Jordi Pigem, filósofo, fala da falha total de debate cientista.

“Como é possível que nenhuma televisão do mundo ainda não tenha realizado um debate sobre se a vacina foi positiva ou não na gestão da pandemia”

Jordi Pigem, especialista em filosofia da ciência e autor de “Pandèmia i postveritat. La vida, la consciència i la Quarta Revolució Industrial”, vem de ser entrevistado na canle catalã TV3, onde entroutras coisas falou da falha de debate cientista.

Colo acá (traduzido) parte do que lá deitou ao respeito:

O jornalista, a tenor da definição sobre as vacinas, pergunta ao filósofo se é «antivacinas». E Pigem responde: «É que não há antivacinas. Não conheço a nenhum. Há pessoas que consideram que esta injeção experimental, com intrusons genéticas, que se estão em ensaios clínicos, com contratos secretos (coisa que é estritamente ilegal, porque não podemos saber que há nos contratos destas injeções), há muitas pessoas que consideram que isto fai mais mau que bem. Desde que eu comecei a escrever e a conceder entrevistas sobre este tema, passa-me uma coisa muito interessante: vinheram-me a ver muitas pessoas que trabalham no sistema de saúde pública de Catalunya, médicos e médicas, doutoras e doutores, de hospitais e centros de atenção primária de todo o país (de Tarragona ainda não) e todas me vinheram a dizer que efetivamente esta injeção fai mais mau que bem. Que elas não lha têm posto e que não recomendariam a ninguém que a ponha. O que me pediram é que mantenha seu anonimato: numa sociedade supostamente democrática que pessoas que através de sua experiência médica ou investigadora, cheguem à conclusão científica de ter medo de represálias do colégio de médicos, dos chefes ou dos colegas, é muito preocupante.»

O jornalista assinala-lhe ao entrevistado que há tamém médicos e expertos que assinalam que a vacina foi positiva na gestão da pandemia. O filósofo responde: «Sim, esta é a narrativa que divulgaram as grandes farmacêuticas. E é a narrativa de uns cientistas. Mas há uma série de cientistas, incluídos dois prêmios Nobel… como é possível que nenhuma televisão do mundo ainda não tenha realizado um debate sobre isto que me acabas de afirmar é verdadeiro ou não? Porque há científicos que dizem que sim e há científicos que dizem que não… Mas desde os meios, se disse unicamente que a vacina cura. Não há informação, por exemplo sobre os efeitos adversos da vacina. Há profissionais do sistema de saúde catalã que me dim que o sistema de saúde, aparte de problemas estruturais, como que não há suficientes enfermeiras, estão mais preocupados pelos efeitos secundários da vacina que não pelos rendimentos de covid. Agora mesmo com a ómicron, a maioria da gente está bem. E alguns médicos estão a dizer-me que basicamente é como uma gripe. E com uma gripe nunca se fizeram teste, nem se tem confinado a gente que está sã, porque tem dado positivo num teste que, se disse e demonstrado muitas vezes, que tem uma eficácia muito pouco fiável. O mesmo inventor da PCR tem dito que isto não se podia utilizar para o diagnóstico. De tudo isto devemos poder falar, mas por que não temos feito debate sobre isto?»

O apresentador fala dos dados da pandemia e o filósofo assinala a Israel e Palestina: «Israel tem sido um dos países que mais tem vacinado no mundo, Palestina não. O resultado, tenhem a mesma incidência de Covid. As ondas da pandemia vão e venhem sozinhas. Sem que dantes existissem injeções deste tipo, tamém se eliminavam as ondas. O verão do 2021 vai ter mais mortes que o verão do 2020. E a vacina já estava em verão de 2021. Isto é: todos estes dados que nos estão a dar uma e outra vez, quando os olhas com lupa, quando os contrastas, não quadram. Sei que há científicos que dizem o contrário. Então: fagamos um debate. Por que não se pode debater disto? Como é possível que, levando tantos anos defendendo a escola inclusiva, a escola igualitaria, agora esteja segregando aos filhos das pessoas que, seguramente porque têm muita informação -alguns têm pais médicos, é mais, há mais pais médicos entre crianças não vacinadas que entre as vacinadas– a gente que toma esta decisão é porque tem uma tendência a pensar por si mesma e saber de que vai. Isto é, o que penaliza o passaporte covid é o que Orwell denominava «o delito de pensar por tí mesmo». Porque se tu simplesmente fas caso ao que dim as autoridades, já tens o passaporte. Isto é assim e este é o mundo ao que vamos. É impressionante.»

Para terminar, o filósofo denuncia que levamos dois anos recebendo um só relato, o relato único. A ciência avança debatindo. «Aqui saem Prêmios Nobel dizendo outras questões e se lhes censura» e a minha a gente pede-me que mantenha seu anonimato, são médicos.

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