OMS e a COVID, ou “onde digem digo digo diego”

Contam que Moises, quando lograra junto seu povo judeu fugir das pragas de Egipto e zafar da escravitude á que o submetera o Faraom, subiu ao monte Sinai para suplicar a Deus que lhe enviara uma série de leis que cumprimentara seu povo para assim nom ter que ver-se nunca mais numas circunstâncias similares.

Contam as lendas recolhidas no livro mais lido na história, que Deus entregou-lhe umas táboas onde figuravam até dez normas que, de se cumprimentar por todas, assegurariam uma vida relaxada e alheia a mais temores.

A OMS, organizaçom mundial que dita normas para, supostamente, assegurar a saude de toda a povoaçom mundial, tem um algo desse Deus mitológico que tudo sabe e que para todas tem conselhos e cumprimenta obrigas.

O 1º dos seus mandamentos vêm ser chave nesta similitude: Amarás os ditados da OMS sobre toda a lógica.

Nesta sua auto-declarada pandêmia da COVID , a OMS reclama obediência cega aos diferentes (ainda que em verdade nom som tam distintos) governos, governinhos regionais e alcaldias á hora de ditar os seus mandamentos de obrigado cumprimento; nisso assemelha-se muito à personagem central do livro mentado.

Assim dentre suas caprichosas ordes destacara pola sua curiosidade, ao início da sua declaraçom universal da pandémia, a recomendaçom de que se deixaram de intercambiar abraços, beixos e mesmo apretons de mãos para saudar-nos e que nos acostumaramos a fazer um gesto que até agora ninguém praticara nem se lhe passara pola cabeça a ninguém acometer tal incômodo achegamento: entrechocar cóvado com côvado porque assim mantinhamos o respeito do saúdo e tinhamos total seguridade de nom nos contagiar umas a outras do maldito bichinho microscópico.

Para um povo que nom tem reparo em dançar em grupo cançons horrendas como “culito con culito, cachete con cachete, pechito con pechito” nunca tal se vira com o de “codito con codito” mas se o di a OMS, é que vai a misa.

E quando já todas aprenderamos a realizar tam incômodo aceno gestual vai de pronto e sem avissar e a OMS, como se de um Deus caprichoso se tratara, ditamina que desde agora é pecado mortal saudar-se chocando os côvados e que nos podemos contagiar tamém assim porque com este saudo nom gardamos a distância social necessária. Essa distância social tam foi mudando com o tempo e a dia de hoje se escrevo uma quantidade de centímetros corro o perigo de estar errando porque notanto de escrever isto poida que já mudaram de novo essas distâncias.

Assim que, desde há um par de dias e até novo câmbio de parecer da nossa OMS, agora para saudar é milhor levar-se uma mão ao coraçom: Bom cadaquem a sua própria mão (nom especificam se esquerda ou direita) até seu próprio coraçom, claro e outras praticas sem risco como a da “reverência”. De momento nom dim nada de recomendar cilícios, flagelos ou cinturons de castidade, mas… “tempo ao tempo”

É dizer, que agora ao retificar, a mesma OMS reconhece que quando estivo a recomendar topar côvado com côvado estava a ser uma imprudente e a colabourar com o vírus na sua expansom e esparegimento.

VAIA COERÊNCIA!! Como para seguir fiando-nos de seus conselhos !!

Eu procurarei seguir sendo coerente com meu ateismo praticante.

E assim se passa a vida e assim chegará a morte.

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