Falemos da MALDADE: De Médicos e doutros Verdugos na História Mundial

Todas, nestes dias e desde que deu começo a alarma mediática-pandémica pola COVID-19, escutamos em todas partes e por ativa e por passiva a tese de que o pessoal médico sanitário é merecedora dum aplauso unánime e incontestável; porque sim. Ampliamente está extendida a opiniom de que estas pessoas som boas de per se e que, a sua adicaçom ao coidado da saude das demais é algo caseque altruista, está na mente de muitas; é coma se estiveram feitas duma outra pasta, coma se foram duma outra natureza distinta a das demais terrestres. Mas a história da humanidade ensina-nos que o pessoal médico nom sempre estiveram do lado bom e em muitas ocasions foram criminosos, assassinos, torturadores, capadores,…

E agora, nesta etapa do Capitalismo mais cruento, onde todo é medido pola quantidade de dinheiro do que disponhas, a conto de que deveriamos pensar que agora, tudo pessoal médico está ao carom dos bos?? Acaso receitam debalde?? Som gratis as vacinas??

Para justificar minhas dúvidas recolho e traduzo este texto do livro “História de Mort” do Andreu Martín, que se bem está escrito coma uma obra de fiçom, tudo quanto aca se conta das práticas médicas é certo:

-Falemos da Maldade. Os campos de concentraçom nazis. Milhons de pessoas judias morrendo da fame, ou apaleadas, ou fusiladas, ou nas câmaras de gas… Nom olhedes cara aos cadáveres. Cadáveres som a imagem da Morte, da Nada. Olhade aos Verdugos!!. Mirade seus sorrisos impasíveis diante duma criança com seu ventre aberto…!!

(Primeiras protestas, gestos de incomodidade)

Sim, si, escuitade… Mirade o orgulho profissional dos Médicos que experimentavam com pessoas, com judias e nom judias, com negras, híndues, ou índios de América, inoculando todo tipo de enfermidades. “A este um pouco de viruela, a estoutra um toque de pólio, a este capamos-lhe…”Sim, porquê nom? Porquê nom capar-lhe? É um índio. É coma um animal.

Os mesmos que antano gozavam abrindo sapos, fazendo-lhes reventar (sabedes coma se fai? dá-se-lhes de fumar, e entom enchem-se de fume e explodem, flash!, coma trapos, destripados e empapados em sangue)… Estes mesmos favoreciam á ciência desventrando e fazendo explotar corpos humanos.

Yankees esterilizando mulheres índias em Bolívia, lembrades? Diziam tal os diários. Falou-se muito disso. O que se passa é que som notícias que nos fam enrugar o naris e passar rápida a página, assim, porque molesta muito. Muito amola a presência da Maldade. Muito.

Mas nom olhedes cara às capadas, pobres índias, imagem da miséria. Olhade aos cientistas frios, impássiveis, moi profissionais…

Mirade como fabricam Napalm, de cada um modelo diferente, cada vez mais aperfeiçoado. O gel de gasolina. O sabom de napalm. Fagamo-lo de tal jeito que homes, mulheres e crianças ardam coma fachos, mas que nom morram de seguido, que tenham uma longa e proveitosa agonia; e dolorosa! Que berrem coma porcos, e que nom poidam apagar de nenhum jeito o fogo que lhes vai consumindo aos poucos, nem sequer com água, que gritem, mulheres e crianças e velhos, que segam bramando até que as brasas fundam suas cordas vogais, e assim os vivos que os vejam, diante aquele horror, acolhoarám-se e rendirám-se …

Mas nom mirades aos pobres que queimam. Pensade nos avions que atiram as bombas, nos pilotos que fam pontaria. Naqueles soldados americanos, tam guapotes, tam firmes, que recebem classes de tortura. Pensade no profissor que lhes ensina (desapaixoadamente, coma quem ensina a fazer nós aos boy-scouts) coma se aplica eletricidade aos genitais de homes e mulheres, aulas de anatomia para saber onde se tem que trabalhar para fazer mais dano,e que dure mais, e que a vítima nom morra, e que depois haja o mínimo possível de sinais.

Tudo isto existe, senhoras e senhores!!

E nom nos fijemos nas vítimas. As vítimas enternecem, abrandam-te, pensas “pobres” e diriges os teus pensamentos cara a beneficência.

Pensade nos verdugos. Naqueles cientistas que colecionavam artesania de pel humana. Tambores de pel humana, pantalhas de lámpadas de pel humana, carteiras de coiro humano que se cotizavam muito mais se tinham o seu umbigo bem vissível, umbigo exclusivamente humano, nota de distinçom.

Agora começades a compreender que é a Maldade.

Os torturadores argentinos, por pôr um exemplo. Lembrades suas últimas declaraçons? Até sairam pola tele, e senom o mirastedes vos apresentarei a um par de argentinos que se passaram por aquilo. Tendes escutado o que lhe faziam às mulheres grávidas?? Aplicavam descargas elétricas à criança que levava dentro… Interrogavam à nai dum meninho de só seis aninhos. Matavam ao meninho, torturavam-lhe diante dela, “só para dar-lhe a entender que iam à sério!!”

Estám dando conta disto agora. E agora somos suaves. Agora somos civilizadas.

Pensade nos tormentos inventados desde que o mundo é mundo. Matavam à gente de fame. Encirravam-lhes até que morriam da fame. Vo-lo imaginades? E a cruz? E quando desmembravam atando-lhes as mãos e pés a quatro cavalos? Por certo que isto mesmo faziam os americanos no Vietnam mas com helicópteros em troques de cavalos. Bem-vinda seja a técnica.

Tendes taquicárida?? Dá medo, nom si? Estades começando a ter uma intuiçom da Maldade

Nom invento nada. A Maldade existe, coma existe a Bondade, coma uma força da Natureza, tal qual existem a Sabiduria e a Ignorância, a Verdade e a Mentira, a Fe e a Incredulidade… É algo que se sinte. É uma forma de enrgia mental. É isso que te incomoda quando conheces o que se chama uma pessoa sem escrúpulos.

Nom miredes os danos que fam. Mirade aos olhos dos verdugos, seu sorriso, sua indiferência, e ai veredes a Maldade.

Estou a falar do conceito Maldade, do Grande, Imenso, Único, Definitivo conceito de Maldade que domina ao mundo.

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