Análises Pandêmicos .- A “misteriosa” situaçom na África Negra. Muitíssimos menos recursos, muitíssimas menos mortes.

Com respeito a muito baixa influência da COVID entre as gentes do continente mais empobrecido, e em particular com sua zona mais desfavorecida do centro negro, muitas supostas espertas expertas em opinar de tudo, sem saber de caseque nada ao respeito, tenhem exposto muitas tontarias e mesmo teorias supremacistas, racistas ou mesmo climáticas sem nenhuma hipotese cientista que as valide.

Por ponher só um exemplo: No Chade há registradas, na atualidade, 1.437 pessoas confirmadas coma positivas em Coronavírus; o que, dum total de 15.477.751 habitantes, dá uma tasa de 9,28 infetadas por cada cem mil. Além os dados assinalam que só 96 pessoas faleceram no Chade por esta suposta pandêmia internacional desde que tal aparecera.

Se comparamos os dados do Chad com os de España, as cifras amossam com claridade meridiana, que saimos perdendo por goleada maiúscula tanto no número total de pessoas contagiadas: 1.098.320 na España por 1.437 no Chade coma na tasa por cada cem mil habitantes: 23,27 na Españistám por 9,28 no Chade. E no caso de contabilizar as mortes, as diferências som muito mais abrumadoras: 35.031 mortes na sua EspañaUna por só 96 no Chade !! Uma tasa por cada cem mil habitantes de 7’42 mortes na Españaynocincuentayuna por 0’67 no Chade!!

Diante estes dados que nom só únicos no Chade (e convido a qualquer a que comprobe que nom minto) cabe perguntar-se: Como é possível que as pessoas europeias e as ianquies, com seus avançados sistemas sanitários e dotados de pessoal supostamente expertas em epidémias, estejam sendo golpeados duramente por esta suposta pandêmia, mentras as gentes residentes nos países do continente mais empobrecido do mundo saem práticamente indemnes?

E diante tamanho interrogante é que sairam à palestra abondosas estupideces e absurdas teorias racistas supremacistas avaladas por supostas entendidas na matéria e outras mentirosas profissionais nos falsimédios ocidentais:

Assim houvo quem, desde uma lógica simplista, aduciu a hipótese da calor, segundo a qual o maldito virus nom resiste altas temperaturas; mas dita teoria caiu em redondo quando na Europa, os paises nórdicos obtenhem dados que reflitem uma influência muito menor da COVID do que nos mediterrâneos. Além da constataçom de que em paises da Abya Yala ubicados no mesmo paralelo que os da África negra, sim está atacando com virulência às pessoas que moram neles, coma nos casos de Colombia ou Brasil, onde âmbos obtenhem tasas com dados moi similares aos da Españavuestra.

Além diversas teorias racistas desenhadas por cientistas ocidentalistas europeus trataram de atopar explicaçons e assinalaram sem rubor que este vírus nom afetava à povoaçom negra sem aduzir mais razons que umas supostas diferências genéticas entre as pessoas de pel negra e as de pel branquinha. Teorias que, na história da humanidade, validaram numerosos teóricos do racismo e defessores da supremacia branca, muitos deles considerados hérois nas diversas pátrias europeias, que assim justificaram todo tipo de barbaridades e atropalias coma a invasom de terras ou a escravitude de pessoas; o mesmo tipo de enrgúmenos que agora aplaudem os feches de fronteiras com valhas provistas de concertinas ou os enormes muros que tratam de evitar que as pobres crucem as fronteiras artificiosas onde moramos as elegidas do mundo capitalista.

Teorias racistas refutadas por estudos que demonstram empírica e cientificamente que todos os seres humanos compartilhamos uma similitude genética do 99,9% e só um ínfimo 0,01% determina as variedades fenotípicas.

Além, se temos em conta os estudos racistas realizados no ianquie sobre como afeta o vírus, uma simple olhada monstra que as pessoas de origem africana estám entre as mais afetadas; se bem nom por causa da cor da sua pel, senom mais bem porque, ao igual que se passa no resto do mundo, este vírus ataca com maior virulência ás pobres, a aquelas com menos recursos económicos que som afastadas das prestaçons sanitárias, tal como se passa com a maioria dos membros da comunidade afro nos USA, ou coas nossas avoas e nossos avós que morreram amoreadas e abandonadas nas residências.

Se há algo que define esta virulência internacional e que ninguém discute é, sem dúvida a idade das pessoas infetadas e mortas.

Por mais que os mentireiros e políticos profisisonais ocidentais tratem de atemorizar a toda a povoaçom com a morte para todas co galho de que todas cumprimentemos umas medidas restritivas que nunca até agora se dispunheram para atalhar nenhuma outra doença mortal; mesmo que esta causara muitas mais mortes a nível mundial do que a COVID.

Fai-se evidente a diferência de trato de cientistas e falsimédios quando se trata de doenças das que nom morre caseque ninguém no mal chamado 1º mundo tais coma a diarreia que só em 2017 causara 1,6 milhons de mortes ou a malária, enfermidade para a que já existe vacina pero que segue causando mais de 400 mil mortes anuais.

E se nos atingimos à idade, e observamos a que idades afeta com maior violência este vírus, é claro que quiças o único certo do que mentideiros e políticos levam repitindo até a saciedade, é que as pessoas mais moças (salvo em casos atípicos e moi raros) nom sofrem esta doença mesmo que deam positivo nos diferentes tipos de test que se realizam polo mundo adiante; e isso é algo que se passa tanto nos paises mais ricos e com milhores prestaçons médicas como nos mais empobrecidos e sem recursos sanitários.

“A tasa de mortalidade das pessoas minores de 20 anos é de 1 por cada 10.000. Mas para pessoas de mais de 85 anos é de 1 por cada 6, que é o mesmo que 1.666 por cada 10.000″ segundo dados recéns.

Neste gráfico pode-se observar coma em todo o mundo nom variam muito as porcentagens por grupos de idade e que aquelas infetadas que tenhem menos de 50 anos, apenas morreram por causa desta doença.

Agora bem, se consideramos que no Chade a esperança de vida na atualidade ronda os 53’71 anos de vida, dados que som muito similares aos do resto dos paises da África negra; podemos chegar a uma conclusom bastante acertada sobre porquê motivo nom morre tanta gente, por causa desta hipotética terrível pandêmia, nesta parte do mundo tam empobrecida:

A imensa maioria da sua povoaçom nom chega a viver os anos para os que este vírus mata sem compaixom.

O que dito de outra maneira, este suposto vírus tem mais de eutanásico para gente que malvive e sofre esperando a sua morte carregada de doenças, muitas delas desmemoriadas e empiruladas até seu fim, do que assassino de gentes sás.

Uma ideia sobre “Análises Pandêmicos .- A “misteriosa” situaçom na África Negra. Muitíssimos menos recursos, muitíssimas menos mortes.

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