Arquivo mensal: abril 2021

Facebook reafirma-se na sua defessa do FASCISMO

Ontem, tras rematar de publicar acá a minha antérior entrada, fum olhar “meu muro” dessa RRSS (ainda que nom podia publicar nem comentar, sim podia olhar o que minhas amizades reais e/ou virtuais publicam) e atopei-me com que as suas censoras inquisidoras acordaram voltar a dar vissibilidade à minha publicaçom censurada. Eu me limitara a manifestar minha discórdia com que tildaram dita publicaçom de conter elógios ou apoios a terroristas ou à violência organizada e ao assasinato em massa.

Oh, vaia!! E agora vou ter que me tragar as minhas palavras, borrar a entrada e mesmo, atendendo ao refraneiro, sinificar coma sábias às censoras que vilipendiei, dado que demonstraram saber mudar de opiniom.

Mas, coma a censura sim tivera lugar e coma fora muito sinificativo o contido e o texto da imagem censurada decidim, nom só manter a minha publicaçom nesta minha bitácora tal qual e sem sequer mentar a sua muda de opiniom tras a minha protesta, senom mesmo dar-lhe pulo nessa RRSS para assim deitar constância das más artes e maneiras destas Neo-Inquisidoras que protegem ao nazismo e censuram as antifas.

E hoje venho de comprovar que se figem tal, figem bem, tal qual a velha coa sua cona da cantiga popular.

Nada mais entrar nesta RRSS, saltou-me uma ventá dessas que lhe chamam “emergente” na que se me notifica que, de novo, tenho a minha conta RESTRINGIDA durante 24 horas pola mesminha imagem que fora censurada ontem e após readmitida em apenas 8 minutos!!

Na imagem podedes observar nas marcas vermelhas, que nom só readmitiram minha publicaçom em apenas 8 minutos, senom que em questom de segundos acordaram de novo censura-la !!!

Ou seja que, primeiro me deram a razom coma aos tontos para só segundo após voltar a quitar-ma. Estas Neo-Inquisidoras lembram-me aqueloutras de antanho que para demostrar que uma mulher era bruxa tiravam do “Ordálio”, do “Juízo de Deus”, submetendo-a a torturas ou provas físicas que supostamente provariam a sua inocência no mais que impossível caso de que estas nom lhe causassem dano algum.

E assim é coma seguem NATURALIZANDO o FASCISMO e continuam com sua campanha de BRANQUEAMENTO do NEONAZISMO nas instituçons públicas.

Eu agora terei que aguardar quanto menos 24 horas para poder dar pulo no feisbuk a esta minha entrada e esperar novos acontecimentos censores, mas coma escreveu uma das minhas amizades, segurei lá dando guerra até que me botem.

Facebook defende o NAZISMO e CENSURA ANTIFASCISTAS

Há apenas 5 dias replicava e dava pulo no meu “muro” desta RRSS a esta imagem, tras olha-la num outro “muro”, que reflite um presunto dito teutom:

Aliás de que esse dito seja em verdade um refrám popular alemám ou só seja uma ingeniosidade de alguém, o certo é que está a ter seu peculiar éxito nas RRSS mais participadas do estado español, cicais em boa medida co galho das eleiçons à Comunidade de Madrid e o claro achegamento do PP aos posicionamentos fascistoides de VOX.

Posturas fascistoides que nom som novidade, nem muito menos, dado que o PP é um partido reformulado que se conformara ideologicamente polos “7 Magníficos”, que assim se conheciam aos 7 ministros de Franco mais franquistas que sua viuva “La Collares”, gente da talha de Fraga, ministro da Gobernación (i)responsável, entroutras muitas coisas, dos assassinatos de 5 pessoas e das feridas de mais de 150 operárias no 3 de março de 1976 em Vitória, quando estavam em greve e assembleadas numa igreja e a polícia (as ordes diretas de Fraga) lançara gases lacrimogéneos ao seu interior e depois disparara com fogo real e balas de goma sobre ás que saiam assustadas e aturulhadas do recinto, no que se deu em chamar “A Matança de Vitoria”, à que adiquei no seu dia um dos meus programas especiais de Comochoconto na Rádio Kalimera sobre a biografia de Fraga iribarne.

Mas, voltemos ao assunto que deu pé a que escrevera esta entrada no meu blogue. Hoje mesmo, apenas há uns minutos, quando fum abrir meu FB atopei-me com isto:

A verdade é que nom me estranhou nadinha. A laboura de Ana Pastor (e do seu home o Ferreras e doutras pseudojornalistas) á frente da CENSURA nas RRSS, segue em medre constante e em atitude de vigilância permanente desde a imposiçom da Verdade Absoluta Pandémica da OMS coma única informaçom fiável. Desde há meses confirma-se que esta RRSS censura a cotio as vozes discrepantes e participa ativa na campanha mediática do MEDO ao Vírus, tal qual segue a censurar imagens dos peitos das mulheres e a permitir as dos homes, mesmo que estes sejam bem voluminosos. Som, estas censoras, as novas inquisidoras do século XXI e sua laboura é desqualificar toda voz dissidente. Estava bem claro que algum dia tinha que tocar-me, e mais depois de ter constância de que, várias das minhas amizades, sofreram recém tal “castigo” da que se autoconsidera “coidadora do rebanho”.

É mais, se hoje ainda mantenho minha participaçom nesta RRSS é só para publicar lá minhas entradas deste bitácora, botar algumas risas com os ingênios das minhas “amizades virtuais” e replicar as publicaçons de gente afim á minha ideologia anarquista que mora em diferentes lugares do planeta para procurar assim que as minhas reflexons e as teimas da “minha gente” cheguem a quanta mais gente para tentar criar debates e gerar dúvidas e manter ativa a minha laboura informativa alternativa à dos grandes vendedores do MEDO MEDIÁTICO; laboura na que levo imerso perto de 30 anos, a mitade da minha vida.

O que me esperava era que o motivo fosse qualquer das minhas publicaçons críticas com a linha Oficial da COVID mas,… com o que me atopei foi com estoutro:

Flipando por cores, mas nom tanto, sabendo de quem vem o castigo, cliquei em “ver opciones” para curiosear nos motivos e hei acá os mesmos:

OHHH!!! Agora sim que FLIPO POR CORES!! Ou bem as coidadoras do FB estám muito erradas ao considerar que esta publicaçom contém elógios ou apoios a terroristas ou à violência organizada e ao assasinato em massa ou bem som pro-nazistas e de ai seu enfado e castigo. Á espera estou de que me digam o porquê desta sua decisom sobre esta sentência que, ao censura-la, joga a favor e defende a autênticos e reconhecidos terroristas assassinos de massas e membros das organizaçons do ódio que foram e seguem a ser FASCISTAS, NAZISTAS e FRANQUISTAS.

E nem é minha a expressom nem o desenho ainda que os compartilhei porque concordo ao 100% coa mesma. Esta expressom, seja um dito teutom ou uma invençom, mantem no seu simplismo uma lógica impecável para qualquer outente que nom seja fascistoide. De feito pouco ou nenhum debate pode gerar entre pessoas antifascistas ou gentes de bo coraçom e empatia coas suas semelhantes, venham estas de onde venham e tenham as suas peles qualquer cor ou tonalidade, e mesmo que seus petos estejam vazios e suas roupas corroídas.

O jornalista Anibal Malvar publicava uma sua coluna de Público em 22 de fevereiro do ano passado com este cabeçalho: La mesa de los once nazis onde criticava a laboura dalguns presuntos jornais, em concreto “La Razón”, “ABC” y “El Mundo”, e o entusiasmo com que se lanzaram à sua peculiar cruzada da normalizaçom da ultradireita de VOX ao otorgar-lhe o epíteto “constitucionalista” que semelha abarcar, di o Anibal, “desde o neofascismo até o socialismo seguidista quando ejerce de leal oposiçom e assina centocincoentaecincos” e sentenciava algo que eu compartilho ao 100%: o termo constitucionalista vai suplantando no argot ao velho e querido facha de toda-la vida.

Além no seu artigo qualifica de impresentável a atitude do “Coletas” em conivência cordial com o nazista Espinosa de los Monteros e parabeniza ao Aitor Estebán por negar-lhe o saúdo a esse mesmo nazista: “Causou grande estupor no seu momento a imagem de Pablo Iglesias rindo-lhe as graças a Iván Espinosa de los Monteros em sede parlamentária. Salvando ámplias distâncias estéticas e éticas, é como se Winston Churchill se tivera deixado retratar em atitude de compadragem junto a Adolf Hitler. Impresentável. Diante o branqueamento geralizado dos ultras, só colhem atitudes como a de Aitor Esteban (PNV), negándo-lhe o saúdo ao mesmo Espinosa num debate televisado”

E sentenciava com uma advertência e alerta coa que concordo e replico: A história ensinou-nos o perigoso que é deixar a esta gente contaminar com a sua presência as instituiçons. Vestir-lhe de constitucionalistas. Remito ao velho dito teutom: “Se numa mesa há um nazista e dez pessoas que o respeitam, nessa mesa há onze nazis”. Isso é tudo, amigos”.

Jet Set, Polícias e vividoras da Política, entroutras auto- excluidas das proibiçons diante a pandemia

“Estám âmbos sem a mascarilha posta dentro do coche patrulha! E que conste que eu tamém o fago, mas estes… que nom passam uma à gente… som uns sem-vergonhas!!

Estas palavras som certas, venho de escuta-las há uns minutos, é a descárrega dum vizinho diante as suas tertuliáns cotidiás dum bar tras ver coma um carro da polícia nacional parava no meio-meio da rua e se baixava um deles a botar uma quiniela, primitiva ou um outro boleto, num desses locais onde se selam e validam estes jogos do açar.

“E fam tal estando de serviço; vaia morro!! Depois dirám que se limitam a cumprir ordes, mas… eles bem que as incumprem quando lhes peta“.

Foi essa conversa a que me levou a escrever estas palavras, mas depois de refletir sobre as múltiples vezes que, durante esta presunta pandemia, tenho visto ou sabido de gente que incumpre a cotio e de jeito reiterado as supostas normas impostas desde arriba co galho de frear a suposta maldade gerada por um presunto novo vírus letal .

Gente que nom é dessas às que, coma mim, vulgarmente se nos denomina “do comum”; um seu termo utilizado polas privilegiadas para assim se diferenciar da plebe, da chusma. Essa gente que se crê que nom é coma as demais e que se considera muito por riba da escala social dessas que somos “do comum”.

Assim, fazendo um pequeno exercício de pronta memôria, entre as que gostam de incumprir reiteradamente as normativas impostas, atopamos a boa parte, senom toda, da FAMÍLIA REAL ESPAÑOLA. As irmás e o pai do REI porque se pugeram uma vacina nom aprovada por Europa e para picar-se foram fora das fronteiras, tal qual quando desviam fondos e evadem impostos na Suiça ou Panamá.

Uma outra imagem que se me vem a bote pronto é a de vividores da política partidista que ocupam cargos e carguinhos de certa responsabilidade em concelhos, autonomias, e parlamentos, saltándo-se as quendas de vacinaçom, indo de viagens pagados às ilhas Canárias coa sua famíla ou saltándo-se todos os perímetros de encirro que seus compas nos impugeram.

E há mais, muitas mais, que fam e desfám quanto quiger porque as quantidades das multas a pagar som uma bagatela para elas e nem lhes preocupa nem ocupa ser pilhadas na comissom duma falta “in fraganti”.

Som parte dessa “jet set” de privilegiadas às que semelha que este terrível vírus assassino respeita pois nem lhes mata nem lhes fai enfermar.

Poida que elas tenham informaçom veraz de que tudo isto é uma boa montagem onde só se busca insuflar MEDO em grandes quantidades e retroalimentar a absurda dependência das nossas SAÚDES postas em mãos das FARMACÊUTICAS, essas empresas MUITO CAPITALISTAS onde o benefício económico é o único que de verdade lhes importa. De ai que se lhes poida ver arrodeadas umas a outras em festas numerosas da JET sem mascarilhas nem guardar distâncias ou que num carro policial se passeem sem levar postos os tapabocas tal coma é preceptivo.

[Myanmar] Punks contra o Golpe militar ao berro de ACAB x Pete «Black Thunder»

Reportagem publicada na web “Agente Provocador” que traduço e colo:

Em Myanmar, a antiga Birmânia, onde a repressom nom cessa depois do Golpe de Estado, punks se organizaram para fazer frente aos militares e denunciar a repressom. Algumas delas resultaram feridas ou assassinadas.

A resistência em massa ao Golpe Militar de fevereiro continua em Myanmar, com mais de médio milhar de pessoas mortas, enquanto soldados e polícia abrem fogo contra manifestantes. Entre as participantes encontram-se membros da comunidade punk do país. As bandas de Myanmar The Rebel Riot, Kultureshock, The Outcast e The Slingshot, bem como outras internacionais, formaram um seu coletivo ao que chamaram de Cacerolazo, uma forma de protesto que se popularizou em 1971 quando as mulheres golpearam potas vazias nas ruas para manifestar-se contra da escassez de alimentos em Chile… a prática de golpear potas e tigelas associa-se com o exorcismo do mau em Myanmar e realizou-se todas as noites para mostrar o descontentamento com a Junta que tomou o poder. «A noite nom será silenciada», impulsionada polo coletivo Cacerolazo, rende homenagem às pessoas que foram assassinadas polas forças de seguridade desde o Golpe.

«Nom temos fé no Sistema Judicial. Polícia nojenta. Que lhe dem à polícia. A.C.A.B.»

«O ímpeto com o que a gente fai chocar suas colheres de madeira contra suas potas machucadas é um recordatório diário da solidariedade do povo contra este regime», disse um membro da banda que pediu o anonimato. «Queríamos compartilhar esta unidade reunindo a gente de toda a comunidade punk de Yangon».

O grupo de Yangon The Rebel Riot tem lançado um tema com o lema universal de A.C.A.B.: «Nós, Rebel Riot, estamos furiosos com a atual injustiça e brutalidade da polícia para com as manifestantes pacíficas. Protestamos de todas as formas possíveis na rua e através da música com nosso vídeo musical ACAB. Este vídeo nom é simplesmente uma cançom. Com este vídeo estamos retratando a violência da polícia. Esperamos que nosso vídeo musical ajude a esta revoluçom como parte delas». A letra inclui: «Nom temos fé no sistema judicial. Polícia nojenta. Que lhe dem à polícia. A.C.A.B.».

O projeto Food Not Bombs da comunidade punk segue ativo desde o Golpe, distribuindo alimentos ás mais necessitadas. Um de seus ativistas foi recém hospitalizado durante a repressom:

«O nosso amigo Japan Gyi tem 24 anos e é da nossa comunidade. É músico e voluntário ativo de Food Not Bombs. É o vocalista do grupo Outcast.

Desde o Golpe do 1 de fevereiro, toda nossa gente da comunidade sentiu-se indignada diante o Golpe. Temos protestado e, ao princípio, foi um protesto pacífico. Ao cabo de um tempo, reprimiram os protestos com violência, detendo a pessoas, golpeando-as e matando-as. As mortes de manifestantes aumentam dia a dia. Apesar da violência causada pola Junta, a gente nom deixou de protestar e segue a faze-lo de qualquer maneira.


Hlaing Thar Yar é um município cheio de fábricas no que reside muita gente de classe trabalhadora de todo o país. A Junta tem reprimido a Hlaing Thar Yar mais que a outros municípios para assim proteger as fábricas chinesas. O 14 de março, Japan Gyi participou no protesto em Hlaing Thar Yar. Pola tarde, muitos soldados e polícias chegaram para reprimir o protesto. Pola noite, começaram a usar gases lacrimógenos, balas de goma e balas reais. Mais de 50 pessoas morreram e muitas resultaram feridas. Japan Gyi resultou ferido duma bala (possivelmente de goma) no braço direito e fracturou-se um osso. Enviaram-lhe ao hospital mais próximo e escaiolarom-lhe. O estado de seu braço ainda nom é óptimo. Nossa comunidade está preocupada polo seu estado atual. É um jovem importante para nossa comunidade e tem participado na entrega de alimentos com Food not bombs. Todos pregamos para que sua mão volte à normalidade. Precisamos apoio para sua família. Esperamos que volte cedo conosco».

[Tenerife] O RACISMO DISPARA DE NOVO

Sons de guerra, controle bélico, violência institucional e racismo disparado no Campamento de refugiadas “Las Raíces” .

Recolho (traduço) e colo esta informaçom da Asamblea de apoyo a migrantes en Tenerife dando conta dum NOVO RAPTO de VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL das forças repressivas do GOVERNO MAIS PROGRE da HISTÓRIA D’españa contra das pessoas migrantes

Após o forte altercado de fai dois dias provocado polo encerro ilegal nos campamentos, a polícia decidiu irromper de novo ontem no meio da noite em Las Raíces. De novo usando as escopetas de balas de goma, tentando gerar pânico mediante a dor, os sons de guerra e as luzes no meio da noite.

Estratégias de submissom em guerra. O controle policial através do pânico. E de novo, vam duas ambulâncias a transladar ao hospital aos moços feridos pola polícia e outros 6 som detidos, ao longo da noite e do dia de hoje, pois se estám a encarregar de expulsar a quem geram protestos.

E como não protestar? Como não estar farta? Estám encerradas, dormindo em liteiras nas que não cabem de lado, onde não se podem girar nem mudar de postura e dormem 60 pessoas em menos de 30 metros quadrados.

Tamém estám famentas, já que as raçons de comida som escassas, de má qualidade e como já temos visto em outras ocasiões, às vezes em mau estado. Até ACCEM admitiu que a comida era “deficiente”. Doentes, doloridas, apaleadas e sem atençom sanitária. Dois médicos para quase 2.000 pessoas e cinco enfermeiros para todas as quendas, de segundas-feiras a domingo.

Fartas, cansas de esperar e ver sua vida passar sem que seus direitos mais básicos sejam respeitados nem suas necessidades mais básicas cobertas.

Esquecidas, tristes, desesperadas, gente jovem a quem estám a roubar-lhes seus sonhos, sua saúde e o tempo.

A gente de Las Raízes atopa-se num túnel de direçom única que parece desembocar na morte, bem por omissom de responsabilidades, bem por decisom dos responsáveis, a não ser que esta barbarie se freie a tempo. Porque voltar, a maioria não tem a onde voltar; e porque a incerteza, a discriminaçom e a desesperança, matam. E tam verdadeiro é isto, que as auto-lesons e as tentativas de suicídio som diários e constantes neste Campamento da Vergonha.

Sabias que todas as pessoas temos os mesmos direitos?

Sejamos migrantes ou não, temos os mesmos direitos.

E o Estado, a mãos da polícia e as ONGs, viola sistematicamente estes direitos.

A RAE define terrorismo como “criaçom dum clima de terror e insegurança susceptível de intimidar aos adversários ou à povoaçom em geral” ou a “sucessom de atos de violência executados para infundir terror”. Quando quem executa é o Estado, chama-se Terrorismo de Estado.

BASTA!

BASTA de submeter, humilhar, apalear, desnutrir, maltratar, deter, deportar, violentar e infundir terror a nossas colegas! .

MORTES EVITÁVEIS.- VACINAS da MORTE que se aplicam a GENTE SÁ

Colo acá este vídeo denúncia autoria de El Arrecife

Castilla-León cicais tomou a decissom de paralisar a vacinaçom de Astra Zeneca tras ter conta de que um MOÇO de só 23 anos, tras ser vacinado, MORREU recém em ZAMORA. A causa da morte diagnosticada “MORTE SÚBITA”

Além uma nai de 44 anos tamém morreu nom há tanto.

Disto nom dam conta os FALSIMEDIOS!!

VAIAM-LHE com o conto às amizades e familiares deste moço e desta nai, de que “O BENEFÍCIO É SUPERIOR AO RISCO”.

Mas, que risco corriam este moço e essa nai, quando, segundo todos os parámetros oficiais, estavam incluidas entre a povoaçom com minor risco de pilha-la presunta COVID?

Estám a vacinar a gente que, durante a presunta pandemia, ficou demonstrado que nom corriam nenhum risco e agora ao vacinar-lhes se lhes está ponhendo numa situaçom dum risco maior.

[Tenerife] “A SANGUE FRIO” .- Pelotas de Goma e Violência Policial contra Pessoas Refugiadas. Assim atua o Governo Mais Progre da História d’España

Ontem mesmo a situaçom insostível que estám sofrendo desde meses atrás centos de pessoas encirradas em Campamentos provisórios de refugiadas da ilha de Tenerife -retidas contra sua vontade em condiçons inumanas de vulnerabilidade extrema- fijo estoupar desde dentro este cóquetel molotov.

Em resposta às protestas pola sua Dignidade, o Ministro do Interior do Governo mais progre da História d’españa, Grande Marlaska, envia à polícia mais progre a bater contra elas a base de pelotas de goma disparadas a eito e levándo-se detidas a várias das pessoas que se atreveram a protestar polas condiçons do seu encirro involuntário num deles: O Campamento “Las Raíces” em La Laguna onde, desde há mais de um mês, umas 1.500 pessoas (entre elas umas 50 minores) estám retidas neste lugar inóspito, ao norte da ilha, numa das zonas mais frias, chuvosas e ventosas desta ilha, sem abrigo suficinte, sem comida suficinte e de má qualidade (que lhes está provocando intoxicaçons), sem água quente, sem atençom médica nem psicológica sem se cumprir seus direitos fundamentais e deixándo-lhes expostas a múltiples fatores que ponhem em risco a sua saúde e suas vidas.

Assim é coma o Governo mais progre da História d’españa, que é causante de provocar está situaçom, resposta enviando às suas forças e corpos de (in)seguridade para fazer medrar o estado de violência que se sofre nesses lugares. Vários vídeos nas RRSS recolhem a brutalidade das suas intervençons (lembraram-me aquelas dos picolos disparando no Tarajal apontando contra as pessoas que tratavam de chegar a nado até os areais de Ceuta) que geram um caldo de cultivo insostível. Um outro vídeo dá conta do resultado da brutalidade policial no Campamento Las Raíces, ao amossar coma ficaram as escaleiras que levam a enfermeria tingidas co sangre das feridas recebeda polas pessoas migrantes.

Esta violência nom é de agora. Nom é casual senom causal

De feito e já desde há meses, solidárias da Asamblea de Apoyo Migrantes Tenerife denunciaram esta situaçom -que nom é única pois dá-se em todos os CIEs – e mesmo nesta 2ª feira passada, dia 5, tiraram um seu Comunicado Denúncia pela situaçom particular que se sofre ne-le. Em dito Comunicado denunciam que recebem MAUS TRATOS tanto físicos coma psicológicos por parte dos membros da empresa de “seguridade” do recinto.

Estes feitos já foram denunciados tanto polas pessoas que as sofrerom coma por parte do pessoal contratado pola ACCEM, a ONG gestora que no ano 2019 recebera 10.673.730 euros dos presupostos do estado para, supostamente, ajudar às pessonas solicitantes e beneficiárias da proteçom internacional… É por isso que, no seu Comunicado, a Asamblea de solidárias pergunta-se com muita razom: 10 milhons de euros para maltratar à gente? Este é o negócio das migraçons e as fronteiras!.

Nesse seu Comunicado (feito público antes dos atos violentos da polícia española e que podedes lêr à íntegra na ligaçom antérior) apontam aos 7 DIREITOS HUMANOS que se VULNERAM A COTIO, de forma sistemática e institucionalizada, neste Campamento e exponhem às suas exigencias ao Governo mais progre da História d’españa, entre elas, o feche imediato deste Campamento e a liberdade de movimento destas pessoas por todo o estado español e lembram que Pedro Sánchez, ao assumir a presidência do governo, prometera desmarcar-se das políticas migratórias do PP; se bem, e isto nom sae no Comunicado senom que é colheita minha, com isto de novo confirma-se a hipocrasia dos governos supostamente “progressistas”, que, ao igual que com a promesa de derogar a Lei MORDAÇA ou a de modificar o Código Penal: Muito lirili e pouco lerele

PROTESTAS de MULHERES em STA CRUZ

No mesmo passado dia 5 em que se figera público o Comunicado anterior, dúzias de mulheres migrantes encirradas polo governo español -junto a suas crianças- no antigo cárcere da capital tinerfenha, junto a solidárias, concentraram-se em Santa Cruz em demanda de seus direitos mais basicos que a sua gestora Cruz Vermelha Española (CVE) vulnera a cotio, uma e outra vez.

Neste Centro de Detençom de Pessoas migrantes inocentes (ou seja que nom cometeram delito algum) há mulheres sozinhas, outras com crianças, meninhas e mesmo pessoas com doenças graves. A sua principal demanda, coma em qualquer outro Centro de Detençom de Pessoas é poder continuar a sua viagem cara Europa, algo que muitas levam meses em espera.

Além denunciam a má qualidade da comida e a precariedade do Cárcere, onde a atençom sanitária é nefasta: crianças doentes com fevres que, necessitando de atençom imediata urgente, viram coma a CVE negara-se a translada-las a hospitais, mulheres grávidas com dores às que no se lhes fai nenhum seguimento de cara ao parto, personas enfermas mal atendidas, algumas epilépticas que nom recebem suas medicaçom…

Estas mulheres dependem da CVE porque assim o ditam as políticas migratórias assumidas polo governo español mais progre da história d’españa. E diante isto perguntam e denúnciam:

Por qué que a instituiçom que supostamente deve proteger-lhes, ignora-lhes e violenta desta maneira?

A Cruz Vermelha é uma ONG? Ou é mais bem uma empresa ao serviço de Ministério do Interior?

Nos seus protestos e demandas assinalam à CVE coma RESPONSÁVEL de jogar coa vida destas pessoas para se enriquecer à sua costa e ao Ministério do Interior do Grande Marlaska de CULPÁVEL e de RACISMO institucional. Tamém denunciam que nom se lhes dea resposta alguma sobre seu futuro.

Recordemos que estas pessoas venhem sofrendo o expólio económico por parte das políticas económicas europeias desde há décadas. Que arrostram anos de misérias ocasionadas polo mesmo sistema político que agora mesmo lhes retém contra sua vontade e maltrata-lhes sem dar-lhe saida alguma à possibilidade de dignificar as suas vidas.

O CAPITALISMO É O TERRORISMO !!

FASCISMO PERFEITO.- Polícia já não precisa patrulhar as ruas porque a maioria das cidadás fam de acusonas das suas vizinhas.

Recolho, traduço e colo este artigo publicado na web mpr21.info pola sua equipa de redaçom:

Em todo mundo a onda de histeria tem gerado um fascismo perfeito, que conta com a aquiescência duma maioria da povoaçom como jamais nenhum governo tinha sonhado ter.

Jamais ninguém, nem sequer o III Reich, impugera uma privaçom de direitos tam descarada enquanto recebia o aplauso de suas súbditas, convertidas em delatoras zelosas de suas vizinhas.

A polícia britânica, por exemplo, já não precisa patrulhar as ruas porque as vizinhas encarregam-se de informar de cada movimento que se produz no seu bairro. Têm tirado á polícia da rua para que atendam as chamadas de telefone.

Recebem 400 denúncias semanais procedentes de particulares porque suas vizinhas não respeitam as restriçons sanitárias, reúnem-se nas vivendas, não respeitam o toque de queda, quitam de mascarilha ou vam-se de viagem.

Estám a fabricar sociedades nas que tudo é delito, tudo é ilegal, inclusive as festas, e a polícia tem carta branca para derrubar as portas das vivendas, entrar nas mesmas e levar ás “delinquentes” ao calabouço.

Para realizar as atividades mais habituais da vida em sociedade, como um jantar entre amigas, há que passar à clandestinidade e guardar silêncio para que as acusonas não se inteirem.

Na Grã-Bretanha, até o 12 de abril, não está permitido pernoitar em lugares diferentes do domicílio principal, mas uma recente onda de calor fijo que uma multitude de britânicas aproveitaram os raios de sol para ir à praia ou ao campo, o que veu provocar um alude de denúncias à polícia por parte das confidentes.

As delatoras som tam entusiastas que, segundo James Vaughan, chefe da polícia de Dorset, atuam como um braço auxiliar da polícia. Vaughan reconhece que quem viajam a suas segundas residências não cometem nenhuma ilegalidade, mas isso não impede que a polícia pesquise ás “suspeitosas” e as introduza num de seus ficheiros.

“Seguimos recebendo umas 400 denúncias à semana por parte do público, de modo que responderemos às denúncias”, dixo Vaughan. “Não precisaremos patrulhar os pontos conflituosos [ao redor dos lugares de vacaçons] porque a gente é muito rápida em apanhar seus telefones e avisar-nos”, acrescenta (1).

O chefe dos madeiros anima ás vizinhas a denunciar: “Assim é como trabalha a polícia em Dorset. Dependemos do público para que nos proporcione informaçom e dados.

A intoxicaçom jornalística completa a tarefa policial até tal ponto que um novo inquérito indica que uma clara maioria de pessoas quere que o passaporte de vacinas seja obrigatório para poder entrar num bar, subir ao transporte público ou cortar o cabelo (2).

No futuro, indica outro questionário, as pessoas botarám em falta “algumas” ou “muitas” das restriçons que se impugérom com a pandemia (3).