Arquivo mensal: novembro 2020

Humor Refraneiro “Errando Adeprendes”

Desde cativo andava sempre jogando com pólvora e rebentado petardos de fabricaçom caseira ainda que era um desses dos que, dadas suas poucas luzes, se dizia dele que nom tinha inventado a pólvora e por isso, muitos dos seus experimentos -nunca milhor dito- fracassavam estrepitosamente. Cicais por isso andava sempre co mesmo refrám entre dentes: “Errando Adeprendes”.

Era o seu slogan, o seu mantra, o seu jeito de se enfrontar aos seus numerosos equívocos e as suas contínuas meteduras de zoca, a sua coringa para nom dar importância a seus erros e seguir indo pola vida nom fazendo cousa com cousa.

Anos há que perdim o seu contato até que ontem, um amigo comum da nossa infância, dou-me conta dele, do seu único éxito e tamém do seu derradeiro erro.

“Val mais errar que deixar de tentar o que se quer lograr”.

Tras anos de motivaçom patriótica e de fracasso escolar, sendo ainda moço, ingressara coma voluntário no Exército de Terra co galho de estar em contato com todo tipo de bombas, artefatos explosivos, detonadores, temporizadores, conmutadores,… se bem estivera durante anos exercendo coma simples soldado raso e sem ter apenas contato com esse mundo explosivo que ele tanto anelava. Foram anos em que seus companheiros de armas estavam fartos de escutar-lhe cantar a todas horas, fracaso tras fracaso, a sua nova copla: “o que pronto se logra, pronto s’aborrece”.

E chegou o dia e chegou a romaria quando depois de muito tempo de sacrifícios e múltiples fracasos conseguira por fim seu objetivo de entrar nos TEDAX, coma auxiliar de artificieiro desativador de explosivos; “com tempo e esperança tudo se alcança” dim que digera.

No seu primeiro dia em faena encarregaram-lhe neutralizar a carga explosiva duma bomba da guerra do 36 que fora achada sem explosionar em Alcoi, mas algo falhou entanto ele a manipulava e bomba e ele voarom polos aires fundidos em anaquinhos.

No seu epitáfio, a sua retranqueira família, conhecedora e à vez sofridora da sua teima explosiva e do seu gosto polo refraneiro, deitou inscrito sobre sua lápida:

“Quem as busca, encontra-las”

[Terra do Fogo] 25 de novembro, Dia do Genocídio do povo Selk’nam

Graças a uma amiga numa RRSS cheguei a este texto publicado no blogue “rey de la patagonia” ao que, tras traduzir, dou pulo a esta muito interesante crónica sobre o sucesso que daria pé ao genocídio de tudo um povo. Um feito acaecido a finais do século XIX, em 25 de novembro de 1886, num periodo nom muito afastado do tempo em que vivemos e que é uma monstra da monstrousa realidade da natureza dos invasores, colonizadores e outros assassinos que, fortemente armados, aniquilaram e massacraram a todo um povo com a cruz coma engodo e os fusis coma surpresa.

Destes textos que cadaquem tire suas próprias conclusons; mas se eu lhes dou espaço nesta minha bitácora, nom só é para ajudar a dar pulo a estes feitos, que eu mesmo desconhecia por completo, senom tamém porque dos mesmos é doado comprovar a grande certeça dessa lenda que di que a “História escrevem-na os vencedores, pois sobre as vencidas cai o castigo acrescentado do silêncio”. Esta é só uma prova das múltiples mentiras e da total falha de escrúpulos dos assassinos à hora de manipular os feitos e contar a história tam ao seu gosto, que até fam que assassinos figurem como hérois e vítimas coma criminosas.

25 de novembro, Dia do Genocídio do povo Selk’nam

O 25 de novembro de 1886 o exército argentino provocou a maior matança de selk’nam da que se tem oficialmente registro. O responsável foi Ramón Lista, oficial maior de Marinha, que comandava uma expediçom militar de exploraçom da ilha Grande de Terra do Fogo, composta por vinte e cinco soldados ao comando do capitám de cavalaria José Marzano e na que tamém participavam como pessoal auxiliar o sacerdote italiano Giuseppe Fagnano e o cirurgião belga Polidoro Segers.

Embarcaram-se no cúter Santa Cruz e chegaram a baía San Sebastián, ao norte da ilha, na costa atlántica. Nom tinha decorrido mais que um dia desde o desembarco dos animais, abastecimentos, armas e muniçons, quando o grupo de navegadores se enfrentou violentamente com os selk’nam. Depois de receber os soldados uma chuva de frechas, Lista ordenou uma mortífera descarga de fusilaria. A partir de entom desata-se uma guerra sem quartel, uma carniçaria que provocou entre os selk’nam vinte e oito mortos e um elevado número de feridos e prisioneiros, a maioria mulheres e meninas. Os militares nom sofreram nenhuma baixa.

Contamos com três testemunhas direitas da matança, o próprio Ramón Lista, o cura Giuseppe Fagnano e o médico Polidoro Segers.

Ramón Lista no livro “Viagem ao país dos Ona”

“Pelo que respeita aos índios onas que habitam a ilha, tenho o sentimento de lhe comunicar que me vim no caso de ter que livrar um combate com dez homens contra quarenta selvagens, que ocultos numa espessa matogueira, dantes de se entregar e apesar de nossas demonstraçons pacíficas, pretenderam recusar-nos lançando-nos enxames de frechas. Figem-lhes carregar a sabre, o capitám à cabeça, e quando já dava por terminada a luta, este intrépido oficial caiu ferido duma frechada na sua cabeça com o qual o ataque se deteve um instante; mas em seguida mandei carregar novamente e após um ligeiro tiroteio a matogueira foi despejada ficando em nosso poder alguns prisioneiros, mulheres em sua maior parte, e sobre as zarzas vinte e seis índios mortos, todos eles de estatura gigantesca e duma corpulência só comparável à dos patagones ou tehuelches”.

Giuseppe Fagnano em “Il Bollettino Salesiano”

“O oficial tratou de fazer-se entender pelos pobres selvagens através de gestos, convidando-lhes a render-se, oferecendo-lhes carne e bolacha. Parece, no entanto, que nada compreenderam de sua mímica amistosa já que, em lugar de responder, lançaram suas frechas contra os militares sem, nom obstante, produzir dano de nenhum tipo. Depois a mais em media hora de vãs tentativas e após ter-lhes inutilmente ordenado a rendiçom, o chefe ordenou despejar-lhes de seus esconderijos, e a tal efeito começou-se a abrir fogo onde queira que aparecesse uma pele de guanaco. A cada detonaçom era seguida de um berro dos índios, entre cujas vozes se distinguia uma que, dominando ao resto, animava aos demais a manter a resistência. Isso induziu ao comandante a ordenar uma cárrega com sabres, com a esperança de poder, desta maneira, apanhar a todos com o menor derramamento de sangue. O intrépido capitám Marzano moveu-se adiante e lançou-se cara o mato negro desde onde continuava saindo aquela voz provocadora. No entanto, ao chegar a uma brevíssima distância do inimigo invisível foi ferido na têmpora esquerda por uma frecha de madeira, e caiu ao chão sem sentido, perdendo sangue da ferida. Neste ponto já nom foi possível conter a animosidade dos soldados, anelantes de vingar a ferida de seu valoroso capitám; lançaram-se com raiva contra os índios e mataram a todos quantos ousaram ainda opor resistência. Fizeram treze prisioneiros, incluídos dois meninos”.

Neste depoimento Fagnano simplesmente lamenta as mortes, o que nom lhe impedirá continuar acompanhando à expediçom militar. A realidade dista muito de como a historiografia salesiana narrou tempo depois este violento encontro, e onde o sacerdote pouco menos que expom seu peito nu às balas dos soldados para evitar a matança de indígenas.

Polidoro Segers no livro “Hábitos e costumes dos índios onas”

“Aos nossos pés e na beirinha do mar, entre manchóns negros que revelavam as cristas das restingas que emergiam das águas, uns vinte indivíduos se entregavam tranquilamente à pesca de mariscos sem nos ter apercibido quando os ladridos dos cães chamando sua atençom descobriu-lhes nossa presença no vértice do cabo Peñas, ao lado das suas vivendas. O alarme que isto lhes produziu foi horrível e os pobres índios que se encontravam a uma longa distância na praia que a maré ao baixar tinha deixado ao descoberto, nom sabiam cara onde fugir. A confusom aumentou mais quando viram que os soldados da expediçom baixavam a toda a pressa em sua perseguiçom a costa do barranco no qual estávamos.

Triste espetáculo era para mim ver a estes pobres índios inofensivos correr dum lado a outro perseguidos como feras pelos que representavam a civilizaçom. Como os índios fugiam em várias direçons e os soldados temiam que escapasse sua presa, começaram a fazer fogo sobre eles ferindo a alguns, mas conseguindo zafar todos de seus perseguidores, menos um que, rodeado por cinco soldados armados de Remington nom poidera fugir. O infeliz tinha-se atrincheirado por trás duma enorme pena e defendia-se valorosamente do fogo que lhe faziam aqueles. À cada descarga saía da sua fortaleza improvisada e lançava uma frecha em direçom de seus verdugos.

A fugida era-lhe impossível: á sua retaguarda tinha o mar que subia já e diante cinco bocas que vomitavam fogo. Em fim, crivado pelas balas caiu o valente e por comiseraçom foi ultimado com um tiro de revólver no seu ouvido direito. O reverendo pai Fagnano, capelám da expediçom, e eu figémo-nos cargo das crianças abandonadas e enquanto seguia o tiroteio nom podíamos menos que protestar indignados contra este ato de crueldade que passava a nossa vista, sem que pudéssemos impedi-lo. Como avançava a noite e desejosos de dar sepultura ao cadáver, conseguimos do chefe da expediçom que o arrastraram até o lugar onde nos atopávamos.

Era um belo moço, ao mais dezoito anos de idade, robusto e bem formado. Uma melena entupida e negra cobria com seus emaranhados tufos seu coiro cabeludo diferenciando-se dos demais índios em que nom usava tonsura e sua cabeça estava coberta de cabelo. Vinte e oito balas Remington tinham crivado o corpo deste valente, mais a bala de graça (…) Aos poucos voltava uma expediçom de soldados que foi em perseguiçom dos fugitivos, trazendo catorze indivíduos da chusma, pois os homens ainda que feridos fugiram: asseguraram as mulheres e meninas no cepo de campanha atando-las umas às outras pelos pés com uma longa corda, dispugeram sentinelas à vista e tratamos de conciliar o sono. Era em vão, toda a noite as pobres chinesas nom cessaram nas suas lamentaçons…”

A aparente indignaçom de Segers pelos assassinatos nom lhe impediu, no entanto, ficar com a pele do jovem selk’nam como uma bonita lembrança etnográfica: “Disequé todas estas partes bem como a cabeleira que, preparadas para conservaçom, excitaram muito a curiosidade a meu regresso a Buenos Aires”. Ademais, num claro exemplo de adopçom forçada de servidume, o cirurgião belga sequestrará pouco depois a um matrimónio haush que se levou de regresso a Buenos Aires para empregar no serviço doméstico.

Lamentavelmente nom temos nenhum relato escrito polo povo selk’nam sobre o trágico acontecimento, ainda que a memória desse povo registrou a matança graças ás sobreviventes e à transmissom da história oral. O balanço de vítimas provocadas pelos soldados do exército argentino nesta expediçom foi aterrador, ascendendo a trinta mortos entre homens, mulheres e crianças, assassinados a balaços, ensartados com as baionetas, ultimados a golpe de sabre. Os quinze prisioneiros, a maioria mulheres e crianças, foram colocadas no cepo de campanha, atando-lhes uns a outros pelos pés com uma longa corda e, como temos visto, levados a Buenos Aires, desconhecendo-se seu destino final. Nenhuma baixa entre os militares atacantes, que fizeram valer sua potência de fogo.

No dia que ocorreu a matança, o 25 de novembro, tem sido declarado desde 1992 “Dia do Indígena Fueguino”, ainda que se estuda atualmente uma proposta para mudar o nome a “Dia do Genocídio Selk’nam”, para recordar o terrível massacre provocado pelos militares argentinos contra este povo legendario.

[Vídeo] ESTÁM A QUITAR-NOS A DIGNIDADE, ESTÁM A MUDAR-NOS A VIDA !!

Uma pessoa de 78 anos, que se apresenta coma sem estúdios, expressa (em castelám) a sua raiva, a sua dor, a sua tristeza, a sua impotência e a incertidume que estám vivendo as pessoas maiores nesta maldita e suposta pandemia da COVID. E denúncia neste vídeo a intromissom nas suas vidas destes Políticos que nunca trabalharam arreio por nada.

Durante os 10 minutos do vídeo fai observaçons muito lógicas e claras que outras pessoas com muitos estúdios: catedráticos, advogados, juízes, médicos, jornalistas, etc. nom se atrevem a fazer públicamente.

Adiado o julgamento a 5 solidárias coas pessoas presas

Depois de afazer-lhes deslocar ás 5 investigadas esta manhá até a sede judicial do tribunal de A Corunha; o juiz encarregado do caso estimou que a presência duma testemunha era crucial para a celebraçom do julgamento e dada sua ausência (porque nem sequer fora convocada a juízo) determinou seu adiamento até o vindouro mês de maio de 2021.

Dizer que alguma das pessoas a ser julgadas e obrigadas a comparecer esta manhá figera mais de 600 kilómetros, algumas mesmo tiveram que solicitar permiso nos seus trabalhos e outras modificar seus hábitos. Isso é o que lhes imprtamos as pessoas do comum aos letrados que nos julgam e criminalizam.

Merda de Justiça !!

Seguiremos informando

Dr. Roger Hodkinson, patologista canadense: “Pandemia da COVID é a maior farsa já perpetrada contra um público desavisado”

“Não existe absolutamente nada que possa ser feito para conter esse virus …”

Um dos principais patologistas do Canadá, Dr. Roger Hodkinson, disse, através de uma teleconferência, que a atual crise do coronavírus é …

“TRATA-SE DE UMA FARSA INFUNDADA IMPULSIONADA PELA MÍDIA E PELOS POLÍTICOS … É ULTRAJANTE … “

O médico disse que nada poderia ser feito para impedir a propagaçom do vírus além de proteger pessoas mais velhas e vulneráveis ​​e que toda a situaçom indica que …

“A POLÍTICA ESTÁ JOGANDO MEDICINA, E ISSO É UM JOGO MUITO PERIGOSO”

Hodkinson observou que “o distanciamento social é inútil porque o COVID é espalhado por aerossóis que viajam 30 metros ou mais antes de pousar” e pediu que a sociedade seja reaberta imediatamente para evitar os danos debilitantes causados ​​pelos bloqueios.

Ele também afirmou que o uso obrigatório de máscaras é totalmente inútil.

“AS MÁSCARAS SÃO TOTALMENTE INÚTEIS. NÃO HÁ NENHUMA BASE DE EVIDÊNCIA PARA SUA EFICÁCIA, SEJA QUAL FOR”

“É TOTALMENTE RIDÍCULO VER ESSAS PESSOAS INFELIZES E SEM EDUCAÇOM – NOM ESTOU DIZENDO ISSO EM UM SENTIDO PEJORATIVO – VEJO ESSAS PESSOAS ANDANDO POR AÍ COMO PEQUENOS ROEDORES, OBEDECENDO SEM NENHUMA BASE DE CONHECIMENTO E COLOCANDO MÁSCARAS EM SEUS ROSTOS ”

O médico também criticou a falta de confiabilidade dos testes de PCR, observando que “resultados de testes positivos nom sinificam uma infeçom clínica” e que todos os testes devem ser interrompidos porque os números falsos positivos estám nos “levando à histeria pública”.

Hodkinson disse que o risco de morte na província de Alberta para pessoas com menos de 65 anos é de “um em trezentos mil” e que é simplesmente “ultrajante” fechar a sociedade:

“ESTOU ABSOLUTAMENTE INDIGNADO QUE ISSO TENHA ATINGIDO ESSE NÍVEL, TUDO ISSO DEVE PARAR IMEDIATAMENTE”

Hodkinson é um dos 12 mil cientistas de todo o mundo assinantes da Declaraçom de Great Barrington segundo a qual pedem às autoridades públicas “evitar os confinamentos e voltar à vida cotidiá” a todas aquelas pessoas que estám num umbral baixo do risco de morrer pola COVID (a maioria da povoaçom minor de 65 anos) e deixar que academ a sua imunidade fronte ao vírus a través da sua infeçom natural (como se passou sempre com outros muitos vírus que podem ser mortais, tal qual o da gripe) e ao mesmo tempo adicar os esforços a proteger milhor às pessoas em maior risco; o que se conhece coma Proteçom Focalizada

As credenciais de Hodkinson, de acordo com o portal MedMalDoctors, contemplam sua credibilidade:

“Ele recebeu seus diplomas gerais de medicina pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido (MA, MB, B. Chir.), onde foi bolsista no Corpus Christi College. Após uma residência na University of British Columbia, ele se tornou um patologista geral certificado pelo Royal College (FRCPC) e também um membro do College of American Pathologists (FCAP). ”

“Ele está em boas condições com o College of Physicians and Surgeons of Alberta e foi reconhecido pelo Court of Queen’s Bench em Alberta como um especialista em patologia.”

Esquerdistas europeus pola censura e a criminalizaçom das anti-vacinas nas RRSS

Assim o Congresso español aprovou recém a iniciativa de Unidas Podemos na que se solicita ao Governo que se tomem medidas contra as “mensagens de ódio” nas redes sociais, facilitando assim seu control e eliminaçom. Podemitas aproveitaram a especial situaçom da suposta pandemia da COVID para tratar de reforzar seus pobres argumentos para implantar a CENSURA.

Podemitas na España e laboralistas na Gram Bretanha estám detrás das novas leis de Censura nas RRSS que buscam igualar o que antes se figera nos “para-lamentos” da França e da Alemanha.

Tamém recém o Partido Laborista exigiu ao governo británico a adopçom duma legislaçom de emergência para impor sançons civis e penais às RRSS que nom eliminem de imediato as mensagens que questionem o axioma de que “as vacinas salvam vidas”. O Secretário de Saúde na sombra do Partido Laborista, Jonathan Ashworth, exigiu que “o governo se ocupe dalgumas das perigosas tontarias e disparates contra a vacina que temos visto difundir nas redes sociais, que erosionam a confiança na vacina”.

Na Gram Bretanha, o responsável britânico da luita antiterrorista, Neil Basu, declarou nom admitir “que as pessoas critiquem as vacinas contra o coronavirus, porque se trata de desinformaçom que ameaça a vida humana”.

Na España e segundo conta a Proposiçom Nom de Lei (PNL) podemita, a COVID considera-se “uma lente de aumento” dos discursos de ódio, assim coma a causante de “uma crescente polarizaçom na opiniom pública” e, prosegue: “a dor coletiva de todo um país estivo-se instrumentalizando com fins ideológicos, ponhendo em risco a seguridade física e a integridade moral de quem foram objetivo deste tipo de linchamento digital”.

A teima destes esquerdistas em defender o honor das pro-vacina da COVID leva-lhes a pretender que a responsabilidade, do que se pode ou nom se pode publicar nas RRSS, recaiga sobre os donos das mesmas. Incentivam assim a censura aleatória dado que os proprietários destas RRSS para evitar ser multados cada dois por tres, no caso de dúvida, vam preferir retirar contidos a saco dantes que se arriscar a multas.

“Vostedes estám confiando a censura a Google, a Facebook, a Twitter, uma censura privativa mais que nada. Pior ainda: uma censura tecnológica”, recriminara durante os debates na cámara francesa da sua lei da censura digital o diputado da França Insubmissa, François Ruffin.

Em definitiva, estes esquerdistas estám impulsando e aprovando leis que reforçam as praticas de control abusivo e censuras absurdas nas grandes RRSS e ao mesmo tempo alenta-lhes a retirar qualquer contido mesmo que nom seja manifestamente de ódio por um excesso de prudência e para evitar ser multado.

As doenças mentais das refugiadas x Mercè Rivas Torres

A escritora e jornalista, comprometida com organizaçons humanitárias e em estudos relacionados com as refugiadas e migrantes, publicou há uns dias na web Nueva Tribuna este seu artigo de opiniom, ao que agora eu, tras traduzir, dou pulo acá:

O desarraigamento, o stresse, a incerteza, a friagem, a fome ou o maltrato podem levar a refugiadas e migrantes a sofrer graves doenças mentais. Dá igual que tenham que abandonar seu país por razons políticas, bélicas ou económicas. Uma das piores experiências que pode sofrer o ser humano é ter que viver o desarraigamento, o encher uma pequena mala e ter que abandonar a sua família, a sua terra, as suas raízes para ir pedir ou pior ainda, nalguns casos a mendigar pão, casa e papéis.

A isso há que engadir os feitos que, prévio a sua fugida, tivera que viver. Falamos de pessoas que perderam familiares e amizades, que viram como a intolerância e a guerra demoleu suas vivendas Ou simplesmente desesperaram-se ao ver como nom podiam manter a suas famílias e seu dia a dia é um inferno.

Mas nom todas podem abandonar seus países. Só fam tal as mais fortes, as que disponhem de dinheiro e de força mental. Dinheiro sim. Fai falha muito dinheiro para pagar pateras, máfias que te cruzam as fronteiras, autocarros ou comboios que te levam a um lugar melhor. Ou que elas pensam que é melhor.

Tamém precisam força mental para superar toda caste de calamidades e violaçons polo caminho. E quando falo de violaçons refiro-me a humilhaçons, falha de respeito aos direitos humanos e tamém violaçons sexuais a mulheres e meninas.

E desde o conforto das nossas casas enquanto queixamo-nos do estrés laboral ou dos confinamentos da pandemia, miramos-lhes nas televisom como intrusas que chegam a nossos países queixando-se de tudo. Concedendo-lhes ajudas como grandes atos de solidariedade, recelando das suas atuaçons e petiçons, olhando-lhes por cima do ombro e na maioria dos casos negando-lhes estatutos de refugiadas ou papéis que lhes permitam sobreviver num mundo estranho para elas.

Cremos que se lhes damos pão, casa e papéis já temos o expediente finalizado mas nom é assim. A maioria destas pessoas deslocadas, sejam como sejam ou vingam de onde vingam, sofrem numerosos problemas psicológicos que nalguns casos desembocam em suicídios.

“Numerosas refugiadas apresentam transtornos de stresse postraumático, que se desenvolve após viver situaçons muito difíceis, e outros problemas de saúde mental como ansiedade, depressom, apatia ou ataques de pânico”, informa a Comisión Española de Ayuda al Refugiado (CEAR).

A Diretiva de Acolhida européia obriga aos Estados europeus a “garantir a proteçom da saúde mental das pessoas refugiadas”. No entanto, nom sempre se cumpre. Depois da chegada de refugiadas da Síria, Iraque e Afganistám a Europa nos anos 17 e 18 só um 4% destas receberam ajuda psicológica em Alemanha, seu principal país de destino. Ao mesmo tempo que o Colégio de Psicoterapeutas alemám publicava um relatório que afirmava que a metade das pessoas que chegaram a esse país padecia um transtorno mental.

Seus sintomas som visíveis: ansiedade, angústia, pesadelos, apatia, desesperanza, frustraçom, somatizaçons como cefaleas ou dores musculares, problemas de sonho, depressom, ou transtorno de stresse postraumático. Inclusive em outras ocasions podem aparecer transtornos mais severos como esquizofrenia desencadeados polas experiências traumáticas vividas.

Mas desgraçadamente vivemos numas sociedades nas que pensamos que se conseguem, pão, vivenda e papéis já nos podem estar agradecidas. E teríamos que nos propor se esse é o sentimento geral. Têm-nos que agradecer algo? Som seres humanos coma nós e o planeta é de todas.

E como consequência destes transtornos, atopamo-nos com notícias que nos falam de suicídios, de pessoas que nom suportam a situaçom e que às vezes como no campo de Moria, em Lesbos (Grécia) encontram-se com “o pior acampamento do Mundo”, segundo expertas no tema. Com tendas de campanha inundadas, com um sistema de esgoto que nom funciona e a água suja do inodoro chega às tendas e os colchons onde dormem as famílias.

Diante estes meios e a falta de atençom psiquiátrica, algumas pessoas decidem quitar-se a vida. Tem-se que estar muito mau para acabar com sua vida após ter superado miles de provas.

A ONG “Médicos Sem Fronteiras” denunciou no final de novembro um número crescente de crianças refugiadas que cometeram tentativas de suicídio em sórdidos campos de refugiados. Meninos que chegaram sozinhos a Europa já que suas famílias acharam que embarcando numa patera conseguiriam uma vida melhor.

O número de suicídios e tentativas de suicídio entre refugiadas de Sudám do Sur que vivem em assentamentos em Uganda aumentou mais do duplo em 2019 em comparaçom com o ano anterior, informou ACNUR, a Agência da ONU para as Refugiadas. Houvo 97 tentativas de suicídio, com 19 mortes.

Conviria uma reflexom européia ante estes feitos.

A SOLIDARIEDADE SENTA NA BANCADA x Boti

Dou pulo a este escrito do meu compa Boti (en galego e castellano) ao respeito do juízo a 5 solidárias da XIII Marcha á Prisom de Teixeiro (*), do que, este gaviero, já vos falara há tempo nesta minha bitácora

O vindeiro mércores, 25 de novembro, nos xulgados da Coruña sentan na bancada do acusados cinco solidarias coas persoas presas, a fiscalía pide penas de cárcere que van desde un ano e seis meses ata tres anos á persoa convocante.

Os feitos ocorreron en xaneiro de 2013, fai xa case oito anos, nunha marcha ao cárcere de Teixeiro. A nosa pretensión era denunciar a situación que viven as persoas presas: torturas, asasinatos, malleiras, abusos, amontoamento, réximes especiais FIES, dispersión, desasistencia médica, represión ás familiares e amigas das persoas presas …

Todos os anos, desde fai mais de vinte, realízase esta marcha. Queremos resaltar que sempre a presenza dos corpos represivos é brutal (garda civil, policía nacional, antidisturbios, secretas) superando en moitas ocasións o número de persoas concentradas.

A tensión chéirase no ambiente, desde a nosa chegada somos observadas, inspeccionadas, espiadas, gravadas, identificadas, ultraxadas, dirixidas, sometidas á lei, reguladas, escrituradas, sermoneadas, verificadas, clasificadas, censuradas , ordenadas, rexistradas, amoestadas, multadas, previdas, castigadas, estafadas, reprimidas, maltratadas,… e agora, xulgadas e condenadas.

Ese ano concentráramonos ao redor dun centenar de persoas e, como todos os anos, o talante dos corpos represivos foi intimidador; en anteriores ocasións picárannos os pneumáticos dos nosos vehículos. Despois de que varias compañeiras ofrecéranse voluntarias para vixiar os coches, o resto dirixímonos en marcha cara á prisión, sempre baixo a estreita vixilancia dos corpos de “seguridade”.

Á nosa chegada varias compañeiras dispuxéronse, como vén facendo todos os anos, a lanzar uns foguetes (artificios pirotécnicos); a finalidade é que as persoas presas saiban da nosa presenza. Nese momento a policía de forma brutal e prepotente abalanzáronse sobre as compañeiras e produciuse un tumulto no que foron identificadas varias persoas.

Oito anos despois esas persoas son procesadas con peticións desproporcionadas que inclúen condenas de prisión.

A solidariedade! ese é o delito e todas somos culpables, todas as que rexeitamos este sistema punitivo, opresor e explotador, as que queremos que todas sexamos libres fora desta sociedade-cárcere; todas estamos a nos poñer no lugar no que a “lei” concibe a culpa, cos nosos posicionamentos estamos a adquirir diante deles a condición de culpabilidade.

Ningunha de nós é inocente e sería un erro identificarse con este concepto, todas somos culpables, estamos na súa lista de futuras persoas presas, só é uestión de tempo, ninguén está á marxe da súa represión, dos seus códigos, das súas leis. Poida que mañá sexas tu a persoa presa ou perseguida, que cambien a túa vida completamente.

Calquera individualidade, grupo ou colectivo disidente converteuse no albo do seu punto de mira.

Están a cazarnos como a moscas!

Destruír e, se non é posible, neutralizar a nosa capacidade de mobilización social e de denuncia é un dos seus obxectivos.

Por iso mesmo faise imprescindible non ceder na nosa loita e mostrar a nosa solidariedade coas persoas represaliadas e con quen sentan agora na bancada esixindo a súa total absolución.

Boti.

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(*) Nota do Gaviero.- Sinaladamente nesses anos as denúncias por maltratos a presas nos macrocárceres de Teixeiro e A Lama foram quantiosas. No velho blogue de Abordaxe fica constância.

(en castellano)


LA SOLIDARIDAD SE SIENTA EN EL BANQUILLO x Boti

Este miércoles, 25 de noviembre, en los juzgados de A Coruña se sientan en el banquillo de los acusados cinco solidarias con las personas presas, la fiscalía pide penas de cárcel que van desde un año y seis meses hasta tres años a la persona convocante.

Los hechos ocurrieron en enero de 2013, hace ya casi ocho años, en una marcha a la cárcel de Teixeiro. Nuestra pretensión era denunciar la situación que viven las personas presas: torturas, asesinatos, palizas, abusos, hacinamiento, regímenes especiales FIES, dispersión, desasistencia médica, represión a las familiares y amigas de las personas presas …

Todos los años, desde hace mas de veinte, se realiza esta marcha. Queremos resaltar que siempre la presencia de los cuerpos represivos es brutal (guardia civil, policía nacional, antidisturbios, secretas) superando en muchas ocasiones el número de personas concentradas.

La tensión se huele en el ambiente, desde nuestra llegada somos observadas, inspeccionadas, espiadas, grabadas, identificadas, ultrajadas, dirigidas, sometidas a la ley, reguladas, escrituradas, sermoneadas, verificadas, clasificadas, censuradas , ordenadas, registradas, amonestadas, multadas, prevenidas, castigadas, estafadas, reprimidas, maltratadas,… y ahora, juzgadas y condenadas.

Ese año nos concentráramos alrededor de un centenar de personas y, como todos los años, el talante de los cuerpos represivos fue intimidador; en anteriores ocasiones nos habían pinchado los neumáticos de nuestros vehículos. Después de que varias compañeras se ofrecieran voluntarias para vigilar los coches, el resto nos dirigimos en marcha hacia la prisión, siempre bajo la estrecha vigilancia de los cuerpos de “seguridad”.

A nuestra llegada, varias compañeras se dispusieron, como se viene haciendo todos los años, a lanzar unos cohetes (artículos pirotécnicos); la finalidad es que las personas presas sepan de nuestra presencia. En ese momento la policía de forma brutal y prepotente se abalanzaron sobre las compañeras y se produjo un tumulto en el que fueron identificadas varias personas.

Ocho años después esas personas son procesadas con peticiones  desproporcionadas que incluyen condenas de prisión.

La solidaridad! ese es el delito y todas somos culpables, todas las que rechazamos este sistema punitivo, opresor y explotador, las que queremos que todas seamos libres fuera de esta sociedad-cárcel; todas estamos poniéndonos en el lugar en el que la “ley” concibe la culpa, con nuestros posicionamientos estamos adquiriendo ante ellos la condición de culpabilidad.

Ninguna de nosotras es inocente y sería un error identificarse con este concepto, todas somos culpables, estamos en su lista de futuras personas presas, solo es cuestión de tiempo, nadie está al margen de su represión, de sus códigos, de sus leyes. Puede que mañana seas tu la persona presa o perseguida, que cambien tu vida completamente.

Cualquier individualidad, grupo o colectivo disidente se ha convertido en el blanco de su punto de mira.

Nos están cazando como a moscas!

Destruir y, si no es posible, neutralizar nuestra capacidad de movilización social y de denuncia es uno de sus objetivos.

Por ello mismo se hace imprescindible no ceder en nuestra lucha y mostrar nuestra solidaridad con las personas represaliadas y con quienes se sientan ahora en el banquillo exigiendo su total absolución.

Boti.

Sindicato Popular De Vendedores Ambulantes de Barcelona contra pacto de pesca da UE com o governo do Senegal. Efeito-causa da Migraçom das empobrecidas

Estes dias os noticiários das canles de televisom españolas falam da ingente quatidade de pessoas africanas empobrecidas que, viajando em inestáveis caiucos, chegam às costas das ilhas Canárias ou morrem no intento de atopar uma vida milhor fora dos seus lugares da origem.

O “drama humanitário”, palavras que soam repetidamente nestes falsimédios, misturam-se com reproches de políticas que cada vez igressa seus enormes salários e dietas íntegras e que, com moi pouca integridade moral, reclamam que “esse coladero tenha fim” e que se “fagam mais devoluçons da gente que chegou lá fugindo da miseria”. Nada dim estas hipócritas da situaçom de origem destas pessoas, nom é seu problema ir a raiz dos motivos que levam a tantíssimas pessoas a arriscar suas vidas no intento de milhorar a sua situaçom e a das pessoas que deixam a atrás sem quere-las deixar. Para estas políticas, as migrantes nom som pessoas coma elas, som só um número problemático que está convertendo “Canarias num polvorim”.

Traigo acá (traduzido), co galho de tentar contrarrestar um algo tanta xenofobia, a convocatória para este vindouro sábado dum protesto em Barcelona POLO DIREITO À VIDA!! e CONTRA A SINATURA do ACORDO de PESCA da UE com SENEGAL e mais o seguinte texto que o Sindicato Popular De Vendedores Ambulantes de Barcelona vem de colar numa RRSS (em 13 de novembro) para denunciar um trato entre governos. Uma denúncia que sim vai direito à raiz do problema:

Ninguém vem a Europa para ser violentada ou escravizada, tamém nom para sobreviver. Ser mantero é a única opçom possível para aquelas que sofrem as consequências de leis estatais como a Lei de Estrangeiria e de Pactos Europeus que promovem a exploraçom de países como Senegal.

Ontem a Uniom européia voltou a assinar um pacto com Senegal para facilitar a exploraçom pesqueira do mar senegalés por parte de grandes multinacionais internacionais, muitas delas Españolas (*).

Som pactos irresponsáveis que nom têm em conta as condiçons de vida daquelas pessoas que estiveram mantendo às suas famílias graças à pesca e que, finalmente, se vêem obrigadas a deixar seu país em procura de uma vida digna e em paz.

Mas no seu caminho, em vez de paz e dignidade, encontram-se com mais violência. 2.000 pessoas saíram nesta semana da costa africana, 480 têm perdido a vida tentando chegar a Espanha. Uma semana, 2.000 saídas, 480 mortes. Um escândalo mundial de primeira ordem.

As poucas que conseguem chegar som deportadas, sem ter em conta as razons pelas que saíram de seus países, vulnerando de novo seus direitos e levando-lhes a um país desconhecido como Mauritania, o último país do mundo em abolir a escravitude. Nem sequer som devoltas a seu país de origem !!

Em frente a esta realidade:

Denunciamos a opacidade dos governos africanos e em concreto do senegalés, por ir na contramám de seu povos e a favor de empresas européias e internacionais.

Reclamamos a busca de soluçons sociais e NOM policiais. Necessitamos que o governo dirija o país tendo em conta as necessidades da gente jovem e isto requer uma política social justa e uma comunicaçom ampla e humana com a gente. O Estado investe recursos em redadas policiais no mar ou assina tratados como o da pesca. Enquanto isto suceda, jovens seguirám procurando a maneira de viver melhor arriscando suas vidas contra sua vontade. Ninguém quer desaparecer no mar.

Exigimos soluçons imediatas para que se termine este massacre. Oxalá nossos governos quigessem-nos um pouco como nós queremos a nosso povo. O mar é nossa caixa forte.


(*) O protocolo assinado estabelece permissom de pesca de atum para 28 atuneiros cerqueiros congeladores, 10 canheiros e 5 palangreiros de España, Portugal e França (10.000 toneladas ao ano), assim como pesca de merluza negra para 2 arrastreiros españoles (1.750 toneladas por ano).

A COVID.- Pandêmia do Mundo Rico com muita hipócrita esperança de vida

Dias há publicava nesta mesma minha bitácora um artigo onde fazia pública a analise que elaborei ao respeito da baixa influência da COVID na África Negra e onde quitava coma conclusom que, dado que a imensa maioria da sua povoaçom nom chega a viver os anos para os que este vírus mata sem compaixom, este suposto vírus tem mais de eutanásico para gente do chamado 1º mundo do que assassino de gentes sás.

Agora venho de elabourar este quadro onde, recolhendo dados da OMS, comparo aos 20 países onde a gente que vive atrapada entre suas fronteiras tem a minor esperança de vida -todos africanos e ubicados no entorno da linha imaginária do Equador, a maioria deles no considerado hemisfério norte- e a influência da COVID neles com esses mesmos dados da povoaçom que vivemos e sofremos entre os límites impostos do que se conhece coma España, onde se presume de ser um dos países com maior esperança de vida de Europa e do Mundo:

Nom sei que opiniom lhe poida parecer a quem chegou até acá lendo isto, mas eu só podo quitar coma única conclusom lógica que este vírus ataca com toda sua virulência às pessoas do mal chamado 1º mundo que estám dando seus derradeiros passos por este mundo (se se dá a circunstância de que ainda poidam andar) e que, em mutos casos, som mantidas com vida á força e longe de seus seres queridos, muitas delas desmemoriadas e empiruladas até seu fim, onde sofrem esperando a sua morte carregadas de doenças.

Mas, pouco ou mais bem nada, tem de assassino de gentes sás. E de ai as muito baixas cifras de mortes entre a gente africana e a grande porcentagem de “recuperadas” nuns países onde a medicina e a saúde ocidentalizada nom figura entra suas particularidades e onde, ao igual que se passa com a gente moça em tudo o mundo, é notório que este vírus nom fai caseque nenhum dano.