A Linguagem Matemática ao serviço do MEDO na propaganda da COVID

Se uma qualquer pessoa que só se informa da pandemia polo que dim nas teles e nos grandes jornais e segundo a informaçom facilitada polos governos e governinhos, escutara ou lera num qualquer destes meios que, na atualidade, na España temos uma incidência acumulada de 446 pessoas infestadas da COVID por cada cem mil habitantes; de seguro que seguirá tendo-lhe um medo atroz a pilhar esta doença e seguirá a olhar com muita desconfiança a qualquer que se lhe achegue a menos de 2 metros de distância.

Se bem, se essa mesma pessoa lêra num jornal ou escutara na tele, que essa incidência acumulada é de 4’46 pessoas por cada 1000 habitantes, ou ainda milhor de 0’44 pessoas por cada 100; ou postos a redondear para nom ter que dividir uma pessoa em anacos, e digeram que só 4 de cada 900 habitantes estám na atualidade infetadas (que nom é o mesmo que doentes, dado que, mesmo os governos, autoridades sanitárias e falsimédios tudos reconhecem que, a imensa maioria das pessoas que deram positivo nos PCRs apenas tenhem síntomas e curam aos poucos dias sem que lhe fiquem sequelas sinificativas dessa enfermidade no seu corpo) igual o susto nom era tanto e o medo e a desconfiança se propragariam duma outra maneira. Nom si?  

Basta imaginar que numa multitude de 900 pessoas (algumas mais do que o censo atual no concelho de O Bolo) haveria só 4 infestadas da COVID. Se faria tam terrível esta epidemia??

Pois todos os dados manejados neste escrito até o de agora som idênticos, igualinhos, puro resultado da mágia da numerologia; onde os dados adquirem importância ou restam medo segundo coma se contem.

E falo da mágia por esse efeito válido para burlar as mentes mais predispostas a ser enganadas para que fijem a sua atençom só no que se fai com uma mão e á vez engana-las com a outra. E assim, a maioria das pessoas quando escutam ou lêm 446 de cada 100 mil, fica na sua mente esse dado preciso e preocupante das 446 pessoas infetadas e preocupa muito, senom muitíssimo se só ficas com o de cada cem e borras da tua mente o mil da continuaçom.

E coma som as grandes quantidades o que assustam ás medorentas crédulas, quando se trata de falar de mortes, desaparecem as quantidades referentes dos tantos por cem mil e entom os mentideiros (governos e meios afins) falam só de números frios e enteiros: 53.079 mortes registradas até agora pola COVID na España (segundo venho de mirar).

Mas, se temos na conta de que segundo o censo español de 2020 há registradas 47.332.614 habitantes; poderiamos escrever que, desde que começou a temível pandemia o índice de pessoas mortas por total de habitantes arroja um índice de 0,00112 pessoas; e se o exponhemos coma fam os governos por cada 100 mil habitantes, optemos um índice de 112 pessoas por cada 100 mil, ou uma mortalidade de só 1 de cada mil, dados âmbos de muito minor impacto mediático e muito menos medonhentos que o das 53 mil 79 mortes totais.

Além, os mentireiros (governos, governinhos e falsimédios ao uníssono) estám agora agoniados porque os dados das defunçons do ano 2020 nom reflitem a importância da pandemia da COVID nos dados oficiais da mortalidade anual em comparança com anos anteriores. Segundo se despreende das últimas estatísticas publicadas polo próprio Ministerio de Sanidade español (dados a 17 de dezembro de 2020) o total de falecidas no ano passado (e a falha de sumar os dados da 2ª quincena de dezembro) foram 366.163; quando em 2019 sumaram 418.556 e em 2018, 427.967.  

Para justificar essa míngua, professionais da mentira, tratam de justifica-la multiplicando o efeito da mascarilha e do distanciamento para justificar essas menos mortes tamém por causa doutras doenças infeçosas (isso sim sem aportar dado algum) e outras aventuram-se a quantificar que essos dados pendentes de dezembro vam fazer superar por muito as defunçons de anos anteriores (tamém sem aportar nenhum dado justificativo das suas prediçons). Mas uma simples operaçom de dividir o total de falecidas até 17 de dezembro entre os 11 meses anteriores, dá uma tasa de 33.287 mortes por mês, e asssim mesmo jogando na contra dos meus intereses, quantificaria uma previsom de 399.450 pessoas mortas no 2020; 19 mil 500 menos que em 2019; 28 mil 500 menos que em 2018,…  

E assim é coma se construem as linguages do medo. Pura mágia.

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