A MAGIA dos NÚMEROS da COVID ou coma MANIPULAR DADOS a CONVENIÊNCIA.- O Mago Feijóo e as Escolas

Ontem atendim á rolda de imprensa do nosso presidentinho por ver coma me afetavam as suas novas ordens da Reclusom Domiciliária á Vontade mas de Obrigado Cumprimento, emitidas polo chefe, tras considerar (ele, Feijóo) que a situaçom da Galiza com respeito á cacarejada pandemia mediática da COVID é alarmante : “todas as áreas sanitárias estám a suportar uma presom importante e é necessário reduzi-la” (seica dixit).

Recém o Ministério de Sanidade español distribuiu um documento, consensuado com a maioria das comunidades autónomas (entre elas Galiza) no que se estabelecem quatro níveis de risco (baixo, médio, alto e extremo) fixados a partir de 8 indicadores chave para o controle da devandita pandemia, o conhecido como “semáforo” da COVID-19, na que se assinala que uma vila ou um concelho, ou uma área sanitária, está numa situaçom de Alerta Máxima e de Risco Extremo quando, entroutros parámetros, supera-se a cifra de 250 da incidência acumulada de casos diagnosticados coma positivos por cada 100.000 mil habitantes durante os últimos 14 dias e há uma ocupaçom de camas hospitalárias do 15% de casos agudos e dum 25% de ingressos nas UCI.

Em base a esta categorizaçom de alertas, Galiza, hoje por hoje, a nivel de conjunto, está em situaçom de Risco Alto e nom é de Risco Extremo pese a ter uma incidência acumulada nos últimos 14 dias de 517’80 por 100.000 habitantes dado que a sua ocupaçom de camas é dum 10% no caso de águdos e dum 15’9% nas UCI.

517’80 por 100.000 habitantes é o mesminho que dizer uma tasa porcentual do 0’5178% . Isso sabe-lo qualquer pessoa com inquedanças matemáticas pois é o resultado dum simples exercício elemental da regra de três e que resulta de dividir âmbas quantidades iniciais por uma mesma quantidade. Assim, se às cifras 517’80 e 100.000 dividimo-las âmbas por 1.000, optemos um resultado do 0’5178%.

Por outra banda, temos que, de acordo cos últimos dados oferecidos pola mesminha Junta –o sábado passado–, os centros de ensino nom universitário contam com 2.754 casos ativos de coronavirus, uma cifra de récorde.

O EFEITO MÁGICO

Entra entom o GRANDE MAGO FEIJÓO no cenário e explica que a porcentagem de afetadas pola COVID no ensino nom universitário é de um 0,54% e fica tam ancho. Vêm de colar a sua audiência que uma incidência acumulada nas escolas e institutos duns 540 casos por 100.000 é uma quantidade baixa e segue o espetáculo.

E coa mesma Feijóo quitando de seu chapéu panos de diversas cores atrai a atençom do seu entusiasta público ao lançar-lhes o reto de que “as aulas tenhem que seguir sendo um lugar seguro e garante que o ensino seguirá em modo presencial en Infantil, Primaria, Secundaria e Bacharelato, pelo que colégios e institutos continuarám operando com normalidade. Além, no tanto de quitar um coelho branco do seu chapéu, assegura que as escolas infantis e garderias seguirám recebindo crianças “como até o de agora”.

O espetáculo remata e seu público adepto arrinca uma salva de aplausos entre aclamaçons e caras de assombro. Persoal a soldo de jornais, canles de tele, emissoras da rádio,… todas ao uníssono emitem elógios diante desta sua arte em provocar mudanças a partir da vontade fazendo realidade aquele dito que assinala que “a magia é a única arte que faz realidade o impossível”.

Nom há truco, nom há trato ??

E coma coisa de encantamento, fascinaçom ou aturdimento, ninguém semelha percartar-se de que assistiram a um Jogo Tramposo onde uma incidência acumulada a nivel do 517’80 por 100.000 habitantes ubica a toda Galiza numa situaçom de RISCO ALTO e pola contra, uma incidência de 540 casos no ensino non universitário leva ao MAGO FEIJÓO a considerar as aulas de Infantil, Primaria, Secundaria e Bacharelato coma “lugares seguros”.

Seguros ??

Nesta passada finde, Galiza tinha uma incidencia acumulada a 14 dias de 540 casos por cada 100.000 habitantes, a mesminha cifra que os dados no ensino nom universitário que Feijóo nom considera preocupantes.

Isso pese que os dados administrados pola própria Junta assinalam que o sistema educativo está vivindo um medre exponencial no número de positivos detetados desde o regresso à aulas: Assim em 15 de janeiro acadaram-se 1.535 casos positivos no ensino, com uma diferência de 502 respeito à semana anterior; para, marcando-se cada dia um novo ‘récorde’ de casos ativos, chegar ao passado venres 22 quando o sistema educativo galego volveu rachar o teito com um total de 2.628 contágios.

Esta situaçom viu-se refletida no número de aulas em quarentena e clausuradas, que ascenderam das 31 de há uma semana até as 114 deste venres, o que vem a suponher tamém um outro máximo da pandemia sanitária nos centros de ensino galegos onde as crianças voltaram a sofrer os rigores do inverno coas fiestras abertas.

Abracadabra

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