[A Banha] Foco de Coronavírus numa granja de visons americanas.- 2.500 femias e 600 machos serám sacrificadas

Na web de GCiencia dam conta deste 2º brote de COVID numa granja destes animais na España (o 1º acaecera em Teruel no mes de junho do ano passado quando umas provas deram conta da presença do SARS-CoV-2 num 87% destes animais numa granja e constataram uma rápida propagaçom deste vírus, o que levara ao sacrifício de mais de 90.000 mustélidas) e é o enésimo no mundo, desde que se soubo destes particulares vírus que se trasmitem pola via rápida desde animais encirradas até ás humanas que as manipulam, matam e comercializam as suas carnes e graxas ou, coma neste caso, só as suas peles para que as luzam humanas encaprichadas dessas que cultivam aparências e possuem um nulo sentimento ecológico e uma mais que falsa empatia animal (ainda que muitas gostem de possuer mascotes e algumas mesmo se declarem vegetarianas).

3.100 visóns americanas (Neovison vison, sin. Mustela vison) duma espécie exótica considerada invasora e em “pleno processo de expansom” por estes lares (tal é que assim que mesmo a página web do Ministerio de Agricultura y Pesca, Alimentación y Medio Ambiente usa uma fotografia dum exemplar deste animal para encabeçar o seu Catálogo Español de Especies Exóticas Invasoras). Um Ministério que, a este que subscreve, choca-lhe muito esse seu apartado de “Meio Ambiente”, dado que seu objetivo primórdio num estado capitalista coma o español é o de promover a captura, a exploraçom e o consumo de animais mortas e controlar que nom se lhes desmedre e descontrole o negócio vigiando de quando em vez as condiçons sanitárias das exploraçons destas animais que, na sua maioria, desde que nascem até que as matam, malvivem em gaiolas ou noutros espácios mínimos, encirradas, apertadas, comprimidas,… onde entre elas mesmas se provocam danos e se trasmitem enfermidades que, às vezes, coma se passa com toda a família dos Coronavírus, se trasnmitem às pessoas.

A normativa europeia obriga a sacrificar ás 3.100 exemplares desta exploraçom galega, uma das 25 granjas ativas que criam visons americanas encirradas em jaulas. Na Galiza, segundo dados de Meio Rural, é onde se ubicam 31 (das que 25 estám ativas) das 37 exploraçons de visom americano na España, cumha estimaçom de 500.000 animais (69.186 delas reprodutoras), o que vêm a sinificar a maior parte do seitor a nivel estatal.

A começos de novembro passado, uma informaçom chegada desde Dinamarca pugera em alerta ao Centro Europeu de Control e Prevençom de Enfermidades (ECDC) e á OMS: uma variante do SARS-CoV-2, denominada Conglomerado 5, ou Clúster 5, começara a propagar-se de forma “explosiva” polas granjas de visóns da península danesa de Jutlandia. O que tinha de especial esta variante do Coronavírus era, segundo a OMS, que “apressentava uma combinatória de câmbios não observados previamente”, polo que se desconheciam as repercusons dessas mudanças detetadas no código genético do vírus que provocara que nesta país nórdico se sacrificaram 17 milhons de visons. Tanto à OMS coma às autoridades sanitáias de tudo o mundo conhecido, o que mais lhes preocupa som esses câmbios no código do SARS-CoV-2 e, além, a facilidade coa que se está transmitindo de mustélidas a humanas. Um dos seus principais temores é a capacidade destes criadeiros como reservório destes vírus, tal coma já acontece coa raiva (mapaches) ou coa tuberculose (teixugos).

O medo a que esta cepa saltara a humanas derivou em que, noutros países onde esta indústria peleteira é um negócio criminal rendível, tamém acometeram medidas drásticas; mesmo, nos Países Baixos, cum 43% das exploraçons deste país afetadas, acordaram adiantar uma medida que tinham previsto cumprir no ano 2024: o peche de todas suas granjas de visons.

Esse, e nom outro, fora o motivo polo qual na Galiza, a conselharia de Meio Rural, “mantivera um contato permanente co seitor peleteiro galego comunicando-lhes a importância de incrementar as medidas de bioseguridade nessas exploraçons e fundamentalmente no relativo a evitar a transmisom do vírus a través de pessoas infetadas, dado que é esta a principal via documentada de contágio para estas granjas”; do qual se despreende por via da lógica dedutiva que até agora estas medidas de bioseguridade nunca foram suficientes para resultar efetivas á hora de evitar a trasnmissom destes vírus .

Na Galiza, diante o risco de propagaçom do SARS-CoV-2 pola densidade de granjas existentes, além da ameaça cara á biodiversidade que supom dita espécie invasora, as entidades ecologistas Adega e WWF insitaram -no mês passado- a Meio Rural a seguir o exemplo dos Países Baixos e ordenar o peche definitivo destas granjas de visom americano tal coma já se fiz em outros países europeus.

De momento por parte de Meio Rural e do Ministério só se receberam nulas respostas e isso pese a que os últimos trabalhos científicos publicados por equipas de investigaçom dos Países Baixos e Dinamarca confirmam e demonstram graves riscos para a saúde humana nas granjas de visons americanos. Além a Agência Danesa de Saúde Pública proporcionou novas evidéncias de que o vírus replica-se de forma moi eficiente e sofre mutuaçons mais rápidas e frequentes nestes visons americanos criados em granjas e que ditas mutaçons se podem transmitir posteriormente ás humanas, e de humanas a humanas tal coma aconteceu nesse país báltico, onde se identificaram mais de 200 pessoas infetadas coa mutaçom do vírus procedente do visom.

Estes descobrimentos tenhem relevância mundial e provocaram todas as alertas na comunidade científica internacional pelo feito de que algumas das novas variantes do vírus originado no visom já estejam a circular entre a povoaçom humana, e ao risco de que poidam aparecer novas variantes mais virulentas que poideram comprometer a eficácia das vacinas que já se estám injetando atualmente.

A ver se estes medos nom caem em cesto roto por estes lares e em breves assistamos ao final definitivo destas exploraçons animais tam crueis.

Algo bo tem que sair deste merda de pandémia.


Fontes:

Granxas de visóns e coronavirus: que se sabe ata agora? x Manuel Rey em GCiencia 11/12/2020

ADEGA e WWF instan ao conselleiro de Medio Rural a seguir o exemplo de Europa e ordenar o peche definitivo das granxas de visón americano na web de Adega 04/12/2020

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