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Os médios colaboracionistas dos nazis Vs. A memôria que nom esquece…

«Si no hubiera otro medio que la violencia, ¿qué importa? Todo sistema se ha implantado violentamente, incluso el blando liberalismo». José Antonio Primo de Rivera, 2 de abril de 1933.

Dim que Rodrigo matou um home porque levava uns tirantes coa bandeira española. Choram sua morte hipócritas representantes da sua democracia e mesmo alguns gardam um minuto de silêncio na sua homenagem e depois aplaudem a quem era conhecido em Zaragoza por sair, junto seu grupo de moteros, á caça de migrantes, homosexuais ou “rojos”. Ele, Víctor Laínez, contava com antecedentes por agressons de carater racial e ideológico. Nom era, como nos querem fazer crêr os médios de (in)comunicaçom, um senhor maior que gostava de beber gintonics acovadado nas barras dos bares; um demócrata a quem lhe gostava luzir sua bandeira pátria nas suas roupas e complementos, um motero amante dos seus animais, e pese a que tivera um passado ligado á Falange Española y de las JONS e a Legión, só foram pecadinhos sem importância duma aloucada joventude já deixada atrás. O mau para estes mentideiros colabouracionistas é que, pese á rapidez que se tomaram para tratar de borrar todo seu historial da rede de redes, nom poideram evitar que sairam á luz imagens onde Laínez possa abraçado um seu amigo que luze um Hail Hitler na sua camisola, e nom é uma foto da sua joventude, como tampouco é daquelas a foto no que se lhe vê desfilando com uniforme falangista.
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O panfleto dum encapuchado

Texto publicado em Atenas Indymedia, que se bem fala da situaçom cotidiá na Grécia, pode ser totalmente extrapolável a qualquer país baixo dominaçom capitalista:

Nom tenho nada de que confesar-me ou defender-me. Vós, os outros, os institucionais, tedes que defender-vos duma cheia de cousas. Dim: “A Democracia nom leva carapucha”!. Dim-no com altissonância e nom se fam vermelhos. Todo o sistema político leva uma carapucha que lhe chega aos nozelhos. Que se quitem eles as carapuchas e logo falamos da minha.

Minto? Vou-chos contar todos, um por um, para que vejas com quantos encapuchados crúzas-te cada dia sem cair na conta de-lo:

Vas ao banco tranquilo para pagar uma conta ou para sacar dinheiro do caixeiro automático. Bom, eu nom conto. Digamos que eu me levo o caixeiro automático enteiro. Nada mais entrar, uma cámara vigia-te sem que te decates. Ao ponher-te diante da pantalha do caixeiro, outra cámara de vigia. Nom sabes quem te vigia, quem registra teus movementos, pero di-me, que mais que encapuchados podem ser os tipos que estám agochados no panel de control da videovigilância e os que o pagam? A primeira carapucha, pois, é o banco.
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Grupo anarquista ataca embaixada da Arábia Saudita em Atenas

Recolho da A.N.A.:

O grupo anarquista Rouvikonas atacou com “bombas de tinta” a embaixada da Arábia Saudita em Atenas no início da madrugada deste 14 de dezembro em protesto contra os bombardeios no Iêmen.

O seguinte vídeo do ataque, bem como um comunicado do grupo, foram publicados no Athens Indymedia.
De acordo com o vídeo, no ataque participaram polo menos seis pessoas que chegaram em motocicletas.

No comunicado do Rouvikonas, observa-se que o grupo protestava contra as leis federais estabelecidas na Arábia Saudita pola ditadura familiar que governa o país, bem como contra as tentativas de estendê-las em todo o Oriente Médio e além.
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Trailer do documentário da COPEL e recordatório dos passes de HOJE em COMPOS e AMANHÃ em LUGO

Uma vez apresentado, com bo sucesso, o documentário da COPEL no Ateneo Libertario Xosé Tarrío de A Corunha, chegou-me via correio o “trailer” ou “teaser” (*) do mesmo, ao que lhe dou pulo imediato ao tempo que lembro as vindouras convocatória dos passes programados até agora na Galiza, nas cidades de Compostela nesta vindoura 5ª feira (joves) dia 14 ás 20:00′ no CS do Sar e mais Lugo ao dia seguinte, (6ª feira) venres 15 ás 20:30′ no Ateneo Libertario A Engranaxe
A NOM PERDER!!! Continuar lendo

Finlândia: 100 anos som o suficiente! Pola aboliçom de todos os estados. Pola anarquia

Em 6 de Dezembro de 2017, além de cumprir-se o 39º aniversário da imaculada constituiçom espanhola , tamém marcou o aniversário dos 100 anos do estado finlandês. Co galho de tal acontecemento, compas finesas editarom e publicarom este vídeo recopilatório da atividade de rua anarquista e antifascista na Finlândia entre 2013 e 2017, que recolhim de ContraInfo(pt):

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A morte dum fascista com tirantes

Dim os falsimédios que Victor Laínez morreu por sentir España até nos complementos da sua vestimenta, pero que nom tinha nada de fascista e que morreu por levar uns tirantes coas cores da bandeira espanhola. Ao entender destes manipuladores, este pacífico exlegionário escolheu mal momento para emular a Fraga Iribarne quando este ejercia de facha sem complejos e gastava de tirantes coa bandeira espanhola para deixar patente sua adoraçom polo franquismo nos tempos da mal chamada transiçom e quando se arrodeava de jovens falangistas e de Fuerza Nueva para azuar demócratas a golpes de nunchankus e punhos americanos.

Alguns destes mentideiros resaltam o feito de que médios alternativos interesados em justificar a morte de Laínez identificaram ao morto com organizaçons fascistas e/ou falangistas e sinalam que se bem tivera estas simpatias lá polos anos 80, coisas de joventude, e agora só era um motero que gostava de coidar dos seus animais. Mas basta uma busca pola rede para atopar a verdade da sua ideologia e assim colo este pantalhaço que recolhim dum desses falsimédios (ao que nom lhe dou ligaçom por razons evidentes) e que intitula sua notícia com este cabeçalho assim de clarificador: El fallecido Víctor Laínez era militante de Falange Española de las JONS Continuar lendo