A Justa Violência das de Abaixo. Nem montagem policial nem hóstias em vinagre

Este desenho colei-no acá para adicar-lho a todas essas que se dim anarquistas e que nos últimos días estám a ponher a feder nas RRSS ás miles de pessoas que participam dos protestos que surgieram tras da detençom do Pablo Hassel e que seguem em pê de guerra, especialmente nos Països Catalans. Adicado em especial para quem tratam de desvincular ás anarquistas destes feitos, assinalando, sem ter nenhuma prova, que os destroços contra comércios de empresas muito capitalistas e bancas e as respostas contundentes contra as forças repressivas, som só atos de polícias infiltrados e/ou de chusma vandálica que aproveita os protestos.

Igual fai-lhes reflexionar e deixam de criticar mentindo, este continho que escrevim a raíz destas denúnicas:

Ia avançando Durruti armado junto a suas compas pola campinha de caminho às trincheiras quando de pronto, um velho que se dizia anarquista, parando-lhe, reclamou-lhe que nom fosse violento, que assim nom se amanhava nada e que o que havia era muito fascista infiltrado nas filas revolucionárias que lutavam contra Franco.

Isto nom se passou, é um continho recém inventado por mim, mas é tam certo coma que nos prostestos contra a detençom de Hasel, nom haja anarquistas participando ou que só sejam polícias infiltrados os que destroçam mobiliário urbano, lojas capitalistas ou caixeiros automáticos.

Ve-se que alguns velhos anarquistas criminalizam ditos protestos fazendo memôria do famoso caso do lume na sala de festas Scala, local de moda da burguesia catalana, quando em 15 de janeiro de 1978, cara as 13:15 horas ardeu em chamas quando um reduzido grupo de moços anarquistas lançaram contra a entrada do local uns coqueteis molotov, quando passava por diante a exitosa manifestaçom contra os Pactos de La Moncloa convocada pola CNT, e o lume consequente provocara a morte de quatro operários (um deles filiado da CNT). Junto aos moços anarquistas ia Joaquín Gambín, delinquente comum, infiltrado policial e indutor da açom.

A polícia na altura realiara até 23 detençons no entorno anarquista de Barcelona, dando assim passo a uma ofensiva contra o anarquismo catalám e mais em concreto contra a CNT, que duraria vários dias e que se resume no cabeçalho mediático que se figera famoso: “FUERON LOS ANARQUISTAS”.

Mas se bem é certo que no caso Scala houvera polícia infiltrada coma parte duma montagem, tamém é certo que houvera participaçom de anarquistas no lançamento de coqueteis molotov que derivaram no incêndio que acabou coa vida.

Agora e coma entom sabemos que sempre há infiltrados polícias nos nossos protestos, ninguém duvida disto; mas isso nom implica que entre anarquistas nom haja táticas de Black Bloc coma método de luita contra os excesos do poder (económico e político) que nom som legais baixo a legislaçom das chamadas democracias capitalistas, pero que som de lei de cara á conquista de todos os direitos humanos para todas.

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