Guerra obrigatória de todas contra inimigo invissível.- Negacionistas, insubmissas e/ou objetoras: Todas traidoras!!

“As convicçons som inimigas mais poderosas que as mentiras”. Friedrich Nietzsche

“Es menos grave que la gripe. Lo causa un bichito del que conocemos el nombre y el primer apellido. Nos falta el segundo. Es tan pequeño que, si se cae de la mesa, se mata”. Jesús Sancho Rof, ministro de Sanidade, falando do azeite da colza adulterada.

“Del Prestige salen unos pequeños hilitos, cuatro en concreto, regueros solidificados con aspecto de plastilina en estiramiento vertical”. Mariano Rajoy, porta-voz do Governo.

menos entendo o que pasa

É costume humana ancestral e universal -que se remonta a saber quando- que, denantes de que o jefe dum clam ou duma tribu ou dum governo, declarara uma guerra, tinha que convencer a sua plebe da existência potencial de graves perigos diante da presência -nos seus próprios territórios ou nos colindantes- de presumíveis inimigos. Para elo, dim os contos e as memôrias, jefes serviam-se dos seus homes mais fortes para convencer ás díscolas de que tinham que pôr toda a carne no assador para fazer fronte ao temível inimigo, ou o que é o mesmo, obrigar-lhes a predispôr de todo quanto possuiam a prol da guerra para conquerir a vitória, mesmo das suas vidas e as da sua prole. Mas a força dessa soldadesca embrutecida só era preciso acomete-la contra o próprio povo quando, tras uma campanha de MEDO ao INIMIGO, muito bem orquestrada, ainda havia quem nom entendiam porquê o rei, o cacique ou o mandatário tinham que lhe levar á força seus filhos varons a morrer na fronte de guerra quando mais necessários eram nas casas e quanto mais precisos nos campos ou nos mares.

Essas campanhas de medo ao inimigo semelha que, durante séculos foram, polo comum, singelas de argalhar.

Nos primeiros tempos -quando a povoaçom humana era nómada e seus assentamentos duravam bem pouco- e segundo atestiguam lendas e antropólogas, o mais provável é que mais que guerras de poder polo território o que houvera fossem escaramuças e desputas por um bo sítio de caça ou por um refúgio temporal quentinho.

Mas foi logo co sedentarismo -e a raiz de que surdira essa má costume de pôr marcos às terras, limitar territórios e outorgar a propriedade das mesmas só a um escaso grupo de privilegiadas- quando as poderosas tiveram necessidade de arrodear-se dos seus brutos mais submissos para fazer-se obedecer por escravas, plebeias, servas ou currelas e aceitar leis e normas que lhes fam misserentas à vez que enriquecem as cobiçosas arcas das que foram assinaladas polos seus deuses como dignas merecedoras de desfrutar da posse das terras e de tudo quanto houvera dentro das suas inventadas e inventariadas fronteiras.

Deuses ao gosto de farsantes.

Mas nom só a força bruta figera-se necessária para manter as gentes submissas; fazia-se necessário dotar às elegidas duma vestimenta adorável que lhes impregnara de divinidade, assemelhándo-lhes assim com quem supostamente tenhem resposta para tudo aquilo que, as humanas singelas desconhecemos. Sendo assim representantes dos deuses na terra afazem-se co direito a domenhar terras e tudo quanto há nelas.

Jurdiram novos parasitos sociais vestindo roupas talares, mentirosos que diziam ter contato direto cos deuses para assustar com terríveis vinganças naturais e prometer recompensas a quem é submissa e obdiente e castigar com selvagens torturas a quem proteste ou dissente. Mentiras criadas por mentes avariciosas e inteligentes, para assim impôr umas leis injustas e obediências cegas. Graças à força bruta e uma boa campanha de medo era bem pouco provável que alguém se atrevera a disentir delas.

Assim foram nascendo reinos e outras merdas.

O privilégio de sonhar co trono só estava ao alcance de herdeiros legítimos cegados das ânsias de que lhes chegue já o seu momento ou bem de jefes guerreiros estranhos vindos de outras terras com afám de vitória, saqueio, ursupaçom e governo que, dotados da proteçom de seus deuses, arrumbavam marcos procurando ganhar terrenos, matando, sequestrando, violando, escravizando,… por direito divino.

Raias imaginárias limitam terrenos que mudam co tempo entanto a mentira cria patriotas dispostas a defender mesmo coas suas vidas esses anacos de terra. Iluminatis, leguleios, homes de Deus e demais mentideiros incendiam coas suas mentiras ódio às estranhas, às que venhem de outras terras, às que falam diferente e às que tenhem outras crênças; e dim que, em muitos lugares, quem sabia de coidados, de prantas e animais, quem tinha apego à natureza e conhecia quando ia tronar, chover ou vinha uma seca, se passou de ser gente sábia para ser gente meiga. É a hora do “diuíde et impéra”, de inventar diferências e gerar entusiastas que enarbolem um mesmo trapo de vivas cores que identifique e distingue vizinhas e alheias. Milhons de pessoas foram assassinadas ou despojadas das suas próprias terras por codícia ou por têr umas outras crenças, diferentes da de quem governa.

Tamém a memôria di e a história oficial conta que, co passo dos tempos, houvera ilustraçons e revoltas e mesmo que vários reises foram despojados dos seus lujosos tronos e assim se va passando o tempo e por todas as partes, velhos lindes deram passo a novas terras.

mais medo

A mim dá-me que, poucas coisas mudaram co tempo. Seguimos recebendo ordes absurdas ou injustas, de obrigado cumprimento; e quem governa segue gardado por brutos e arrodeado de mentideiros. Agora e desde há tempo conta com inovados meios para ocultar verdades e disfarçar mentiras e gente que di que as ervas nom som boas e que os fármacos quantos mais caros mais curam.

Tempo há importava e muito, tamanho e volume do inimigo incerto; agora se o inimigo é pequeno, haverá que engrandece-lo, faze-lo internacional é tudo um invento. Do que se trata é de meter muito, muito medo. E quando mais pequecho… maior a dose de medo. E se é um vírus invissível ao que nom se te atopa remédio, nem te conto, só te minto e te digo o que eu quero. Por estes lares sabemos bem como mintem desde que tentarom enganar ao povo dizendo que a maré negra do Prestige era nada e que as praias estavam esplendorosas, e nos estavam mentindo quando a imesidade do perigo era evidente e as manchas de fuel muito vissíveis e inagocháveis.

Estám contando comigo nesta guerra que nom entendo. Mentras escrevo isto centos de crianças estám morrendo por fome, por friagem, ou doenças que tenhem cura mas ninguém pom remédio a isso. Assim que, se eu caio quiças será porque o mereço.

Mas que nom me venham chorar governantes nem mentideiros, que nom gardem luto por mim quem nunca bem me figerom.

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