Passado e presente da pandemia X Jon Ander Etxebarria Garate, Decano do Colégio de Biólogos de Euskadi

Jon Ander Etxebarria Garate, Decano do Colégio de Biólogos de Euskadi, é um dos destacados cientistas silenciados nos grandes meios, quando nom vituperado nesses mentideiros com qualificativos coma terraplanista ou negacionista. E nom só, mesmo a falsa neutralidade das malditas empresas concesionárias da censura digital na España, tem posto seus focos nas opinions deste biológo para tratar de despretigia-las e anula-las; porque a discrepância vê-se que é muito perjudical e o debate de ideias entre cientistas numa suposta democracia vê-se que é muito peligroso para os intereses das grandes empresas farmaceúticas e dos governos submissos ao gram Capital. De feito, dado que a credibilidade das suas teses estám em crescente, recém foi entrevistado numa canle de TV patriótica española, onde o ignorante jornalisto tratou de denigrar suas palavras com bem pouco éxito e tras conceder-lhe um tempo mínimo para expresar-se, cortou suas palavras de imediato:

Podedes atopar na rede diversos artigos assinados por este home sempre moi crítico com a campanha orquestrada para meter medo á povoaçom diante da Covid, um home que nom se corta á hora de fazer-lhes um órdago a falsimédios e ao governo progre español e sua manipulada política comunicativa oficial. Suas palavras ferem e muito, e mesmo podedes atopar comunicados de suas medorentas compas, desvinculándo-se das suas opinions e deitando claro que é sua opiniom nom a de tudo o Colégio.

Traduzo e colo agora acá este artigo de opiniom publicado no jornal Naiz em 12 de janeiro onde Jon Ander Etxebarria expom -sob argumentos de peso- que as medidas anti-Covid de obrigatório cumprimento coma enmascarar-nos, enclaustrar-nos e/ou encirrar-nos, tomadas polos governos diante dos dados supostos de contágios e mortes; som absurdas e que, ditos dados, nom diferem em nada dos dados das gripes estacionárias presentes na história da humanidade desde sempre (sua sintomológia fora descrita por Hipócrates no 412 a.C.) até sua curiosa e misteriosa desapariçom mundial neste ano covidiano.

Passado e presente da pandemia

Se se utiliza-se este ratio nas campanhas estacionais da Gripe, na altura, não nos teriam que ter confinado e restringido tamém nossas liberdades?

Fazendo uma recopilaçom do acontecido com esta pandemia desde seus inícios no mês de março de 2020 até a data actual podemos falar tanto do que se fijo no passado como do que se está a fazer na atualidade.

Se nos referimos ao passado, o primeiro que teria que dizer é que a opçom do Confinamento Estrito não foi a soluçom e mais bem o que gerou foi mais problemas. Confinamiento não serviu para reduzir o número de falecidas atingindo cifras tanto no estado espanhol (109 por 100.000 habitantes), Euskadi (139 por 100.000 habitantes) muito superiores a países como Suécia (86 por 100.000 habitantes) nos que não se realizou Confinamento algum.

Em segundo lugar há que fazer referência aos teste de PCR, utilizando-se a ferramenta PCR-Asintomáticos para adoptar todas as medidas de restriçom das liberdades individuais, bem como levar a uma crise económica alarmante a seitores do tecido produtivo e laboral.

Os teste de PCR, é uma metodologia com muitas incertezas e facilmente manipuláveis seus resultados segundo o número de ciclos que se fagam. Esta metodologia em nenhum momento indica-nos a viabilidade do vírus, isto é se este é infetivo ou não enquanto esse resultado não o verifiquemos com um cultivo viral, quantas verificaçons com cultivos celulares se realizaram desde o mês de março seguindo um procedimento meticuloso de purificaçom das mostras?

Os teste de PCR não detetam infeçons já que para ter alguma infeçom há que ter algum sintoma, pelo que o que realmente é a pandemia não é de uma infeçom, é uma pandemia de teste.

Pois com esta metódica estám a tomar-se medidas já que os parâmetros que se utilizam estám baseados nos positivos a dito teste, variando a conveniência, por parte das administraçons sanitárias, o número de teste realizados de forma que quantos mais teste mais positivas asintomáticas que o que fazem é elevar a IA a 14 dias, utilizando como referente os 500 casos por 100.000 habitantes.

Por outra parte tem-se em conta a porcentagem de positivas com respeito ao número de teste realizados e esta porcentagem manteve-se de forma continuada entre o 5 e o 10%, dizendo-nos que havia uma segunda onda e agora que vem a terça. Em primeiro lugar há que dizer que para ver uma evoluçom desta porcentagem de positivas, o número de teste a realizar teria que ser sempre o mesmo, e por outra, que se realmente houvesse novas ondas esta percentagem elevaria-se duma forma vertical que superaria com cresces os valores que se levam obtendo desde o mês de maio.

É curioso que para algumas coisas se ditem as normas da OMS e para outras se despreze informaçom da mesma OMS com respeito a que para considerar que uma pessoa esteja doente, o primeiro e ante os possíveis falsos positivos devido ao número de ciclos realizados, o que há que ter em conta som as observaçons clínicas, os antecedentes da paciente e a informaçom epidemiológica, e que, em todo o caso, há que indicar o valor de Ct no relatório que remeta á paciente, se informa dos valores de Ct nos boletins de análises dos teste de PCR? Qual é a razom para continuar com este despropósito utilizando uns teste como ferramenta essencial para a toma de medidas quando a própria OMS pom-no em entredito?

Igualmente e dentro das medidas já impostas em meses anteriores a utilizaçom das mascarilhas é outra ferramenta utilizada, e, em minha opiniom, mais como ferramenta social que sanitária, gerando receio e falta de empatia na sociedade. Como o vírus Sars-Cov-2 é de novo aparecimento, a OMS fijo estudos anteriormente com o vírus da gripe e deduziu que as mascarilhas não preveniam o contágio, se a OMS diz que para a gripe não previne o contágio, qual é a razom para que se sigam impondo as mascarilhas utilizando ademais métodos coercitivos?

Igualmente podemos falar da outra pata da ferramenta utilizada nesta pandemia como som as asintomáticas.

Ocorre o mesmo que com a PCR e tampouco neste apartado fai-se caso à OMS, cujo organismo confirma que é raro que uma pessoa asintomática transmita o vírus a uma pessoa secundária. E assim o especifica em seu apartado perguntas e respostas sobre a doença por coronavirus covid-19, onde se diferencia presintomática de asintomática e se especifica de que raramente uma asintomática transmita o vírus a uma pessoa secundária, polo que a utilizaçom do binómio asintomáticas- PCR é um erro científico que se está a utilizar desde o início e na atualidade com suas correspondentes consequências tanto a nível de recorte de liberdades como de corte socioeconómico, em definitiva paralisando à sociedade não nos dando conta que as consequências, como sempre tem ocorrido com as crises, sofrêm-las as classes mais empobrecidas.

Referindo-nos ao presente e ao futuro, o primeiro que há que dizer é que se contínua com o despropósito da utilizaçom da ferramenta PCR-asintomáticas, continuando com a realizaçom calculada de número de teste realizados como ocorreu em julho com as eleiçons (incrementando o número de teste após as eleiçons para tomar a medida da obrigatoriedade da mascarilha), ao igual que em novembro (onde na segunda quinzena se realizaram menos teste que na primeira para afrouxar algo as medidas cara à época do nadal), e, neste momento e, em plena época gripal, com toda a probabilidade seguirám utilizando esta ferramenta segundo lhes interesse.

Se nos atemos ao que se está a informar por parte das administraçons sanitárias referente tanto ao desaparecimento da gripe, como às vacinas da Covid-19, podem-se realizar novamente comentários sobre como se contínua, por parte das administraçons sanitárias, organizaçons colegiadas médicas, políticos e governos, com uma informaçom na que segue prevalecendo ao igual que na época passada, inculcar o medo na sociedade tentando justificar as medidas com a falha de disciplina da sociedade e encobrindo a realidade do que ocorre tanto no sistema sanitário, educativo e assistencial, como é a falha de recursos humanos e materiais que vêm de épocas anteriores, e, aqui há que dizer, que tanto sindicatos como supostos partidos políticos progressistas estám ou bem fora de jogo, sendo, em algum caso, ainda mais severos nas medidas a aplicar, ou bem, como é o caso dos sindicatos, estám a perder a razom diante a sociedade, já que exigindo justamente suas reivindicaçons laborais em nenhum momento se têm desmarcado no referente a que o que ocorre não é por culpa da Covid, senão pelo recorte de medidas nestes seitores que vem dando de anos atrás, como é possível que o seitor educativo não só não tenha levantado a voz, senão que têm sido inclusive mais duros no que se refere à utilizaçom das mascarilhas e distanciamento social dos meninos e meninas? Como é possível que não se tenham plantado ante as administraçons para exigir que se poida praticar o desporto escolar?

Considerando a informaçom que nos estám a dar sobre a gripe e que esta tem desaparecido praticamente e se nos atemos novamente ao dito ultimamente pela OMS de que este vírus pode ser endémico como o da gripe.

Diante a nova cepa do Sars- Cov-2 no Reino Unido e com a informaçom de que sua transmissom é mais rápida mas com uma menor letalidade, se podem realizar as seguintes perguntas: se esta cepa tem mutado, de que serve entom a nova vacina se a mesma se desenhou sem a cepa mutada? Não se realiza a vacinaçom da gripe com uma vacina nova todos os anos precisamente pela mutaçom do vírus? Não se dizia que este vírus era totalmente diferente ao da gripe já que não seguia o padrom estacional e praticamente não mutava? Não será, como nos tinham dito, que neste ano, não existia praticamente gripe precisamente pelas medidas tomadas para a covid (por certo que em base aos dados parece que para a covid não tenhem servido), e que o que realmente seja esta cepa é a gripe deste ano? Realmente tem-se sequenciado e realizou-se cultivo viral dessa nova cepa, quando não temos o cultivo viral da original?

Precisamente vem-se-nos a dizer que a utilizaçom das mascarilhas tem sido a que tem ocasionado que a gripe praticamente desapareça, e de novo podemos fazer-nos uma série de perguntas, como é possível que nos digam que as mascarilhas funcionaram para o vírus da gripe e não para o objectivo que se pretendia que era evitar os contágios da covid, quando som vírus semelhantes e de transmissom principal por contacto entre humanos? Como é possível que quando a maioria das mascarilhas utilizadas, isto é, as faciais médicas estabeleçam em sua informaçom que som válidas para uma filtragem bacteriana >98%, quando os vírus som de tamanho bastante menor que as bactérias? Como é possível que se afirme isto quando a OMS em seu momento com estudos realizados para o vírus da influença (gripe) chegasse à conclusom de que não preveniam o contágio?

Se realizamos uma comparativa entre a Incidência Acumulada ( IA) aos 14 dias e aos 10 dias tanto da covid-19 como da gripe vemos que na gripe, com dados do 2018-2019, desde a semana 48, novembro 2018, até a semana 9, março 2019, a taxa de casos por 100.000 habitantes se supera com valores mais altos que para a covid se contabilizamos estes 3 meses de outubro a dezembro, atingindo-se valores médios de 455 e máximo de 853 casos por 100.000 habitantes para a covid-19, enquanto na gripe os valores médios som de 664 com um máximo de 1.765 casos por 100.000 habitantes, isto é, a incidência acumulada é maior no caso da gripe que a da covid-19 e no entanto com a gripe não se tomou medida alguma inclusive ainda que houvera colapso sanitário a maioria dos anos.

Se nos atemos a que com estes dados se estám a tomar as medidas restritivas que nos estám a impor, surge uma pergunta: se tiveram utilizado este ratio nas campanhas estacionais de gripe não nos teriam que ter confinado e restringido tamém nossas liberdades?

Se se analisa detidamente as medidas tomadas com esta pandemia da covid e que afetam à povoaçom baseando nestas taxas de casos por 100.000 habitantes e as comparamos com o que é nossa vida sem restriçons nas épocas das gripes estacionais de todos os anos, podem-se deduzir uma série de conclusons que nos conduzem a que não existe justificativa alguma das medidas tomadas baseando-nos em:

– Realizaram-se um número de teste da covid extraordinariamente superior aos teste que se fazem nas gripes estacionais, e com as incertezas desse teste o número de positivas tem sido superior ao real, atribuindo casos a asintomáticas e inclusive utilizando a cifra de positivas, como se cada positiva se correspondera com uma pessoa, quando existem pessoas às que se lhes têm realizado mais de um teste, porquê entom se lhes contabiliza como pessoa diferente no cálculo do IA?

– Os teste da covid baseiam-se na técnica da PCR não significando que uma positiva tenha realmente a doença, existindo como sabemos uma importante percentagem de falsas positivas asintomáticas que não contagian já que ou bem não estám doentes ou bem que seu sistema imunológico tem superado ao vírus sendo sua carga viral mínima e, portanto sem capacidade de infectar.

– Os teste da gripe, realizam-se mediante cultivos microbiológicos celulares com cepas já identificadas em anos anteriores e portanto com uma confiabilidade infinitamente maior que a do teste utilizados para a covid.

– Se a razom que se utiliza para implantar as medidas era que a gripe tem sua vacina e a covid não a tinha, agora parece que sim a tem, essa razom é de muito pouco peso específico, já que se sabe com certeza, primeiro que a vacina da gripe não é efectiva mais que ao 50%, segundo que a percentagem de vacinaçom na povoaçom é bastante baixa salvo na idade superior aos 65 anos, e, terceiro, que uma nova vacina para a covid, ao ser um vírus mutante a efectividade será semelhante à da gripe, depois com toda a probabilidade como vemos com os dados da gripe ainda com vacina superará-se essa taxa de casos por 100.000 habitantes, e pergunto, ao seguir se superando esse valor referente qual é a razom para seguir implantando essas medidas restritivas, se já se tem a vacina da covid? É que nem eles mesmos crêem na efectividade dessa vacina? É que não estám do todo convencidos de que a vacina, ao ser de novo desenho e com tam pouco tempo de investigaçom, não vá produzir mais problemas que benefícios?

Nas épocas estacionais da gripe o maior número de casos não se detecta pelo teste realizados, detecta-se com o filtro da atençom primária aplicando a medicina de sempre com as pacientes, enquanto com a covid esse primeiro filtro essencial na sanidade como é a atençom primária viu-se reduzido e inclusive anulado. Não se tivesse realizado uma melhor gestom sanitária se se tivessem utilizado os protocolos de sempre como se utilizam com a gripe? Não se tivesse evitado uma parte importante dos colapsos hospitalários, lugar, por certo, onde realmente puderam-se dar o maior número de contágios? Não se tivesse tido uma foto bastante mais real da infecçom se se tivesse substituído tantos teste de PCR por um maior diagnóstico na atençom primária? Não se tivesse eliminado da equaçom às asintomáticas positivas não doentes, já que como não sintomáticas não iriam aos serviços de atençom primária, e portanto, a IA não tivesse atingido os valores que se informaram? Não tivéssemos tido com isso uma melhor fotografia da dimensom da epidemia e com isso tivéssemos evitado tomar medidas que o único que têm feito além de meter medo e receio na povoaçom, é penalizar à mesma e em especial a diferentes seitores tanto profissionais como de idade?

– Se nos fixamos no parâmetro da RO (índice infectivo) vemos que desde outubro este parâmetro apresenta um valor médio de 1,01 com um máximo de 1,27, isto é com valores próprios das epidemias da gripe que costumam oscilar entre 1,2 e 1,5.

– Se falamos de falecidas pela covid neste momento o número é de 3.032 falecidas, ás quais ainda que tenham falecido por outras patologias, entre ela as pneumonias resistentes, se lhes tem atribuído a que têm falecido por covid, mas dentro destes falecementos a pergunta que há que se fazer para fazer comparativa com outros anos com a gripe é quantos falecementos houvo por pneumonias resistentes neste ano?

– Se fazemos uma comparativa com as épocas gripais onde em Euskadi se dam da ordem de 3.005 falecidas por pneumonias resistentes, ainda que só uma pequena parte se adjudica à gripe (150 por ser aos que se lhes realizara o teste da gripe) as quais se correspondem com pessoas às que se lhes tem feito dito teste da gripe, vemos que as taxas de letalidade da gripe e da covid som da ordem de 5,26% para a gripe e 2,55% para a covid, o qual é lógico porque no caso da gripe há muitas pessoas que passam a doença inclusive sem ir à atençom primária, e por outra parte, atribuíram-se doentes de covid a asintomáticas que não o eram, mas se contabilizamos que o número de casos positivos da covid é aproximadamente a metade, já que ainda que se tenha contabilizado como uma pessoa diferente, a realidade é que se realizaram mais de um teste a muitas pessoas, depois com esta correcçom a taxa de letalidade seria de 5,10%.

Se comparamos mortalidade entre gripe e covid observa-se que as percentagens, se se têm em conta os falecemientos de pneumonias resistentes como falecidas por gripe ao igual que se fijo com a covid neste ano, som idênticos da ordem de 0,14%.

– Portanto tanto taxa de letalidade como de mortalidade são coincidentes entre gripe e covid, daí que agora não exista gripe e seja todo covid.

Por todo isso e diante o dito pela OMS de que este vírus pode ser endémico como o da gripe, sem entrar num debate gripe – covid, isto vem a confirmar que este vírus é parecido à gripe, que a pandemia o que tem vindo a ser é a gripe normal e que portanto temos que conviver com ele como sempre se fijo com as diferentes mutaçons estacionais da gripe, realizando nossa vida normal, protegendo a nossos maiores, e, em especial aos que apresentam patologias, reforçando a atençom primária, diagnosticando as doenças como a medicina sempre o veu realizando e não a medicina virtual que nos estám a implantar na atualidade, ensinando nas aulas ao igual que em outros anos deixando aos meninos e meninas socializar-se contagiándo-se como sempre figeram pára que fortaleçam seu sistema imunitário e não paguem o alto preço que lhes supom as mascarilhas e o distanciamiento social, melhorar o nível assistencial das residências que com esta pandemia têm deixado ver muitas deficiências de gestom, em definitiva, atuar coma sempre se actuou com as epidemias de gripe estacionais melhorando todo o que se tinha deteriorado durante estes últimos anos.


Ligaçom a uma outra opiniom recém deste Biologo:

«La mitad o más de los fallecimientos sucedidos en España por la covid-19 podrían haberse disminuido»

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