a Plataforma en Defensa de la Libertad de Información (PDLI), a Asociación de Internautas ou a Asociación de Usuarios de Internet (AUI).

Segundo Carlos Sánchez Almeida, diretor legal da PDLI, “o Governo nom pode legislar por Real Decreto-lei matérias que afetem a direitos e liberdades, como seria cerrar serviços de Internet, e além nom se justifica por razons de extraordinária e urgente necesidade”.  Por este e outros motivos, a PDLI, a AUI e a Asociación de Internautas vam promover a nulidade deste Real Decreto-lei 14/2019 diante o Tribunal Constitucional.

Nom é um 155 digital

Carlos Sánchez Almeida nega o que os falsimédios difundem ao respeito enmarcando este decretaço na luita entre os governos español e catalã (jogo mediático do que ambos participam tratando de quitar réditos eleitorais):  Isto nom é um 155 digital nem um estado de excepçom digital. Isto permite o control em todo o território nacional. É uma lei inconstitucional que nos afeta a todas. Qualquer protesto de agricultores, de pessoas contra os desafiuzamentos, de operárias… o que seja, pode ser reprimida.

Enric Luján, membro fundador de Críptica.org, associaçom sem ánimo de lucro centrada na defesa da privacidade e a seguridade, e profissor de ciência política na Universidade de Barcelona, concorda: “É um planejamento abertamente inconstitucional. Abusa do poder que outorga o Real Decreto Lei. Nom é uma situaçom de excepcional urgência e está-se aproveitando a excusa de Catalunya para colar-nos algo que na realidade afeta ás liberdades e diretos fundamentais de todas. Vulnera o direito ao acesso á informaçom e incluso outros como o direto à greve. Qualquer protesto que incomode ao governo pode ser reprimida por esta via”.  “Convirte-nos na China. Ali é possível cortar a rede de forma moi granular, a um grupo concreto de pessoas, ou numa cela dum bárrio. Com isto o Governo outorga-se os mesminhos poderes”. E assinala tamém o paradojo de que nenhum partido político, nem sequer ERC, se posicionara em contra desta medida antes da votaçom de ontem. Porquê? Ele mesmo se responde: Ninguém queria tensar a corda das negociaçons de cara á investidura. É algo tam sério que o feito de que nenhum partido digera nada ao respeito é ainda mais preocupante”.

Assinalar que o Pablo Iglesias criticara com dureza este texto quando fora aprovado polo Conselho de Ministros e publicado no BOE, em plena campanha eleitoral, e até seu acordo de governo com o PSOE de Pedro Sánchez se lhe presupunha seu voto em contra por suposta coerência com aquelas ázedas críticas do Coletas. Agora suas 8 abstençons, que nom eram precisas para a aprovaçom desta excepcional medida, justificam-na desde fontes podemitas coma uma sinal da boa disposiçom a formar governos junto ao PSOE. Tanto lhes tem as elites podemitas ser coerentes diante do que já muitas definuram coma a LEI MORDAÇA DIGITAL, a LEI CORCUERA DIGITAL,  ou mesmo a LEI DA PATADA NO SERVIDOR SEM ORDEM JUDICIAL

Coma para esperar agora que PSOE e Podemos deroguem a LEI MORDAÇA, tal coma prometeram tantas vezes !!

Para rematar, um avisso para aquelas que nos assinalaram coma imprudentes por manter-nos ao margem das eleiçons nesta farsa democrática:

Seguide a votar progresistas…
                              e veredes como vos botam a porta abaixo !!

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