23 aniversário do início do bombardeio, unilateral e maciço, da OTAN sobre Belgrado.

Colo esta informação de “Mar de Lumes” , onde sinificam que aquele ataque, unilateral e maciço, acelarara a disolução da Iugoslávia. Acho que lembrar esta atuação da maior banda TERRORISTA da história atual e contemporánea é muito necessária nuns momentos em que a CENSURA e as MENTIRAS são, nestes dias, nestes tempos, coma o pam nosso de acada dia.

Neste seu fio nas mal chamadas redes sociais, fazem memória daquela guerra que começara com um ataque brutal e sem quartel contra a povoação civil em tal dia coma o de ontem, 24 de março, mas de 1999 e tiram algumas lições para o presente:

Durante 78 dias ininterrompidos, avions da coaligação militar conduziram 2.300 ataques aéreos. Um total de 420 mil mísseis, 1,3 mil mísseis de cruceiro, com uma massa de 22 mil toneladas de bombas, incluindo bombas cluster que usavam uránio empobrecido.

2.500 pessoas foram assassinadas, e 12 mil feridas. 25 mil prédios residenciais foram atinxidos. 450 km de estradas e 595 km de vias férreas, 14 aeroportos, 19 hospitais, 20 centros médicos, 18 jardins de infância, 69 escolas e 176 monumentos e elementos culturais foram destruidos.

O ataque começou, sinificativamente, polo edíficio da RTS (Rádio Televisão da Sérvia). Era a primeira vez que um meio de comunicação era considerado objetivo militar “legítimo”. Com tudo, o ataque não tinha apoio da ONU e fora ordenado por Javier Solana (PSOE), na altura secretário geral da OTAN.

Tamém fora a primeira vez que um ataque de tal calibre fora “justificado” em base ao conceito de intervenção humanitária, aproveitando o conflito entre sérvios e albaneses kosovares. Não tanto, do mesmo jeito que hoje acontece na Ucrânia, ao abrir o foco, as verdadeiras razons sairam á luz.

Aquela guerra não declarada de 1999 fora o derradeiro episódio duma série de agressões que tinham coma objetivo desmantelar a Iugoslávia, e que se decidiram com muita antelação, e que se veiculara a través doutras guerras travadas ao longo da mesma década.

As potências imperialistas serviram-se do conflito criado á volta do UÇK (Exército de Libertação do Kosovo), quando até moi pouco antes estava identificado como uma “organização terrorista” e á que financiaram e armaram, e da consequente resposta das forças policiais e militares sérvias para amparar a brutal intervenção do grupo terrorista OTAN.

A derrota sérvia possibilitou a fabricação dum novo estado: Kosovo, liderado por Hashim Thaçi, quem abriu o pais às bases da organização criminal OTAN e assegurava á presença permanente de soldados norteamericanos e doutras potências europeias, ao tempo que 120 mil pessoas das étnais cigana e ashkali eram expulsas desse novo território limitado.

Além, aquela guerra abrira a porta a uma expansão maciça da OTAN em direção ao leste da Europa, aproveitando as vantagens e a impunidade que o estatus de unipolaridade garante aos Estados Unidos e á UE.

Por isto, quando a OTAN e a UE dim que a guerra na Ucrânia é um conflito de valores e pola democracia, não podemos esquecer nunca o que eles figeram na Iugoslávia na década de 1990 ou, mais recém, a destruição do Iraque, Líbia, Síria, etc…

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