Arquivo mensal: junho 2022

Os excessivos costes engadidos das presuntas “Energias Limpas” x Denet Lewis

Denet Lewis é um engenheiro ianquie adicado às novas tecnologias e que se autodeclara um apaixonado por liderar e inspirar equipes dinâmicas que buscam expandir os limites da Tecnologia da Informaçom; é dizer nom é anarquista e nem tam sequer antisistema, mas colo acá porque considero as suas palavras um alegato para abrir mentes obtusas que se crem tudo quanto lhes contem nos mentideiros sobre as falsas energias limpas e verdes. Traduço e colo este seu artigo publicado na rede Linkedin sobre a falácia das energias verdes e limpas coma os Veículos Elétricos ou os Muinhos de Vento

O QUE É UMA BATERIA? Acho que Tesla definira isso melhor quando a denominara coma Sistema de Armazenamento de Energia. Isto é importante.

Baterias não produzem eletricidade – elas armazenam eletricidade produzida em outros lugares, principalmente por carvão, urânio, gas natural ou petróleo. Portanto, dizer que um Veículo Elétrico (V.E.) é um veículo de emissom zero não é tal.

A fórmula de Einstein, E = MC2, nos diz que é necessária a mesma quantidade de energia para mover um automóvel a gasolina de 2.500 kg por uma milha que um elétrico. A única questão a se prantejar é o que produz essa energia? e vou-me repetir, não vem da bateria; a bateria é apenas o dispositivo de armazenamento, como um tanque de gasolina num carro.

Existem dois tipos de baterias, recarregáveis ​​e de uso único.

  • As baterias de uso único mais comuns são A, AA, AAA, C, D. 9V e as de tipo lanterna. Estas “pilhas secas” usam zinco, manganês, lítio, óxido de prata ou zinco e carbono para armazenar eletricidade quimicamente. Observe que todos eles contêm metais pesados ​​tóxicos.
  • As baterias recarregáveis ​​diferem apenas em seus materiais internos, geralmente íons de lítio, óxido metálico de níquel e níquel-cádmio.

Os Estados Unidos usam três bilhões desses dois tipos de bateria por ano, e a maioria não é reciclada; acabam em aterros sanitários. Se você jogar suas baterias pequenas e usadas no lixo, aqui está o que acontece com elas:

Todas as baterias são auto-descarregáveis. Isso significa que, mesmo quando não estão em uso, eles vazam pequenas quantidades de energia. Você provavelmente arruinou uma ou duas lanternas de uma bateria velha e quebrada. Quando uma bateria acaba e não consegue mais alimentar um brinquedo ou uma luz, você pensa nela como morta; bem, não é. Continua a vazar pequenas quantidades de eletricidade. À medida que os produtos químicos dentro dela se esgotam, a pressão aumenta dentro da caixa de metal da bateria e, eventualmente, ela racha. Os metais deixados no interior, em seguida, escorrem para fora. O lodo em sua lanterna arruinada é tóxico, assim como o lodo que inevitavelmente vazará de todas as baterias em um aterro sanitário. Todas as baterias eventualmente se rompem; apenas leva mais tempo para as baterias recarregáveis ​​acabarem no aterro.

Além das baterias secas, também existem baterias de células úmidas usadas em automóveis, barcos e motocicletas. O bom disso é que noventa por cento deles são reciclados. Infelizmente, ainda não sabemos como reciclar corretamente os descartáveis.

Mas isto não é tudo. Para aquelas que estão entusiasmadas com carros elétricos e uma revolução verde, quero que olhem mais de perto as baterias e também os moinhos de vento e os painéis solares. Estas três tecnologias compartilham o que chamamos de custos incorporados ambientalmente destrutivos.

Tudo o que é fabricado tem dois custos associados, custos embutidos e custos operacionais.

Vou explicar os custos embutidos usando uma lata de feijoada coma exemplo:

Nesse cenário, feijões cozidos estão em promoção, então você entra no carro e vai ao supermercado. Com certeza, lá estão eles na prateleira por US $ 1,75 a lata. Ao se dirigir ao caixa, você começa a pensar nos custos embutidos na lata de feijoada.

O primeiro custo é o óleo diesel que o agricultor usava para arar o campo, lavrar a terra, colher os grãos e transportá-los para o processador de alimentos. Não só o seu combustível diesel é um custo embutido, mas também os custos para construir os tratores, colheitadeiras e caminhões. Além disso, o agricultor pode usar um fertilizante nitrogenado feito de gás natural.

Em seguida, estão os custos de energia para cozinhar a feijoada, aquecer o prédio, transportar os trabalhadores e pagar as grandes quantidades de eletricidade usadas para operar na fábrica. A lata de aço que contém os feijões também é um custo embutido. A fabricação da lata de aço requer a mineração de taconita, o transporte por barco, a extração do ferro, a colocação em um alto-forno a carvão e a adição de carbono. Depois volta em outro caminhão para levar o feijoada ao supermercado. Finalmente, adicione o custo da gasolina para o seu carro.

Uma bateria dum V.E. típica pesa 450 quilos, aproximadamente o tamanho de um baú de viagem. Ela contém 11 quilos de lítio, 27 quilos de níquel, 20 quilos de manganês, 13,5 quilos de cobalto, 90 quilos de cobre e 180 quilos de alumínio, aço e plástico. Dentro há mais de 6.000 células individuais de íons de lítio.

Deve preocupar você que todos esses componentes tóxicos vêm da mineração. Por exemplo, para fabricar cada bateria de automóvel V.E, você deve processar 11.340 quilogramas de salmoura para extrair o lítio, 13.600 de minério para o cobalto, 2.270 para o níquel e 11.340 para o cobre. Em conclusom, você desenterra 226.800 quilogramas da crosta terrestre por apenas 1 bateria para 1 carro elétrico.”

68% do cobalto do mundo, uma parte significativa duma bateria, vem do Congo. Suas minas não têm controle de poluição e empregam crianças que morrem ao manusear esse material tóxico. Devemos considerar essas crianças doentes como parte do custo de dirigir um carro elétrico?

Eu gostaria de deixar você com esses pensamentos.

A Califórnia está construindo a maior bateria do mundo perto de São Francisco, e eles pretendem alimentá-la a partir de painéis solares e moinhos de vento. Eles afirmam que isso é o máximo em ser ‘verde’, mas não é! Este projeto de construção está criando um desastre ambiental. Deixa-me dizer-te porquê.

O principal problema com os painéis solares são os produtos químicos necessários para processar o silicato no silício usado nos painéis. Para fazer silício suficientemente puro, é necessário processá-lo com ácido clorídrico, ácido sulfúrico, ácido nítrico, fluoreto de hidrogênio, tricloroetano e acetona. Além disso, eles também precisam de gálio, arseneto, cobre-índio-gálio-diseleneto e cádmio-telureto, que também são altamente tóxicos. O pó de silicone é um perigo para os trabalhadores e os painéis não podem ser reciclados.

Moinhos de vento são o máximo em custos embutidos e destruição ambiental. Cada um pesa 1.688 toneladas (o equivalente a 23 casas) e contém 1.300 toneladas de concreto, 295 toneladas de aço, 48 toneladas de ferro, 24 toneladas de fibra de vidro e as terras raras de neodímio, praseodímio e disprósio. Cada aspa pesa 37 quilos e dura de 15 a 20 anos, quando deve ser substituída. Não podemos reciclar aspas usadas.

Infelizmente, tanto os painéis solares quanto os moinhos de vento matam pássaros, morcegos, vida marinha e insetos migratórios.

Pode haver um lugar para essas tecnologias, mas você deve olhar além do mito das emissões zero. Eu prevejo que os V.E. e os moinhos de vento serão abandonados assim que os custos ambientais embutidos de fabricá-los e substituí-los se tornarem aparentes.

“Going Green”, “Energia Verde” pode soar como o ideal Utópico e são facilmente adotados, palavras cativantes, mas quando você olha para os custos ocultos e embutidos de forma realista com uma mente aberta, você pode ver que “Going Green” é mais destrutiva para o meio ambiente da Terra do que aparenta, com certeza.

Greta Thunberg e a hipocrasia do seu ecologismo culpabilizador

Falsimédios de toda caste deram publicidade as declaraçons desta meninha monstro no Festival de Glastonbury deste ano, um acontecemento com sona de ser o segundo maior festival de música a céu aberto do mundo, onde também há atraçons de dança, humor, teatro, circo, cabaré e outras formas de arte…

O festival deste ano foi celebrado coma sempre em Pilton, Reino Unido, nesta finde passada, entre os dias 22 e 26 de junho, e contou com apariçons estelares de alto interés mediático mas que pouco ou nada tenhem a ver com as ganhas de diversom e de festa das miles de assistentes a este Festival, tal qual o omnipresente e repelente Zelenski e mais a moça monstro Greta Thumberg, que foi soltar lá o seu discurso pretendidamente ecologista.

Lá foi recebida, entre vítores, aplausos, e mesmo algo de cachondeio e risas, polo público entusiasta de ver no cenário a uma cria que é famosa graças as campanhas orquestradas mediáticas dos falsimédios da parte enriquecida do mundo.

A verdade é que bem pouco dijo num discurso carente de força que alguém lhe escreveu; palavras ocas, pretensons vanas… desta moça que está empechicada em culpabilizar a todas por igual do deterioro do planeta, mas que nunca assinala ao Capitalismo coma causante.

Isso sim as suas palavras ocas tiverom tanto eco, como demonstra estas imagens do final do Festival, onde o lixo cobreu tudo o recinto:

Mirando estas imagens e outras resulta evidente que suas palavras cairom em saco roto e este se desparramou deitando toda a merda, tal qual se passa cada ano neste Festival.

ASSASSINATOS na Fronteira. Governo español PSOE-PODEMOS, CULPÁVEL !!

De primeiras quiger assinalar às culpáveis destes assassinatos: Vídeos e fotografias dam fe de coma gendarmes e integrantes das forças auxiliares marroquinas traspassaram o passo fronteiriço e entraram no território colonial espanhol de Melilha co permiso, e em total connivência, com os efetivos da Guardia Civil e a Polícia Nacional para reprimir violentamente a centos de pessoas que fugem das guerras e da fome e para assassinar sem escrúpulos a quanto menos 37 pessoas. Efetivos policiais do governo español PSOE-PODEMOS nom só nom figeram rem para evitar esta massacre, senom que deixaram fazer suas barbaridades a seus compas marroquinos.

«Os migrantes que conseguiram cruzar estavam rodeados pola Polícia e a Guardia Civil, que lhes empurravam com carregas para o lado marroquino. Alguns conseguiram zafar-se e correr para dentro de Melilha», descreveu o fotojornalista Javier Bernardo, quem presenciou os feitos. «Surpreendeu-me quando comecei a ver os cascos verdes das forças marroquinas no lado espanhol do valado. Os agentes espanhóis estavam em problemas, tinha muita gente num lugar muito estreito. Surpreendeu-me ver a polícias marroquinos em solo espanhol detendo, agredindo e devolvendo aos migrantes. É a primeira vez que o vejo nos quatro anos que levo trabalhando em Melilha», engadira.

O presidente do Governo PSOE-PODEMOS, Pedro Sánchez, assegurou por partida dupla seu respaldo a esta atuaçom das forças marroquinas e qualificou coma “assalto organizado e violento” os anelos de milhor vida das migrantes retidas à força polos valados instalados nas colónias africanas españolas de Ceuta e Melilha. E reconheceu que se “trabalhou coordenadamente com as forças e corpos do Estado para repeler esse assalto”.

Podemitas que se alporizaram quando os assassinatos do Tarajal (sob governo do PP), tratam agora de escorrer o bolto e tirar culpas a seu sócio de governo, tal qual venhem fazendo de cara à galeria acada vez que discrepam com o PSOE.

E SE QUEREM FAZER OPÒSIÇOM … QUE ABANDONEM SEUS MINISTÉRIOS E VICEPRESIDÊNCIAS E, SENOM FAM TAL, É PORQUE SOM HIPÓCRITAS AMARRADAS ÀS CADEIRAS DA CORRUPÇOM.

Para aquelas que seguides votando e confiando em que Podemitas som diferentes, e se tens um pouco de verguenza, vos recomendo olhar a seguinte imagem e pararos a mirar os mortos um a um, pensade em que eram pessoas que tratavam de viver e pretender que as deixaram ir a onde seja, sem valados nem fronteiras que lhe impedam mover-se. Provade a pôr-lhes nome e a imaginar que as conhecestedes e mesmo que as queriades… e se, depois deste exercício de empatia, ainda tens vontade de seguir votando a Podemitas e defendendo sua permanência num governo cumplice destes assassinatos, deveriades fazer-vo-lo olhar.

E YO,YO,YOLANDA nom di rem sobre a dimissom forçosa da OLTRA.

Com seu silêncio fai evidente que quem tem cu, tem medo.

E nom vaia a ser que algum dos falsimedios que lhe estam a fazer a cama na campamha orquestrada para nomea-la lideresa da esquerda, tire luz daqueles seus tratos de amizade com um outro PEDERASTA até dizer basta: Ramiro Santalices, o seu amigo a quem por duas vezes nomeara coma seu assessor pessoal, primeiro na vice-alcaldia ferrolá e após no paralamentinho galego.

Mais informaçom nesta bitácora:

Autoanémicas Andaluzas. A abstençom ganha por muito. E arrassa nas zonas empobrecidas (atualizado)

Na 2ª feira publiquei a minha típica entrada post eleiçons destacando a abstençom coma primeira opçom escolhida polas andaluzas, com uma porcentagem real muito por riba de todas as demais alternativas. Hoje, tras revisar os dados e comprovar que uma vez mais desaparece das contas e dos contos a enorme abstençom das eleitoras residentes no estrangeiro, é que decidim refazer esta entrada e atualizar os dados.

Além, umas outras analises fam inciso nas diferências nas participaçons segundo o nivel económico das residentes e destacam o feito de que nas mesas eleitorais das zonas mais empobrecidas da barriada sevilhana do Polígono Sur -o núcleo com a renta mais baixa de toda España- o índice de abstençom superou o 90%. Como contraste sinificativo, nas mesas do acomodado distrito de Nervión a participaçom foi consideravelmente maior, com índices dentre o 59 e o 73%, e com um incremento do 4% com respeito às anteriores.

Uns dados que racham coa costume de todos os falsimédios, e mesmo dalguns que se autotitulam de alternativos, que no dia seguinte de cada jornada eleitoral, qualificam a abstençom coma uma costume muito aleatória das pessoas que, estando no censo, nom vam votar por deixadez, por preferir estar na praia, porque chove ou porque fai sol.

Nenhuma tertuliá, nenhuma dessas presuntas espertas em política partidista que enchem os platós televisivos ou que ocupam folhas nas colunas de opiniom dos jornais dám valor algum ao feito de que, desde anos há, as abstencionistas do estado español ganhem (ganhemos) todas e cada uma das eleiçons em jogo e acada vez com diferências mais enormes com respeito à candidatura mais votada.

No caso das autoanémicas andaluzas, a abstençom sinifica que mais de 2 MILHONS, NOVECENTAS MIL andaluzas com direito a voto, passaram de tudo. A abstençom foi a opçom MAIORITÁRIA e superou ao PP em MAIS de 1 MILHOM, 3 CENTAS MIL pessoas. De feito a abstençom obtivo caseque os mesmos apoios que as 3 forças com mais votantes, PP, PSOE e VOX, que juntos sumam 102 dos 109 escanos que vam constituir o novo ParaLamento andaluz .

Esta gráfica é o resultado real e porcentual de dados obtidos segundo o censo que venho de construir dos dados oficiais publicados:

Uma grave consequência de ignorar a opçom maioritária é que durante os vindouros 4 anos, o PP vai governar com mão dura e maioria parlamentar, tras acadar só o voto e a confiança de menos de 1 de acada 4 andaluzas com direito a voto.

Realmente é algo ParaLamentar.

Os perigos do Plástico; um conto de nunca acabar.

Era um fumador impenitente e quando começara a tossir esputos sanguinolentos acudira com urgência ao seu médico.

Este fijo-lhe uma analise de sangue e outras muitas provas para detetar qualquer síntoma perigoso para a saude de seu paciente.

O resultado fora fulminante: O paciente tinha um cancro num pulmom e sua metastase estava a expandir-se por doquier e de imediato juntou-se uma equipa médica para decidir que fazer.

As suas concluson foram dizer-lhe ao paciente que deveria tentar fumar algo menos e derom-lhe uma nova cita para o 2030 para ver se o conseguira deixar.

Isto, mais ou menos, é o que se passa acada vez que o grupo de governantes moinantes dos chamados países do primeiro mundo junta-se para tratar o perigo do PLÁSTICO nos Oceános e Mares e na Terra.

OLTRA, uma outra apoltronada defessora de PEDERASTAS, tal qual YOLANDA…

Quem sega algo esta bitácora, saberá da miha teima por tirar luz sobre a fiel ligaçom da Yoli Díaz– a neo supermegapija do PCE com aires de princesa Disney e ínfulas de presidenta das españas – para com o seu amigo e protegido e coma ela, vizinho de Ferrolterra e militante de EU, Ramiro Santalices, a quem, por duas vezes nomeou coma seu assessor pessoal, primeiro no concelho ferrolá tras ser eleita concelheira com apenas algo mais de 5 mil votantes (um escueto 7’8% dos votos). Fora entom quando entrara a formar parte da equipa de governo local presidida polo socialista Irisarri.

Suas primeiras açons de governo foram subir-se a ela mesma um 30% o seu salário e acometer uma reforma completa de seu gavinete na casa do concelho ferrolã. Apenas tres semanas após da sua pose, Díaz acordara consigo mesma que seu gavinete nom era o ajeitado para tam grande dama e dito qual mandou mudar seu cham, pintar as paredes e o teito e renovar todo o mobiliário, chegando a gastar ao redor de 8.800 euros do erário público, segundo um outro edil do seu mesmo partido.

Tempo depois saltaria a faisca que levara a uma denúncia apresentada nos julgados por várias companheiras militantes de EU em Ferrol contra seu camarada Santalices, tra-la apariçom de pornografia infantil nos computadores deste partido no concelho.

Na altura, a própria meninha do Suso, a atual Dama Roja, segundo a neo propaganda dos falsimeios que estám a promover a sua candidatura a presidenta, saira de imediato na defessa do seu amigo pederasta e em consequência foram as denunciantes quem sofreram a expulsom de EU. Yoli mesmo recurrira à Justiça para pedir que se investigara a “difussom falsa e as graves acusaçons de feitos constitutivos de delito contra a organizaçom política Izquierda Unida afirmando falsamente que no computador da sede política (…) existem arquivos que puidera, estar relacionados com pornografia infantil”.  E se bem tra-la investigaçom policial, o juíz arquivara as diligências, nom foi porque fosse uma falsidade a denúncia senom porque as computadoras onde se atoparam as perversas imagens eram compartilhadas e lhes foi impossível determinar o que todas as suas companheiras denunciaram, agás Yoli.

Assim as coisas, quando em 2012 foi eleita coma deputada no parlamentinho galego – seu 2º posto na lista de A Corunha, indo justo detrás do afamado Beiras, valeu-lhe para aproveitar o tirom eleitoral do velho professor- Yolanda nom tivera reparo algum em nomear coma seu assessor ao seu amigo pederasta.

Em abril de 2016 o pederasta militante de EU, Ramiro Santalices, outrora defendido a morte por Yoli é de novo investigado no marco duma causa sobre pornografia infantil. Desta volta EU emite um seu comunicado onde ratifica a sua suspensom de militância e elimina toda relaçom laboral com ele e qualifica este comportamiento, em caso de ser certo, como «indigno»; um epiteto bastante suave e nada contundente para estar dirigido cara um pederasta; se bem era o próprio tendo na conta a defessa extrema que dele figera Yolanda Díaz 7 anos atrás.

Ramiro Santalices fora entom condenado a só 1 ano de prisom por um delito de posse de pornografia infantil em concurso com um outro de distribuiçom. Santalices compartilhavaa documentos fotográficos com outros usuários e reconheceu que «gostava de abusar de meninhas de 10 a 12 anos».

As duas exmilitantes de EU que foram expulsadas desse partido por denunciar na polícia os feitos de 2009, consideraram que esta nova detençom é consequência de nom ter atuado corretamente nesse momento«perderam-se SETE ANOS, nos que houvo muito sofrimento e há responsáveis». Destas suas palavras qualquer boa entendedora teria claro que se estavam referindo a Yolanda Díaz

Beiras na altura da detençom nom ocultara a sua incomodidade por ter que sair a da-la cara por um caso sobre o que nom fora advertido previamente. Anova, numa informaçom difundida por Europa Press, comunicou que em realidade era Yolanda Díaz, cordinadora geral de EU, quem deveria dar «explicaçons públicas» para deixar este caso zanjado, havida conta de que ela conhecia o precedente da denúncia sobre pornografia infantil em 2009 no concelho de Ferrolque o Santalices era o mais que provável pederasta e isso nom bastou com afasta-lo do seu carom, senom mesmo levou-no com ela coma assessor de EU na Junta. 

Yoli ficara muda diante tamanho escándalo, mas já di o refraneiro que “quem cala, outorga”.

Agora salta à luz que, a Mónica Oltra, uma das primeiras em sumar-se entusiasta à campanha orquestrada política-mediática cara fazer da Yoli a primeira mulher presidenta das españas, tamém tem fortes laços com um pederasta, neste caso, o seu marido, bom, seu ex, e vem de ser imputada polo Tribunal Superior de Justiça da Comunidade Valencià por presumivelmente encobrir os abusos deste a uma minor tutelada, caso polo que fora condenado em dezembro de 2019

Nom vou assegurar que a relaçom de âmbas com pederastas e a sua defessa numantina diante das suspeitas e denúncias, é o que mais une a estas duas vividoras da política representativa; mas é curioso que nom é por casualidade (ou por causalidade) que fosse em València e da mão da Oltra, onde figera a sua primeira exibiçom pública a “Dama Roja e apresentara as suas intençons de acadar num futuro próximo a cadeira presidencial das españas todas.

[Tailândia] A mocidade anarquista combate com fogos de artifício e petardos a polícia da Ditadura amiga do governo do EEUU

Recolho, traduzo e colo da web Abolition Media

Confrontos eclodiram em Bangkok esta semana entre a polícia e a mocidade anarquista que protestava contra o regime autoritário do primeiro-ministro Prayut Chan-o-cha.

Esta imagem vem da área Din Daeng de Bangkok, onde jovens anarquistas responderam à polícia com fogos de artifício e petardos. Em 2020, a juventude tailandesa provocara a maior onda de protestos contra o governo desde o golpe militar de 2014.

Os protestos foram supostamente liderados polo grupo anarquista “Thalugas” (que se traduz aproximadamente como “romper o gás lacrimogêneo”), que teve um papel muito ativo em protestos antigovernamentais anteriores. Uma infinidade de protestos semelhantes em Bangkok ocorreram no passado, que amossam que as frustraçons da joventude com o estado tailandês estám em alça.

As anarquistas do grupo Thalugas som principalmente jovens da classe trabalhadora e de origens pobres. Elas venhem acionando contra a injustiça da ditadura militar tailandesa e da monarquia desde 2021.

Em sua essência, os protestos som dirigidos contra um sistema econômico e político estabelecido há décadas e que tem três grupos privilegiados de participantes. A primeira é uma capa muito fina do 1% da populaçom, que possui dois terços de todos os ativos tailandeses, de acordo com a Fundaçom Heinrich Böll, com sede na Alemanha. Em segundo lugar estám os militares, que também estám dotados de muitos privilégios financeiros e estám entrelaçados com as empresas estatais. E a terceira é a monarquia mais rica do mundo, que continua a exercer forte influência política.

O golpe militar de 2014 solidificou ainda mais esse sistema. O militar se vê como o guardiám da monarquia e nom está sujeito ao controle civil.

A ditadura militar de direita da Tailândia também manteve um relacionamento próximo com os EEUU, participando de um exercício militar anual chamado Cobra Gold com mais de 10.000 soldados americanos em fevereiro e março de 2022. Esses exercícios militares som significativos para as ambiçons imperialistas americanas na Ásia, tentando combater o rápido declínio da hegemonia da América e a ascensom da China como uma superpotência econômica global.

Reflexons desde a dissidência C0v1d14n4 (2ª parte) x Nereo Raúl

Sego colando traduzidas estas muito interesantes reflexons dissidentes do Nereo Raúl que compartilho:

5º) O medo torna similar à gente. Nom importa de onde uma seja, não existe internacionalismo mais  igualitário do que o medo.

Dantes daquele experimento social conhecido como “C0vld¡9”, uma podia advertir certas, e às vezes muito profundas, diferenças entre as gentes de aqui e de lá. Mas o b0ç@l, a dlstânci@ soci@l, as medidas tam absurdas e o infantil medo a umas cifras que sempre foram irreconciliáveis com a realidade, todas estas coisas figeram que uma italiana fosse menos italiana, que um japonês fosse menos japonês. Aquele panorama surrealista fazia que fosse custando trabalho sentir as peculiaridades e o carácter de cada lugar, porque o medo é um instrumento de controle, mas também de alienaçom. Aquele experimento planetário supôs em grande parte o sequestro das diversidades e com elas da identidade, individual primeiro, mas bem cedo de grupo. Víamo-lo na televisom: a obediência multinacional igualava-o tudo.

Mas tenho aqui que não só se igualou a gentes longínquas, separadas por costumes e formas muito diferentes, senom mais bem, e isto é o interessante, a gentes de diferentes classes sociais. Efetivamente, resultava chamativo ver nessas fileiras intermináveis como ricas e pobres por igual compartilhavam medos e desinformaçom, indo desesperadamente a receber aquela duvidosa soluçom. Ricas e pobres baixo o sol inclemente, baixo a chuva, a vontade dos elementos,  insolitamente fraternizadas, reconhecendo-se nos olhos da outra o mesmo horror, a mesma pena e a mesma esperança. Quando o esperável houvera sido que as ricas, pola sua sobrada abundância de tempo e de recursos, nom poideram ser enganadas. Quando o esperável houvera sido que as pobres imitassem a desconfiança das ricas que, informadas, recusavam aquelas medidas e soluçons que o Sistema oferecia. No entanto nada disto sucedeu.

Aquele experimento social conhecido como “C0vld¡9” revelou a inconsistência com a que as gentes  adinheiradas estavam a viver as suas frouxas vidas. Afundadas nas mesmas fantasias que as pobres, demonstraram ser nada mais que a paródia dum estilo, dum glamour, duma casta ébria de excessos demasiado estéreis. Tomadas da mão, ricas e pobres procederam com a mesma  irresponsabilidade, cumprindo assim o velho sonho aquele duma sociedade sem diferência de classes.

E certamente que isso foi o que sucedeu. Porque após aqueles escuros dias, onde a humanidade foi posta em xeque, só podem existir duas e só duas classes sociais, duas e só duas nacionalidades, duas e só duas espécies de pessoas: as crentes e as cépticas, as mansas e as rebeldes, as tontas e as listas… Elas e nós.


6º) As Sociedades com mais leitoras foram as mais submissas

Dantes daquele experimento social conhecido como “C0vld l9” um podia se deixar enganar por esse espelhismo de ilustraçom do que as gentes leitoras ofereciam. Efetivamente, gostávamos de saber que no transporte público da Rússia ou da Suécia as viajantes nom iam olhando os ecrãs de seus telefones, senom que iam lendo livros. Livros dos de verdade, dos de carne e osso, desses que se folheam. Um estranho espetáculo digno das mais delicadas ponderaçons.

Porque o livro era algo sempre bom. O simples feito de ver a alguém ler um livro inspirava respeito, talvez admiraçom, pois um descontava que devia de se tratar necessariamente duma alma lúcida, dotada de altas espetativas e alheia aos assuntos banais do mundo. O livro era posse das almas profundas, era garante de qualidade humana de sorte que a brecha cultural, que supostamente existia entre leitoras de livros e televidentes, era coisa indiscutível.

Mas após aquele março do 2020 as coisas mudaram e pôde-se comprovar, nom sem assombro, que aquelas sociedades leitoras, tidas por mais ilustradas que as de baixos índices de leitura, essas sociedades eminentemente européias foram as mais aditas ao impresentável relato pl@nd3mico.

As perguntas que seguem som obrigatórias: se ler livros era próprio de mentes elevadas… Como puderam essas sociedades leitoras ser tam idiotas? Que livros estavam lendo essa gente que suas páginas nom foram capazes de brindar auxílio num momento semelhante?

A leitora doméstica e a leitora universitária, a leitora de Wilbur Smith ou o de Schopenhauer, a de novela de lixo descartável ou o da mais depurada sociologia, todas as consumidoras de livros por igual pecando duma cegueira praticamente incurável, mesmo a dois anos daquela  nefasta agenda.

A ideia tam popular segundo a qual o televisor atrofiava o desenvolvimento mental enquanto o livro o estimulava, ficou assim exposta como uma desconcertante falácia. As sociedades menos  alfabetizadas, as que menos livros consomem, as do África, foram, paradoxalmente, as mais cépticas ante o relato pl@nd3mico e suas incoerências, amossando assim uma incomum reserva de sentido comum, incrivelmente ausente na Europa das bibliotecas e das livrarias.

A conclusom pode obtê-la qualquer: os livros aos que tem acesso a maioria da humanidade som os mesmos livros cuja circulaçom está alegremente permitida polo Sistema. Os poucos livros que puderam ter ajudado a  lidiar com aquela fraude mediática conhecida como “COV!d¡9”, esses livros som exatamente os que o Sistema proíbe, persegue e castiga.


e 7ª) A falha de liberdade de eleiçom

A liberdade é mais que nada movimento. Supom expansom. É um desejo que se projecta para o mundo, uma vontade que se exterioriza mediante a açom. Esta é a primeira ideia que se nos vem à mente a cada vez que falamos de liberdade.

O cárcere supom a exclusom desta possibilidade de movimento, recortando a liberdade para  confina-la num plano estritamente interior, empurrando a liberdade para um íntimo exercício da consciência. Uma é livre no cárcere, mas só de exercer a introspeçom, pensando o que lhe vinga em vontade. Com respeito à açom só colhem duas possibilidades: deixar correr o tempo tras das reixas ou suicidar-se.

Dantes daquele experimento social conhecido como “C0vld l9”, a ideia de liberdade que prevalecia era a primeira. A ninguém se lhe ocorreria empurrar à outra para que cumpra com seus caprichos. Um fanático do Barça nom podia exigir a ninguém que se converta em siareiro de Barça e as que não olhávamos futebol vivíamos tranquilamente nossas vidas fazendo outras coisas. Mas o medo àquele v¡rus deslocou a este critério saudável, de viver uma liberdade onde o resto das liberdades eram respeitadas, e instalou em seu lugar a terrível segunda ideia: a liberdade negativa dos cárceres.

Após aquele experimento planetário toda aquela que nom deseje ln0cul@r-se é condenada a uma prisom. Uma prisom sem reixas mas em verdade opressora, na qual a cada presa só poderá ser dona de seus pensamentos ou, chegado o caso, de se tirar a vida.

Desde o ano 2020 a cada ln0cul@da crê-se no direito de exigir que se cumpra com seu infantil  capricho de ver a todo mundo lnocul@r-se, so pretexto de seguridade pública. Só precisaria-se duma lei que chegasse a declarar como obrigatória a ln0cul@çom para assim ver cumprido aquele  capricho.

Ante semelhante atropelo às liberdades individuais que ficaria-lhes aos que nom desejemos receber aquela substância? Pois nada mais que o exercício duma liberdade introspetiva, onde se pode desconfiar e até renegar de v@kuna, mas acedendo à recebe-la já por resignaçom, já por compulsom, deixando assim ao suicídio como a única saída para as dissidentes.

Reflexons desde a dissidência C0v1d14n4 (1ª parte) x Nereo Raúl

Ontem mesmo tivem conhecemento duns reflexivos escritos publicados numa RRSS por Nereo Raúl, residente na província argentina de Entre Ríos. Em quanto rematei de lê-los souvem que tinha que fazer-lhes um oco nesta minha bitácora e solicitei-lhe permiso para traduzir e replicar seus escritos. Pronto tivem seu consentimento e hoje publico acá estas suas reflexons, que sinto também coma minhas, dado que concordo caseque ao 100% com suas reflexons e críticas mesmo que haja entre nós um oceano de distância e sobrevivamos em diferentes hemisférios. Publico na mesma ordem cronológica do que o seu autor e o fago em duas partes; aqui vai a primeira:

1) O impossível argumento de “se nom fosse polo confinamento haveria mais mortes”.

Este argumento, que tem ficado em pé como uma verdade irrefutável, é duma fragilidade tal que nom só amossa covardia, senom mais bem um problema psiquiátrico. Vejamo-lo.

Dizer que algo nom foi pior só porque ficámos inativas é desde sempre a escusa das covardes. “Quem está deitada nom cai”, di o refraneiro. Mas nom só as covardes fam uso desta atitude pouco séria, porque este é exatamente o argumento, digamos melhor a desculpa, que utilizam as desgraçadas que sofrem de agorafobia.

Esta pobre gente, trastornada por um medo invencível ao perigo, decidem permanecer encerradas nos seus fogares, sem contacto com o mundo exterior. Para elas o feito natural e necessário de sair à rua representa a maior das ameaças. Vemos que se trata duma “soluçom” muito pouco feliz. É evidente que de nom sair às ruas os riscos de ser assaltada por um ladrom ou esmagadas por um autocarro diminuem grandemente, mas isto nom sinifica que nossa qualidade de vida vai melhorar. Pola contra, estamos a falar dum discernimento pueril, duma patologia, duma doença  psiquiátrica que precisa ser sanada. E é precisamente sua sanaçom o que mais trabalho demanda às terapeutas. Por que? Pois porque é justamente o real da sua proposta o que lhes resulta tam difícil de refutar. E é que as agorafóbicas tenhem razom: nom sair é garantia de nom ter que lidar com o mundo e seus perigos, isto nom tem discussom. É o medo o que lhe impede ver as enormes perdas dessa equaçom. Foi assim coma funcionou aquele impresentável slogan de “Fica na casa”

E foi assim como ficou no ar, flutuando com tanto sucesso, essa ideia segundo a qual “se nom fosse polo confinamento haveria mais mortes“. É a postulaçom do medo como forma de governo. É o embandeiramento da doença mental como uma nova forma de exercer a responsabilidade. Porque é importante sublinhar este ponto: as agorafóbicas nom som cidadás responsáveis, som cidadás doentes, possuídas por um medo irracional.

O comportamento ao que assistimos durante esse experimento social conhecido como “C0vld!9” foi o típico das doentes, dum corpo social que tinha perdido o sentido comum. Episódio terrível que deveria sentar um precedente em todos os manuais de psiquiatria.


2) Em verdade foram enganadas as pessoas que acataram todas as medidas absurdas que se impuseram desde março do 2020?

Ouve-se a muitas repetir isto de que a gente nom é a culpável porque foi “enganada”. A culpa seria património exclusivo das elites, que foram as que planificaram toda esta aberraçom. E esta postura parece-me errada. Nom só porque se apreciam nela certa condescendência e uma falsa modéstia, senom mais bem porque é uma atitude injusta.

As gentes nom acataram as medidas C0vld sendo inocentes embaucadas, vítimas frágeis dum Sistema profissionalmente ocultista. Não, nada disto. Ao princípio a gente aderiu-se com esperança e até com alegria a essa denominada “nova n0rm@lidade”. Mas de imediato fazia gala dela com um  fanatismo perigoso que dava lugar a um comportamento que recordava outros tempos e outras circunstâncias. Vimos como, embriagadas polo medo à morte que vomitavam os televisores, repetia-se aquele cenário das antigas caças de bruxas e começavam a se exercer a fiscalizaçom, a polícia e até a justiça por mão própria de toda aquela que era considerada “infratora” daquelas  inenarráveis medidas. Enganadas? Nom do tudo. E a prova temo-la em que, no meio daqueles dias tam obscuros, as poucas vozes que, como a nossa, se atreveram a questionar a situaçom oficial foram fustigadas por dúzias de vozes iracundas. Agressivas vozes que nom toleravam semelhante atrevimento.

A prova de que a  esmagadora maioria daquela massa irracional e violenta escutara quanto menos uma vez que todo aquilo era uma farsa, essa prova, temo-la na grosseira desproporçom do número de vozes dissidentes e do número de agressoras que procuravam desesperadamente acala-las. Crer que elas eram muitas, que nós éramos poucas e que esta foi a razom pola que a verdade nom triunfou, é um erro.

Vimo-lo claramente nas Redes Sociais. Uma só publicaçom questionando o assunto recebia dez, vinte, trinta insultos de dez, vinte ou trinta pessoas diferentes que lhe desejavam a uma as coisas mais crueis, incluso a morte. Era talvez a primeira vez na história da humanidade onde a informaçom oficial e a clandestina contavam com a mesma rapidez de chegada. Saber a verdade nunca foi tam fácil. No entanto toda aquela gente investiu sua energia em defender gratuitamente o relato oficial, amossando um incrível desinterés por pesquisar os argumentos dissidentes dos que efetivamente se inteiraram, e mostrando uma perigosa hostilidade para com a liberdade de expressom.

A tecnologia arrojou a pálida estatística duma sociedade que dera com a verdade mas que mesmo assim negou-se à conhece-la. E o desinterés nom pode de jeito nenhum ser catalogado como engano. E é que aquela sociedade nom foi enganada. Foi uma sociedade que pecou irresponsavelmente de preguiça. Que abandonou seus direitos, mas sobretudo sua obriga a  discernir, isto é a nom se deixar enganar. Uma sociedade que se entregou placidamente aos braços da caste política, esquecendo-se irresponsavelmente da classe de gente que a compom.

Nom houvo engano, só houvo desinterés. Nom houvo vítimas, só houvo cidadás irresponsáveis.

A velocidade e a facilidade com a que se podia aceder à nossa informaçom convertem em  irresponsável a toda pessoa que, tendo tropeçado quanto menos uma vez com ela, decidiu no entanto continuar a sua vida prostrada diante dos televisores.


3) Foi-me doado perder a solidariedade. Inclusive crio que terminei perdendo o respeito pola gente.

Aquele experimento social chamado C0vld¡9 foi mudando meus valores, voltando-me um ser bem mais indiferente para com o meio. De repente minha vida social via-se afetada por esta nova forma de convivência onde as outras se me antolhavam seres duma qualidade inferior. Seres que tinham demonstrado uma insólita irracionalidade. E já nom era necessário professar tanta cortesia ou estar tam atento às necessidades alheias. Após aquele experimento, ao ver a uma anciá carregada com as sacas do mercado eu já nom podia ser o mesmo que antes. A cena da anciá nom me movia a menor fibra. Por encurvada e frágil que luzisse, a anciá era uma crente mais daquela farsa. Um ser débil e cansa, sim, mas a sua vez uma fulana muito perigosa. Alguém que, de ter sido pressionada um pouco mais polos televisores, tivesse cometido qualquer tropelia por conseguir ln0cul@r-me a substância de moda. A anciá, e de imediato toda a gente, voltavam-se muito perigosas. Inclusive as meninas. De súbito descobria-me a mim mesmo arrodeado de gente perigosa, nas ruas, nos autocarros,… lá onde for. Dantes um tinha medo só de certa gente, só de certos ambientes. Mas aquele experimento mudou tudo.

Já nom me oferecia para ajudar a ninguém. Só me limitava a observar enquanto julgava em silêncio. Depois, aquela indiferença degenerou numa sorte de petulância. Podia ver à gente metida em problemas bem mais graves que um par de sacas do mercado e no entanto continuar meu caminho como se nada sucedesse. Animava-me a certeza de que se tratava sempre de inimigas. Inimigas potenciais mas inimigas ao fim. Inimigas todas bem dispostas a associar-se em nome do “bem comum” para  fustigar-me, para denunciar-me e para, chegado o caso, sujeitar-me elas mesmas os meus pés e as minhas mãos para que uma trabalhadora da “s@ude pública” me lnj3t3 as doses que me figessem falha.

Por primeira vez na minha vida permitia-me o luxo de nom cumprimentar mais nas ruas. Minha  sociabilidade ia-se perdendo.

Nom estou orgulhoso desta mudança. Só direi que foi inevitável. Direi que aquele experimento social chamado C0vld¡9, com sua volta a estadios de convivência mais selvagens, aniquilou definitivamente minha confiança no género humano, na sua capacidade de  discernir e de respeitar as liberdades alheias.

Disfarçadas de anciás, de crianças, de polícias ou de profissionais, disfarçadas de forasteiras, de precisadas ou de vítimas de guerras, as gentes vam pola vida fazendo-nos crer que vivemos em sociedade, que estamos conteúdos, que as coisas nunca foram melhores.

Aquele experimento fijo-me descobrir a triste realidade de que vivia numa fantasia civilizadora. Descobrir que quando se desata o medo só uma pequena minoria conserva a acalma enquanto o resto da humanidade é capaz do impensável, sem que existam freios morais que lhes detenham.


4) O papel das anciás coma principais difusoras do terror mediático

As pessoas anciás tenhem sido por tradiçom esse grupo depositário da sabedoria. Quando a tribo precisava conselho acodia a elas, sobretudo em tempos de convulsons. Mas a velhice já nom pode ser vista com tanta honorabilidade. Aquele experimento social conhecido como c0vld¡9 veu a pôr as coisas em seu lugar e as anciás também foram corretamente ubicadas. Paradoxalmente, uma situaçom que procurava mascarar a todo mundo veu a desmascara-lo tudo.

Covardes, perigosamente obedientes, aditas ao medo mais desnecessário, as pessoas velhas demonstraram ao fim de que madeira estavam feitas. Elas desempenharam o papel mais lamentável daquela pantomima ao ser, depois dos televisores, as principais agentes difusoras do terror mediático. Foram as pessoas anciás as que adoptaram como ninguém o medo, as que cultivaram o medo como uma nova forma de vida expandendo-lho as filhas e aos netos.

É importante destacar aqui o modo patético em que procuraram aferrar-se à vida, quando precisamente a velhice tinha sido exemplo de galhardia, de entrega desinteresada e de sábia resignaçom para enfrentar o inevitável, isto é a morte. Mas aqui o que se viu foi a mais infantil  desproporçom. As velhas não só se deixaram seduzir polo medo senom que pretenderam do modo mais totalitário instalar o medo e que se lhe professa-se um culto obrigatório.

Hoje, quando o telom C0vld já se baixou para dar lugar a novas funçons, se lhes vê insistir teimosamente com as medidas s@nit@rias. Inclusive quando os mesmos televisores deixaram de ordenar o uso obrigatório, elas insistem e se afirmam nos seus trapos sujos, enquanto diagnosticam “irresponsabilidade” e acusam a toda a sociedade de “imprudente”.

Incombustíveis souvenires dum pesadelo, som as sobrevivintes que continuam com sua militância gratuita, sustentando os gastados estandartes daquele experimento. Trabalhando ingénua mas muito perigosamente para o Sistema.

As medidas mais extravagantes, as mais crueis restriçons, os mecanismos de repressom mais  inverosímis, em fim, as propostas mais indignas só em boca de pessoas anciás cheguei a escuta-las.

Elas som o perigoso rescaldo que pode provocar um novo e devastador incêndio.