Quem vem sendo Pedro Campos, o amigo do Emérito.

Diversos falsimédios adicam espaço nestes dias cara desvelar, à plebe, os grandes méritos do anfitriom do Emérito Borbón y Borbón. Todo som alabanças para o regatista reconvertido en resgatista da putrida Corona española e em especial do seu íntimo amigo, ex de Corina.

A este gajeiro que subscreve, o interés mediático por Pedro Campos Calvo-Sotelo, retrotraim-me a tempos nos que eu participava ativo no blogue e a revista anarquista galega por excelência: “Abordaxe!” e lá figera um seguimento contínuo dos protestos da Plataforma vizinhal “S.O.S. Panadeira” -coa informaçom que membros desta me iam facilitando por e-mail- em luita cara conseguir a retirada definitiva dos novos amarres para embarcaçons de gente rica e dum pantalám da entidade privada Real Club Náutico de Sanxenxo que preside e dirige Pedro Campos in illo tempore e in eterno e que invadira, usurpara e destruira as praias urbanas da Pandeira e Irinha.

Em maio de 2013 constiuira-se em São Genjo a dita plataforma e manifestavam seus motivos para constituir-se coma tais, entre os que destaco “a colocaçom de novos pantalans do Clube Naútico entre o estreito espelho de água existente entre os já instalados e as praias urbanas de Os Barcos e A Pandeira suporá uma merma importante do espaço para o banho, assim como da qualidade de suas águas e da seguridade dos banhistas”; pantaláns que “só oferecem benefícios privados a uma empresa privada”; que “nom se crem as manifestaçons pública de Portos de Galicia de que dita obra cumpre todos os requirimentos, dado que é imposível que conte com informe favorável de impacto ambiental, dadas as gravíssimas consequências que acarrea”; e que “nom confiam em absoluto em que os políticos locais em geral movam um só dedo para evitar este despropósito, dada sua absoluta passividade amossada até entom”.

Desde entom e durante tempo em Abordaxe! estiveramos dando cobertura aos atos da Plataforma e das violentas respostas do cacique Pedro Campos e seus matons a soldo. E isto último nom é falar por falar, dado que em 26 de janeiro de 2014 houvera uma liorta na praia e no porto do Clube Naútico entre operários deste e vizinhos da vila e que dera pé a que só 2 dias depois dos sucessos, o Pedro Campos apresentara uma querela por mentir contra o advogado e vozeiro de SOS Panadeira, tras as declaraçons deste num programa da tele assegurando que no clube que preside o amigíssimo do Emérito se contrataram uns matons com a cara coberta para malhar nos vizinhos membros da Plataforma. O juíz encarregado da querela, desestimara tal, tras considerar que “não houvera um “temerário desprécio à verdade” tras escutar as testemunhas que evidenciavam que os agressores se refugiaram no Clube Náutico tras a peleja, e polas declaraçons falsas dum dos matons que chegara a negar que um vizinho fosse agredido, quando ficara evidente tras as denúncias interpostas que recolhem de maneira exata o incidente e polo seguinte vídeo gravado, que com a mensage “Julguem Vostedes Mesmas” foi colgado na rede adicado para todas aquelas persoas que durante o 2014 luitaram contra as injustiças que se estám a cometer nas praias da Iriña e da Pandeira:

E não fora a única agressom dos matons de Pedro Campos Calvo-Sotelo contra dos membros da Plataforma vizinhal, tamém houvera diferentes acusaçons por âmbas partes e a Justiça, o Instituto Galego de Consumo (da Junta), Portos de Galicia, Fiscalia Anti-Corrupçom… tiveram que intervir em várias ocasions.

Da outra beira houvera posicionamentos públicos a pro das demandas da Plataforma de coletivos ecologistas e sociais assim coma de numerosos artistas e cantantes da nossa terra:

Em junho de 2015 a Infanta Elena fora de vissita a São Genjo convidada por Pedro Campos e apôs do jantar sairam a passear polo pantalám quando se lhes achegou Jam, um membro de SOS Panadeira, insistindo em querer dar-lhe a mão á Infanta ao que esta acedeu (ela sempre tam campechana coma seu pai), momento no que Jam espetou-lhe à Infanta: “Te doy un consejo y la mano, no te juntes con indeseables como Pedro Campos y ahora Pedro ponme una querella” e diante o qual Pedro Campos ficara petrificado e a Infanta atónita.

“Y es que la irreverencia que siempre ha caracterizado a SOS Panadeira ha alcanzado en esta ocasión a la Casa Real”, assim qualificara esta simples açom algum falsimedio e denunciara nas suas páginas que prévio, os pantaláns amaeceram recubertos de substâncias peganhentas e com pintadas que reivindicam a titularidade pública da lámina de água na que se ubicam.

Mas, quem é Pedro Campos,o “representante” do Rei ?

Pedro Campos Calvo-Sotelo e familiar direito da saga Calvo-Sotelo. Quinto filho de Marcial Campos, quem se figera, tirando de artimanhas e triquinhuelas, com a titularidade privada do uso das Águas Termais Públicas da vizinhança de Cuntis (a informaçom deste roubo consentido está na rede para quem tenha inquedanças de saber mais disto), e é sobrinho, por parte de nai, de Leopoldo Calvo-Sotelo, quem fora presidente do governo español despois do Golpe de Estado de Tejero; e neto do diputado ultrafascista José Calvo Sotelo, o “Protomártir do Movimiento Nacional”, quem figera chamados á revolta militar contra a República antes de ser ajusticiado com dois disparos na sua caluga na madrugada do 13 de julho de 1936 por um grupo de Guardas de Asalto e de militantes socialistas (dos de antes). 10 anos apôs em 18 de julho de 1946, Franco otorgaria-lhe a título póstumo o Ducado de Calvo Sotelo.

Com este currículum vitae só por razóns de berço, nom é estranho que a paixom pola vela de seu pai Marcial fora transmitida ao seu quinto filho Pedro, de quem nom se conhecem mais “habilidades” que a de ser uma das personagens chave na vinculaçom de JuanCar com o mundo da vela (de ai que se falara dele como o “representante” do Rei) e a quem se relacionara com os espléndidos e túrbios negócios de Urdangarín, o cunhado abandonado. Mas deixemos isso ao margem, se bem quer assinalar que há fontes que dim que o nosso Pedro acadara uns 30 milhons de euros tras a sua participaçom em 2 ediçons da Volvo Ocean Race (VOR) com o patrocinio de Telefónica.

Em definitiva Pedro Campos Calvo-Sotelo é, sem dúvida, alguém que se sinte por riba da “plebe” e fai ouvidos surdos as demandas do “populacho” em aras de ser “Ele” um ente ampliamente superior com espléndidas relaçons com a “Jet Set” da alta linhagem. É um desses homes com a atitude chulesca dos prepotentes que raia no despotismo, um desses que fam o que lhes peta com o beneplácito das forças e instituiçons presuntamente democráticas que prefirem olhar cara outro lado e fazer ouvidos surdos às demandas da vizinhança…

Mesmamente coma nos tempos de Franco.

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