[$hile] UMA MOI BOA NOTÍCIA. CAE a MONTAGEM JURÍDICA POLICIAL contra os DETIDOS polos LUMES no METRO de SANTIAGO de há 1 ano

ACABo de saber, graças a uma compa nas RRSS, que no estado $hileno a fiscalia e a polícia seguem fazendo montagens que, de quando em quando, caem polo próprio peso da imundícia coa que adornaram as provas falsas apresentadas. Tal qual o estado español.

De sempre se digera que $hile e España seguiram derrotas comuns no passo duma dura Ditadura até a Democracia. Uma afirmaçom que mesmo defendem esses falsimédios que, desde entom, seguem tratando de vender-nos a moto de que âmbas “transiçons” foram modélicas. Mas tamém entre antisistemas de âmbas partes do planeta se têm essa consideraçom, se bem com um claro matiz diferencial, dado que, onde fanáticas da ordem e da lei, disfarçam de modélicas as ditas transiçons, em troques, nós, consideramos que estas mudas de governo foram mais bem umas transaçons entre iguais tanto na España coma no $hile, entroutras coisas pola sua similitude em que nom houvera limpeza alguma de elementos fascistas nos estamentos da juricatura e mais dos corpos repressivos e/ou coa similitude nas práticas repressivas de seus corpos de (in)seguridade coma infiltrar nos protestos polícias de civil ou manipular fontes audiovissuais co galho de criar provas falsas coas que assinalar aos supostos culpáveis de atos de protesto considerados vandâlicos.

Benjamín Salazar, estudante de só 16 anos, e mais seu tio Daniel Morales, de 35, foram acusados há agora um ano de ser autores do incêndio no metro Pedreros acaecido no marco dos protestos de 18 de outubro do ano passado, 2019, contra da excesiva alça nos preços do transporte público da capital $hilena; quando o que começara como uma jornada tranquila, com estudantes da secundária protestando nas estaçons do Metro de Santiago, como já se passara em jornadas precedentes, rematara com buses e estaçons do metro ardendo e coa declaraçom de Estado de Emergência polo seu presidente Sebastián Piñera, um democrata cristã, um empresário sem escrúpulos, um dos homes mais enriquecidos nessa parte do mundo graças ao sudor de milheiros de pessoas empobrecidas.

Uma jornada onde miles protestaram nas ruas, entre elas, Benjamín e Daniel, que foram detidos vários dias depois, uma vez preparada a montagem que lhe permitiu á fiscalia ordear a sua prisom preventiva desde entom.

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Benjamín caira nas redes da PDI (polícia de investigaçom) em joves 7 de novembro no exterior do seu liceu durante uma calurosa manhã (lembro a eurocentristas que, no hemisfério sul, em novembro é primavera), os motivos para deter-lhe, um vídeo onde a polícia o identifica entre as pessoas que prenderam lume à estaçom de metro de Pedreros. Seu tio Daniel caira em venres 13 de dezembro, depois que a PDI manipulara o teléfone celular do Benjamín e tirara conclusons falsas para deter-lhe.

Nesta ligaçom (em castelám) dam conta moi detelhada dos feitos e mesmo colam os vídeos e uma suposta conversa de wassap comprometedora entre sobrinho e tio. A crónica, assinada e publicada em 13 de julho deste ano por Benjamín Lizama e que conta com os parabens da coperativa Mujeres Manos Libres -em contato direto coas familiares de Benjamín- relata os sucessos do caso, e denúncia que, durante seu paso pola detençom do minor, Benjamín, fora objeto de maus tratos policiais e ameaças coma a de fazer-lhe dano à sua avó e a sua irmã minor, ao tempo que lhe asseguravam que nesse mesmo momento “le estaban reventando la casa”.

Pois bem, tal coma anúncio no cabeçalho, ontem 3 de novembro de 2020, tras várias jornadas dum juíço que se poderia qualificar de político, âmbos acusados, tio e sobrinho sairom absoltos de tudo cargo.

Rodrigo Román, seu advogado, denúncia nestoutra ligaçom , que ficou ao descuberto que “todo se basó en un montaje urdido y armado por la Policía de Investigaciones de Chile, sobre la base de un video cuyos autores y orígenes de las cámaras no se llegó nunca a conocer”, e engadiu que “al final del día quedó al descubierto que es un video editado por parte de la policía, lo que sirvió como prueba inculpatoria para dejarlos un largo año detenidos”.

Uma vez mais demonstra-se que, na España e em $hile, a polícia acussa com provas falsas, neste caso um vídeo, que editado e manipulado a consciência, era a única “prova” da fiscalia.

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