Yolanda Díaz a sua biografia informal.- Uma menestra sem méritos nem votantes e defessora dum pederasta.

COM NULO TIROM ELEITORAL NA GALIZA e agora “EL COLETAS” designa a esta TREPA coma sua substituta de VICEPRESIDENTE 2ª das ESPAÑAS TODAS e lideresa de PODEMOS

Desde seu berço tivo certa sona em Ferrolterra; nom por nada que figera, nem por mérito próprio algum; senom por ser a meninha pequena do Suso Díaz, o operário encarcerado pola ditadura franquista que chegara a dirigir as CCOO da Galiza quando este sindicato ainda fazia gala e orgulho da sua ideologia comunista e era combativo nas ruas.

E, tal qual se passa com as caducas monarquias europeias, chegou o día em que ela, a nena do Suso, assumiu o mando duma IU galega (EU) quando, na altura e por méritos próprios, esta formaçom política era já uma força marginal e sem nenhuma perspetiva de medre eleitoral na Galiza tra-la desfeita lograda polo Anxo Guerreiro e seu achegamento ao PSOE de Mr X dos GAL e quem, em quanto a luita operária e combativa, tinha muito mais de anjo submisso que de guerreiro.

Foi, sem dúvida, esta sua filiaçom paternal, seu único mérito para começar a sua carreira política chanço a chanço, começando desde seus batacaços coma candidata a presidir o parlamentinho autoanémico galego ou a alcaldia de Ferrol, passando polas suas sucessivas poltronas na câmara española conseguidas indo da mão das Mareas e Podemos, até chegar agora as mais altas cumes do Ministério de Trabalho e duma Vice-Presidência 3ª.

Esta é a cronologia das suas escaladas no âmbeto representativo:

Ano 2003.- Começo da sua escalada. Candidata de EU à Alcaldia de Ferrol

À meninha do Suso, sem mais méritos do que ser a sua filha, foram-se-lhe abrindo as portas da representaçom política partidista ao seu passo. E assim escalando posiçons rapidamente dentro de EU chega o ano 2003 quando é nomeada como cabeça de lista da formaçom á alcaldia de Ferrol, e levando tras dela ao veterano dirigente Fernando Miramontes, conseguiram âmbas sair eleitas edis coma 5ª força, tras acadar o apoio de 3.950 pessoas, apenas um 6% do censo eleitoral numa cidade onde de sempre o PCE obtivera seus milhores resultados eleitorias na Galiza.

ANO 2005.- Candidata à Presidência da Junta por EU: A sua 1ª prova falhida nas autoanémicas

Em 2005, respaldada novamente polo poderoso comité local de Ferrol, o mais activo da Galiza, Yoli Díaz, saida da nada, sem experiência prévia, acede á Cordinaçom Geral de EU, sendo designada candidata da formaçom à presidência da Junta de Galiza nas eleiçons desse mesmo ano. Obtivera a frioleira de 12.419 votos!! um espetacular 0’47% do censo eleitoral!!. Tanto éxito veu suponher que EU nom acadara representaçom alguma. As agoreiras assinalaram este seu primeiro grande fracaso e preveram que nom teria futuro coma política estrela.

ANO 2007.- A sua 1ª presência num governo de coaligaçom dá lugar ao culebrom galego nas municipais ferrolás.

Tras seu fracaso nas autoanémicas coma candidata de EU, Yoli prova de novo éxito nas municipais desse ano voltando a ser cabeça de lista por EU à alcaldía de Ferrol. Obtem 5.203 votos (apenas um 7’83% do eleitorado) e passa a ser a 3ª força com 4 assentos dum total de 25, conseguindo entrar a formar parte da equipa de governo presidida polo socialista Irisarri.

Suas primieras açons de governo foram subir-se a ela mesma um 30% o seu salário e acometer uma reforma completa de seu gavinete na casa do concelho ferrolã. Apenas tres semanas após da sua pose, Díaz acordara consigo mesma que seu gavinete nom era o ajeitado para tam grande dama e dito qual mandou mudar seu cham, pintar as paredes e o teito e renovar todo o mobiliário, chegando a gastar ao redor de 8.800 euros do erário público, segundo um outro edil do seu mesmo partido.

A coaligaçom racharia apenas transcorrido 1 ano de governo, em outubro de 2008, sendo âmbas partes as protagonistas do que se deu em chamar “o culebrom galego” dado o lamentável espetáculo que deram, pola sua inoperância, seu escaso talante e pola nula gestom de governo de âmbos sócios que até entom levavam caseque toda a legislatura tirándo-se os trastos à cabeça; tal coma dam conta as malditas hemerotecas.

Um Pederasta coma seu Assessor pessoal

Um seu assessor pessoal e militante de EU, Ramiro Santalices, é investigado tra-la apariçom de pornografia infantil nos computadores deste partido. A denúncia fora apresentada nos julgados por várias companheiras militantes dessa formaçom em Ferrol.

A própria Díaz saira de imediato na defessa do pederasta e em consequência as denunciantes foram expulsadas de EU a raiz destas acusaçons. Yolanda Díaz mesmo recurrira à Justiça para pedir que se investigara a “difussom falsa e as graves acusaçons de feitos constitutivos de delito contra a organizaçom política Izquierda Unida afirmando falsamente que no computador da sede política (…) existem arquivos que puidera, estar relacionados com pornografia infantil”.  Tra-la investigaçom policial, o juíz arquivou as diligências, porque eram computadoras compartilhadas.

ANO 2009.- De volta às autoanémicas. Um outro ZERO na sua meteórica carreira à fama

Tras as tensons no concelho de Ferrol, a agora ministra de Trabalho, renunciou a sua cadeira municipal para voltar a ser a candidata a presidência da Junta por EU-IU, pese ao fracaso calamitoso da antérior experiência nesta empresa. Conseguiu medrar seus reduzidos resultados anteirores e acadou 16.441 votos entre as 4 províncias (um escaso 0’62% do total do censo) e de novo logrou 0 assentos no Parlamentinho galego

ANO 2012- Seu primeiro grande chanço ao éxito da mão de Beiras no Parlamentinho

A sua carreira de trepa com certo éxito viria da mão de Beiras e de um ainda desconhecido, seu camarada comunista, Pablo Iglesias que atuara de assessor na formalizaçom da lista Alternativa Galega de Esquerda (AGE), a candidatura criada apenas un mes antes da cita eleitoral, da que Esquerda Unida entrara a formar parte junto Anova-Irmandade Nacionalista, Espazo Ecosocialista Galego e Equo-Galicia, e que acadaria 200.828 votantes (um escaso 7’44% de aceptaçom do censo eleitoral galego).

O seu 2º posto na lista de A Corunha, indo justo detrás do afamado Beiras, valeu-lhe para aproveitar o tirom eleitoral do velho professor e acadar um dos 9 postinhos acadados por AGE dum total de 75 nas eleiçons ao Parlamentinho. Beiras seria o porta-voz de AGE no Parlamentinho e Yolanda Díaz a vice-porta-voz. Seus discursos beligerantes, as subidas de tom, as saidas airadas do hemiciclo e as punhadas de Beiras foram espetáculos cara à galeria que, desde o primeiro momento, eram aplaudidos com entusiasmo por quem, na altura, era a sua milhor pupila, Yolanda Díaz, quem à sua vez recebia beijos e abraços do Liom de Briom tras cada interpelaçom a Feijóo.

AGE semelhava um grupo sem fisuras mas as suas diferências, seus movimentos de poltronas e as ânsias de poder dos diferentes grupúsculos ferviam dentro e nom tardaram em sair à luz pública. Assim, aos poucos (apenas a um ano do início dessa legislatura) já se abriram as guerras internas na coaligaçom e já dimitiram várias pessoas; coma resultado, o idílio de AGE, como todo bo romance, fora fugaz e intenso.

2015-2016- A chegada dos Podemitas, o Novo chiringuinho e a tripla cita eleitoral: “Desde o Sorpasso e o Teito Eleitoral até a caida En Marea baixa”

A desapariçom de AGE tras seu descalabro interno deu passo a uma nova coaligaçom formalizada entre as sireiras de Beiras, agora agrupadas em Anova, e as formaçons españolistas EU e Podemos junto a gentes doutras formaçons que obtiveram grande éxito nas locais de junho de 2015 quando agrupadas em candidaturas de unidade conseguiram afazer-se coas alcaldias de Compostela, A Corunha e Ferrol.

Esse éxito eleitoral déra-lhes ánimos para formalizar a candidatura conjunta “En Marea” tanto para as españolas de dezembro de 2015 (a legislatura mais curta da história española) coma para a seguintes de junho de 2016 e as autoanémicas de setembro desse mesmo ano, coma novo passo tras a ruptura da coaligaçom de AGE.

Teito Eleitoral

Em dezembro de 2015 as Mareas subiram tanto que acadariam o seu teito eleitoral na Galiza com 408.370 votos e um 18% do censo galego, o que lhes outorgaria 6 assentos nas Cortes españolas (2 de cada por A Corunha e Ponte-Vedra e só 1 tanto por Lugo coma por Ourense) e tamém 2 no Senado (1 por A Corunha e 1 por Ponte-Vedra).

Yolanda acadaria por vez primeira seu assento em Madrid tras ir de 2ª da candidatura de A Corunha encabeçada por Antón Gómez-Reino (o podemita antanho ladrom cocainómano das caixas solidárias do centros sociais da cidade herculina), mas dada a brevidade desta legislatura nom teria ocassom de destacar nem para bem nem para mal.

Isso sim, foi o feito de abandonar seu escanho no parlamentinho galego o que dera pé a consolidaçom da ruptura de AGE, ficando desde entom com só 6 dos 9 assentos acadados nas urnas (2 de Anova, um deles Beiras e 4 de EU) e passando-se as otras 3 ao grupo mixto num clima de confrontaçom e vergonha alheia para as que foram as suas votantes.

A voltas com a Pornografia Infantil do assessor pessoal de Yolanda

Em abril de 2016 o pederasta militante de EU, Ramiro Santalices, outrora defendido a morte por Yoli é de novo investigado no marco duma causa sobre pornografia infantil. Desta volta EU emite um seu comunicado onde ratifica a sua suspensom de militância e elimina toda relaçom laboral com ele e qualifica este comportamiento, em caso de ser certo, como «indigno»; um epiteto bastante suave e nada contundente para estar dirigido cara um pederasta; se bem era o próprio tendo na conta a defessa extrema que dele figera Yolanda Díaz 7 anos atrás.

As duas exmilitantes de EU que foram expulsadas desse partido por denunciar na polícia os feitos de 2009, consideraram que esta nova detençom é consequência de nom ter atuado corretamente nesse momento, «perderam-se SETE ANOS, nos que houvo muito sofrimento e há responsáveis». Destas suas palavras qualquer boa entendedora teria claro que se estavam referindo a Yolanda Díaz

Beiras na altura da detençom nom ocultara a sua incomodidade por ter que sair a da-la cara por um caso sobre o que nom fora advertido previamente. Anova, numa informaçom difundida por Europa Press, comunicou que em realidade era Yolanda Díaz, cordinadora geral de EU, quem deveria dar «explicaçons públicas» para deixar este caso zanjado, havida conta de que conhecia o precedente da denúncia sobre pornografia infantil em 2009 no concelho de Ferrol, que o Santalices era o mais que provável pederasta e isso nom bastou com afasta-lo do seu carom, senom mesmo levou-no com ela coma assessor de EU na Junta. Yoli ficou muda diante tamanho escándalo, mas já di o refraneiro que “quem cala, outorga”

Está a baixar a marea

Em junho de 2016, apenas 6 meses após das anteriores, a coaligaçom “En Marea” começa sua baixada de nível e perde uma diputada por Ourense e uma senadora por A Corunha, e mais de 63 mil votantes.

Yoli consegue outravolta o seu assento na cámara ao ter ido de 2ª por A Corunha de novo tras do Gómez-Reino.

Em setembro de 2016, nas autoanémicas galegas En Marea acada 273.523 votos e retrocede até obter só um apoio eleitoral do 10% do eleitorado e uma perda de confiança de caseque 135 mil votantes com respeito a seu teito eleitoral de dezembro de 2015. Se bem, a baixada da participaçom fai que acade 14 escanos na câmara galega ganhando a PSOE e BNG e passando a ser a 2ª força, mas a sensaçom entre os coaligados é de perda da confiança de boa parte do eleitorado

O final da entente Beiras-Yolanda na Galiza.

Bem pouco depois deste fracaso eleitoral nas autoanémicas por parte de quem pensavam que iam seguir subindo coma a escuma a base de enfados e enfrontamentos entre elas, e tras suas contínuas pelejas por ver quem sentam seus cús nas cadeiras representativas; tivo lugar o roce mais doente entre as sócias deste acordo entre formaçons españolistas e galeguistas.

Em abril de 2017, Díaz anuncia que deixará a cordinaçom de Esquerda Unida (EU) e reproba a falha da sua inclusom na Cordinadora de En Marea. Beiras resposta-lhe advertindo que Yolanda Díaz, deputada no Congresso español, “nom está legitimada para criticar” e recomendou-lhe “revistar qual fora seu comportamento na formaçom do partido instrumental e na mesa de cordinaçom nas Cortes” e acusou-na de traidora.

E assim a primeiros de ano 2019 e ao igual que se passara antes com AGE, a coaligaçom vai rachando entre as rochas e aos poucos Podemos, EU e Anova se retiram de En Marea e dividem o grupo parlamentario em 2 façons bem divididas e enfrontadas.

Em consequência a tanta desputa e enfrontamentos nas seguintes eleiçons autoanémicas do 2020, as Mareas desapareceram e o entente jurdido entre Podemitas, EU e Anova, “En Común-Unidas Podemos“, levando ao já referido cocainómano ladrom coma cabeça da lista conjunta, acada uns irrisórios 51.630 votos, o que vêm a ser apenas um 1’9% do censo galego e as amigas de Yoli ficam sem pilhar cacho e nem um só assento na Corte galega.

Abril 2019 .- Yolanda vai de 1ª por Ponte-Vedra para poder sair eleita

Prevendo certa hecatome, pese a nom se ter celebrado ainda as eleiçons galegas que constastariam definitivamente o fracasso desta coaligaçom de forças españolistas e galegas, Yolanda Díaz no reparto da baralha, tocára-lhe ir coma candidata nº 1 pola lista de Pônte-Vedra, mesmo que esta seja uma província à que ela é totalmente alheia. Graças a esta jogada saiu eleita dado que de ter repetido coma 2ª por a Corunha, tal qual figera até agora, nom teria colhido cadeira nas Cortes españolas. Os apenas 100 mil votos acadados numa e outra província deram coma resultado que tanto ela como o cocainómano repetiram seus escanhos, sendo os únicos em logra-lo e passando assim de ter acadado 8 assentos (6 deputadas e 2 senadoras), 408.370 votos e um 18% do censo galego nas eleiçons de 2015, agora acadaram só 2 assentos na câmara de deputadas, 238.151 votos e um 10% do censo galego.

Em outubre de 2019 em consequência e tal coma amaeçara, Yoli deixa a sua militância em Esquerda Unida, tras o fracasso na negociaçom dum governo PSOE-PODEMOS; no entanto continua militando no PCE.

Em novembro de 2019 repite coma deputada de Podemos no congresso español tendo que ir de novo coma 1ª pola lista de Ponte-Vedra, pese a nascer e viver toda sua vida na comarca de Ferrolterra e uma vez mais a razom de tal é a mesma que meses antes: de ter ido de 2ª na de A Corunha, coma seria lógico e tal qual fora nas anteriores eleiçons, nom teria colhido cacho nem assento em Cortes e muito menos seria hoje menestra de nada. Os resultados foram mesmo piores dos que em abril, pois se bem poideram manter as 2 deputadas (o cocainómano e a menestra), perderam 51 mil 801 votantes e acadaram só um 8’3 % do censo.

E assim fai-se uma Vice-presidenta 2ª das españas uma tipa que só foi quem de acadar um escano, indo de cabeça de lista, pola província de Ponte-Vedra às Cortes españolas e perdendo votos a esgalha a cada convocatória.

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