Vacinadas ou Vaciladas .- Misturar Alhos Zéneca com Bugalhos Pfizer

O dicionário “Estraviz”, sempre fiel á sua autodefiniçom “uma explosão de luz no universo da língua”, recolhe duas acepçons que reflitem o sinificado da expressom popular galega “misturar alhos com bugalhos”:

Curioso é que a conjunçom de âmbas acepçons serva para descrever à perfeiçom a situaçom criada na atualidade para com as miles de pessoas, minores de 60 anos, que tempo atrás foram vacin(l)adas com a 1ª dose de AstraZéneca, e às que agora – após o escándalo universal que se manifestara tras detetar-se dentre elas vários casos de trombose e mesmo alguma morte- pretendem injetar-lhes a Pfizer na 2ª dose ao tempo que lhes obrigam a assinar um seu consentimento dantes de ser de novo picadas (algo que nom se fijo com ninguém mais até agora).

Mas coma eu nom som cientista nem tenho argumentos próprios para assentir tal, remito-me ao que declararam recém algumas das cientistas procovidianas mais reclamadas polos falsimédios coma expertas durante toda esta tolémia:

“No se puede hacer experimentos de algo que no está demostrado, como es combinar vacunas en busca el riesgo cero. A eso no se debe ir”, Margarita Val (viróloga do CSIC)

“El problema es que este ensayo clínico, del cual se dieron los datos este martes, no es suficiente para decir que combinar las dosis es seguro. No es un ensayo clínico hecho para eso, es un ensayo clínico de fase 2 para medir inmunogenicidad, no seguridad”. Cesar Carballo (médico de urgências do Hospital Universitario Ramón y Cajal, Madrid)

“Decir que La segunda dosis con Pfizer es eficaz y segura para los que recibieron una primera de AstraZeneca es una locura, porque este ensayo no tiene potencia para mirar ni eficacia ni seguridad”. Daniel Prieto-Alhambra (professor de Farmacologia da Universidade de Oxford)

“Estoy decepcionado con esta decisión, el estudio es muy loable pero no suficiente para tomar una decisión así. Los resultados que explican que aumentan los anticuerpos es, hasta cierto punto, obvio. Lo que no es para nada concluyente, porque el estudio es muy pequeño, es si puede dar complicaciones. Por eso a muchos especialistas este estudio no nos parece concluyente ni decisivo”. Daniel López Acuña epidemiólogo e exdireitor de Emergências da O.M.S.

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