Relatos verídicos da história do Capitalismo e a Saúde.- Nestlé, mais de século e meio assassinando e escravizando crianças

“Nom trae nada bo escudrinhar no passado, Lisa. Eu vivim parte desse passado e deixei-no atrás por algo”. Homer Simpsom

Em 1867, o farmacêutico alemám Henri Nestlé, presuntamente buscando solucionar o problema da desnutriçom infantil da época, investiu seus recursos na busca duma fórmula que reunisse alimentos básicos (leite de vaca desidratada, açúcar e farinha de trigo) e experimentou inúmeras composiçons. Procurava a criaçom duma farinha infantil que, preparada com água pura e quente, resultasse em um alimento saboroso e de alto valor nutritivo para alimentar as crianças lactantes que nom podiam ser amamantadas. Tras dar com a fórmula apetecida Henri Nestlé declarara que «este pó, composto em condiçons cientificamente corretas constitue um alimento que é todo o que se pode desejar».

Assim nascera o que deveria ter sido um produto destinado em exclusiva à sua venda baixo prescripçom médica, mas que, desde seus inícios fora comercializado como uma opçom para todas as recém nascidas e bebés desde seus primeiros días é seus primeiros anos.

Este foi o começo duma fraude alimentária, sanitária e publicitária que, ainda hoje, segue a causar a morte de miles de crianças em todo o mundo. Promovida a sua venda com mostras gratis entregadas nos hospitais, com campanhas publicitárias milhonárias e com a cumplicidade necessária de presuntas trabalhadoras da saude e mesmo de alertas falsas da OMS, Nestlé consegue fazer pensar às nais lactantes que esses substitutos industriais som uma milhor opçom nutritiva e sanitária que a do seu próprio e natural leite materno.

A partir dessa iniciativa, a Nestlé tornou-se numa empresa mundial de alimentos e nutriçom e hoje é a meirande multinacional do seitor em volume de ingresos. A empresa crescera significativamente durante a chamada Primeira Guerra Mundial e novamente após a Segunda, expandindo suas ofertas além de seus primeiros produtos de leite condensado e fórmula infantil. Na década de 1970 estava já presente em muitos mais seitores coma o farmacêutico, cosméticos ou de alimentos para animais. Em abril de 2012 afazia-se com a sua competidora no leite materno, Pfizer Nutrition, uma compra que a Nestlé interesou muito porque Pfizer realiza o 85 % das suas vendas em países com economías emergentes e com um forte crecemento demográfico.

A «Cultura do Biberom» e a OMS metendo medo aos mamilos das nais

Mas voltando aos seus origens, supostamente éticos, justo é assinalar que em mediados do século XIX Europa enchia-se de fábricas, as nais operárias acodiam a elas abandonando à força a lactância materna para confiar-lha a outras mulheres, amas de criança, polo que o invento de Henri Nestlé era uma aposta acorde com os tempos que deveria facilitar a incorporaçom das mulheres às fabricas durante aquele Capitalismo incipiente. A publicidade desse pó mágico desde seus inícios incitava às mães a deixar de amamantar a suas crianças ou a completar com este leite artificial um seu fluxo supostamente insuficiente.

Nas décadas seguintes, sua fórmula foi adoptada por milhares de mulheres que se incorporavam ao mercado de trabalho na Europa e Norteamérica, mas o autêntico ‘boom’ começou depois da Segunda Guerra Mundial: através da publicidade agressiva e com o apoio de milhares de enfermeiras e médicos, a indústria da alimentaçom infantil convenceu a médio mundo das excelências de seu produto, com dois argumentos fundamentais: que o leite em pó era melhor que a materna -algo evidentemente falso- e que o biberom era em realidade um instrumento para a libertaçom da mulher -um argumento que o sacaleites deixaria de imediato obsoleto-.

As crianças, segundo aquelas propagandas, desenvolviam-se e cresciam melhor, se cabe, que com o leite da mãe quem podia continuar com todas suas atividades sem limitaçons ao não ter que estar sujeita a dar o peito. A propaganda chegou a limites abusivos de assinalar tais produtos com o confuso termo de «leites humanizadas» e «leites maternizadas». As mães regressavam a suas casas repletas de leite em pó, biberons, tetinas, e, o que é pior, da conviçom de que sua bebé ia estar milhor criada graças ao leite industrial.

Nos ’50 a Organizaçom Mundial da Saúde, OMS entrou em dança lançando uma sua alerta aterradora: As nais teinham que deixar de amamantar dado que nos areolas dos mamilos habitavam bactérias e virus! Coma feito imediato muitas mulheres deixaram de dar de amamantar às suas crianças.

Leite industrial, mistura mortal !!

A primeira denúncia contra estes leites artificiais chegara já lá em 1939 de mãos da doutora nascida na Jamaica na altura colonizada pola Grã-Bretanha, Cecily Williams, experta em nutriçom infantil, quando fora em missom colonial a lecionar na Universidade de Singapura, tamém colónia británica, na península de Malásia. Aqui ela encontrou que nos hospitais havia uma taxa de mortalidade muito alta entre as crianças: “estavam morrendo de desnutriçom e raquitismo!!”.

Aos poucos soubo que recém-nascidas estavam sendo alimentadas com Leite condensado Nestlé, exportado para Singapura e Malásia como “ideal para bebês delicados”, embora este leite, na altura, fora proibido na Grã-Bretanha por ser suspeito de causar raquitismo e cegueira.

Cicely ficara horrorizada, nom só com as altas taxas de mortalidade infantil, mas com as condiçons terríveis em que as mulheres pobres viviam e trabalhavam e além ficou muito mais indignada ao saber que Nestlé estava empregando enfermeiras para que fossem polas moradas a convencer às nais lactantes de que o leite condensado açucarado era preferível ao leite materno.

De imediato ligou a comercializaçom de leite condensado e o enfraquecimento das crianças e pouco depois teria ocassom de manifestar seu horror para um público europeu colonialista quando fora convidada a falar no Rotary Club de Singapura curiosamente presidido polo presidente de Nestlé. Lá, esta valente doutura, dera leitura a um seu discurso que intitulou de Leite e Assassinato, onde deitara para a posterioridade estas suas palavras que colheram sona: “Se sua vida estivesse amargurada como o está a minha, ao ver dia após dia este massacre de inocentes por uma alimentaçom inadequada, acho que vocês entom sentiriam, como eu sento, que a propaganda enganosa sobre alimentaçom infantil deveria ser castigada como a forma mais criminosa de sediçom, e que estas mortes devem se considerar como um assassinato”.

Na altura dessa denúncia já era sabido que o leite humano contém anticorpos da mãe que protegem á criança de muitas infeçons, em particular o calostro, segregado pola mãe nos primeiros dias que seguem ao nascimento e que atua como um potente produto anti-infecioso. Ademais o leite materno contém a totalidade de elementos nutritivos que precisam as bebés. O ideal é nom lhe dar nenhum complemento durante os quatro ou seis primeiros meses de vida, nem sequer água.

Boicote a Nestlé em 1977

Nos sessenta, Nestlé, em procura de novos mercados, desembarcou em massa nos paises empobrecidos, pese a que a lactância artificial supom a utilizaçom de água, uma água raramente pura nos lugares explodidos polos colonialistas europeus. Assim foi que, quando Nestlé começara com sua campanha para difundir o leite em pó nos paises empobrecidos, se encontraram o obstáculo considerável de que muitas mães se empenhavam em seguir amamantando a suas crianças. Para solucioná-lo decidiram ir aos hospitais e clínicas onde as mães davam a luz e fazer doaçons em massa de leite em pó, tetinas e todos os meios necessários para preparar os biberons a sabendas de que se caiam na trampa, ainda que fosse por um periodo curto de tempo, essas nais deixariam de estimular as suas glándulas mamárias e ficariam sem leite para amamantar.

Milhares de representantes com bata branca, foram às clínicas para convencer às nais da superioridade do leite em pó em frente à lactância materna. Idêntica estratégia utilizou-se com respeito ao pessoal dos hospitais, gratificado com primas e presentes. Falou-se de convênios com os hospitais nos que contavam com enfermeiras treinadas para recomendar às nais primeiriças alimentar a suas crianças com leite em pó e as nais inexpertas, ansiosas, acediam ao leite de fórmula, que se lhes vendia coma uma opçom rápida e efetiva. A contaminação do água e os biberons e a falha de dinheiro, uma vez terminadas as mostras de agasalho, desembocaram em milhares de mortes de crianças por doenças e malnutriçom. Uma vez que já deixaram de agasalhar o leite, as nais viam-se obrigadas a merca-la a um preço que pode supor mais do 50% dos ingresos familiares. Assim é coma Nestlé figera-se com uma parte importante do presupuesto das famílias empobrecidas.

No final dos anos 70, volta a fazer-se pública a denúncia da má praxe e da agressiva publicidade de Nestlé para convencer às mães de que seu leite preparado era melhor que a natural procedente do peito da mãe. Primeiro foi um artí­culo na revista New Internationalist em 1973 que detalhava as consequências do uso do leite artificial nos países empobrecidos relatando milhares de mortes de bebés polo uso de água nom potável ou a má manipulaçom dos biberons. Um ano depois, em março de 1974, a organizaçom humanitária War on Want figera público em London o documento “The Baby Killer” (“O assassino de crianças”) escrito por Mike Muller onde denunciava as práticas desta multinacional, e foi na altura que a multinacional suíça fora acusada do massacre e declarou-se-lhe o boicote mundial a partir de 1977, ainda vigente nalguns países.

Depois do boicote, Nestlé comprometeu-se a cumprir o Código para a Comercializaçom de Sucedâneos do Leite Materno, código de boas práticas, aprovado em 1981 pela Organizaçom Mundial do Comércio e pola UNICEF, no que se proibia a publicidade sobre o leite preparado e o marketing através de mostras gratuitas às mães, entroutras medidas.

Danone, Nestlé,… a mesma merda é!!

No entanto, nem Nestlé, nem muitas outras marcas produtoras de leite infantil, respeitam sempre os termos deste acordo e seguem fazendo publicidade destes produtos e sobornando ao pessoal hospitalário para que convençam às mães de que o leite preparado é melhor que o natural. Em 2013 saltava aos méios a noticia duma sançom a 13 médicos e enfermeiras na China por receber dinheiro de Danone para recomendar seu leite em pó.

O jornal inglés The Independent dava cuenta há uns anos da agressiva campanha de Danone na Turquia para convencer às nais de que a partir dos 6 meses nom produzem suficiente leite para alimentar o bebé e que ésta deve ser completada com leite artificial. Save the Children figera na altura um bo resumo do novo papel de Danone num seu Informe intitulado: «Um novo infrator no vecindário?»

Mas isso se passava anos há, e se há alguma adepta às ONGs lendo isto que saiva que no ano passado Save the Children e Danone saltarom ao meios como salvadores de 3 mil nenos e nenas españolas de famílas com baixos recursos para instalar-lhes nos seus fogares computadoras para que poideram estudar na casa. Matam mil e contam 20, tal qual Amancio Ortega.

UNICEF assegura num seu Informe que um milhom e meio de crianças nom morreriam se fossem amamantados exclusivamente com leite materno durante seus primeiros meses de vida. Mas nom é coisa de que o diga UNICEF. Os riscos inerentes à lactância artificial nos paises empobrecidos onde escaseia a água limpa som multiples: múltiplas agressons microbianas, virais e parasitárias devido à água suja, ao biberom nom desinfetado, à ausência de meios de conservaçom; entranha, por outra parte, uma malnutriçom em massa devida à excessiva diluçom do leite em pó e assim uma grande maioria desse milhom e médio de crianças que morreram, faleceram por deshidrataçons diarreicas, mas tamém por doenças respiratórias cuja gravidade teria-se atenuado com a alimentaçom maternal.

Em 1996 um grupo criado para a vigilânca do Código de Lactância foi vissitar 4 países: Sudáfrica, Bangladesh, Polónia e Tailândia, e entraram em contato com umas 800 nais jovens de cada país. Os resultados demonstraram que até 32 empresas de alimentaçom materna, entre elas Nestlé e Johnson, etc. violam todos os códigos de conduta. Todas elas seguem distribuindo publicidade que dá uma imagem negativa da criança materna e apresenta o leite em pó como preferível para a alimentaçom das bebés; todas elas seguem distribuindo mostras e botes de leite e todas enviam ao seu pessoal às maternidades para repartir informaçom falsa. Em resumo, o estudo demonstrou que o Sistema sanitário e os hospitais continuam a ser o instrumento elegido para a estratégia comercial.

Em 2002, a Nestlé exigiu que a Etiópia pagasse uma dívida de 6 milhons de dólares com a empresa. Na altura Etiópia estava sofrendo com uma grande fome, e houvera mais de 8.500 reclamaçons recebidas via e-mail na empresa denunciando a sua má praxe e a sua total falha ética, polo que Nestlé viu-se na obriga de recuar.

Nestlé escravista.- Da sua colabouraçom com o regime nazi e do trabalho infantil no cacau

Recém, a Nestlé admitiu seu envolvimento com o regime nazista durante a 2ª Guerra Mundial ao utilizar mão-de-obra forçada na sua factoria alemana.

Em 2010 o documentário The Dark Side of Chocolate denúncia que nas plantaçons de cacau da Costa do Marfim que serve a Nestlé usam trabalho escravo infantil. As crianças contam de 12 a 15 anos de idade, pese a que em setembro de 2001 Nestlé e as demais corporaçons do negócio do chocolate, pressionadas, assinaram o Protocolo Harkin-Engel (comumente chamado de Protocolo do Cacau), um acordo internacional voluntário que visa a erradicaçom do trabalho infantil na produçom de cacau, com um seu compromisso de produzir cacau “eliminando as piores formas de trabalho infantil” até 2005. A data, como se poderia imaginar, foi postergada e segue sendo, sendo agora próximo prazo o ano de …

O documentário, autoria do jornalista dinamarquês Miki Mistrati, jurdira quando este decidiu investigar as denúncias de que as grandes marcas de chocolate se enriqueciam com trabalho escravo infantil. Ele iniciara inicia sua pesquisa numa feira na Alemanha onde as grandes marcas da indústria se apresentam anualmente, entrevistando aos representantes sobre a procedência da matéria-prima e se têm alguma coisa a dizer sobre os ruge-ruge de abuso de trabalho infantil. Como resposta recebe de todos eles a informaçom de que quase todo o cacau provêm da Costa do Marfim, e de fornecedores credenciados, negando veementemente qualquer tipo de abuso.

Para tirar a história a limpo, Miki segue suas informações indo à África, começando por um dos países mais pobres da regiom: Mali. Segundo as denúncias, deste pequeno país provêm a maioria das crianças vítimas de tráfico. Com ajuda de pessoas locais, ele rapidamente verifica a veracidade das denúncias: crianças de 12 a 15 anos, mas também de 7 anos som seduzidas com promessas por traficantes, para logo serem levadas até as fazendas de cacau de ônibus de Costa de Marfim. O jornalista consegue filmar vários casos. Um fazendeiro diz que os traficantes vendem as crianças por 230 euros sem limite de tempo de trabalho. Dificilmente receberám algum salário.

Cabe destacar que a lavoura do cacau (com a colheita, abertura dos frutos e secagem) sujeita os trabalhadores à exposiçom de venenos que podem vir a causar doenças até 20 ou 30 anos depois.

Nas últimas cenas do documentário, o jornalista volta até a Europa e quer mostrar suas filmagens às produtoras de chocolate, mas nenhuma empresa aceita o receber. Indignado com a recusa, Miki leva até a porta da sede da Nestlé, na Suíça (maior produtora de chocolate do mundo, com 50 anos de atividades em Costa do Marfim) um camiom com uma enorme tela de cinema e exibe escancaradas suas irrefutáveis provas que vos mesmas podededes ver acá (por certo, as suas escusas som mui similares às de Amancio Ortega e as suas sequaces quando interrogados polo trabalho escravo para Inditex):

A farsa continua

Alguns reportes internacionais dam conta da impunidade com a que Nestlé e outras corporaçons que produzem sucedáneos têm vindo atuando após 80 anos de se ter denunciado estas práticas por vez primeira.

A International Baby Foods Action Network publicava em 2017 sua reporte “Rompendo as Regras” expondo as violaçons ao Código para a Comercializaçom de Sucedâneos do Leite Materno de 28 companhias em 79 países.

Nesse mesmo ano, a organizaçom Changing Markets publicou o reporte “Ordenhándo-a: como as companhias de fórmulas lácteas ponhem os benefício por riba da ciência”, no que expõem uma longa série de declaraçons de saúde nas etiquetas que som insostíveis cientificamente em produtos para crianças menores de 12 meses.

Em 2018, outra organizaçom internacional, Save the Children, lançou o reporte “Nom Promovas Isso” que destaca como as empresas de sucedáneos do leite materna mentem em sua publicidade danificando a saúde das crianças, danificando a lactância materna e evitando que as famílias recebam informaçom clara e baseada em evidência sobre a alimentaçom infantil.

E pese a tudo isto …

Dacordo com uma pesquisa global on-line realizada em 2006 nos paises desenvolvidos a Nestlé tem uma pontuaçom de reputaçom de 70,4 numa escala de 1-100 entre suas consumidoras destes paises. Mas tamém há uma imensa maioria que cre na existência de Deus ou mesmo que o vírus de moda pode matar-te se vas sozinha polo monte sem mascarilha ou de que as presuntas vacinas podem zafar-te de ser contagiada.


Ligaçons referenciais:

Nestlé y sus 80 años de impunidad – Asociación de Consumidores Orgánicos

Bacterias Actuaciencia: Bacterias en los pezones como excusa para vender leche en polvo

Qué llevó a Estados Unidos a boicotear a Nestlé en los años 70 – BBC News Mundo

Cuando la leche mata. BOICOT A NESTLÉ POR SUS PRÁCTICAS CRIMINALES. | Solidaridad.net

Las multinacionales y la tragedia de la leche infantil – Carro de combate

Sancionados 13 médicos y enfermeras por recibir sobornos de Danone para recomendar su leche en polvo infantil

Danone y Save The Children se unen en beneficio de 3.000…

Competencia multa con 88,2 millones a varias empresas del sector lácteo

O lado negro do chocolate – A Nova Democracia

Trabalho escravo infantil: o lado amargo do chocolate | FETRACONSPAR – FETRACONSPAR

blank

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s