As MORTES Manipuladas ao Descuberto.- Editorial da revista anarquista “Amor y Rabia”

Compas anarquistas de Valladolid levam anos editando e distribuindo esta revista à que tendes acesso debalde na sua web. Na editorial do nº 45 da sua revista “Amor y Rabia” (que desde março de 2020 inclue coma subtitulo a lenda “Desde el Confinamiento”), saida do prelo em 8 de novembro, fam uma esplêndida reflexom ao respeito da MANIPULAÇOM dos dados das mortes POR covid, sinificando o feito de que a OMS propugera aos governos que incluiram neste apartado nom só as mortes produzidas por efeito do bichinho senom tamém todas as mortes de pessoas que deram positivo nos test pese que as suas mortes tiveram outras causas bem diferentes.

Mas, colo acá a sua editorial (traduzida) e quitade vos mesmas vossas conclusons e percepeçons:

OS NÚMEROS DA MORTE

Num ataque de sinceridade, a Ministra de Sanidade española deitou numa entrevista que, depois de ter conseguido que se vacine o 89% da povoação española, “baralha introduzir mudanças na forma de contabilizar às falecidas para diferenciar àquelas que morrem ‘COM covid’ de quem o fazem ‘POR covid’. Isso implicaria que saíssem do reconto todas aquelas pessoas que não faleçam como consequência da doença, ainda que no momento da morte estejam contagiados”; dita mudança, reconhece outro jornal, “REDUZIRIA a cifra de FALECIDAS”.

España não é o único país que tem manipulado os dados para conseguir um maior número de mortes usando o truque de misturar as “mortes por” e as “mortes com”; ao dia seguinte soube-se que o ISS italiano ( Istituto Superiore di Sanità, organismo técnico-cientista do Servizio Sanitário Nazionale) reduzia num 97% a cifra oficial de mortos por Coronavirus (de 130.000 a menos de 4.000) depois de diferenciar “morte por” e “morte com”, o que demonstra a imensa manipulação das cifras de mortes que se levou a cabo para semear o pânico entre a povoação.

De maneira similar, em UK a quarta parte das pessoas que segundo as estatísticas estão hospitalizadas polo Coronavirus em realidade estão a receber tratamento por outros motivos.

A origem desta semente de PÂNICO foi a OMS, que ao início da pandemia propôs aos governos misturar pessoas mortas POR Coronavirus com pessoas mortas COM o coronavirus. O engano não se pôde desenmascarar, já que o governo recomendou não fazer autópsias, o que imposibilita saber a causa real das mortes na primeira onda da pandemia, a imensa maioria em residências de anciás nas que se tinha abandonado às residentes deixando-lhes encerradas ou atadas às camas, sem água nem alimentos.

A contabilidade criativa foi aplicada pola burocracia sanitária para manter altas as cifras de supostas mortes por Coronavirus: em Castilla-León considera-se como mortas de Coronavirus a toda pessoa que tenha dado positivo num teste “nos três meses anteriores ao seu falecemento”, e em Astúrias “não existe limite de tempo anteriormente ao processo infeccioso para considerar como falecida”; em palavras de um “experto” ao jornal El País, “Contamos entre as falecidas a qualquer pessoa que dera positivo por Coronavirus, o que não quer dizer necessariamente que tenha morto por esta causa”. De facto, as cifras de falecidas por Covid são inespecíficas, já que nos certificados de morte não se distingue entre pessoas que morreram «a causa» ou «com» a infeção.

À vista desta manipulação sistémica, é hora de perguntar-se que pretendem conseguir semeando o pânico.

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