Nas vacinas está a soluçom??

A conversa duma sociedade define e forma parte da comprensom que suas indivíduas tenhem do mundo. Quando crências e imagens nom som objeto de debate ou incluso tam só som dominantes numa sociedade determinada, habitualmente as suas indivíduas chegam a aceita-las como verdades evidentes por si mismas”. D. Goldhagen no seu livro “Os Verdugos Voluntários de Hitler. Os alemás correntes e o Holocausto”.

Muito, muitíssimo, estám a falar mentideiros de toda pelagem e feitura ao respeito do SARS-CoV-2, esta cepa do Coronavírus com nome de nave espacial de “Star Trek” ou da “Guerra das Galáxias”.  A Alarma Internacional causada pola doença provocada por este micro-organismo -de apenas 0,00002 milímetros de tamanho- ocupa jornais, televisons e as redes sociais de supostas espertas que alentam ao cumprimento estrito das diversas medidas de obrigado cumprimento. Som as colabouradoras necessárias das aleatórias alertas que, governos e governinhos, mudam caprichosamente com o passo do tempo segundo optem em adotar a destra ou sinestra, uma ou outra estratégia cara, supostamente, tentar freiar e conter a virulência deste bichinho que, segundo nos contam, está a originar, em pleno século XXI do calendário cristã, muitas mais mortes em humanas que nenhuma outra doença conhecida até agora no “mundo moderno”.

E quando falo do “mundo moderno” estou a falar desses territórios limitados do planeta Terra, dos que, suas governantes -e a maioria das suas governadas- se autodefinem coma “mundo desenvolvido” e onde, o coidado de nossos corpos e a nossa saúde está em mãos caseque exclusivas de gentes que aprendem o ofício encirrados em aulas e laboratórios e que, sem contato algum coa natureza, desprezam e denigram séculos duma sabiduria ancestral transmitidas de geraçom em geraçom polas gentes que aprenderam a sandar observando às outras animais, e que praticavam seus saberes de curaçom utilizando ervas, sementes, raizes, cogumelos, barros, lodos, cortiças, flores, …

Claro está que, naquelas épocas, os comportamentos animais assim observados eram sobre exemplares que viviam livres no seu habitat, entanto que agora, as animais observadas por cientistas e gentes da “medicina ocidental” estám engaioladas permanentemente, alimentadas de maneira artificiosa e envelenadas adrede com vírus e outros patógenos para estudar suas respostas diante destes agentes infecciosos.

Ah! quando escrevo “ocidental” refiro-me a essa vissom eurocentrista do planeta, onde o centro do mundo está focalizado no hemisfério desenhado desde há tempo – nom foi assim sempre- na parte de arriba das cartas naúticas, dos mapas e doutros planisférios. Nos mesminhos territórios onde, segundo contam tanto as lendas coma recolhem as histórias oficiais, governam e governaram os maiores assassinos da Terra, os maiores causantes de desgraças e holocaustos e onde, antigas pandêmias mortais, já deitaram evidências abondo de que, nossa maneira de viver amoreadas em espaços com pouca ventilaçom e moi pouca higiene, era a causa primórdia dessas pragras infeçosas que causaram milhons de mortes e das que, governantes e outros mentideiros de antanho, para botar fora responsabilidades, assinalavam aos seus inventados deuses coma emissores de tam fatais desgraças e mentindo contavam que estes atuavam de jeito tam cruel porque estavam anojados pola falha de obediência e submissom da plebe para com seus governantes e outras falsidades; e nom só culpavam mesmo às mortas de ser merecedoras de tam cruel castigo divino; tamém as animais da sua contorna eram assinaladas de ser as únicas culpáveis da propagaçom dessas doenças e das mortes que causava.

Na altura, afetadas polo mal eram afastadas bem longe e/ou encirradas em lugares ilhados à espera da morte e mesmo muitas vezes eram queimadas vivas para evitar que propagaram as pestes. A questom preferente que motivara estes encirros, afastamentos ou assassinatos das doentes era evitar que se contagiaram as gentes importantes do reino, que guardavam quarentena muros adentro nos seus castelos.

Nestes tempos, nos que supostamente a maioria da gente ocidentalizada está milhor informada, que tem aparatos tecnológicos case sempre entre suas mãos cos que até podem optar por buscar mais informaçom e mesmo contrasta-la com a oficial; semelharia que já nom é tam doado botar as culpas ao lombo das governadas, mas seguimos igual que séculos atrás; o poder de conviçom das profissionais da mentira e/ou de nossos governantes seguem fazendo melha em responsabilizar ao povo da permanência do mal entre suas fronteiras; e para assombro de curiosas coma mim, há muito tempo que estes mentideiros nom contam absolutamente nada sobre a origem desta pandémia internacional, de como se volveu a passar, uma outra vez mais, que um vírus de procedência animal saltara ás humanas.

“O 75% das enfermidades víricas e bacterianas que temos as humanas procedem de animais, som de origem zoonótico”. Som palavras de Nacho de Blas, Epidemiólogo veterinário da Universidade de Zaragoza que além assinala que “muitas destas coisas  sabemo-las os veterinários desde há 90 anos, porque temos coronavírus em animais. O principal problema das galinhas e os polos desde 1930 é uma coronavírus: a Bronquite Infecciosa Aviar. Levamos décadas trabalhando com coronavírus. Sabemos perfeitamente quais som as suas vias de transmissom, os seus comportamentos estacionais,  sabemos perfeitamente que as vacinas som uma porcaria e que som complexíssimas. Sabemos incluso que as vacinas nalguns casos foram contraproducentes. Nos cans, as vacinas registradas como para combater ás coronavírus foram todas retiradas do mercado porque nom protegem. Estamos falando de vacinas que foram superprovadas mas que nom funcionam. A imunologia é supercomplexa”.

UMA HISTÓRIA REAL

Estes dias caeu na minha mão o livro “Cuando estés enfermo cúrate por el crudismo”, autoria de Nicolás Capo (1) quem, tras padecer uns graves problemas de saúde com 16 anos, se interessara polo naturismo tras entrar em contato com o emigrante galego José Castro com quem fundara a Revista “Vivir” e a “Escuela Libre Naturista de Montevideo” em 1920. Capo está considerado, ainda hoje em dia, coma um dos grandes promotores do nudismo, do naturismo e da cultura do corpo livre (2), além da trofologia, uma dieta regeneradora que, misturando crudismo com vegetarianismo, trata as enfermidades causadas por uma má combinaçom dos alimentos que ingerimos.

Capo num capítulo deste seu livro, lembra um fito histórico direitamente relacionado coa expansom das teorias de Pasteur e seus siareiros (sic): “Com o descobrimento dos micróbios e com a decidida e universal propragaçom da teoria das suas peligrosas infeçons no século passado, Pasteur (e isso que nom era médico) deu um terrível susto á humanidade.

Alucinados os professores das principais cátedras das facultades de París e os “grandes” mestres de seus hospitais, por tam brilhante descobrimento, crerom que estavam já entrando numa era de sabiduria clínica de laboratório, tam científica que era necessário e imprescindível pôr-se de costas à natureza.

Pugeram mão a obra e adicaram-se a combater com todas suas forças e a sangue e lume todas as teorias contrárias (as de Bechamp , por exemplo), ordenando ferve-lo tudo, cocinha-lo tudo, incinera-lo tudo, “desinfeta-lo” tudo. (…)

(…) e até mesmo beber toda água bem fervida, sob o pretexto de detruir com o lume os micróbios que encerram os alimentos e as bactérias que contem as águas.

Fora a bagunça!! Quem comeria cru?… Digera tal o Pasteur!!  

Nada de fruitas cruas, nada de saladas cruas!!

Potas, marmitas, caços e tijolas apropriaram-se de todos os centros civilizados de Europa e os egrégios professores do famoso Instituto Pasteur, juramentaram-se a nom provar jamais nada cru (…)

(…) E que se passou? Que os professores do Instituto Pasteur foram as primeiras vítimas desse “cocidivorismo” riguroso e enfirmavam sem saber qual era o motivo e mesmo algum deles morreu sendo moi novo.

Segue contando Nicolás Capo no seu livro que, este fracaso da teoria microbiana tivo que asssitir no final de século XIX ao glorioso descobrimento das vitaminas e das suas consequências e a rehabilitaçom das recomendaçons da alimentaçom em cru. “E é que se chegou cientificamente á conclusom de que existem muitas classes de micro-organismos (ou micróbios) porque se nom fosse assim, “tudo” seria infeçom, pois na Natureza tudo é Vida, em tudo há micróbios, até em nós mesmas, nos nossos corpos, na nossa sangue, nossa saliva. E no mesmo ar puro há milhons e milhons de micro-organismos por centímetro cúbico. (…)

Figera-se de novo uma parêntese e chegou-se a uma nova conclusom: Há mocróbios -ou vidas- sás e que favorecem nosso corpo e hai-nos maus ou patológicos.        


NOTAS

(1) Nicolás Capo (1899 – 1977) https://www.pressreader.com/spain/historia-de-iberia-vieja/20160519/282780650736131   Uruguaio de nascemento chegara em 1923 a Barcelona e lá criara junto a sua mulher, Ramona Pereda, a escola Naturista Pentalfa em 1926 e a revista quincenal do mesmo nome que se publicara ininterrumpidamente até 1937 quando, tras a ocupaçom fascista de Barcelona, fora perseguido, expulsado e exiliado (por recomendaçom do bispo de Barcelona, Gregorio Modrego) e encirrado em vários campos de concentraçom na França; além se lhes confiscaram todas as ediçons de seus livros. Retornara Barcelona no 1941, e estivera agochado em casas de amistades mais pouco depois fora detido por “desafeto ao regime” e recluido a trabalhos forçados durante 3 anos no campo de concentraçom de Nanclares de la Oca (Áraba), onde sanara a muitos prisioneiros com as suas receitas. Em 1952 fora denunciado por “intrusismo” e tivera que se exiliar a Perpignan até 1967 onde seguiu publicando e difundindo incansável o naturismo. Morrera em Barcelona em 19 de março de 1977, só um ano depois da 5ª ediçom do extraordinário livro que venho de lêr e que, na altura, se esgotara rápidamente por causa do boom das coisas naturais, polo maior conhecemento da dietética e pola popularizaçom dos regímenes vegetarianos.

Entre suas coetâneas adetas figuram pessoas senlheiras do movimento libertário coma Federica Montseny ou Joan Puig Elies, e suas crências coexistiram junto com a defessa da revoluçom social como via para chegar a um comunismo libertário naturista. Entre 1923 e 1934 nos países catalás proliferaram as publicaçons das tendências naturistas do movimento libertário. A revista individualista “Iniciales” (1929 – 1931) recolheu as distintas correntes deste naturismo libertário numa sua seçom adicada ao nudismo.

(2) A cultura livre ou livrecultura autodefine-se coma um movimento biológico, e polo tanto instintivo que se separa das maiorias humanas que vam polo caminho da degeneraçom. Manifesta-se em tres planos: a) Higiénico: fronte ao anti-higiénico catolicismo: limpeza, sabom e sol, b) Estético: a nudez expressa a beleça natural oculta polas vestimentas e c) Ético: a nudez como franqueça e eliminaçom de roles e máscaras sociais.

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