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A Guardia Civil e a organizaçom criminosa e jerarquizada de alunos do insti de A Estrada

As forças de ordem espanholas andiveram estes dias pola Galiza de caça de terroristas ás que aplicar as suas mais “dura lex” . Mas depois de duas detençons frustradas de okupas e de indepes (umhas e outras só estiveram umhas horas retidas) semelha que ficaram fastidiados de nom atopar nada que poidera server para encirrar, sem ser julgadas, okupas e indepes num talego e aplicar-lhes de imediato a lei antiterrorista. Para elo mesmo servírom-se dos falsimédios e utilizarom técnicas göbbelianas (umha mentira repetida mil vezes convírte-se em verdade) e nom duvidarom em enlaçar as notícias destas detençons coas de supostos jihadistas para criar similitudes nessas mentes passivas que seguem olhando para o televisor como se seguira a ser umha fonte de informaçom viável e crível (meu avô materno mandava calar quando nos estertores do franquismo iam ponher o “parte” na tve e meu pai durante anos tirou do típico bordom assertivo para revocar opinions contrárias ás suas: “que saberás tu, se até o digerom na tele”). Pero por muito que o tentaram nenhuma das detidas nesses dias vissitou mais cela que as das comissarias e enquartelamentos e, índa que ficam pendentes de ser julgadas, todas ficarom em liberdade.

Semelha que a nenhuma das detidas nestas operaçons repressivas poderom aplicar-lhe as leis antiterroristas pese que insistem em vincula-las a supostos grupos criminais organizados. Poida que fosse por isso, ou por algumha outra razom que escapa aos meus entendimentos, que deviam estar ávidos de obter algumha vitória ás suas ânsias prisioneiras.

E por fim se atoparom com o que desejavam: Numha escola de A Estrada (“La Carretera” para aqueles falsimédios que seguem gostando de castelanizar nossos topónimos) levavam meses investigando umha trama que estava a pôr em perigo a toda a humanidade conhecida e por conhecer e nos aquertelamentos da Guarda Civil andavam á espera de que se lhes permitira umha rápida e eficaz intervençom que poidera solucionar os graves problemas aos que se veria abocado o mundo de nom faze-la com toda precauçom e seguridade.

E o momento esperado chegou ontem.
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“Eucalyptus globulus” ou “Gasoline Tree” causa do “ecocídio” galego-português

Seguem os média pretendendo criar um debate sobre como se originou esse fogo. Levam com essa teima desde o início da tragédia como se isso fosse de vital importância quando a cifra de pessoas mortas já atingiu as 64 e há mais de 200 feridas.

Começaram assegurando que nom houvera intervençom humana, que tudo fora causado por umha trovoada seca e que já atoparam o foco inicial numha árvore fendida por um raio como o “Olmo Seco” de Antonio Machado, mas depois, dada a vorágine destruitiva e a amplitude da extensom afeitada, já se falava de mais raios e mais árvores fendidas para explicar a existência de vários focos diferentes; entretanto tirarom de razons atmosféricas e do câmbio climático, das terríveis secas e de ventos extranhos que, numha coincidência espácio-temporal case paranormal, deu pê a enormes “bolas de lume” que avançavam a grande velocidade e mudavam de rumo sorpresivamente e que dariam para vários programas de Iker Jiménez; agora o presidente da Liga dos Bombeiros portugueses lembra que o fogo estava ativo duas horas denantes da trovoada e que tudo aponta a que “o incêndio teve origem em mão criminosa”. Seria fantástico para os governantes que tudo fosse por obra de um grupo de terroristas do lume que permitiram desviar a atençom das verdadeiras causas da tragédia.

Assim deste jeito quanto mais falam da fonte originária da calor (raios, espectros ou mãos criminosas) e das ótimas condiçons do comburente (oxígeno, vento, …) menos se falará sobre o combustível necessário para que se criara um incêndio deste calibre. E a razom para desviar o debate do combustível é a todas luzes evidente: se ficara demostrado que a razom principal e case única desse lume e dessas mortes fosse o combustível, os olhares buscando criminosos focalizariam sua busca nas responsáveis de que os montes de Portugal (e da Galiza) estejam inçados destas espécies alóctones pirófitas para benefício exclusivo de madedeiras e pasteiras (por certo com moi altos niveis de contaminaçom atmosférica que incide na mudança climática).
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Ana Rosa e sua “Guerra Okupa”

Hoje no programa de A3 de Ana Rosa emitirom umhas gravaçons onde umha equipa deste programa consiguiu (segundo eles) falar com cinco dos responsáveis da manifa okupa que denunciam agresons e detençons ilegais por parte da Polícia e acusam aos médios de manipula-la informaçom.

Diante disto queixam-se com razom desde Galiza ContraInfo do roubo das suas imagens para manipular e tirar conclusons falsas ao respeito do que, as pessoas entrevistadas, contam ao jornalisto infiltrado (veja-se com quanta intensidade pretende criminalizar até o uso do galego).

Para quem somos de Compos e sabemos o que se passa nesta cidade esta gravaçom é umha demonstraçom palpável da estupidez que se transmite polas televisons espanholas (e galegas). Aqui tendes o vídeo que vem de subir a rede “tantallejo” co singular cabeçalho de “Burla, maldición, okupas, comandos portugueses, proetarras e moita psicodelia” (a nom perder!!; para botar umhas risas!!;…)
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As mentiras de Rajoy e os 60.600.000.000 € do erário público regalados á Banca que nunca voltarám.

Mariano Rajoy é home de fe cristiã e por isso agora deve sentir-se como S Pedro quando, segundo contam nos seus livros, negou por 3 vezes ser fiel ao seu Deus. Mas crio que Mariano ainda tem mais mérito porque, segundo contam as malditas hemerotecas, negou muitas mais de 3 vezes ser-lhe fiel ao seu verdadeiro Deus: O Dinheiro e aos seus templos de oraçom: A Banca Privada com muito Ánimo de Lucro.

Quando ontem foram detidas 9 pessoas acusadas, entroutras coisas, de rachar luas de caixeiros automáticos e vidrieiras de entidades bancárias privativas, entendim que Mariano e seu capitam com praça em Compostela, Agustín Hernández Fernández de Rojas, estavam por fim dando a cara polos seus e voltando ao rego da sua fe no Gram Capital depois das suas múltiples declaraçons nas que negara que o resgate europeu á Banca espanhola nom teria impacto sobre as contribuintes.

Hei eiqui um repasso da hemeroteca que atopei sem grandes dificultades:
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A Criminalizaçom da Disidência: URGENTE!! DETENÇONS DE INDEPENDENTISTAS GALEGAS!!

Ontem a Audiência Nacional espanhola prorrogava 18 meses mais o processo contra as 9 independentistas de Causa Galiza na chamada “Operaçom Jaro”; hoje chegam notícias de, quanto menos 3 novas detençons de independentistas galegas e militantes de Ceivar, que iriam relacionadas com o ato de recebemento a Antom Santos segundo aponta o Jornal Sermos. Trataria-se de Iria C., Ugío C. e Afonso L, detidas em Compostela, Vila Boa e Ourense e transladadas á Comandância da Garda Civil das Cancelas em Compostela. Segundo a informaçom de Sermos nom é de esperar que se produzam mais detençons.

Ceivar informa que estám preparando para esta mesma tarde concentraçons em rejeito do operativo e de solidariedade para coas detidas. Sinalam que o avogado lhes notificou que os agentes procederam ao registro dalgumhas das vivendas e que o mais provável é que esta mesma tarde se passem a disposiçom judicial, após o qual poderiam ficar em liberdade. As hipóteses som que se lhes impute um delito de enaltecemento do terrorismo.

Tratára-se dumha nova Operaçom Jaro 2?? Passado o tempo, sucederá como com as Operaçons Pandora (1 e 2) contra Anarquistas que foram anuladas e todas as encausadas absolvidas depois de passar-se (algumhas delas) meses em prisom??

Desde Causa Galiza tirarom este seu COMUNICADO DE URGÊNCIA À ATENÇOM DOS MEIOS DE COMUNICAÇOM:
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