Bos tempos para o Jornalismo: Aprenderás de imediato a manipular e tergiversar e mesmo censurar vozes discrepantes.

Só terás que gastar uns minutos do teu tempo em olhar jornais, mirar as teles ou simplesmente entrar numa dessas mal chamadas redes sociais (RRSS) e te atoparás de imediato com um sinfím de exemplos de manipulaçom informativa nos cabeçalhos dos grandes e pequechos meios que se fam eco, dia sim e dia tamém, da oficialidade pandémica; sem necesidade de esquadrinhar afocinhada entre os corpos das notícias, saltarám à tua vista miles de casos onde a tergiversação torticeira e/ou mediocre está a ordem do dia; e a cotio, se tês um mínimo interés, saberás de centos de casos de censuras de toda opiniom divergente coa oficial.

Uma noticia qualquer, mesmo pode conter entre um 100% de falsidade, outro tanto de manipulação evidente e uma mesma proporção na tergiversação dos feitos.

Assim por exemplo, ontem viamos em vários meios esta notícia ao respeito da morte com só 51 anos, de Szilveszter Csollány, atleta húngaro, medalhista de ouro na disciplina de argolas em Sidney 2000 e de plata em Atlanta 1996:

Qualquer que olhe por riba este cabeçalho falso e manipulado, ficará com a ideia de que este “superhome”, ainda na flor da vida, morreu por covid por ser um negacionista e nom querer vacinar-se. Quem se parem a lêr o corpo da mesma, chegará a saber que “o duplo medalhista olímpico teria contraido o virus em novembro e que poucos dias apôs, a primeiros de dezembro, ingressara hospitalizado em estado grave”. Ou seja, era um negacionista convencido e coma tal ele mesmo buscou a sua morte, “merecia-la sem dúvida”, semelha que quigeram dar-nos a entender.

Mesmo se seguiram a lêr um pouco mais, chegariam a saber que Csollany não ocultara nas RRSS o seu rejeito às vacinas, e que nom queria injetar-se”. Vê-lo!! merecia morrer, pensaram muitas.

Mas, se seu interés (ou morbo) por saber mais, continuara, chegariam ao ponto onde a espetacular notícia chega ao momento chave: “Notanto, seu trabalho com crianças, obrigara-lhe a pôr-se a monodose de Janssen”.

Neste intre, algumas farám um recesso na leitura para tratar de assimilar esta volta de porca no corpo da notícia, pois o que lá se conta, pese à manipulação descarada do cabeçalho, é que o tal atleta, sim se vacinara !!

Notanto, nom há que se preocupar muito porque, ponto e seguido, a redação dá uma viravolta, uma cambalhota do revés, e explica o porqué de tal cabeçalho: “Uma imunização tardia, já que, segundo informa o diário Blikk, a inoculação produziu-se poucos dias dantes de contrair o vírus e portanto, não lhe deu tempo a desenvolver um nível suficiente de anticorpos !!

Nestoutro mentireiro (e muitos mais) esta mesma notícia cantava a mesma mentira no seu titular, notanto no subtítulo já aclarava que fora obrigado a se inocular

E assim é coma a morte duma pessoa com só 51 anos de idade, exatleta, que fora obrigada a se incoular com uma dose de Jansen e que, tras participar deste experimento, morreu aos poucos dias presuntamente infetado polo vírus, se passa a ser mediante a tergiversação e a manipulação mediáticas, um antivacinas que morreu de Covid só por opor-se à ser injetado quando deveria e não fora de tempo coma fixo.

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