TOLERÂNCIA.- Um palavro fora da minha linguagem

Perguntarom-me um dia se eu nom era tolerante tras expressar em alta voz meu profundo ódio polas pessoas que se identificam com o ideário nazista, fascista, militontas de VOX e outras indesejáveis.

E NOM, EU NOM SOM TOLERANTE

Porque ao meu entender, para ser tolerante com alguém tês que partir da ideia de auto-considerar-te superior à essas a quem toleras. É dizer, quando um católico apostólico romano e español di ser tolerante coas demais religions, o que nos está dizendo é que permite e tolera outras crências pese a que ele está certo desde seu pedestal, que essas outras pobres ignorantes estám erradas.

Eu, que nom me crio superior a ninguém, estou disposto a respeitar algumas outras ideologias e até crências em seres imaginários e/ou alienígenas; dado que o respeito é algo que se pode e se deve dar entre iguais.

Mas nunca respeitarei nazistas, fascistas, militontas de VOX e outras indesejáveis porque nom considero a minha igual a quem por ativa demonstram ser RAZISTAS, XENÓFOBAS e ODIOSAS. Condescender com elas, só serve para dar-lhes ás para medrar.

EU SOM ANARQUISTA e em consequência ANTIFASCISTA e polo tanto, NOM, nom podo ser tolerante, nem condescendente, nem transigente com essa gente.

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