2020.- O ano da Pandemia ou o ano da HISTERIA COLETIVA x José R. Loayssa

Recolho este texto, autoria de José R. Loayssa, médico de família do Serviço de Urgências de Osasunbidea (Serviço Navarro de Saude) e colunista no jornal El Salto, onde tenhem saido publicados vários artigos de seu durante esta pandemia da COVID, críticos coas medidas tomadas ao respeito. Colo acá traduzido:

Ninguém poderia vaticinar a catástrofe que se produziu. Especulava-se desde fai anos com o aparecimento dum vírus mortal capaz de decimar a povoaçom do planeta. Veu um Vírus novo, ainda que com curmáns conhecidos, e estendeu-se por todo mundo de um a outro confim. Mas resultou que sua virulência assassina conquanto era não desdenhável tamém não era espetacular. Dava igual, de montar o espetáculo encarregaram-se os governos e um sector de “expertos” que se viram com a possibilidade de ganhar protagonismo dando-lho ao novo vírus. Ao protagonista da catástrofe, chamado originalmente SARS-COV-2, puseram-lhe alças para que parecesse mais alto e rechearam-lhe seus ombros para que parecesse mais forte. Deram-lhe abundante publicidade converteu-se no rei de todos os noticiários, onde sempre saía com o perfil favorável, a melhor cara de mau de filme de terror.

Resultou que como seus curmáns é capaz de fazer passar um mau engolo a uns quantos e se te apanha com o pé mudado atirar-te ao cham, ainda que sejas uma pessoa com aparente boa saúde. Mas sem esquecer a estas vítimas mais dolorosas se cabe, temos que dizer que é um vírus que precisa que estejas com o pé mudado ou tenhas muita má estabilidade para te causar danos irreparáveis. Os casos individuais som muito dolorosos, mas não podem servir para se converter na trama dum filme que tem outras paisagens, outras vítimas e sobretudo tem a muitas participantes, que não se inteiram que têm albergado em suas células ao vírus assassino mais famoso da história. Muitas das que foram abatidas tinham já apalavrada uma outra morte com um outro protagonista, mas nosso vírus tirou-lhes o prato.

Nosso assassino em série acaba com a vida dentre 2 e 4 em cada mil que “possui” e se o possuído tem menos de 70, 1 em cada 2000/3000, com essa capacidade letal relativamente exígua, tem conseguido paralisar a economia do mundo, e que os governos, tomando seu nome em vão, amargurem a vida da gente e organizem uma “hecatombe zumbi”, as mortes que vão produzir a criaçom, rodagem e projeçom deste filme, vão compensar sobradada a escassa ( em relaçom ao proclamado) potência assassina de nosso vírus.

Uma ideia sobre “2020.- O ano da Pandemia ou o ano da HISTERIA COLETIVA x José R. Loayssa

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