ABAIXO com o COPYRIGHT (Centros de Meios Livres)

Este gajeiro que acá escreve leva anos ativo pelejando contra a mídia comercial, sempre manipuladora e tergiversante, e desde há uns anos tamém censora e proibicionista de toda opiniom que diverge da oficial do Capitalismo Imperialista e uniformador, nesta sua época rampante cara baixo a toda velocidade.

Desde sempre, tanto nos meus anos moços coma agora que já superei essa idade em que um se sinte velho e se senta (onde já es um sessentom e só mais uma), luito cada dia contra os reclamantes de direitos autoriais de propriedade inteletual; se bem isso nom indica que eu desrepeite autoras e tamém nom que nom reconheça a autoria de textos, músicas, pinturas ou qualquer outra expressom artística ou comunicativa, tanto manuais coma cerebrais.

Hoje navigando por uma dessas malchamadas “redes sociais” (igual acai-lhe milhor o qualificativo de “redes psicópatas”) atopei-me com este “Manual Zapatista para as confusas” de “MATANZA VIVA”, Coletiva de Comunicaçom Alter Latina, Autónoma e Autogestiva, onde fam, coma mim, apologia dos meios livres e horinzontais a contramão dos oficiais e comercias, e que eu agora e acá, cópio, traduço e colo:

“Jornalistas” comerciais acreditam em direitos autorais; Ativistas dos meios livres, copiam e compartilham, divulgam e copiam. “Jornalistas” comerciais buscam prêmios e distinçons; Ativistas dos meios livres sabem que o prêmio é coletivo, e é poder ver nesta organizaçom, naquele olhar, naquelas palavras e naquela comunidade que o novo mundo já está aqui, e que vale a pena luitar por esse novo mundo.

“Jornalistas” comerciais consideram que devem ser tratados com privilégios; Ativistas dos meios livres consideram que é um privilégio compartilhar com outras que luitam, que mais pessoas devem poder juntar-se à luita e que a comunicaçom deve ser dirigida sobretudo àquelas que nom estám convencidas. E sabem que a tarefa é construir mídia livre autogerida a partir de baixo: rádios livres e comunitárias, TVs comunitárias, jornais e revistas independentes, páginas web, jornais de parede, mantas e murais, rádios-buzinas(*) , marchas e assembleias informativas, teatro, gráficas de luita, panfletos, brochuras, … etc.

Sem direitos autorais, licenças ou direitos específicos.

Estades todas convidadas a copiar, reproduzir, trocar e distribuir por qualquer meio possível.

Ampliemos e multipliquemos os esforços autônomos por meio de redes abertas de compartilhamento e apoio mútuo.


(*) As rádios-buzinas: Montas uma rádio com mesa, cadeiras, alto-falantes, microfones e computadoras num espaço público em contato físico com a gente. Prática habitual em zonas de México e que, tal coma atestigua a foto histórica adjunta, tamém praticada por a rádio Kalimera (neste caso na praça 8 de março durante as primeiras festas do bairro de S Pedro lá polos inícios deste século XXI)

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