Onde dixem digo, digo diego e tiro pa’lante. A verdade nom importa mas importuna.

A cobiça e a crueldade têm feito que em todos os séculos uma exigua minoria invente e usurpe o poder, sacrificando à maioria indefesa, e que a história seja uma nojenta série de crimes. A cobiça e a crueldade fam que a cada progresso da indústria, longe de favorecer às classes desvalidas, aumente seu tormento. Se são tamém cobiçosos e crueis, não trarão nada novo ao mundo. Se querem fazer desaparecer o ouro, não imitem aos ricos; não ambicionen ser rico. Não amem o ouro. Amar o ouro é odiar aos homens, e não é o ódio o que tem de lhes inspirar, não é o ódio o fecundo, o que engendrará as gerações novas, senão a compaixão e a justiça”.Rafael Barrett

Enchiram páginas de jornais, minutos de rádio e televisom, mesmo criaram novas agências de censura na internet para evitar que a verdade incómoda se colara nos miolos da gentes submissas e crentes em governos, governinhos e mesmo em entidades artificiosas internacionais.

Sua caça às irreverentes descridas nom tem fim nem repouso, se bem acada se passam mais apuros para manter as suas mediáticas alarmas medorentas:

Primeiro prometeram que com seus remedos iam rematar com o mal, que toda aquela que se passara por caixa e se deixara injetar, ia ficar livre do mal para sempre e quando já nom podem manter essa falsidade porque acada dia som mais as atingidas polo mal pese a ter sido inoculadas, seguem advertindo e alertando que é muito milhor cair assim do que nom ter passado por caixa.

Além prometeram que quantas mais povoaçom aceitara as teses oficiais e assumira ir a picar-se nas suas veias muito maior era a probabilidade de erradicar o mal de raiz mas quando viram que nos primeiros países que acadaram essa assinalada porcentagem a gente seguia caindo doente, buscaram convencer-nos de que era por causa de brotes de cepas novas mais resistentes, variantes ou mutaçons desconhecidas e começaram a ponher-lhes nomes dos lugares onde isto acontecia: Grã-Bretanha, Sudáfrica, Brasil, Índia, Israel,… mas quando cairam na conta de que a gente poderia atar laços e atopar contradiçons eliminaram os topónimos de imediato e começaram a assinalar esses novos brotes com as letras do alfabeto grego, dado que, ao igual que as incognitas das matemáticas nom aportam nada: Alfa, Delta, Lambda, Kappa, Iota, Épsilon ou Omicron pois vê-se que assim dam muito mais medo, podem jurdir por doquier e em qualquer lugar assim que te descoides e te quites teu tapabocas.

Desde os inícios desta campanha orquestrada por organismos internacionais presuntamente preocupados pola saúde, por governos submissos aos intereses capitalistas e por empresas com muito ánimo de lucro, as proibiçons e relaxaçons vinheram, marcharam e voltaram segundo lhe dera o vento de cara ou em contra às proibicionistas e assim ao igual que num momento concreto nos liberaram da obriga de ir polos montes e praias sem boçais, num outro voltam obrigar-nos a leva-los tapa-bocas sempre e em todo lugar pese a que os tribunais declarem a cotio ilegias tais absurdos mandatos caprichosos e pontoais.

Lembro quando nos inícios, quando a alerta era máxima, que havia asentos proibidos nos bares e autobuses, e mesmo nas salas de espera das clínicas e hospitais e estaçons de buses e comboios, por muito que depois todos os asentos do trem estiveram ocupados e tiveras que permanecer sentado durante horas cóvado contra cóvado com quem sentara ao teu carom. Um sinfim de situaçons absurdas que sem dúvida qualquer pessoa tem sofrido, pois mesmo seja covidiota nom poderá negar esta evidência.

Agora, que semelha que já nom sabem como rematar com esta idiotice, começam a rebaixar as alertas. Assim desde o governo español querem deixar de falar de pandemia para começar a denomina-la de endemia e baixar assim os fumes; vê-se que nom está o forno para bolas e convém mitigar a evidência do gram engano no que nos meteram para benefício exclusivo das grandes farmacêuticas. Vai ser que agora o tal presunto vírus nem é mundial nem internacional, senom que agora é nosso, da casa, e desde já vai aparecer quando lhe pete por estes territórios sem ter que afetar ao resto do mundo.

Suponho que será porque as grandes farmacêuticas implicadas já figeram seu agosto com as patentes e já tenhem todo o peixe vendido. Pfizer, BioNTech, Moderna, AstraZeneca e Johnson & Johnson fecharam 2021 com milhons de euros faturados polas suas injeçons covidianas, quantificadas em mais do duplo que todo o seitor dantes da declaraçom da pandemia. Estas farmacéuticas venderam quanto menos 5.850 milhons de doses em só um ano, quantificado coma de ouro, no que experimetaram medres de vertigem.

Da-lhes igual que fiquem quantidades ingentes de gente sem inocular cos seus produtos; a imensa maioria som habitantes de países empobrecidos e deles nom vam poder quitar grandes benefícios. Amais agora as farmacêuticas já estám metidas a fundo em vender preventivos e curativos em forma de pilulas e seguir fazendo negócios nos países enriquecidos que som os que em verdade lhes importam a estas empresas especializadas em enriquecer-se a conta da saúde e da enfermidade.

A mediados do século passado, em 1959, Volvo introduzira nos seus coches o primeiro cinturom de seguridade a imitaçom dos que já existiam em avions de combate. Só 3 anos apôs e tras comprovar que este artilúgio evitava muitas mortes nas estradas, esta marca sueca decidira liberar a sua patente co galho de que o resto de marcas puideram aumentar a seguridade de seus carros com esse cinturom.

Eram outros tempos, diria alguma covidiota se chegara a lêr isto, e poida que nom lhe falhe a razom, de feito o fundador dos laboratórios Merck, um dos grandes, declarara 7 anos antes do de Volvo, em 1952 à revista Times, que “os medicamentos som para a gente, nom para as ganâncias”.

Hoje em dia, estas “empresas da saúde” apenas adicam o seu tempo a buscar paliativos ou curativos de enfermidades que afetam exclusivamente às pessoas dos paises empobrecidos ou mesmo nom adicam esforços em enfermidades minoritárias com poucas pacientes possíveis.

Um dado sinificativo: os dois medicamentos mais rendíveis no mundo som dois fármacos que tratam os altos niveis de colesterol, uma doença da gente rica que desapareceria fazendo umha vida mais sá. Um outro dado as moradoras de Europa, USA e Japom compram o 87% dos fármacos, maiormente antibióticos, anti-histamínicos, analgésicos, vacinas e antidepresivos, entanto as habitantes de Ásia, África e a América ao sul dos USA ( onde moram as ¾ partes da humanidade) só gastam um 10%.

Que cadaquem tire suas próprias conclusons.

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