Comochoconto – A Imaculada Constituiçom da Transiçom

Deito acá este aúdio do meu programa “Comochoconto” da Rádio Kalimera, emitido por última vez em 2012 (e agora atualizado), no que relato como foi a sinatura da Imaculada Constituiçom nesse periodo que dam em chamar a Transiçom, que nom foi mais que a aprovaçom da continuidade do franquismo baixo um régime monárquico onde, as famílias que se figeram com o control e o poder económico baixo o franquismo (incluida a do monarca), som as mesmas que seguem controlando o pastel (ainda que dezume corrupçom a esgalha) com a colabouraçom necessária do resto de agentes autores desta trama onde se tratou de conseguir que ficara “tudo atado e bem atado” como deixara dito Franco.

O programa quere ser umha Homenagem adicada a todas as pessoas que foram assassinadas por ser antifascistas nesse tramo da nossa história que os falsimédias dam em chamar a “Transiçom” e por isso fai-se um relatório (nom completo) dos casos que sucederam no periodo entre os derradeiros alentos vitais do ditador até inícios dos anos 80.

Dizer que, pese á manipulaçom dos médios, a gente que votou a favor da Constituiçom na totalidade do estado espanhol, foram menos do 60% do censo eleitoral na altura (censo do que, mais de 40 anos despois, só ficarám vivas umha porcentagem moi pequena das que, por entom, poideram votar).

Como nota curiosa dizer que na Galiza só acudira a votar um 50% e isso pese a que todos os grandes partidos chamaram á participaçom (BNPG e UPG a votar na contra e a UCD, PSOE, AP, PCE, e mesmo os sindicatos UGT, CCOO e USO, a favor; e na Galiza só a CNT e o MCG figeram campanha pola abstençom)

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