2.145 GARDAS CIVIS denunciados por VIOLÊNCIA de GÉNERO no que levamos de século XXI

Miles de “Casos Ilhados”
Só um 22% do total (475) Condenados.

Estes dados nom som banais, nom os quitei da manga e tampouco estám recolhidos dum médio AntiSistema; nem sequer, seu autor ou autora, é uma inimiga declarada deste Corpo Armado criado para a Repressom do Povo, que pretenda, ao lançar estes dados ao público, deixar em mal lugar a esta “Tropa” de servis uniformados.

Som dados dos que tivem conhecemento por um artigo assinado por Roger Tugas Vilardell publicado em 7 de março no jornal catalá NacióDigital, no que o Roger focaliça os dados reflitindo os casos de Denúncias a Gardas Civis por Violência de Género só dos últimos 10 anos, entanto eu sumei os casos sucedidos desde o começo do século XXI, do ano 2001 em diante -tirado da táboa que colo na imagem (*) e que qualquer pode comprovar que som dados OFICIAIS, tirados da RESPOSTA do GOVERNO (com data de 21 de fevereiro de 2020) a uma pergunta realizada polo Deputado de Euskal Herria Bildu, Jon Iñarritu.

“Às vezes, aqueles que têm que proteger dos delitos som precisamente os primeiros delinquentes”.

Concordo com esta frase quitada do artigo do Roger Turgas e tamém coa sua reflexom ao respeito de que o feito de que só um 22% dos denunciados acabem condenados, é uma cifra muito similar com a média da povoaçom total e tamém de que disto nom se pode sugar que o resto fossem absoluçons, nem muito menos que se tratassem de denúncias falsas; como bem explicam e Alba Martín neste seu artigo publicado em Newtral .

Assim nom é nada raro que entre os violadores de “La Manada” houvera um picolo (além dum militar profissional); ao igual que, de quando em quando, saiam á luz novos “casos Ilhados” de membros da Benemérita, envolvidos em assuntos túrbios e ilegais; e que, ainda muito mais de quando em quando, saivamos de agressons e violaçons cometidas mesmo dentro dos próprios quarteis deste exército regular contra membros femininas do mesmo; como aquele caso que saltara até aos falsimédios todos em 2016; quando souvose que uma garda civil destinada em Murcia como  responsável da Oficina de Violência de Género, levava sofrendo quatro anos de acoso e violaçons caseque a diário polo seu sargento desde o vrão de 2011 e que nom se atrevera a denunciar-lhe em todo esse tempo porque, segundo sua advogada, “ela tinha terror e pánico, vergonha e agonia”.

Terror e Pánico nada raros dado que ela deveria ser conhecedora de que a Direçom da Garda Civil tivera até em tres ocasions conhecemento fidedigno e manifesto do que lá estava ocorrendo e pese isso jamais cesaram a esse sargento nem tomaram nenhuma medida contra dele; á contra, de feito em julho de 2013, um agente dessa mesma unidade emitira um escrito alertando desta situaçom e o único que conseguira foi acabar ele denunciado por falsidade; e ademais ela nom ignorava que, a finais de 2015, uma carta enviada a quem por entom era Diretor da Garda Civil, o altivo ferrolá “Cuco” Fernández de Mesa, dando conta da sua situaçom ficara sem resposta alguma por parte deste estirado engominado, responsável último das 15 mortes de pessoas migrantes a disparos de membros da Garda Civil na praia ceuti do Tarajal.

Nom é esta a 1ª vez que deito na minha bitácora algum caso relacionado com membros da Benemérita que som agressores sexuais reconhecidos e condenados; além do amplo seguimento que figem do caso de “La Manada” (ver acá); destaco estoutra ligaçom:

21/09/2016 – Alto mando da Garda Civil viguesa foi apartado do seu destino tras fachendear do seu cargo e obter favores sexuais debalde baixo ameaças

E tamém a mais recém, de quando, em junho do ano passado, em Ceuta celebraram uma Homenageam ao Garda Civil que se suicidou tras disparar várias vezes a sua mulher diante de suas crianças.

Além mais, nesta resposta do Governo ao deputado de Euskal Herria Bildu, Jon Iñarritu, nom estám contabilizados os casos deste ano 2020; polo que som mais dos que acá aparecem, mais que nada se nos atenemos ao cabeçalho desta notícia publicada no jornal pro-sistema Diario 16 em 20 de fevereiro passado: “Cuatro de los 11 asesinos machistas de 2020 son o han sido miembros de fuerzas públicas de seguridad”

Cicais, ao se conhecer estes dados, poidamos compreender milhor porque ainda há muitas moças que nom se sintam com valor para ir apresentar denúncias de agressom sexual diante dos membros deste Corpo Policial e Militar.

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(*) imagem capturada do pdf da resposta do governo

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