Unidas Podemos, Más País-Equo, Compromís, E.R.C, PSOE a favor de CASTIGAR com PRISOM os FURTOS associados à pobreza

«Uno puede tener la sensación de que las personas que cometen estos hurtos los detienen hoy y salen mañana a la calle, y continúan con esta actividad casi como ‘modus vivendi’» Genís Boadella, responsável por assuntos de Justiça do PDeCAT.

Votaram a favor junto com VOX, que solicitara tal reforma com anterioridade e o PdeCAT, que foi quem apresentara a enmienda que deu lugar a uma disposiçom final do artigo 234 do Código Penal para que os furtos por valor subtraído inferior a 400 euros, que até agora só se castigavam com multas, poidam ser sentenciados com penas de prisom de 6 a 18 meses, sempre que a culpada já fosse condenada dantes ao menos por três delitos desta natureza, ainda que fossem de carácter leve. No caso de multireincidência, as penas poderám oscilar entre 1 e 3 anos de cárcere.

O Pleno do Congresso aprovou esta reforma na passada quinta-feira, 23 de junho, e remeteu-se ao Senado para completar sua tramitaçom e poderá estar em vigor à volta do verão.

A iniciativa do PdeCAT buscava cumprimentar uma exigência das Grandes Patronais do Comércio e da Restauraçom, para -presuntamente e segundo a letra da emenda- procurar atalhar às «bandas organizadas» que furtam alimentos em grandes superfícies, já seja para consumo próprio ou para seu revenda. Uma situaçom que está associada ao incremento da pobreza.

Foi aprovada com o apoio e o voto de 190 diputados do PSOE, Unidas Podemos, Esquerra, PNV, PDeCAT, Ciudadanos, Más País-Equo e Compromís, entroutros.

Curiosamente VOX se abstiveram junto à CUP, Bildu e o PP.

Só o BNG votou na contra, algo que lhes honra.

Desde o PDeCAT recordam que esta modificaçom fora prometida por vários ministros de Justiça e do Interior desde fai anos, já que «tiene un alto impacto en el sector del comercio, la restauración, el turismo y en la seguridad de todos los ciudadanos». A seu juízo, este câmbio permitirá «aumentar a capacidad intimidatoria e disuasoria del Código Penal» e «dotará a las administraciones de más herramientas para luchar contra la multirreincidencia en pequeños hurtos».

E é assim coma o GOVERNO MAIS PROGRE da História das Españas, pom-se da mão de especuladores e escravistas coma Amancio Ortega e sua filha, Juan Roig e outras e vai encarcerar a quem furte para comer.

Isto acontece ao mesmo tempo que a inflaçom no estado español supera níveis históricos. Tam só neste mês de junho o IPC (índice de preços de consumo) se situa em torno do 7’2%, a maior cifra de inflaçom nos últimos 36 anos. Esta cifra, que vai subindo desde a pandemia, leva a que o PIB encontra-se em níveis precrisis de 2008, num momento em que Espanha está à cabeça de Europa em quanto aos níveis de desigualdade económica.

É evidente que esta medida punitiva procura a criminalizaçom da pobreza e das classes populares, que ante tempos de necessidade e ante uma pobreza crescente pode recorrer a medidas desesperadas. Os pequenos furtos estám provocados polo empobrecimiento geralizado da povoaçom.

Para os grandes empresários, o furto supom umas pequenas perdas, ínfimas em comparaçom aos seus ganhos graças a especular com os preços de produtos básicos. Algo que golpeia a umas classes populares a cada vez mais empobrecidas.

Capitalistas e seus sicários representantes no Congresso español, nom só nos cuspem seu desprezo de classe, senom que mesmo ameaçam com maiores castigos e repressom para solventar um problema que eles mesmos têm gerado.

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