[Povo Mapuche] O “peñi” Facundo Jones Huala sae em liberdade e fai um chamado à unidade mapuche na luta contra o único inimigo: O Gram Capital

Facundo Jones (Lonko/Líder da comunidade Cushamen – Chubut, Argentina) saiu em liberdade tras permanecer sequestrado polo governo chileno desde o 28 de junho de 2017, quando fora detido arbitrariamente em Bariloche pese a nom ter nenhum cargo na Argentina, por um suposto pedido de extradiçom a Chile acusado de ser um dos 3 homes que em 9 de janeiro de 2013 ameaçaram com armas à família terratenente Riquelme, e de prender lume numa sua propriedade perto de Valdivia. facundo à postre seria condenado pola justiça $hilena em 21 de dezembro de 2018 a 9 anos de prisão (6 anos polo incêndio e 3 por tenência ilegal de armas).

A sua irregular detenção é um ato mais da contínua repressão dos governos argentino e chileno contra do povo mapuche . Um povo que foi dividido tras os absurdos repartos territoriais e límites marcados polos colonos europeus invasores, de tal jeito que o ancestral território mapuche, Wallmapu ficou divido em dois: no lado oeste, baixo administração chilena, o Gulumapu; e no leste baixo administraçom argentina, o Puelmapu. Um povo orgulhoso que, desde há séculos, luta por manter o seu jeito de viver na terra coma parte da natureza e que se declarou em guerra contra os governos ilegítimos e as empresas trasnacionais –a maioria de origem europeia– que expoliam a Patagonia, coma os multimilhonários terratenentes –como (Luciano) Benetton, que tem 1,9 milhons de hectares–, e financiam a repressom do povo Mapuche além de ter ao Exército e à Gendarmeria como servis guardiáns de suas possessons.

Sinificar que, fora num protesto em demanda da liberdade do Facundo Jones, quando fora assassinado o anarquista Santiago Maldonado.

Facundo ficou em liberdade esta sexta feira passada, 21 de janeiro, para grande desgosto do governo chileno (que já apresentou uma apelação) e dos ladrões terratenentes, apôs de que a Corte de Apelações de Temuco aceitara o recurso de amparo apressentado pola sua defessa, otorgándo-lhe a liberdade condicional. No seu falho, os juízes indicarom que Jones Huala “registra quatro bimestres de boa conduta” e resaltaram que a sua reinserção social não pode estar alheia à sua realidade cultural apelando a que “el peñi” conta com uma ampla rede de apoio, consistente em comunidades de diferentes territórios, que lhe permitem uma sua reinserção no méio livre. A sua nai, Isabel Huala, declarava contena a saida da prisão doseu filho​: “Vai permanecer um tempo em Chile até que se tramite seu regresso a Argentina”

Facundo ficou em liberdade para grande alegria do seu povo e a ele dirigiu as suas primeiras palavras nada mais abandonar o talego de Temuco:

Entre vítores e aplausos foi recebido e destaco acá, dentre as suas primeiras palavras, uma vez recuperada a sua liberdade, este seu chamado a seguir no caminho da autodefessa dos peñis e lamien, e na sabotagem às grandes empresas. Mas não violência inecessária e desmedida entre nós, o povo mapuche, nem às pobres. Aqui o INIMIGO É SÓ UM, o GRAM CAPITAL TRANSNACIONAL, o IMPERIALISMO, a OLIGARQUIA, e os ESTADOS OPRESSORES ao serviço de toda esta burguesia nacional e estrangeira. ELES SOM O INIMIGO. O inimigo não é o winka pobre, o inimigo não é o pequeno agricultor. O INIMIGO som as empresas FORESTAIS, as MINEIRAS, as PETROLEIRAS e as HIDROELÉTRICAS. E temos que seguir avançando nesse caminho até liberar a nação mapuche.

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