Farmacêuticas milhonárias ou quando se socializam os riscos e se privatizam os lucros x Noam Chomsky

«Quem criaram a crise som mais ricos e poderosos que nunca» Noam Chomsky

Dias atrás, em debate numa RRSS com um amigo (nom só virtual senom real), este sustinha que “as vacinas som do menos rendível para as farmacêuticas assim como de tudo o que tenha que ver coa medicinha preventiva, tamém os “bozais”.

Desconheço ainda hoje que dados maneja ele para asseverar tal, mas bem pode que seja certo o que ele afirma, que nom som destes seus produtos dos que mais benefícios obtenhem estas empresas com muito ánimo de lucro; nom vou debate-lo porque desconheço o despiece das suas enormes rendas; mas vou-me permitir ponher acá em dúvida tal sua afirmaçom para com o caso que nos ocupava no nosso debate; porque se bem poida que a ganahância obtida na venda dum só dial seja uma quantidade pequena, deixa de ser tal exígua quando as vendas estám a ser de milhons de unidades em todo o Planeta.

Sucede como quando os bancos redondeiam as cifras decimais no seu favor; poida que o que ganham com esta operaçom a cada cliente nom supere a ridícula cifra dos 2 cêntimos de euro, mas se som milhons as clientes dessa entidade bancária, estariamos a falar dum roubo descarado de muitos milhons de euros em total.

De todas, se algo saltou aos médios nestes tempos foi a necessidade de cobrir os enormes gastos ao que tenhem que se enfrontar as farmacêuticas para acadar um medicamento eficaz o que presuntamente justificaria que muitos estados capitalistas desembolsaram quantidades ingentes de quartos públicos cara estas empresas com muito ánimo de lucro para incentiva-las a quitar quanto antes suas urgentes vacinas para deter o monstro.

Mas deixando a um lado estas minhas elucubraçons, vou dar voz a Noam Chomsky, um dos primeiros assinantes (entre mais de 350 pessoas e 200 organizaçons ativas nos 5 continentes) do Manifesto Acabemos com o Sistema de Patentes Privativas! Por uma indústria farmacêutica baixo Control Social e um plano global de vacinaçom pública, universal e gratuita” .

Este Manifesto sublinha que a “cobiça” das grandes companhias farmacêuticas está a supor um risco para o acesso igualitário à saúde em todos os países do mundo. Consideram que se devem fazer públicas as farmacêuticas em todos os países e realizar planos de investimento que melhorem o sistema sanitário público.

Recalcam que o Capitalismo e as políticas neoliberais contribuem a gerar “mais desigualdade, mais sofrimento e mais mortes em nome dos interesses duma minoria privilegiada”. Nesse contexto advertem que a crise sanitária está estreitamente relacionada com a crise ecológica. Do mesmo modo, recordam que esta crise tem afectado às classes populares, especialmente às mulheres e as pessoas racializadas.

Assim, no seguinte vídeo, Noam Chomsky explica muito clarinho como desde sempre se lucram as empresas farmacêuticas graças às investigaçons públicas. Apenas mudam nada do trabalho de investigadoras das universidades mas todas as ganâncias resultado destas investigaçons vam parar a estes ladrons capitalistas (se bem ele di isto com outras palavras, é o que eu entrecolhim das mesmas):

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